22 de agosto de 2019   
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14/08/2019 11:49:34

Caros Senhores, bem hajam pois tardava que se repusesse a verdade. Nenhum homem é perfeito a pontos de aqui ou ali nunca ter cometido algum erro, mas as decisões acertadas que este grande Português tomou, foram certamente muitas mais que as erradas. É importante não termos vergonha do nosso passado, pois continuamos um povo formidável no entanto padecendo da existência de pensadores como foi Oliveira Salazar, de um timoneiro da Pátria. Visionário, humilde, honesto, trabalhador em prol do seu povo, fez uma política que só nos honrou, gerou um desenvolvimento como nunca antes visto. Não governou para estar na ribalta, governou por nós Portugueses.

Penso que seria importante referirem as grandes obras públicas, como :
A ponte sobre o Tejo, à qual não quis que lhe pusessem o seu nome;
O sistema hidroeléctrico nacional (Alto Rabagão, Agueira, Kahorabassa, …)
Hospitais Santa Maria e São João, entre outros, e respectivas escolas de medicina;
IST Instituto Superior Técnico;
Laboratório Nacional de Engenharia Civil;
Oficinas Gerais de Aeronáutica;
TAP;
Despacho 100, para a construção de uma marinha mercante digna de tal nome;
Soponata, CNN, entre algumas outras grandes companhias de navegação;
Lisnave e Arsenal do Alfeite;
Reactor nuclear experimental de Sacavém;
Plano nuclear de Portugal;
Faculdades;
Universidade de Luanda, Universidade de Moçambique.

A verdade é que quando se deu o 25 de Abril de 1974, foi-me dito pelos progressistas, que Portugal estava na cauda da Europa, hoje, volvidos 45 anos sobre aquele dia, continuamos na cauda da Europa! Estranho não é? Falta-nos um grande timoneiro, a moral e a força de acção!

Enfim, bem hajam! Viva os Portugueses, Viva Portugal!

Jorge Antunes- Mafra TOPO

12/08/2019 00:44:05

Quem foi o estadista que:
Baixou a taxa de analfabetismo de cerca de 80% para pouco mais de 20%?
Repôs a ordem e paz social neste país?
Montou um serviço nacional de saúde?
Promoveu e lançou um serviço de protecção social?
Fez um sistema judicial realmente funcional?
Acabou com a corrupção na administração pública?
Mandou construir as obras que ainda hoje estão perfeitamente funcionais e que realmente servem a população?
Mandou construir 14 mil salas de aula para o ensino primário?
Nos devolveu a solvência e autonomia financeira?
Nos salvou das agruras de uma guerra mundial?
Promoveu a nossa auto-suficiência?
Desenvolveu a industria, a agricultura e pescas?
Devolveu a união à nação?
Trouxe o país ao século XX, depois de um atraso estrutural de dois séculos?
Promoveu e restituiu a este povo o orgulho de ser português?
Manteve na o império unido e defendeu o interesse de todos, sobretudo osautóctones?
Repôs a solvência da nação?
Resgatou o nosso crédito a nível internacional?
Aumentou com as suas políticas o rendimento per capita, colocando-o quase ao nível dos países mais desenvolvidos?
Controlou absolutamente o défice das contas públicas?
Resgatou a nossa soberania e respeito a nível internacional?

Estas e tantas mais coisas de vital importância, que me lembre, não houvenenhum outro estadista no mundo que tivesse feito tanto com tão poucosrecursos e em tão pouco tempo, tudo facilmente comprovável pois há documentação, há registos, há forma de comprovar tudo isto, se bem que haja gente menos séria ou mesmo voluntariamente cega por razões óbvias, o apoio a este regime que não passa de uma farsa, este regime que nos trouxe até ao ponto em que nos encontrávamos em 1926, exactamente o ponto em que se começou a inflectir a desgraça que sobre nós se abatia há mais de um século!!!

