24 de julho de 2019   
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22/07/2019 15:06:26

EUREKA
Julgo que as entidades responsáveis sabem que só há chama se existir matéria que arda.
Acho que é do conhecimento geral e não tem a ver com La Palisse.
Para descanso das populações e aliviando o enorme esforço dos operacionais, vou divulgar um meio eficaz que me foi transmitido pelos meus antepassados, mas que parece ser do desconhecimento da Protecção Civil.
Para diminuir a quantidade de incêndios ou diminuir a sua agressividade.
É simples. Usem CABRAS.
Não para substituir os bombeiros.
A técnica é usar as cabras previamente nos locais previsíveis de arderem. Elas comem tudo e logicamente sem matéria combustível não há chama.
É uma solução com custos mínimos.
Aproveitem.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

21/07/2019 16:54:40

COLÓNIAS OU TERRITÓRIOS ULTRAMARINOS A VERDADE!!!
Copiado de: https://www.facebook.com/UniaoNacionalSalazar/photos/a.946811982041399/2289566627765921/?type=3&theater
União Nacional -- 18 de julho 2019

(...) Na tradição do direito público português e na terminologia corrente os territórios de além-mar haviam tido a designação de províncias. Esta designação é usada desde 1576 e consta de um diploma de 12 de Março de 1633; e foi transladada para as constituições liberais, desde 1820, que consideravam as províncias ultramarinas como parte integrante da Coroa portuguesa. O Título V da Constituição de 1911 designava-se: Administração das Províncias Ultramarinas. Posteriormente, a I República adoptou a designação de colónias. A abolição deste nome e o regresso ao de províncias foi assim um retorno a uma tradição de séculos. No plano internacional, o governo português foi depois acusado de inventar a expressão províncias ultramarinas e de a usar como expediente político para escapar ao anticolonialismo. Este factor teve decerto influência; mas não foi o único; e em qualquer caso não se tratou de facto de uma invenção.
(...)
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

05/07/2019 17:54:16

FINALMENTE
Hoje pela televisão, tivemos conhecimento que finalmente os caixotes destinados a crianças oncológicas no Hospital de São João no Porto, foram desactivados.
Não é para agradecer. Era um dever.
Tardiamente, mas finalmente resolvido.
Ajudou certamente a proximidade de eleições.
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

04/07/2019 17:01:00

ISTO É A REALIDADE DA DEMOCRACIA
-- Criminalização de maus tratos a idosos chumbada na Assembleia da República, pela maioria de esquerda.
-- Maioria dos equipamentos dos hospitais está avariada, obsoleta e a precisar de substituição.
-- A Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, não tem capacidade para assegurar as escalas durante o verão e um dos cenários é agora o encerramento do bloco de cirurgia ginecológica a partir do próximo dia 15 de julho, por tempo indeterminado.
-- Mais de 3 milhões de utentes não encontraram nas farmácias os medicamentos receitados. Tem de recorrer a nova consulta para obter receita com medicamento similar. Com prejuízo dos que pretendem consulta.
-- 90 mil à e espera de consulta.
-- Hospital de Gaia adia cirurgias por falta de material básico.
-- Mais de duas horas à espera para fazer análises no Hospital Santa Maria.
-- A divida da CP é de 2 bilhões e seiscentos milhões de euros.
A CP/REFER é o exemplo acabado daquilo que tem sido o poder em Portugal no pós 25 de Abril exercido pelos herdeiros de Soares/Cunhal que, mais partido menos partido, têm sido os verdadeiros detentores do poder em Portugal.
-- Estado cedeu quase 24 mil milhões a bancos. CGD foi o mais beneficiado.
-- Falha na lei permite a 200 ex políticos acumularem subvenções vitalícias e reformas sem limite.
-- Temos 305 mil desempregados?. Não são mais porque milhares emigraram.
Temos 2 milhões e 200 mil pobres
Temos 615 mil cidadãos em Privação Severa.
Mas está tudo bem. Estamos em democracia.
-- Os dados do Observatório das Famílias e das Políticas de Família revelam que Portugal gasta apenas 1,5% do PIB em apoios económicos às famílias e que nos últimos três anos, meio milhão de crianças perderam o direito ao abono de família.
A desgraça está garantida.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/06/2019 13:46:37

Que frase linda: "Todos não somos de mais para continuar Portugal".
Reside aqui a firme razão da unidade nacional.

