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24/06/2018 21:06:22

PLANOS DE FOMENTO

Em 1948, Portugal assinou o pacto fundador da OECE, integrando-se nas estruturas de cooperação previstas no Plano Marshall.* A participação na OECE reforçou a necessidade de um planeamento económico que conduziu à elaboração dos “Planos de Fomento” do Estado Novo.
Ainda que o I Plano (1953-1958) e o II Plano (1959-1964) dessem continuidade ao modelo de autarcia da ditadura liderada por Oliveira Salazar, no II Plano foi eleita a indústria transformadora de base como sector a privilegiar (siderurgia, refinação de petróleos, adubos, químicos…). Pela primeira vez, a política industrializadora é assumida sem ambiguidades, subordinando-se a agricultura que sofreria os efeitos positivos da industrialização.
Os anos 60 trouxeram alterações significativas à política económica portuguesa. No decurso do II Plano, o nosso país integrou-se na economia europeia e mundial: em Janeiro de 1960, Portugal está entre os países fundadores da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) e, ainda no mesmo ano, dois decretos-lei aprovam o acordo do BIRD e do FMI; em 1962 assina-se, em Genebra, o protocolo do GATT.
A adesão a estas organizações marca a inversão na política da autarcia do Estado Novo e o Plano Intercalar de Fomento (1965-1967) enfatiza já as exigências da concorrência externa inerente aos acordos assinados e a necessidade de rever o condicionamento industrial, que se considerava desadequado às novas realidades.
Em 1968, a nomeação de Marcelo Caetano para o cargo de presidente do conselho evidencia com o III Plano de Fomento (1968-1973), o reforço de uma nova política económica do Estado Novo. A implementação deste novo Plano veio confirmar a internacionalização da economia portuguesa, o desenvolvimento da indústria privada como sector dominante da economia nacional e a subsequente consolidação dos grandes grupos económico-financeiros, bem como o crescimento do sector terciário com o consequente incremento urbano.

MHS

Fonte: http://unidcom.iade.pt/designportugal/planos-de-fomento.html

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 09:41:55

Grande Homem

Rui Vieira - Porto TOPO

24/06/2018 01:02:37

A mulher na política:

Quando se diz que a mulher não podia participar na vida pública, ilude-se a verdade. Claro que podia, salvaguardado o
papel da mulher na sociedade:

Domitília de Carvalho, Maria Cândida Pereira e Maria Guardiola, foram eleitas deputadas em 1934.

A desinformação trai a verdade por conveniência das oposições. Nem fazia sentido que a mulher casada subtraísse às responsabilidades do lar, a dedicação a causas de desestabilização da família.
Comparativamente com os dias de hoje, presenciamos a destruição dos lares, sendo o Estado o primeiro responsável, impondo a lei da paridade. Esta lei reforça e agrava a delinquência, a prostituição e a vadiagem. Os tempos falam por si.

Raúl- Alentejo TOPO

23/06/2018 23:39:23

Não tendo conhecimento rigoroso sobre as políticas do Estado Novo, tentei informar-me e encontrei estes dados que reputo de relevo:

A INDÚSTRIA NA PRIMEIRA FASE DO ESTADO NOVO

Num período que decorreu entre duas guerras mundiais, assistiu-se a uma depressão económica no final da década de vinte que afectou grande parte do mundo. Em Portugal, a política económica e financeira seria desenhada por Salazar, professor de economia e finanças da Universidade de Coimbra, que assumiu a liderança política durante mais de 30 anos.
Os militares assumiram o poder na sequência do golpe de estado de 28 de maio de 1926, mas foi um civil, Oliveira Salazar, que anos depois se tornou Presidente do Conselho de Ministros (Julho de 1932) e ditou as regras que governariam o país durante quatro décadas. O Estado Novo, aprovado pela constituição de 1933, defendia o autoritarismo, o nacionalismo, a autocracia e o corporativismo.
Um dos primeiros problemas que o novo regime sofreu foi a crise de 1929, que afetou o mundo inteiro, mas que teve pouco impato em Portugal. O país já se encontrava em recessão há alguns anos, situação que se manteria nas décadas seguintes, especialmente devido à Guerra Civil de Espanha e à II Guerra Mundial.
Mesmo assim surgem algumas indústrias e empresários que alcançam algum sucesso. Contam com uma legislação proteccionista onde se destacam o condicionamento industrial, que impedia o surgimento de novas empresas sem a concordância dos concorrentes, e o ato colonial que impunha às colónias a compra de produtos manufaturados na metrópole.
Entre os grandes grupos industriais que até à II Guerra Mundial se afirmam no país, o maior foi a CUF, de Alfredo da Silva.