Temos hoje um regime fraudulento, uma farsa, um circo, promovido por todos aqueles que venderam os interesses da nação e até a nossa soberania, tornando-nos perfeitos escravos dos interesses internacionais, escravos do sistema financeiro internacional!!!
Como sabemos, conseguiu-se destruir muito mais nos últimos 40 anos do que aquilo que se reconstruiu no período do Estado Novo, essa é a mais pura das verdades, temos hoje 4% do território de outrora, temos um povo triste, macambúzio, pobre, imbecilizado e perfeitamente resignado e controlado pelo sistema, perdemos o orgulho de ser quem somos, perdemos a dignidade, somos hoje meros pagadores de rendas por aquilo que julgamos nosso, somos hoje um país de indigentes ou pré-indigentes, perdemos o rumo, perdemos o norte, estamos moribundos como nação, essa é a triste realidade, vamos manter-nos imóveis e resignados até quando, que vida desejamos para os nossos filhos e netos? Pela parte que me toca, nunca me resignarei, recuso determinantemente ser escravo de um sistema, pretendo que os meus filhos e netos voltem a ter orgulho de ser portugueses, que tenham orgulho no seu passado e que sejam lutadores como todos aqueles que nos trouxeram até hoje como nação forte e imortal, na verdade precisamos mesmo é de liderança, precisamos é de um grande estadista à imagem de Salazar, um homem que nasceu no povo e governou para o seu povo, um homem que foi um pai da nação, um homem que nunca alinhou em jogos viciados, um homem com mérito, um homem a quem devemos ainda hoje sermos portugueses, essa é a mais pura realidade.
Tenho dito, precisamos de gente de verdade, precisamos de repor a verdade histórica e factual, basta de mentira, basta de embuste...
A bem da Nação

Fernando Maria- Lisboa TOPO

11/08/2019 02:25:32

CENTENO RADIANTE
Consta que as gasolineiras e o Estado já ganharam 38 milhões com a crise dos combustíveis.
Assim, o ministro das finanças já arranjou dinheiro para financiar o aumento do ordenado dos juízes que vão ganhar mais setecentos euros por mês.
Possivelmente seria o que os motoristas deviam ganhar como ordenado base, desde há muito anos.
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

10/08/2019 02:34:05

Celebrei recentemente 31 anos de idade e quanto mais "maduro" me sinto, mais admiração tenho pela governação do Senhor que dá nome a esta página.

O país está a saque desde 1974. Os pilares do Estado estão podres. Saúde, Educação, Justiça, Empregabilidade, Administração Interna, Segurança Social, Transportes, Ordenamento do Território, Comunicação Social... Enfim. A incompetência, a corrupção e a decadência de valores tomaram conta deste país como um cancro. Infelizmente não há perspectivas de cura.

N.- Ermesinde TOPO

07/08/2019 20:14:36

A MINISTRA TEM RAZÃO
Não há motivo para o Ministério da Saúde fazer qualquer inquérito sobre a morte do bebé no hospital Amadora Sintra que estranhamente não tem heliporto.
É tão evidente de quem é a culpa que não é necessário inquérito.
Todos sabem o que aconteceu.
Uma senhora grávida recorreu ao hospital de Portimão, mas este por falta de especialistas pediatras e meios técnicos enviou-a para o hospital de Faro. As incubadoras para bebés que em Faro são dez, estavam ocupadas, mesmo tendo em conta que neste período, o Algarve aumenta a sua população em mais de um milhão de pessoas, nada foi previsto e acautelado.
A grávida foi enviada para o hospital Amadora Sintra, che-gou de noite mas a cesariana só foi realizada na manhã seguinte.
O bebé faleceu.
Para quê inquérito? Ficará tudo na mesma.
Em democracia é assim.
Realmente, o que os hospitais precisam e com urgência é de mais especialistas e meios adequados e não é problema de agora.
Neste caso, com mais incubadoras, o bebé estaria vivo.
Dinheiro não falta. A prova é evidente. Quem perdoa cen-tenas de milhões à EDP, à Brisa e ainda os muitos milhões para os bancos, mostra que dinheiro não falta.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

06/08/2019 12:41:02

Comemoram-se hoje 53 anos que a ponte Salazar está ao serviço de todos quantos precisam de cruzar as duas margens que unem Lisboa a Cacilhas.
É a obra do regime cujo nome foi adulterado para "25 de Abril".
Perdeu-se o significado histórico a favor de jogos políticos irresponsáveis.
Parabéns Salazar.

