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03/07/2006 15:44:46 Continuando o debate com o Sr. A. Marcelo: "Os detidos políticos na Espanha de Franco (...) podiam estudar nos "estabelecimentos prisionais" e nem por isso a repressão franquista era legítima."
Eu não digo que as repressões sejam legítimas, ou que me agradem, digo apenas que a repressão salazarista não foi pior do que as outras, pois todos os estados que se encontram ameaçados ou em guerra de facto, como Portugal se encontrou sempre durante o Estado Novo, recorrem a medidas repressivas contra os seus inimigos internos, até mesmo os "democráticos" EUA (o McCartismo ou os campos de concentração para americanos de ascendência japonesa são disso um bom exemplo).
"Não gosto, de maneira nenhuma, de ver os filhos e netos de aqueles que assassinavam portugueses no mato invadirem Portugal, assaltarem comboios, ou os repulsivos arrastões das praias de Carcavelos."
Estou plenamente de acordo quanto a esta e a outras afirmações que faz relativamente a África. Mas não culpo o Estado Novo pela situação nas nossas antigas províncias desse continente. Até porque tinhamos a maioria da população (excepto na Guiné) do nosso lado e a guerra estava ganha quando retiramos (excepto, mais uma vez, na Guiné). Contudo, admito perfeitamente que a melhor solução, tendo em conta o contexto internacional, pudesse ter sido a autonomia gradual preconizada pelo Gen. Spínola, pessoa pela qual não nutro simpatia devido à sua irresponsabilidade no 25 de Abril, mas que admito perfeitamente poder estar certo neste caso concreto.
"Fiquei desiludido com a esquerda, com o seu sectarismo, as suas mentiras, a sua demagogia e nomeadamente com rodas de moinho tais como a imigração sem controlo, o multiculturalismo e o casamento homossexual, mas acho que não adianta nada vocês olharem para atrás."
Subscrevo a sua opinião na íntegra. Apenas ressalvo que um multiculturalismo diferente do que nos está a ser imposto, ou seja, que não dissolvesse as culturas e não impusesse a colonização cultural e física do Ocidente por parte de populações muçulmanas ou de outra forma exógenas, até poderia ter efeitos positivos de sã convivência e conhecimento de outras realidades culturais.
"A esquerda evitará o debate e sempre explorará as décadas de ditadura"
Por cá, a Direita também o faz. Estão, quer uma, quer a outra, ao serviço da Globalização e da Nova Ordem Mundial, embora tenham concepções diferentes de ambas. Aliás, como corporativista puro que sou defendo o terceiro-posicionismo, para lá da esquerda e da direita, e dispenso o partido único, o multipartidarismo e a dicotomia esquerda-direita. Considero que o combate do futuro será entre as forças globalizadoras e os nacionalistas defensores das identidades dos povos ou, eventualmente, regionalistas.
"Com o lastro de décadas de ditadura é melhor olhar para frente e esquecer o passado, mesmo se vocês concordarem com ele. É a única maneira de comunicar com a população sem serem acusados de querer voltar para outros tempos. Portugal tem muitos desafios e problemas diante dele e acho que é melhor olhar para a frente."
Excelentes observações! Mas neste site, penso eu, o objectivo é apenas repor a verdade histórica, quanto mais não seja para evitar precisamente a manipulação por parte da esquerda de que o Sr. se queixa. Há que esclarecer a população não para voltar ao passado, mas sim para melhor encarar o futuro e desmascarar os democrápulas que nos desgovernam. E considero que os valores que nortearam o Estado Novo podem e devem nortear o nosso futuro: Deus (moral cristã, valores humanitários de ajuda ao próximo e Doutrina Social da Igreja - ler encíclica Rerum Novarum), Pátria (serviço à comunidade e ao Povo/Nação) e Família (factor de integração por excelência do indivíduo na sociedade). Estes são, para mim, valores intemporais, que podem e devem ser projectados no futuro.
Enviando-lhe desde já as minhas cordiais saudações, convido-o a continuar o nosso debate no fórum de discussão, para não enchermos a 1ª página. Concorda?
03/07/2006 11:54:51 NÓS ESTAMOS VOLTANDO!
DEUS, PÁTRIA E FAMÍLIA!!!!
Que bom é termos este site para reunir nossas forças contra os inimigos de Portugal!
QUEM VIVE? PORTUGAL! QUEM MANDA? SALAZAR!
www.lusitanobr.blogspot.com
02/07/2006 12:57:00 Fico contente por salazar ainda ter bastantes soldados com formação suficiente para defenderem a sua doutrina e o próprio. Muito bem Bom texto ALEXANDRE , nao sei se o site que recomendou é seu mas esta muito bem mesmo. Se por acaso quiserem um site sobre MAURRAS um homem pelo qual salazar se identificava aqui vai..:
www.montfort.org.br
Força SALAZARISTAS. VIVA SALAZAR VIVA PORTUGAL
01/07/2006 15:41:17 Mais uma vez parabéns pelo site.
A consultar: http://n_uniaonacional.blogs.sapo.pt/
Nova União Nacional.