Fonte / Produção: RTP/ AEP

Tentarei dar novos contributos.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

22/06/2018 22:20:22

Um grande Bem haja pelo vosso blog. Relembrei com carinho o conteúdo do Boletim On-line.
Salazar foi de facto um grande homem. De uma têmpera que hoje não existe.

Humberto Pinheiro- Lisboa TOPO

22/06/2018 22:08:24

Muito se fala nas necessidades que o país tem em termos de Obras Públicas. No tempo de Salazar, era tudo feito com dinheiros portugueses (algumas coisas que me ocorrem):

Ponte da Arrábida
Hospital São João
Porto de Leixões
Ponte de Salazar
Hospital Santa Maria
Cidade Universitária
Estádio Nacional
Aeroporto da Portela
Milhares de escolas por todo o país

Mas há muito mais. E tudo isto ainda é hoje utilizado. Ai se não fosse o rigor financeiro...
Salazar morreu fisicamente, mas está por todo o lado.

M. lima- Lisboa TOPO

22/06/2018 17:50:50

Foi por acaso que encontrei pela net este depoimento, que é tão cristalino... :

Segundo o historiador António José Saraiva, que foi opositor do regime, exilado político e militante do Partido Comunista, quem lê os "Discursos e Notas" de Salazar “fica subjugado pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em língua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso”. Segundo este autor da "História da Literatura Portuguesa" (obra conjunta com Óscar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na História da Literatura Portuguesa (e só considerações políticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar é detentor de “uma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do século XVII, e de onde é banida toda a nebulosidade, toda a distracção, toda a frouxidão, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores."

Júlio Lopes- Amadora TOPO

22/06/2018 10:42:03

A Obra do Estado Novo é ímpar. Teve um português sério que não tocou nos dinheiros públicos e tudo fez em prol da Pátria.
Esta homenagem, também ela ímpar, revela que está bem viva a memória de Salazar.

Maria Antónia de Jesus Gonçalves- Faro TOPO

17/06/2018 20:58:20

Nação, Pátria...são conceitos em extinção. Dr. António Salazar pugnou por eles, e a frugalidade foi mote na sua vida enquanto Presidente do Conselho. Um governante dentro do contexto inerente à sua época, merecedor de relevante lugar na História dos factos. Viva Dr. Salazar!

Maria Ferreira- Porto TOPO

11/06/2018 11:45:00

Boa iniciativa. Para quando um dossier sobre a província de Cabo Verde?
Obrigado

FONM - Santa Catarina TOPO

30/05/2018 01:12:27

Obrigada por este tesouro histórico! É imprescindível que haja pessoas corajosas e que desafiem o discurso esquerdista hegemónico que distorce e reescreve a história ao seu bel prazer! Que a verdade histórica seja a nossa bandeira! Não vamos desistir, conforme salientou o grande dr. Salazar, "pela Nação, por nós, ... e por eles".

Ilde Correia- Cantanhede TOPO

18/05/2018 17:13:21

INCÊNDIOS
Governo recusou 50 milhões oferecidos pela UE para compra de aviões para combate a incêndios
https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/163724fc7bb2c84e
Seriam dois aviões pesados anfíbios de combate a incêndios com um desconto que podia chegar aos 85% e passavam a ser propriedade do Estado Português.
Governo recusou e argumenta que é preciso garantir a operação e manutenção, os voos de treino, os salários dos pilotos e mecânicos, a substituição de peças e os combustíveis, entre outros aspectos.
Em minha opinião, se os aviões fossem entregues à Força Aérea, os salários dos pilotos e mecânicos eram iguais aos que já recebem. Os militares não ganham à hora.
Se os aviões fossem novos, como presumo, não se colocava de imediato a substituição de peças.
Recusa estranha ou talvez não.
 Aproveito para lembrar que é relevante promover os grupos de autodefesa dos aglomerados populacionais integrados ou adjacentes a áreas florestais, sensibilizando para tal a sociedade civil, e dotá-los de meios de intervenção, salvaguardando a formação de pessoal afecto a esta missão, para que possa atuar em condições de segurança. (n.º 2, do artigo 3.ºB do Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro).