Miguel Lima- Lisboa TOPO

28/07/2019 14:18:05

Finalmente parece que vamos ter o nosso museu para glória de Salazar. Será esta uma realidade ou mais uma tirada eleitoral?

José Manuel E. Antunes- Lisboa TOPO

28/07/2019 14:15:32

Deus, Pátria, Autoridade, Família, Trabalho.
Os 5 alicerces do Estado Novo.
Bem haja ao Dr. Oliveira Salazar

Leonor Magalhães- Sintra TOPO

22/07/2019 15:06:26

EUREKA
Julgo que as entidades responsáveis sabem que só há chama se existir matéria que arda.
Acho que é do conhecimento geral e não tem a ver com La Palisse.
Para descanso das populações e aliviando o enorme esforço dos operacionais, vou divulgar um meio eficaz que me foi transmitido pelos meus antepassados, mas que parece ser do desconhecimento da Protecção Civil.
Para diminuir a quantidade de incêndios ou diminuir a sua agressividade.
É simples. Usem CABRAS.
Não para substituir os bombeiros.
A técnica é usar as cabras previamente nos locais previsíveis de arderem. Elas comem tudo e logicamente sem matéria combustível não há chama.
É uma solução com custos mínimos.
Aproveitem.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

21/07/2019 16:54:40

COLÓNIAS OU TERRITÓRIOS ULTRAMARINOS A VERDADE!!!
Copiado de: https://www.facebook.com/UniaoNacionalSalazar/photos/a.946811982041399/2289566627765921/?type=3&theater
União Nacional -- 18 de julho 2019

(...) Na tradição do direito público português e na terminologia corrente os territórios de além-mar haviam tido a designação de províncias. Esta designação é usada desde 1576 e consta de um diploma de 12 de Março de 1633; e foi transladada para as constituições liberais, desde 1820, que consideravam as províncias ultramarinas como parte integrante da Coroa portuguesa. O Título V da Constituição de 1911 designava-se: Administração das Províncias Ultramarinas. Posteriormente, a I República adoptou a designação de colónias. A abolição deste nome e o regresso ao de províncias foi assim um retorno a uma tradição de séculos. No plano internacional, o governo português foi depois acusado de inventar a expressão províncias ultramarinas e de a usar como expediente político para escapar ao anticolonialismo. Este factor teve decerto influência; mas não foi o único; e em qualquer caso não se tratou de facto de uma invenção.
(...)
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

05/07/2019 17:54:16

FINALMENTE
Hoje pela televisão, tivemos conhecimento que finalmente os caixotes destinados a crianças oncológicas no Hospital de São João no Porto, foram desactivados.
Não é para agradecer. Era um dever.
Tardiamente, mas finalmente resolvido.
Ajudou certamente a proximidade de eleições.
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

