17 de dezembro de 2018   
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25/07/2018 19:10:29

EVENTO PARA HOMENAGEAR O DOUTOR SALAZAR
Transmito resumidamente, a informação que recebi sobre o programa das cerimónias que se realizarão no próximo sábado, dia 28.
11:00 - Hora de chegada ao cemitério do Vimieiro aconselhada aos participantes.
11:30 - Romagem e cerimónia com deposição de flores na campa do Estadista.
12:00 - Cerimónia na Igreja Paroquial.
13:00 - Almoço de confraternização em restaurante a indicar.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

21/07/2018 14:30:21

Aproxima-se mais uma data que deve ser comemorada quer por manifestações exteriores, ou no recato dos nossos corações. Em 27 de Julho, passam 48 anos da data em que faleceu o dr. Salazar.
É importante que não deixemos cair no esquecimento o período em que viveu um Homem, um Político, um Estadista, cuja seriedade que deveria ser imitada por todos os que têm acesso aos nossos dinheiros.
Porque é que naquela altura, apesar das dificuldades, se conseguiu fazer obra? Porque o dinheiro era todo aplicado em favorecimento do país. Com o mesmo dinheiro e aos dias de hoje, a disponibilidade em dinheiro, não atingiria metade, porque primeiro estão os políticos e os partidos e a seguir vêm as mordomias e só depois a preocupação de deixar alguma coisa feita.
Salazar foi o exemplo que o mundo teve oportunidade de elogiar. Só em Portugal não se reconhecem pessoas que possam fazer sombra.
Viva Salazar!

Daniel Inácio- Lisboa TOPO

16/07/2018 13:51:18

Serve a presente para dar a conhecer um poema do Dr. Antonio Caponneto acerca do Prof. Oliveira Salazar. O Dr. Caponneto é um destacado dirigente argentino.
Aqui vai:

A Oliveira Salazar

Había algo de monje en su talante,
blanca la mano sobre el libro abierto,
la soledad fecunda del desierto,
camastro pobre, ayuno, verbo orante.

Algo de bravo caballero andante
que en sueños vive y a la vez despierto,
algo de asceta con el gesto yerto
o la sonrisa apenas anhelante.

No discute la patria, la defiende
de la usura sin rostros humanados,
cuando las hoces siegan los sembrados,
y al trigo blanco que del cáliz pende.

Para sí nada quiere, porque entiende
al poder como oficio de abnegados.
El cetro con la cruz van hermanados:
sólo el bullicio al gobernante ofende.

La nación es su casa solariega,
ese hogar lusitano junto al río,
su cátedra, su claustro, el labrantío.
Es el imperio de la fe andariega.

Señor de la mesura a quien no ciega
el aplauso mundano del gentío.
Sacrificio es mandar, pero el bajío
remonta al agua si el amor navega.

Tiene su acción el tono esponsalicio
de los antiguos reyes medievales,
sabedor de las normas teologales,
primero en el deber y en el servicio.

Tiene acaso en Platón su natalicio
en la aldea cristiana sus puntales,
el color de las frondas terrenales
la viril inflexión del epinicio.

Siempre de pie lo vieron en Lisboa
jerárquico en la acción y en el sosiego
entre Guinea, Mozambique y Goa.

Quieto el sol sobre Fátima se afila,
quietud de un pueblo en paz y sin trasiego.
Silencio todos: Salazar vigila.

Antonio Caponnetto

Carlos Luz- Portimão TOPO

16/07/2018 13:42:35

Passam hoje 71 anos, que o parlamento britânico aprovou a lei que outorgou a independência da Índia. É a partir desta data que se inicia um período negro para Portugal, com a progressiva ambição da União Indiana em anexar a Índia portuguesa. o que viria a acontecer em 1961.

José Sampaio- Lisboa TOPO

08/07/2018 14:09:30

Portugal até chegar o dr. Salazar, era um campo de batalha bélica e social. Foram tantos os campos que o dr. Salazar foi resolvendo que nos dias de hoje, muito se beneficia das infra-estruturas, rede eléctrica, barragens, educação... o nome de Portugal estava escrito em letras douradas na senda internacional e nos dias de hoje, Portugal é um país desacreditado e explorado pelos donos da Europa. Damos guarida a todas as exigências que nos tornam a nós população, mais pobres, ignorando o enriquecimento ilícito dos políticos. Tudo se cozinha no campo dos interesses. Os milhões que vêm para todos, são benefício de alguns e pagos por todos.

R. Melo- Coimbra TOPO

07/07/2018 22:41:32

Foi a política de austeridade, que elevou o país à categoria dos países respeitados. Mas austeridade sã e em proveito do povo. Existia um entendimento entre todas as forças de poder na nação. Foi depois com a Constituição de 1933, que o país conheceu o respeito interno e externo. Elaborada com princípios democráticos, tinha a defender a população o controlo do estado, para que os trabalhadores não sofressem abusos do patronato. E foi esta democracia orgânica que aliada à seriedade de Salazar, colocou o país a desenvolver-se a 7% ao ano, quando vem já no tempo de Marcelo, a abrilada que destruiu por completo este pequeno país.

