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17/10/2012 17:25:49 Exmos.Srs.
Após várias visitas a este “site”, tomei a liberdade de vos escrever. Não é, de todo, minha intenção que o texto que se segue se assemelhe a um qualquer manifesto, daqueles que pontificam em diversos blogues ou páginas de internet, até porque este é algo vasto. O meu propósito é modesto e não revela qualquer preferência partidária que, no caso vertente, jamais viria a propósito. Reconheço, e desde já me penitencio, por alguma dureza nas palavras que se seguem, mas preferi deixar o texto assim, a corrigi-lo apenas por deferência. Devo por isso, e se tanto me for permitido, solicitar-vos a paciência e a boa-vontade necessárias ao seu acolhimento, o qual desde já agradeço profunda e sinceramente. Aceitarei por isso, e de forma humilde, qualquer comentário que me queiram retribuír. Ficarei muito grato se for digno de tanto!
Nós somos, inevitavelmente, primeiros e últimos responsáveis pelas dificuldades que vivemos. No dia em que as dificuldades sejam menores e mais desafogado seja o nosso dia-a-dia, também a nós isso se deverá. Num sistema de eleições, em que cada um exerce, pelo voto, o direito de escolha sobre quem deseja que nos represente, não adiantarão nunca queixas a propósito de quem nos governa. Foi (é) a nossa escolha, e não se pode dissociar algo que é intrínseco, como seja a relação entre eleitos e eleitores. Cada parte é digna da outra, algo que deriva da velha máxima: “colhemos o que semeamos”, para o bem e/ou para o mal. Só um sistema supra-partidário poderia alterar esta ordem, poder que se encontra consagrado exclusivamente ao Presidente da República. Como? Destituição de poderes ao Primeiro Ministro; Dissolução da Assembleia; Convocatória para formação de um Governo de Salvação Nacional em que todos os partidos assumissem, de forma frontal e responsável, e absolutamente comprometida com o bem nacional, a defesa intransigente de um só ideal. Quando poderá isto suceder? Quando a nossa sociedade mudar relativamente ao que hoje é. Chegaremos lá facilmente se todos nos disponibilizarmos para uma simples mas necessária introspecção. Disponhamo-nos de forma descomplexada a esse exercício. O que temos hoje? O que será melhor? Vamos lá comparar valores e conceitos: Deixámos de falar em humildade, para falar em “status”. Deixámos de falar em experiência, para falar em “know how”. Preocupamo-nos em saber se “google” pode vir a ser verbo, quando há tantas formas verbais que evitamos utilizar porque já as esquecemos. Criticamos fortemente todo o nosso sistema judicial, o segredo de justiça que deixa de o ser, mas aceitamos que se faça um programa para a televisão em que se sentam, lado-a-lado, vítima e réu de um processo. Só pelo mediatismo e audiências que daí resultam. Aplaudimos e consideramos sinónimo de evolução a aprovação da lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, no mesmo dia em que o desemprego no nosso país atingiu uma nova taxa máxima. Mas fica bem, também é mediático. Inadvertidamente ou não, com isto contribuimos para uma sociedade onde confundimos prioridades. Tomamos o supérfluo como essencial e é a esse supérfluo que damos valor. Vivemos de tendências, criticando os que outras seguem. Tudo queremos, por tudo lutamos, reclamando a mesma legitimidade que os outros também reclamam para defender o oposto mas, depois, já nem queremos saber quem tinha razão (ou se alguém tinha razão). Deixámos de pedir “por favor...”, antes impomos um “tens de...”. Dizemos que sim a tudo, achando que tudo é possível, que tudo vai ser possível, só para não dizermos, por uma vez que seja, não. Só porque isso se apelida de pessimismo, de conformismo. Não aceitamos a evidência sempre que esta acarreta algo de negativo, esquecendo que o optimismo, só por si, não basta para a alterar. Há que actuar, mas já com resultados a serem exigidos. Pede-se ambição, mas não se lhe concede tempo. Até pode servir o incompetente, desde que seja útil, prático, pró-activo. Defendemos que ninguém pode começar a trabalhar muito novo, mas exigimos que se trabalhe praticamente até morrer. Pelo meio, ignoramos que entre os 50 e os 60 anos de idade, muitos já superaram 40 anos de carreira contributiva! Com isto, “estragámos” o que o tempo é. E o tempo, é uma realidade, não um conceito. Não medimos, não comparamos, não meditamos, não ponderamos, porque temos de decidir. E para o justificar, dizemos que não há tempo para mais. Escolhemos o mais fácil dos caminhos, mas rogamos pragas por ter de o percorrer. Quanto à noção de partilha, esta já só existe no lar, no seio de uma família e, ainda assim, este é ambiente que se vai degradando por via de todas estas circunstâncias. Preferimos ser dissimulados, cínicos, do que frontais e honestos. Será disfarce, ou será que estamos a ser quem verdadeiramente somos?
