27 de outubro de 2020   
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O plano da minha conferência resulta do que acabei de dizer.
Vou encarar sucessivamente estes capítulos fundamentais da acção colonial portuguesa:
a) A paz interior
b) A linha do governo
c) A estrutura da administração
d) A ordem financeira
e) O progresso económico
f) A política indígena
Tudo, claro, neste já indicado propósito:
Apurar a obra feita ou em curso. Indagar do que falta.
Tudo também, em cada capítulo, sob este duplo desígnio:
Ver o que está na linha de uma acção permanente.
Ver o que está sendo ditado pela crise do mundo.
O que tudo, por sua vez, importa construtivamente apurar:
A obra feita – para dar confiança ao mundo.
A obra por fazer – para que os riscos da carência de traduzam em imperativos de acção.
A obra com pretensões a radicada – para indagarmos da sua índole e do seu fôlego.
A obra de momento – para aferirmos por ela a defesa do Império contra a guerra.
Tranquilizem-se, de resto, V. Exas.
Não fui tomado de delírio de grandezas: nem quanto ao assunto, nem quanto ao tempo.
Quanto ao assunto: já disse: são simples apontamentos, cuja única ambição é de estarem postos em ordem.
Quanto ao tempo também: só tenho um propósito, não ser longo.


Lugar e destino de Portugal: a Nau e a Tormenta (04)

Lugar e destino de Portugal: a Nau e a Tormenta – conferência feita na Sala de Portugal da Sociedade de Geografia de Lisboa, em 9 de Maio de 1942. Na sessão solene de encerramento da «Semana Colonial» - Fernando Emygdio da Silva, prof. da Faculdade de Direito

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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