04/07/2019 17:01:00

ISTO É A REALIDADE DA DEMOCRACIA
-- Criminalização de maus tratos a idosos chumbada na Assembleia da República, pela maioria de esquerda.
-- Maioria dos equipamentos dos hospitais está avariada, obsoleta e a precisar de substituição.
-- A Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, não tem capacidade para assegurar as escalas durante o verão e um dos cenários é agora o encerramento do bloco de cirurgia ginecológica a partir do próximo dia 15 de julho, por tempo indeterminado.
-- Mais de 3 milhões de utentes não encontraram nas farmácias os medicamentos receitados. Tem de recorrer a nova consulta para obter receita com medicamento similar. Com prejuízo dos que pretendem consulta.
-- 90 mil à e espera de consulta.
-- Hospital de Gaia adia cirurgias por falta de material básico.
-- Mais de duas horas à espera para fazer análises no Hospital Santa Maria.
-- A divida da CP é de 2 bilhões e seiscentos milhões de euros.
A CP/REFER é o exemplo acabado daquilo que tem sido o poder em Portugal no pós 25 de Abril exercido pelos herdeiros de Soares/Cunhal que, mais partido menos partido, têm sido os verdadeiros detentores do poder em Portugal.
-- Estado cedeu quase 24 mil milhões a bancos. CGD foi o mais beneficiado.
-- Falha na lei permite a 200 ex políticos acumularem subvenções vitalícias e reformas sem limite.
-- Temos 305 mil desempregados?. Não são mais porque milhares emigraram.
Temos 2 milhões e 200 mil pobres
Temos 615 mil cidadãos em Privação Severa.
Mas está tudo bem. Estamos em democracia.
-- Os dados do Observatório das Famílias e das Políticas de Família revelam que Portugal gasta apenas 1,5% do PIB em apoios económicos às famílias e que nos últimos três anos, meio milhão de crianças perderam o direito ao abono de família.
A desgraça está garantida.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/06/2019 13:46:37

Que frase linda: "Todos não somos de mais para continuar Portugal".
Reside aqui a firme razão da unidade nacional.

Luísa Albuquerque- Lisboa TOPO

14/06/2019 21:34:01

IDOSA FOI DEIXADA A MORRER EM CASA POR CUIDADORA
https://www.direitapolitica.com/idosa-foi-deixada-a-morrer-em-casa-por-cuidadora/ -- 09 Jun 2019
Resumo da Noticia
Uma cuidadora deixou uma mulher de 94 anos sem cuidados higiénicos e em estado de desnutrição em Montemor-o-Novo. Depois de ser reencaminhada para o hospital de Évora, acabou por morrer.
A criminalização do abandono dos idosos foi rejeitada por PS, BE e PCP na Assembleia da República. Verdadeiramente nojento! Com a “Eutanásia” a aproximar-se, neste país até ser velho vai ser considerado crime.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

09/06/2019 20:02:12

Retirado da biografia de Ribeiro de Meneses:

Nunca teve (Salazar) simpatia por Hitler e pouco ou nada tinha a ver com os fascismos europeus. De origem modesta, escreve o autor, Salazar não se destacou pela bravura no campo de batalha, ou por uma oratória demagógica, mas pelas suas proezas académicas, o que o distingue de Franco, Hitler ou Mussolini.

Ribeiro de Meneses escreveu uma biografia de Salazar num só volume que é considerada fundamental para compreender o político que governou Portugal ao longo de quase meio século. Muitos não sabem, por exemplo, que foi Salazar quem pela primeira vez tentou aproximar Portugal da actual União Europeia, antiga Comunidade Económica Europeia (CEE).

O pedido remonta a 1962, quando o país pede o estatuto de associado, prometendo preparar-se no espaço de 15 anos para a adesão à Europa

Paulo Almeida- Lisboa  TOPO

09/06/2019 14:52:50

Se os governantes de todo o mundo, decalcassem na vida das suas nações, e refreassem a ambição de tudo querer, que na verdade significa nada ter pessoal, que lhes valha de espírito e bens eternos, os ensinamentos humildes, mas intemporais, de Salazar, teríamos um mundo em que cada ser vivo viveria a sua felicidade.
Se Deus não lhe deu a eternidade física, garantiu-lhe a eternidade enciclopédica do seu saber, que a muitos de nós ainda possibilita seguir em frente.