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/05/2018 15:44:02

GOSTEI DE LER E RECOMENDO
Copiado do facebook. O título é:
A IGREJA PODE RECUPERAR SEU ESPÍRITO DE LUTA?
https://www.crisismagazine.com/2017/can-church-recover-fighting-spirit#.Wh9yMPNXBcc.facebook
29 DE NOVEMBRO DE 2017. Infelizmente está actualizado.
WILLIAM KILPATRICK
É de interesse para todos os cristãos e até para os que o não são.
É a minha opinião.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

08/05/2018 23:03:44

Grande senhor, um orgulho para a nossa nação! Este HOMEM mostra verdadeiramente o espírito que todos os jovens deviam ter! Chega de vivermos na mão deste Polvo Comuna de Esquerda! Vamos lutar pela nossa nação e pelo nosso país e defender um ensino à sério. Tento implementar isso sempre nas minhas aulas, pois sou professora e prezo muito os ensinamentos que deste senhor!

Obrigado Salazar! Viva!

Raquel Capela- Porto TOPO

02/05/2018 17:40:47

CGD PAGA QUASE 1 MILHÃO DE EUROS PARA DES-TITUIR UM ADMINISTRADOR
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/cgd-paga-quase-1-milhao-de-euros-para-destituir-um-administrador?ref=DET_maislidas

Paulo Macedo não quis Pedro Leitão na sua equipa de administração e a CGD teve de indemnizá-lo em 951 mil euros. Tiago Ravara Marques, que ficou a trabalhar no banco, recebeu uma compensação de 746 mil.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

28/04/2018 16:36:22

É mais um ano... É mais um ano... Parabéns ao Dr. Salazar, um grande chefe de estado!

Nelson- Algarve TOPO

28/04/2018 15:42:24

This post has a main goal. It is intended to be a Tribute to the Person and its Work. Professor Antonio Oliveira Salazar.

I was born into an American family but my mother’s father was born in Portugal. I was a little girl but I can remember quite well, the words of grandfather Joao Pereira whenever the person of Professor Salazar was the subject. And he was the subject quite often.
First of all, to him, Joao Pereira, Antonio Salazar had not been a politician, but, indeed, a Professor. He always put up his qualities as a man, as a teacher, as a ruler while President of Council.
He kept telling us that it had been Professor Salazar who, with his intelligence, know-how and love for Portugal, had reconstructed Portugal after the kaos of 1st republic.

Today, 129 years after his birth, although in English, I decided to pay my homage to Professor Salazar. I must apologize, for writing in English. I thought to write in portuguese first place but in fact I feared that any translation would turn out not completely faithful to the feelings I intended to express.
Grandfather Joao Pereira would love to know about this humble contribute to the Truth in History. He left to America to marry grandmother Susan whom he had met while as young man, working there for a short period, but he never forgot about his Portugal. Namely, he never forgot about the feeling of safety one could enjoy in his country, comparing with many others.

Some day or other, when my space in time allows me to, who knows I’ll write to american and luso-american children in US, about Professor Salazar, the Man and his Work.
This website will be a wonderful unique contribution to my work, for sure. I don’t know any other which contents are so huge and faithful. Some time before he passed, grandfather discovered Obreiro da Patria and it turned his favorite among all the others that mention Portugal and its History.

Once more, so sorry for paying this visit in English.

Best wishes for all of those who visit Obreiro da Patria.
Sarah

Sarah Pereira Moran- Florida TOPO

28/04/2018 12:40:35

25 DE ABRIL E A MENTIRA DA LIBERDADE
A publicação do Decreto-Lei 353/73 com data de 13 de Junho que fixava as condições para a passagem dos oficiais do Quadro Especial para os Quadros permanentes das diversas armas, motivou o descontentamento de alguns oficiais.
A medida pretendia compensar o esforço e sacrifício dos oficiais milicianos, que regra geral estavam a lutar na “mata”, ao contrário da maioria dos oficiais da Academia (Quadro Permanente), que iam conseguindo lugares no “ar condicionado”.