Pela parte que me toca, sei que há coisas para as quais ainda não adaptei a minha mentalidade. Tenho a absoluta consciência disso e tenho de ver se encontro rapidamente um meio termo. A sucessão dos acontecimentos, do novo que surge, é algo que mais parece maior que a própria vida. É como se esta mal pudesse conter tudo isto. Considero que hoje falta muito do que se fazia e do que se aprendia antigamente, mas o presente tem de seguir o seu rumo, no melhor e no pior. Não posso orientar o meu filho para uma realidade que, muito em breve, descobrirá não mais existir. Mesmo assim, apesar de serem muitos os conceitos hoje obsoletos, ainda subsistem valores, padrões de dignidade e de respeito, que o passar do tempo jamais poderá beliscar. Importa pois conservar e renovar esse legado. Um legado que vem de há muitos e muitos anos atrás, quando os primeiros homens habitaram a terra. Um legado que fala na partilha dos alimentos; na partilha das invenções; na partilha do espaço; na partilha de tudo o que talvez não houvesse em abundância e que, por isso mesmo, quando descoberto, se repartia. Há por isso muita culpa nossa, do povo em si, para a situação de crise a que chegámos. Por um motivo qualquer, invertemos prioridades, descurámos as nossas preocupações, só para não parecermos fracos, esquecendo que só seremos verdadeiramente fortes quando recuperarmos para o presente, o que de melhor o passado nos ensinou e proporcionou. Pois o que hoje temos é vazio, desprovido de motivos que nos faça envaidecer, engrandecer, de ter brio, seja pelo que for. Já conseguimos muito, mas falta-nos isso. Talvez o mais importante. Reflictamos seriamente sobre tudo isto. Só é tarde para o que já passou e que não pode ser mudado! A concluír, uma experiência que um dia recebi via mail: Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira. Essa turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igual e "justo". O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames." Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto, seriam "justas". Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores... Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores. Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado! Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos: eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas. Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Resultado: a segunda média dos testes foi 10. Ninguém gostou. Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5. As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca dos alunos por “justiça” tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros. Portanto, todos os alunos chumbaram...para sua total surpresa. O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. "Quando a recompensa é grande", disse o professor, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável.”
Muito obrigado por todo o tempo e espaço que me dispensaram. Bem hajam!
16/10/2012 18:06:56 parabens pelo trabalho aqui divulgado.
16/10/2012 17:25:27 Da entrevista concedida pelo filósofo e professor catedrático argentino, Alberto Buela, ao jornal "O Diabo" no passado dia 6 de Outubro e publicada no referido jornal, de hoje, pode ler-se o seguinte: "Salazar foi o último político justo do Ocidente. Era um homem de uma integridade absoluta. Conheço até casos em que foram feitos pedidos para a sua santificação. Era um homem honesto e inteligente, que pensava pela sua própria cabeça. Salazar, como Perón, distinguiu claramente entre o político e a política. O político é o poder, a política é a organização do poder. Salazar era um mestre na organização do poder e ao mesmo tempo tinha uma ideia do poder. Foi um justo porque fez na sua altura o que devia fazer, sabendo sempre que o que fazia era militado ao seu tempo. Procurou a justiça social. Foi um católoco no poder e, por isso, um pré-moderno. Um catolico nunca endeusa o Estado, prefere a pessoa, o ser na comunidade." Lamento que não haja portugueses, despidos de preconceitos, capazes de retratar e elogiar Salazar como homem e como político, como o fez, nesta entrevista, o filósofo e professor Alberto Buela. Obrigado Professor.
16/10/2012 12:38:18 Os portugueses de verdade, sabem que Portugal nunca morrerá. Esta é a verdade que ninguém pode alterar. Estamos a passar uma fase como já houve outras e vencêmos todas. Temos que sair à rua em massa sem parar. Tem que ser todos os dias para o (des) governo e o presidente do país perceberem que têm que ir embora. A nossa determinação é essencial. Viva Portugal.