Ana Dulce - Rio Maior (a viver na Alemanha) TOPO

04/06/2019 23:00:00

Estou em crer que todos aqui, colaboradores de algum modo neste sítio electrónico, mantendo-o e participando, prestam um enorme serviço à preservação da memória, especificamente no que se refere a um estadista ímpar do Século XX no plano internacional.
Outra questão diz respeito à relação do passado com o presente. Essa, parece-me, é bem mais complicada e problemática, até porque o mundo (e nosso país) mudaram muito (e muito rapidamente) desde o ano de 1970 (ano do falecimento do Dr. Oliveira Salazar) até à actualidade.
Seja como for, a preservação da memória é essencial. E se houve alguém depois de 1974 que foi alvo de assassinato da memória foi o Dr. Oliveira Salazar. É assim que este sítio electrónico procura, ao invés, recuperar a memória de um estadista valoroso e de um português notabilíssimo.
Num tempo como o nosso, de dissolução da Pátria e de esvaziamento da memória nacional, importante se torna actuar na frente cultural.
É a este respeito (e volto a insistir aqui) que é importante a divulgação dos “Discursos e Notas Políticas”, do Dr. Oliveira Salazar, publicados em seis volumes no tempo do Estado Novo, e reeditados recentemente, em 2015, pela Coimbra Editora, com a inclusão do último discurso do ex-Presidente do Conselho, nunca antes editado, proferido em 30 de Novembro de 1967, por ocasião da homenagem que nessa mesma data lhe foi prestada pelos Municípios de Moçambique. Este discurso recebeu o título “A Política de África e os seus erros”.
Sobre esta recente e bem organizada reedição dos “Discursos e Notas Políticas”, reunidos em um só volume, causa-me estranheza não a ver à venda nas livrarias. Ou será que esta ausência é intencional e tem manobra por detrás?
Importante seria actualmente recordar e reler textos tão importantes para a Pátria Portuguesa como sejam (para referir somente dez deles):
-“Elogio das Virtudes Militares” (30-12-1930);
-“As Grandes Certezas da Revolução Nacional” (26-05-1936);
-“Defesa Económica – Defesa Moral – Defesa Política” (25-06-1942);
-“Ideias Falsas e Palavras Vãs” (23-02-1946);
-“O Meu Depoimento” (07-01-1949);
-“Governo e Política” (19-01-1956);
-“Realidades e Princípios da Política Portuguesa” (04-1963);
-“Política Ultramarina” (12-08-1963);
-“Erros e Fracassos da Era Política” (18-02-1965);
-“No 40.º Aniversário do 28 de Maio” (28-05-1966).
Abraço patriótico a todos.

Carlos Luz- Portimão TOPO

03/06/2019 22:05:23

A LIBERDADE CONTINUA
A DÍVIDA PÚBLICA SOBE 2 MIL MILHÕES DE EUROS ENTRE MARÇO E ABRIL 2019
https://www.mundoportugues.pt/divida-publica-sobe-20-mil-me-entre-marco-e-abril-bdp/
3 junho, 2019
A dívida pública, na ótica de Maastricht, que conta para Bruxelas, aumentou 2,0 mil milhões de euros entre Março e Abril, situando-se nos 252,4 mil milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Mas o zé gosta, quando vota ou não.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