Foi na Guiné que começou a ter maior consistência um movimento de contestação ao decreto referido.
Era do conhecimento público esse mau estar manifestado por vários militares do Quadro.
Várias reuniões foram sendo feitas para agregar e convencer os militares que a situação considerada de prejuízo para os oficias do Quadro tinha de ser revertida.
A primeira reunião clandestina de capitães foi realizada em Bissau, em 21 de Agosto de 1973. Uma nova reunião, em 9 de Setembro de 1973 no Monte Sobral (Alcáçovas) e é a que dá origem ao Movimento das Forças Armadas.
No dia 5 de Março de 1974 é aprovado o primeiro documento do movimento.
Os militares realizaram várias reuniões que a polícia tinha conhecimento e a população mais atenta também se apercebia da contestação militar.
Em 22 de fevereiro de 1974 vem a público o livro "Portugal e o Futuro", do general António de Spínola, onde este defende que a solução para a guerra em Àfrica, deveria ser política e não militar. A opinião do general vinha ao encontro dos militares contestatários.
Mais tarde, a 5 de Março ocorre a reunião da Comissão Coordenadora do MFA. Foi lido, e decidido pôr a circular no seio do Movimento dos Capitães, o primeiro documento do Movimento contra o regime e a Guerra no Ultramar. Intitulava-se "Os Militares, as Forças Armadas e a Nação" e foi elaborado pelo major Ernesto Melo Antunes, cujo pai era alto dirigente da Legião Portuguesa.
No dia 14 do mês do mesmo mês, o Governo de Marcelo Caetano demite os Generais António de Spínola e Francisco da Costa Gomes respectivamente dos cargos de Chefe e Vice-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, alegando falta de comparência na cerimónia de solidariedade com o regime, levada a cabo pelos três ramos das Forças Armadas.
Tudo indicava o mau estar em diversos sectores militares.
Assim, em 16 de Março, apesar de originalmente estar prevista a participação de outras unidades militares, apenas o Regimento de Infantaria nº 5, das Caldas da Rainha, avançou para Lisboa, sob o comando do capitão Armando Marques Ramos. O seu avanço foi travado já às portas de Lisboa, por unidades leais ao regime, sem derramamento de sangue.
O “ingénuo” Professor Marcelo Caetano qualificou a acção como uma aventura. Cinco semanas depois, aconteceu o 25 de Abril.
Que mais seria necessário para prever que alguns militares estavam dispostos a uma prova de força.
O treino em África dava-lhes a audácia e as características tácitas para actuarem com algum probalidade de sucesso.
E o que era previsivel aconteceu.
Não com o apoio de todas as unidades militares que na maioria se limitaram a “ver no que dava ”.
Mas a esquadra naval da NATO estava no Tejo. Estranha coincidência ou talvez não.
A revolta dos militares que deram origem ao chamado “25 de Abril”, nada teve a ver com a Liberdade.

Os militares só se insurgiram por interesses corporativos. Prejuízo nas promoções e cumulativamente mais dinheiro foi o motivo. A treta da Liberdade foi uma desculpa ingénua para justificar a traição dos golpistas. Transformaram uma grande e secular nação, num país pigmeu e indigente. 4 por cento é o que nos resta do império deixado pelos nossos egrégios avós.
Muitos dos que participaram no “golpe”, arrependeram-se, mas já era irreversível a situação.

Palavras de Salgueiro Maia: Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, VAMOS ACABAR COM O ESTADO A QUE CHEGÁMOS! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!

-- E O RESULTADO É O ESTADO A QUE CHEGÁMOS.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

15/04/2018 16:40:36

Olá e obrigado pelo vosso dedicamento ao grade homem que foi o Dr Antonio de Oliveira Salazar, tenho 17 anos e desde que estudei o estado novo no 6 ano que percebi a sua importancia e que foi um frande homem. Ps desculpem os meus erros de Portugues nunca foi o meu forte sempre fui mais dado a historia

Nuno Martins- Loures TOPO

03/04/2018 18:06:25

NOTICIAS NO INICIO DESTE ABRIL
-- Banca já custou 17 mil milhões aos contribuintes. Entre apoios a bancos como o BPN e o BES e, mais recentemente, a recapitalização da CGD, o Estado já providenciou ajudas financeiras na ordem dos 17 mil milhões de euros em dez anos. 2/4/2018.
-- IRS. Sistema informático com falhas nas primeiras 48 horas. 2/4/2018.
-- Hospitais estão mais endividados.
-- Diz um leitor do Observador: Quando os bancos dão prejuízo o contribuinte paga a roubalheira. Quando dão lucro os acionistas recebem os lucros.
Mas o governo diz estar tudo bem e que dinheiro não falta.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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