Luísa Albuquerque- Lisboa TOPO

14/06/2019 21:34:01

IDOSA FOI DEIXADA A MORRER EM CASA POR CUIDADORA
https://www.direitapolitica.com/idosa-foi-deixada-a-morrer-em-casa-por-cuidadora/ -- 09 Jun 2019
Resumo da Noticia
Uma cuidadora deixou uma mulher de 94 anos sem cuidados higiénicos e em estado de desnutrição em Montemor-o-Novo. Depois de ser reencaminhada para o hospital de Évora, acabou por morrer.
A criminalização do abandono dos idosos foi rejeitada por PS, BE e PCP na Assembleia da República. Verdadeiramente nojento! Com a “Eutanásia” a aproximar-se, neste país até ser velho vai ser considerado crime.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

09/06/2019 20:02:12

Retirado da biografia de Ribeiro de Meneses:

Nunca teve (Salazar) simpatia por Hitler e pouco ou nada tinha a ver com os fascismos europeus. De origem modesta, escreve o autor, Salazar não se destacou pela bravura no campo de batalha, ou por uma oratória demagógica, mas pelas suas proezas académicas, o que o distingue de Franco, Hitler ou Mussolini.

Ribeiro de Meneses escreveu uma biografia de Salazar num só volume que é considerada fundamental para compreender o político que governou Portugal ao longo de quase meio século. Muitos não sabem, por exemplo, que foi Salazar quem pela primeira vez tentou aproximar Portugal da actual União Europeia, antiga Comunidade Económica Europeia (CEE).

O pedido remonta a 1962, quando o país pede o estatuto de associado, prometendo preparar-se no espaço de 15 anos para a adesão à Europa

Paulo Almeida- Lisboa  TOPO

09/06/2019 14:52:50

Se os governantes de todo o mundo, decalcassem na vida das suas nações, e refreassem a ambição de tudo querer, que na verdade significa nada ter pessoal, que lhes valha de espírito e bens eternos, os ensinamentos humildes, mas intemporais, de Salazar, teríamos um mundo em que cada ser vivo viveria a sua felicidade.
Se Deus não lhe deu a eternidade física, garantiu-lhe a eternidade enciclopédica do seu saber, que a muitos de nós ainda possibilita seguir em frente.

Ana Dulce - Rio Maior (a viver na Alemanha) TOPO

04/06/2019 23:00:00

Estou em crer que todos aqui, colaboradores de algum modo neste sítio electrónico, mantendo-o e participando, prestam um enorme serviço à preservação da memória, especificamente no que se refere a um estadista ímpar do Século XX no plano internacional.
Outra questão diz respeito à relação do passado com o presente. Essa, parece-me, é bem mais complicada e problemática, até porque o mundo (e nosso país) mudaram muito (e muito rapidamente) desde o ano de 1970 (ano do falecimento do Dr. Oliveira Salazar) até à actualidade.
Seja como for, a preservação da memória é essencial. E se houve alguém depois de 1974 que foi alvo de assassinato da memória foi o Dr. Oliveira Salazar. É assim que este sítio electrónico procura, ao invés, recuperar a memória de um estadista valoroso e de um português notabilíssimo.
Num tempo como o nosso, de dissolução da Pátria e de esvaziamento da memória nacional, importante se torna actuar na frente cultural.
É a este respeito (e volto a insistir aqui) que é importante a divulgação dos “Discursos e Notas Políticas”, do Dr. Oliveira Salazar, publicados em seis volumes no tempo do Estado Novo, e reeditados recentemente, em 2015, pela Coimbra Editora, com a inclusão do último discurso do ex-Presidente do Conselho, nunca antes editado, proferido em 30 de Novembro de 1967, por ocasião da homenagem que nessa mesma data lhe foi prestada pelos Municípios de Moçambique. Este discurso recebeu o título “A Política de África e os seus erros”.
Sobre esta recente e bem organizada reedição dos “Discursos e Notas Políticas”, reunidos em um só volume, causa-me estranheza não a ver à venda nas livrarias. Ou será que esta ausência é intencional e tem manobra por detrás?
Importante seria actualmente recordar e reler textos tão importantes para a Pátria Portuguesa como sejam (para referir somente dez deles):
-“Elogio das Virtudes Militares” (30-12-1930);
-“As Grandes Certezas da Revolução Nacional” (26-05-1936);
-“Defesa Económica – Defesa Moral – Defesa Política” (25-06-1942);
-“Ideias Falsas e Palavras Vãs” (23-02-1946);
-“O Meu Depoimento” (07-01-1949);
-“Governo e Política” (19-01-1956);
-“Realidades e Princípios da Política Portuguesa” (04-1963);
-“Política Ultramarina” (12-08-1963);
-“Erros e Fracassos da Era Política” (18-02-1965);
-“No 40.º Aniversário do 28 de Maio” (28-05-1966).
Abraço patriótico a todos.