José Luís Silva- Funchal TOPO

07/07/2018 14:28:58

Sem contar com o aumento exponencial no Ensino Superior.
Não existiam ou eram quase inexistentes as Faculdades e Universidades. O Estado Novo tal como em todos os outros sectores, estabeleceu no país uma rede de equipamentos invejável e nunca visto em Portugal. Um pormenor interessante, é que foi tudo conseguido com dinheiro português. Como não existiam assaltos aos cofres do Estado, o dinheiro chegava para o essencial.

M. lima- Lisboa TOPO

07/07/2018 14:23:55

EDUCAÇÃO NO ESTADO NOVO (pesquisa na net)

A expansão da rede escolar do Ensino Primário durante o Estado Novo - uma política de voluntarismo minimalista.

AUTORA: Alexandra Cabeçadas Arsénio Nunes Aníbal - Mestrado em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sob orientação do Professor Doutor Sérgio Grácio.

A presente comunicação tem por base um trabalho de investigação que constituiu a tese de mestrado em sociologia da autora. A investigação foi suscitada pela constatação de grande parte da actual rede de escolas do 1º ciclo do ensino básico ser constituída por edifícios escolares construídos durante o período de tempo em que vigorou em Portugal o regime do Estado Novo. Pretendeu-se indagar em que contexto, de que forma e com que objectivos o Estado Novo procedeu à construção de uma rede densa de escolas primárias no período compreendido entre 1930 e 1970. Começou-se por se efectuar uma caracterização da sociedade portuguesa entre os anos 30 e 70, das condições políticas e económicas do país e da história do sistema de ensino português, caracterização essa que permitiu elaborar as duas primeiras hipóteses de investigação e chegar às seguintes conclusões: • A inexistência de uma camada média de peso significativo na estrutura social portuguesa terá comprometido a procura social de educação em Portugal; • O Estado terá tido um papel determinante enquanto impulsionador quase único da oferta educativa em Portugal ao nível do ensino primário entre 1930 e 1970, sem concorrentes à altura (igreja católica e ensino particular). Na sequência destas conclusões, a investigação centrou-se na seguinte hipótese: • O modelo de expansão do ensino primário em Portugal, entre os anos 30 e 70 terá sido um modelo nacional único, planeado centralmente, dotado de grande racionalidade de custos, de procedimentos e de objectivos. Ter-se-á centrado na expansão territorial da rede escolar, suportando-se na construção de novas escolas e criação de postos escolares, numa lógica sobretudo quantitativa. Para comprovação desta hipótese, procedeu-se à recolha e análise dos seguintes elementos: ß legislação produzida sobre a rede escolar e construção de edifícios escolares, entre a qual os dois planos nacionais de construção de escolas: o Plano dos Centenários e o Novo Plano; ß peças desenhadas dos projectos-tipo de arquitectura das escolas primárias definidos pelo Ministério das Obras Públicas entre 1930 e 1970; ß verbas afectas às construções escolares nos Orçamentos Gerais do Estado, ano a ano, entre 1930 e 1970; ß informação estatística disponível sobre rede escolar e população, a nível nacional e distrital (Estatísticas da Educação, Anuários estatísticos, Recenseamentos Gerais da População). O confronto da hipótese formulada com os elementos recolhidos e analisados permite concluir o seguinte: O modelo de expansão da rede escolar do ensino primário caracterizou-se, de facto, pela sua centralização: ß presente na definição dos dois planos nacionais de construção de edifícios escolares, cujos números e distribuição de escolas são definidos centralmente; ß presente no enquadramento institucional das construções escolares: centradas no MOP/Delegação para a Construção das Escolas Primárias da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais que geria os processos de construção relativos a todas as regiões do país; ß presente na concentração das verbas afectas àquele fim numa rúbrica única e autónoma do orçamento do MOP, ao contrário da anterior dispersão de verbas por várias rúbricas orçamentais. O modelo de expansão caracterizou-se também pelo seu carácter de extrema racionalidade e minimalismo na utilização de recursos e nos procedimentos: ß Os edifícios escolares obedeciam a projectos-tipo de arquitectura definidos pelo MOP. Caracterizavam-se pela simplificação extrema e progressiva dos espaços interiores e acabamentos exteriores (em contraste com os projectos e normas técnicas produzidos durante a I República). A depuração dos espaços dos edifícios escolares inicia-se com os primeiros projectos da autoria de Raúl Lino e Rogério de Azevedo, em meados dos anos 30, e vai-se acentuando ao longo do período em estudo, com as escolas do Plano dos Centenários, entre os anos 40 e 50, e as escolas tipo rural e tipo urbano, na década de 60; ß Optou-se por um recurso maciço aos postos escolares, que chegam a constituir 1/3 do parque escolar nacional.