15/10/2012 01:47:52 Portugal vive hoje uma crise de falta de patriotismo,a palavra Nação parece ter sido erradicada. Somos meros fantoches das grandes potências económicas. Salazar fez com que o nome de Portugal fosse respeitado, fez obra serviu. O país, serviu o estado com rigor, honestidade, clareza, integridade, inteligência e sentido de estado. Nada roubou, deu a sua vida à nação portuguesa, fez sacrifícios pessoais em nome de Portugal. É vergonhosa a forma como a história recente quer ignorar Salazar, esta classe de políticos pós 25 de Abril fazem parte de um grupo que tomou o poder de assalto, que roubam o suor dos operários, que mancham o nome de Portugal aceitando medidas economicamente suicidas,não são patriotas e quem não é Patriota não pode ser português, viva Salazar, viva Portugal, merecemos mais do que esta democracia falsa nos querem forçar a aceitar.
14/10/2012 16:58:05 Ninguém duvide que no estado em que Portugal se encontra só um SALAZAR actualizado apoiado por militares patriotas dariam um rumo certo e com interferência duma JUSTIÇA imparcial que fosse diferente da existente no 25 de Abril que prendeu centenas de funcionários sem culpa formada e julgamento porque actualmente existiam fortes motivos para julgar com verticalidade todos os que conduziram o País ao Estado degradante e vexatório em que se encontra. Assim se poderia atestar que Portugal é o melhor país do Mundo. O mal tem muitas ramificações dificeis de controlar mesmo estando diagnosticado. NÃO TENHAIS MEDO...
12/10/2012 08:30:49 Pela apreciação que tenho feito diariamente em virtude da minha actividade prifissional verifico que existem focos de pensamento algo esclarecidos mas a restante camada das pessoas, são pessoas que vivem do sebastianismo. Estão á espera mas sem esperança. Há como que uma resignação com uma mistura de revolta, mas só isso. Revejo-me num país em que o conformismo dá lugar á derrota. Isto não significa que não existam pessoas com vontade de repor a ordem no reino mas possivelmente ainda não perceberam como é fácil fazê-lo. Há receios? Há. Medo? também. Mas há alguma coisa pior do que ir morrendo como a rã num caldeirão de água fria, depois morna, depois mais quente, depois bem quente, e depois a ferver? É esta habituação ás coisas que nos levam a desistir. A mudança quando se está mal nunca é para pior. Pensem nisto os que podem ajudar a curar esta doença que vivemos. Que Deus nos ajude.
11/10/2012 22:55:40 Mais medidas que vão direitinhas aos mais pobres. Para quando uma volta nisto tudo? estamos a ficar sem forças. Não vejo solução para a crise. Este sitio ainda vai dando alguma força e ânimo, mas e o resto? Viva Portugal.
10/10/2012 23:24:30 depois de ler o artigo , a bondade das terapias, não diria que por aqui anda tudo calmo. Ai não não. É o que faz falta é enfrentarmos aquele gente. Cumprimentos a todos.
09/10/2012 00:42:51 Boa noite,
Muito calmo anda este sitio, após tanta matéria de facto, espanta-me tanta calma, embora verdade seja dita, da maneira como se vai, com toda a gente continuando a não querer abdicar da sesta, não deve dar em grande coisa, mas estava esperançado**.
Esperemos que da próxima vez que foram a atravessar o Tejo, pela ponte cujo nome tantos arrepios lhes causam, tal como com a Bandeira, a ponte falhem e... Aleluia!
Seria o cumulo da ironia, não sei se será uma esperança tão pouco provavel, é que estes tristes patetinhas, andam mesmo desnorteados. Estará para breve aquele cheiro, que não o do Outono?
Cumprimentos.