20/05/2019 19:02:57

SALAZAR E A NECESSIDADE DE UM REGIME AUTORITÁRIO

Antes de Salazar (Num período de 16 anos, Portugal teve 16 presidentes da república e 45 governos). Mas para salvar o país da “Banca Rota”, só um regime autoritário que pacificasse a vida política, permitiria que os gover-nantes pudessem tomar o rumo certo para o País. O Doutor Salazar teve necessidade de governar, com um regime autoritário, a que os despeitados dizem ter sido “fascismo”. A má governação da 1.ª República deixou o país no caos e na miséria. Houve governos nomeados que não chegaram a tomar posse, porque os seus membros foram assassinados. Restabelecer a ordem era necessário. Quando Salazar foi chamado ao poder em 1928, a nação estava em miséria total. Os socialistas da primeira república, tinham destruído o país. A dívida externa era enorme, já ninguém nos emprestava dinheiro a não ser em condições humilhantes. Não tínhamos navios mercantes, que tão necessários eram na altura para o transporte de mercadorias. Faltavam escolas, estradas, portos marítimos capazes e seguros. O país estava em ruína total. O povo morria de fome, a miséria e a política provocavam a luta nas ruas. Reinava o caos. A famigerada “Carbonária” a “Formiga Branca” e a “Legião Vermelha” que em 4 de Julho de 1937 tentou assassinar o Doutor Salazar na Av.ª Barbosa do Bocage em Lisboa, e outros grupos de criminosos, organizados e armados que aterrorizavam a sociedade portuguesa. Prendiam e matavam impunemente. O caos era tal, que a "Sociedade das Nações" estava disposta a invadir militarmente Portugal, para repor a ordem. Salazar precisava de tempo, e principalmente de um clima de paz para poder salvar o país, para isso necessariamente, tinham de acabar as lutas partidárias, e bloquear os grupos terroristas. Para que o Doutor Salazar pudesse em paz, recuperar a economia e a credibilidade de Portugal, era necessário, ordem e disciplina, e essa era a função da PVDE/PIDE. Algumas vezes, de forma musculada quando a situação o impunha não permitindo a insegurança e o caos.
Após a neutralização dos bandos que aterrorizavam o país, a PVDE/PIDE teve de se confrontar com o maior perigo que o mundo nessa época enfrentava, que era a expansão do comunismo, uma ameaça universal, que consolidava o seu poder num contínuo banho de sangue. O comunismo foi implantado na Rússia em 1917 e era a mais desumana e repressiva ditadura que jamais existiu. O poder comunista, era conseguido, assassinando milhões de pessoas, através de violências de toda a espécie. Genocídios étnicos, campos de trabalho e de concentração espalhados por toda a Rússia, perseguição e destruição das crenças religiosas com a prisão, tortura e assassinato. Filhos obrigados a denunciar os pais e vice-versa. O terror permitia a prevalência do regime comunista que se expandiu para outros países. Esse era o objectivo de Vladimir Ilyich Ulyanov, “Lenine”, que afirmava: “se para realizar a obra do comunismo fosse necessário exterminar nove décimos da população, não deveriam recuar perante esses sacrifícios”, Lenine (obras completas, tomo II, pág. 70) e também afirmava: “Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas”. Lenine, Congressional record - Senate, by USA. Vol. 77, 1933, pág. 1539.
-- Não era possível, para salvar Portugal da ruína em que se encontrava, permitir que o comunismo tomasse o poder político.
Salazar, estava a salvar o país, como aliás aconteceu, ao ponto de Portugal vir a ser um dos países com a moeda mais estável do mundo. Era imperativo lutar contra os fanáticos "comunistas", e outros, que pretendiam implantar no nosso país o terror e a violência.
Mas Infelizmente em 1974 confirmou-se o que Camões escreveu nos Lusíadas. … Também dos Portugueses alguns traidores houve algumas vezes.
E Portugal foi traído por militares, somente por motivos corporativos. O território ultramarino foi entregue ao comunismo internacional com o genocídio das populações. A nação ficou reduzida a 4 por cento do seu espaço geográfico. O erário português constituído por 865,936 toneladas de ouro em 1974, e uma reserva superior a 100 milhões de contos e um enorme “mealheiro” de divisas estrangeiras, foi delapidado.
Hoje somos um País mendigo de mão estendida às esmolas da Europa.
Resta-nos o espaço marítimo, mas que não está ser aproveitado nem protegido.
Este é “O estado a que chegámos”.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

19/05/2019 22:27:20

Só temo que qualquer dia apareça por aí um qualquer espírito maligno marxista-leninista e varra todo este manancial de conhecimentos de valor incalculável para as futuras gerações de portugueses que ficarão para sempre sem saberem o que aconteceu antes--como foi a incalculável obra de Salazar! Está tudo dito. Bem-Hajam.

José maciel- Sídnei, Austrália TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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