Carlos Luz- Portimão TOPO

03/06/2019 22:05:23

A LIBERDADE CONTINUA
A DÍVIDA PÚBLICA SOBE 2 MIL MILHÕES DE EUROS ENTRE MARÇO E ABRIL 2019
https://www.mundoportugues.pt/divida-publica-sobe-20-mil-me-entre-marco-e-abril-bdp/
3 junho, 2019
A dívida pública, na ótica de Maastricht, que conta para Bruxelas, aumentou 2,0 mil milhões de euros entre Março e Abril, situando-se nos 252,4 mil milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Mas o zé gosta, quando vota ou não.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

20/05/2019 19:02:57

SALAZAR E A NECESSIDADE DE UM REGIME AUTORITÁRIO

Antes de Salazar (Num período de 16 anos, Portugal teve 16 presidentes da república e 45 governos). Mas para salvar o país da “Banca Rota”, só um regime autoritário que pacificasse a vida política, permitiria que os gover-nantes pudessem tomar o rumo certo para o País. O Doutor Salazar teve necessidade de governar, com um regime autoritário, a que os despeitados dizem ter sido “fascismo”. A má governação da 1.ª República deixou o país no caos e na miséria. Houve governos nomeados que não chegaram a tomar posse, porque os seus membros foram assassinados. Restabelecer a ordem era necessário. Quando Salazar foi chamado ao poder em 1928, a nação estava em miséria total. Os socialistas da primeira república, tinham destruído o país. A dívida externa era enorme, já ninguém nos emprestava dinheiro a não ser em condições humilhantes. Não tínhamos navios mercantes, que tão necessários eram na altura para o transporte de mercadorias. Faltavam escolas, estradas, portos marítimos capazes e seguros. O país estava em ruína total. O povo morria de fome, a miséria e a política provocavam a luta nas ruas. Reinava o caos. A famigerada “Carbonária” a “Formiga Branca” e a “Legião Vermelha” que em 4 de Julho de 1937 tentou assassinar o Doutor Salazar na Av.ª Barbosa do Bocage em Lisboa, e outros grupos de criminosos, organizados e armados que aterrorizavam a sociedade portuguesa. Prendiam e matavam impunemente. O caos era tal, que a "Sociedade das Nações" estava disposta a invadir militarmente Portugal, para repor a ordem. Salazar precisava de tempo, e principalmente de um clima de paz para poder salvar o país, para isso necessariamente, tinham de acabar as lutas partidárias, e bloquear os grupos terroristas. Para que o Doutor Salazar pudesse em paz, recuperar a economia e a credibilidade de Portugal, era necessário, ordem e disciplina, e essa era a função da PVDE/PIDE. Algumas vezes, de forma musculada quando a situação o impunha não permitindo a insegurança e o caos.
Após a neutralização dos bandos que aterrorizavam o país, a PVDE/PIDE teve de se confrontar com o maior perigo que o mundo nessa época enfrentava, que era a expansão do comunismo, uma ameaça universal, que consolidava o seu poder num contínuo banho de sangue. O comunismo foi implantado na Rússia em 1917 e era a mais desumana e repressiva ditadura que jamais existiu. O poder comunista, era conseguido, assassinando milhões de pessoas, através de violências de toda a espécie. Genocídios étnicos, campos de trabalho e de concentração espalhados por toda a Rússia, perseguição e destruição das crenças religiosas com a prisão, tortura e assassinato. Filhos obrigados a denunciar os pais e vice-versa. O terror permitia a prevalência do regime comunista que se expandiu para outros países. Esse era o objectivo de Vladimir Ilyich Ulyanov, “Lenine”, que afirmava: “se para realizar a obra do comunismo fosse necessário exterminar nove décimos da população, não deveriam recuar perante esses sacrifícios”, Lenine (obras completas, tomo II, pág. 70) e também afirmava: “Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas”. Lenine, Congressional record - Senate, by USA. Vol. 77, 1933, pág. 1539.
-- Não era possível, para salvar Portugal da ruína em que se encontrava, permitir que o comunismo tomasse o poder político.
Salazar, estava a salvar o país, como aliás aconteceu, ao ponto de Portugal vir a ser um dos países com a moeda mais estável do mundo. Era imperativo lutar contra os fanáticos "comunistas", e outros, que pretendiam implantar no nosso país o terror e a violência.
Mas Infelizmente em 1974 confirmou-se o que Camões escreveu nos Lusíadas. … Também dos Portugueses alguns traidores houve algumas vezes.
E Portugal foi traído por militares, somente por motivos corporativos. O território ultramarino foi entregue ao comunismo internacional com o genocídio das populações. A nação ficou reduzida a 4 por cento do seu espaço geográfico. O erário português constituído por 865,936 toneladas de ouro em 1974, e uma reserva superior a 100 milhões de contos e um enorme “mealheiro” de divisas estrangeiras, foi delapidado.
Hoje somos um País mendigo de mão estendida às esmolas da Europa.
Resta-nos o espaço marítimo, mas que não está ser aproveitado nem protegido.
Este é “O estado a que chegámos”.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

19/05/2019 22:27:20

Só temo que qualquer dia apareça por aí um qualquer espírito maligno marxista-leninista e varra todo este manancial de conhecimentos de valor incalculável para as futuras gerações de portugueses que ficarão para sempre sem saberem o que aconteceu antes--como foi a incalculável obra de Salazar! Está tudo dito. Bem-Hajam.