(Contributo para memória futura)

Jaime Silva- Lisboa TOPO

06/07/2018 16:25:40

DOUTOR SALAZAR EXEMPLO DE HONESTIDADE
Salazar quando se mudou para a casa da rua da Imprensa à Estrela, teve a preocupação de mandar instalar dois contadores para a energia eléctrica: um no rés-do-chão, outro no primeiro andar. No rés-do-chão tinha o seu gabinete de trabalho e uma sala mais solene para as visitas que por dever das suas funções políticas tivesse de receber. A electricidade aqui era da conta do Estado. No primeiro andar eram os quartos, a sua pequena sala de jantar, os móveis, os pratos, os copos, os talheres comprados com o seu dinheiro. Aqui, a despesa com a energia eléctrica, alimentação, e tudo o mais, era de sua conta.
Artur Silva - Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

04/07/2018 12:41:11

O segredo da longevidade dos governos de Salazar, residiu na flexibilidade das suas convicções.

Ana Vieira- Estoril TOPO

03/07/2018 23:02:22

Boas,
Entrámos no mês em o dr. Salazar morreu. No dia 27 está prevista alguma manifestação?
Obrigado

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 23:05:25

Reconhecimento público dos seus opositores:

Segundo o historiador António José Saraiva, que foi opositor do regime, exilado político e militante do Partido Comunista, quem lê os "Discursos e Notas" de Salazar “fica subjugado pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em língua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso”. Segundo este autor da "História da Literatura Portuguesa" (obra conjunta com Óscar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na História da Literatura Portuguesa (e só considerações políticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar é detentor de “uma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do século XVII, e de onde é banida toda a nebulosidade, toda a distracção, toda a frouxidão, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 22:55:15

O Primeiro desportista de Portugal – é Salazar. [...] O chefe de uma nação é geralmente um atleta – porque para resolver os problemas que se lhe deparam tem de o ser. A firmeza de espírito, a decisão, a ponderação, o cálculo, a visão, o aprumo, o espírito de luta, a simplicidade – todos os predicados que se reconhecem e se aplaudam em Salazar, são predicados de um atleta. Para conduzir a nau, que é um país, nos mares revoltos, sob os céus toldados de tempestades, é preciso ser forte e ser um atleta. Não só os músculos definem o atleta: também e talvez mais ainda, o espírito, o cérebro e o coração. Por isso se pode dizer – se deve dizer – que Salazar é o primeiro desportista de Portugal.

Jornal “Os Sports”, 12 de Junho de 1944.
(O momento é a inauguração do Estádio Nacional, em 10 de Junho de 1944)

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 00:56:31

Agradeço à administração deste sítio a pronta ajuda ao meu pedido para um trabalho escolar.
Obrigado e viva o dr. Salazar

Fernando- Ponta Delgada TOPO

02/07/2018 00:52:14

Este país é mesmo pequeno. Gente política recalcada e
insignificante. Nas Listagens do Ministério da Defesa Nacional, na net e em tudo o que relaciona todos os presidentes da república, consta Salazar, ainda que tenha sido presidente da república interinamente com a morte de Carmona.
O site da presidência da república portuguesa, não menciona o maior português, na lista dos presidentes.
Será que têm medo de alguma assombração?
Talvez complexo de inferioridade.

Luís Matias- Lisboa TOPO

01/07/2018 22:46:52

Tivemos um caso idêntico de aceitar refugiados, mas foram crianças, que foram entregues a famílias portuguesas e muitas delas depois regressaram à sua terra Natal. Foi diferente. Tudo organizado e sem o perigo de alteração da nossa cultura e ordem social.

M. Lurdes Capêlo- Benavente TOPO

01/07/2018 14:52:39

Deixo o meu conselho, votem neles.
Não é possível governar um país cheio de assimetrias, mudando cadeiras de 4 em 4 ou de 8 em 8 anos. As políticas têm que contemplar projectos a muito longo prazo.
Foi por isso, que o Estado Novo enriqueceu o país. O único perigo é aparecer um bandido que se aproveite e meta a mão.

Damião- Santarém TOPO

01/07/2018 12:45:18

Outros tempos, em que educação, justiça, ética, seriedade, políticas de migração como hoje se diz, cultura, ciência, paz social, se traduziam no mesmo e único interesse. E esse interesse era Portugal.
Hoje só futebol e política de pechisbeque, mas de mão de obra cara. Para não falar na injustiça das leis de imigração e apoio aos refugiados. Um país a duas cores. Tudo para os que vêm e nada para os que são filhos da terra e o sustento do país. Injustiças que deixam morrer à fome os portugueses para sustentar jogadas políticas e servidão internacional.

M. lima- Lisboa TOPO

29/06/2018 12:05:40

Para um trabalho escolar, alguém me pode ajudar a expor a imortância da intervenção de Salazar durante a segunda guerra?

Fernando- Ponta Delgada TOPO

27/06/2018 23:59:04

Uma verdade do Dr. Salazar:

Só a vida política pode suscitar objecções. Seguramente se nota por toda a parte a existência de altos espíritos compreensivos do nosso modo de ser, da relatividade das instituições políticas e portanto da legitimidade com que as nossas oferecem feição especial: autoridade sem arbítrio, representação sem parlamentarismo, liberdades que, para serem efectivas, não têm de chamar-se democráticas.

Ana Cristina Madeira- Lisboa TOPO

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