07/10/2012 22:05:52 A minha família ascendente era tendencialmente de esquerda. Graças a Deus os meus pais sempre apoiaram a m/ carreira na Mocidade Portuguesa. Lembro-me bem que me deixaram deslocar ainda adolescente ao Hospital da Cruz Vermelha para assinar o livro de solidariedade que estava no átrio para assinar mensagens de melhoras ao Presidente do Conselho. Um dos familiares progressistas, visitava-nos no mês de Outubro e sempre se referia à romagem que faziam no dia 5 junto à estátua de do PR António José de Almeida e entre muitas alusoes às perseguiçoes da PIDE, nunca especificava nada - e eu entendia que a verdade é que nao o incomodavam, mas sempre se queixava. Mas concretizar, nada. Estou a subscrever este post, por um motivo simples. As comemoraçoes do 5 de Outubro antes de 1974, apesar das queixas inespecíficas de perseguições, desenrolavam-se em Regime de Partido Único com uma dignidade, da qual tenho saudades. Ainda hoje, um amigo de esquerda - consequente, me dizia que Salazar comparado com os tipos que hoje "exercem" o poder era um autêntico SENHOR. Tantas oportunidades desperdiçadas, para chegarmos ao ponto a que chegámos. Mas o povo, o povo, esse continua corajoso. A senhora que queria enfrentar o PR olhos nos olhos, é tb uma verdadeira senhora... ela queria apenas dizer-lhe se ele ainda nao parou para pensar a sério àcerca do que o POVO PORTUGUÊS está a sofrer (que nao há lei nem roque - digo eu - porque nem os símbolos nacionais se preservam ao mais alto nível).
07/10/2012 10:34:15 Efetivamente o mal, o mau, as hienas, os abutres, com a consequente destruição, tomaram conta do nosso País, tal como aconteceu durante o reinado das hienas na história da Disney “O rei Leão”.
As hienas e os abutres alimentam-se dos cadáveres.
Falta agora dar a necessária reviravolta para se retornar à verdadeira glória do reino. Mas, para que tal aconteça, de um modo ou de outro tem que se anular a ação das hienas …
... para o bem do progresso do País ...
… tal como sucedeu em “O rei Leão” …
… com atos devidamente estruturados, enquadrados, e pensados.
Melhores cumprimentos a todos.
07/10/2012 01:39:27 A maioria da camarilha politica que tomou conta de Portugal entrou em estado de coma mas insiste no embuste no modelo que criou e que não tardará a finar-se, esperando-se que não haja tumultos tão graves como os que houve na 1ª República de triste memória. Que as novas gerações saibam julgar com VERDADE e JUSTIÇA os coveiros da Pátria e repor os valores que se perderam com tal assalto. Há um ditado que diz: "zangam.se as comadres, descobrem-se as verdades" e outro: DEUS É GRANDE e SALAZAR já está remido de qualquer pecado e quando disse que HAVEMOS DE CHORAR OS MORTOS SE OS VIVOS OS NÃO MERECEREM lá sabia porquê. O mal foi não ter investido as 896 tons. de ouro que estavam no Banco de Portugal para gáudio dos ladrões de colarinho branco que não satisfeitos com isso negociaram a entrega do País ao Euro sem consultar o POVO tendo ainda o descaramento de dizer que são democratas. Temos de enxugar as lágrimas porque os vivos não sabem merecer SALAZAR. Há que arrumar a casa, pugnar pelo BEM e sobre tudo arranjar uma liderança que perceba alguma coisa do que é PORTUGAL e ressuscitar a alma DELE ao corpo que nos resta.
06/10/2012 21:42:47 Já começaram as movimentações populares que alguma intranquilidade parece estarem a trazer aos políticos que nos (des)governam (a crer que é por essa razão que andam sob segurança reforçada). Ao Povo nem sequer foi dado acesso à Praça do Município aquando da ocorrência das cerimónias oficiais neste 5 de Outubro …
Embora o PS tenha recentemente subido em relação ao PSD nas intenções de voto deste Povo que parece teimar em não querer perceber que já nada poderá vir de bom neste bailinho PS / PSD, parece que tal subida relativa do PS tem mais a ver com uma significativa queda na intenção de voto no PSD do que num verdadeiro aumento intenção de votos no PS.
Neste regime atual porque ao (des)governo do PSD se junta o (des)governo do PP /CDS, vários serão os que se vêm na encruzilhada de não quererem votar nos mesmos de sempre, mas também não querem os comunistas no poder e, assim, ficam sem saber o que fazer.
Parece poder daqui concluir-se que o atual regime já não traz esperança para alguns milhões de Portugueses. Falta, pois, ao Povo uma lufada de ar fresco onde possa depositar a esperança.
Mas essa lufada de ar fresco não será trazida pelos partidos no poder. Teria que ser algo realmente novo … e credível … algo que permita o renascer da chama da esperança … algo em que as pessoas possam a acreditar.
Dá-me impressão que só com um furacão lá se iria ...
… mas teria que ser um furacão formado com ventos sustentáveis e bem direcionados.