José maciel- Sídnei, Austrália TOPO

09/05/2019 18:25:41

Senhora Fumiko Takahashi
Para satisfazer o seu interesse sobre a Guerra do Ultramar Português, recomendo o visionamento do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kelT_qTbRsw = Salazar e as Províncias Ultramarinas (Discurso 1963).
O Doutor Salazar é a pessoa indicada para a esclarecer.
Os melhores cumprimentos
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

06/05/2019 09:33:42

Sem dúvida uma fonte inesgotável de conhecimento. Está prevista a publicação do resto da biografia de Salazar?
Obrigada.

Filipa de Jesus- Madrid TOPO

04/05/2019 00:39:54

Os Parabéns por mais um aniversário.

José Eduardo M. Silva- Faro TOPO

04/05/2019 00:37:52

Olá João Gomes, força e mantenha esta fonte vica de informação.
Parabéns!

Carlos Manuel - Lisboa  TOPO

03/05/2019 08:36:52

Parabéns!!!

Abraço






Filipe- Lisboa TOPO

03/05/2019 08:35:13

Parabéns!!!

Abraço

Filipe Ferreira- Lisboa TOPO

03/05/2019 02:24:54

Apresento os meus parabéns ao Sr. João Gomes por mais um aniversário, e que Deus o mantenha entre nós com saúde. Obrigado por nos proporcionar esta janela sobre a vida do dr. Salazar.

Humberto Pinheiro- Odivelas TOPO

29/04/2019 16:41:19

Estou em crer que todos aqui, colaboradores de algum modo neste sítio electrónico, mantendo-o e participando, prestam um enorme serviço à preservação da memória, especificamente no que se refere a um estadista ímpar do Século XX no plano internacional.
Outra questão diz respeito à relação do passado com o presente. Essa, parece-me, é bem mais complicada e problemática, até porque o mundo (e nosso país) mudaram muito (e muito rapidamente) desde o ano de 1970 (ano do falecimento do Dr. Oliveira Salazar) até à actualidade.
Seja como for, a preservação da memória é essencial. E se houve alguém depois de 1974 que foi alvo de assassinato da memória foi o Dr. Oliveira Salazar. É assim que este sítio electrónico procura, ao invés, recuperar a memória de um estadista valoroso e de um português notabilíssimo.
Num tempo como o nosso, de dissolução da Pátria e de esvaziamento da memória nacional, importante se torna actuar na frente cultural.
É a este respeito (e volto a insistir aqui) que é importante a divulgação dos “Discursos e Notas Políticas”, do Dr. Oliveira Salazar, publicados em seis volumes no tempo do Estado Novo, e reeditados recentemente, em 2015, pela Coimbra Editora, com a inclusão do último discurso do ex-Presidente do Conselho, nunca antes editado, proferido em 30 de Novembro de 1967, por ocasião da homenagem que nessa mesma data lhe foi prestada pelos Municípios de Moçambique. Este discurso recebeu o título “A Política de África e os seus erros”.
Sobre esta recente e bem organizada reedição dos “Discursos e Notas Políticas”, reunidos em um só volume, causa-me estranheza não a ver à venda nas livrarias. Ou será que esta ausência é intencional e tem manobra por detrás?
Importante seria actualmente recordar e reler textos tão importantes para a Pátria Portuguesa como sejam (para referir somente dez deles):
-“Elogio das Virtudes Militares” (30-12-1930);
-“As Grandes Certezas da Revolução Nacional” (26-05-1936);
-“Defesa Económica – Defesa Moral – Defesa Política” (25-06-1942);
-“Ideias Falsas e Palavras Vãs” (23-02-1946);
-“O Meu Depoimento” (07-01-1949);
-“Governo e Política” (19-01-1956);
-“Realidades e Princípios da Política Portuguesa” (04-1963);
-“Política Ultramarina” (12-08-1963);
-“Erros e Fracassos da Era Política” (18-02-1965);
-“No 40.º Aniversário do 28 de Maio” (28-05-1966).
Abraço patriótico a todos.

Carlos Luz- Portimão TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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