Melhores cumprimentos a todos.
06/10/2012 20:13:10 Em Portugal há tanta corrupção por um motivo muito simples:
Só os incompetentes têm necessidade de ser corruptos e Portugal é comandado por uma máfia de gente incompetente, a começar logo pelos deputados, ministros e toda a gentinha ligada á politica. Não sei se o povo português é o melhor povo do mundo, como diz o outro, mas o mais manso deve ser.
Estando eu no estrangeiro, tenho cada vez mais vergonha da situação penosa em que o meu país está e estou consciente que a situação se vá agravar cada vez mais.
Espero que um dia o povo portugues acorde definitivamente e dê uma lição a esta gente que nos desgoverna.
06/10/2012 09:34:12 Eu não sei se a transladação do corpo do Doutor Salazar para o Panteão seria uma boa ideia, lembrem-se que ele queria ser enterrado ao lado dos pais. Mas podia-mos criar um espaço dedicado apenas ao Doutor Salazar algures no Panteão Nacional.
05/10/2012 17:25:09 Em boa verdade é isso mesmo:
Quando se deu o 15 de Abril os “revolucionários” tinham muito de onde tirar. Havia África que conseguiram desmoronar, uma forte indústria que conseguiram desmantelar, pescas que conseguiram desmantelar, agricultura que conseguiram desmantelar, ouro que fizeram desaparecer …
Era fácil de concretizar a “revolução”. Bastava tirar por decreto-lei o que a outros tantas décadas levou a construir.
Hoje, havendo uma revolução, teremos um problema muito mais complicado para resolver, pois está tudo por construir, num País cada vez mais destruído que nem moeda própria tem. Como construir leva muito mais tempo que destruir, ter-se-ia que planear com muito cuidado como é que se evitaria a miséria da generalidade da população durante os anos necessários a colherem-se os bons resultados quando a construção começasse a produzir efeitos. Mas haveria esperança !
A verdade é que essa miséria também acontecerá com a atual vertiginosa destruição deste nosso Portugal. E, aqui, sem esperança !
Seria necessário encerrarem-se as fronteiras, terminar com os mamões Europeus (e outros) e recriar-se o Escudo …
A História da Europa está cheia de séculos de guerras. Quem é ingénuo em acreditar que podemos andarmos agora todos de braço dado ? Para se resolver uma parte do problema não é necessário entrarmos em guerra de armas com ninguém (salvo se não tivéssemos outro remédio, mas seria complicado). Bastaria, apenas, atuarmos de forma que conseguíssemos ser de novo respeitados enquanto País, enquanto Povo …
… deitando pela varanda abaixo os Miguéis e Vasconcelos que por aí parasitam …
… o que significa que alguma força teria que ser usada …
… mas seria por uma boa razão !!! VIVA PORTUGAL !
TUDO PELA NAÇÃO ! NADA CONTRA A NAÇÃO !
05/10/2012 05:19:31 A tranladacao do corpo de Salazar para o Pateao Nacional nao pode mais esperar!!
02/10/2012 23:48:05 Os portugueses que viveram o periodo do Estado Novo têm que exercer certa pedagogia e difundir o que representou SALAZAR na reconstrução do País que estava mergulhado numa miséria moral que poderá assemelhar-se á actualidade, inclusivé têm muita leitura no escaparate para extrair as suas ilações. Depois de 38 anos de bagunça e politica de compadrio, que nos levou ao Estado actual, só agora se começou a discutir a politica económica quando o dinheiro e os fundos se esfumaram. Foi fartar vilanagem. A história repete-se e o mal é que SALAZAR só houve um que não rouibava nem deixava roubar. A 1ª República também foi assim e os herdeiros dessa famigerada família andam por aí e bem se locupletaram com a tal "herança" que designaram de fascista, comeram o queijo e só deixaram os buracos. Agora teremos que aguardar as cenas dos próximos capítulos e acabar com a cobardia colectiva correndo com civismo, se possivel, a canalha que urdiu tal humilhação perante os parceiros da comunidade europeia. Se não for a bem terá que ser a mal.
28/09/2012 11:22:52 Portugal ao contrário que dizia Eça de Queiróz "Portugla não é um País, mas sim um local mal frequentado" passou a ser uma "POCILGA" ,a partir do 25 de Abril , onde há uns porcos que vão engordando a olhos vistos. Para quando a matança dos Porcos???
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