01/07/2006 15:35:51 Portugal atraiçoado.
«Os Secretários- Gerais do Partido Comunista Português (PCP) e Partido Socialista (PS), juntamente com outros membros dos Partidos, reuniram-se em Paris em Maio de 1973 para estudarem as possibilidades de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das Forças Armadas Portuguesas no sentido de estruturarem um movimento militar capaz de derrubar o Governo Português. Desde o início, o PCP provou ser tão altamente organizado e conhecedor da situação que maravilhou e convenceu o PS a juntar-se ao movimento.
O PCP tinha fichas detalhadas de todos os oficiais portugueses e contava com um número surpreendente de membros e simpatizantes nas Forças Armadas e nos sectores de Serviço Publico. O Secretário - Geral do PCP decidiu, contudo, por razões óbvias, que não se aventuraria em certas actividades para evitar que riscasse a posição que tinha adquirido. Portanto, delegou no PS, então praticamente desconhecido e por consequência menos susceptível de causar suspeita, a responsabilidade de fazer o trabalho sujo. O PS atacou as medidas do Governo Português enquanto o PCP generosamente financiou as operações. Moscovo, a fonte desses fundos só impôs uma condição:
- Independência imediata a todas as colónias portuguesas e transferência das respectivas soberanias, sem eleições, aos movimentos pró-russos.
O acordo final, respeitante às condições impostas pela Rússia foi assinado numa reunião a que compareceram cinco comunistas e quatro socialistas, no primeiro andar de um restaurante de Paris adjacente à Farmácia da Ópera.
Há quem afirme que o PCP ou O PS, mas não ambos, assinou o acordo final com a Rússia. Seja como for, o acordo tinha duas cláusulas:
1- Entrega de dinheiro: a Rússia contribuiria inicialmente com dois milhões de Dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o Governo Português.
2- Compromisso: o PCP e o PS comprometiam-se a dar Independência imediata às Colónias Portuguesas representadas na Reunião, para a ocasião pelo PAIGC, MPLA e FRELIMO.
O que sucedeu em Moçambique, Guiné, Cabo Verde e Angola foi de tal forma vergonhoso, que os responsáveis pela concessão da independência, só se atreveram a cobrir a sua traição a Portugal, e às populações locais, com loucas generalidades de óbvio cultivo soviético. Os partidos opostos à FRELIMO em Moçambique, ao PAIGC na Guiné e Cabo Verde e ao MPLA em Angola foram perseguidos e por decisões totalitárias e fascinantes, proibidos de defender os ideais que sustentavam.»
In Newsletter – Boston Mass-USA – Agosto de 1976 Volume I – N.º 2
01/07/2006 15:31:48 A verdade há-de ser restaurada!!!
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O período de regeneração que a Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926 permitiu, e que o Estado Novo definiu e firmou, ficará marcado (quando a perspectiva histórica fizer vê-lo com isenção e descrevê-lo com verdade) como uma longa época de paz social, de progresso económico, de restauração de valores nacionais, de vida independente e altiva duma grande nação soberana, multicontinental e plurirracial que Portugal então era. O saneamento financeiro; a independência da política externa, conduzida com lucidez e firmeza exemplares ao longo de períodos extremamente difíceis, como a guerra de Espanha, a guerra mundial e a defesa do Ultramar; a realização de obras públicas que mudaram a face do País; a valorização económica que progressiva e seguramente se prosseguia e de que os Planos de Fomento dão o testemunho dos números; a paz interna, no respeito pela função legítima da propriedade, do capital e do trabalho; a ordem nas ruas e a segurança dos cidadãos (que hoje se procura esquecer que constitui condição necessária do próprio exercício da liberdade); a defesa da família; o respeito pela consciência católica da maioria dos Portugueses que a Concordata viria, justamente, firmar; a defesa intransigente da integridade nacional («como, - dizia o Doutor Salazar, - historicamente sempre haviam entendido ser de sua obrigação todos os responsáveis na Monarquia e na República»): tudo são pilares de uma obra que a maldade dos homens não conseguiu apagar e há-de ser, algum dia, justamente julgada - quer dizer, com isenção de critério, objectividade de processos, e coragem de reconhecer e repor a verdade - pelos Portugueses de gerações futuras.
Salazar morreu há vinte e sete anos. A generalidade dos que viveram a época, e podem julgar sem sujeição a compromissos ou disciplinas, guarda uma visão positiva do homem e da obra.
Pensam muitos que, sobre os ataques gerados na insídia ou na ignorância, a verdade há-de ser restaurada.
Mais tarde - sabe Deus quando - será o juízo da História. Porém, já das brumas da perseguição e da calúnia, das deturpações constantes a que tentam condená-lo, emerge o vulto de Salazar, na sua grandeza ímpar entre os Portugueses deste século. Ergue-se por entre o estrebuchar raivoso dos velhos cultores de todos os ódios contra as Verdades que ele serviu - mas perante o respeito e interesse de muitos novos que há-de alargar-se, no decurso dos tempos, a uma geração de Portugueses que lhe faça justiça.
Lisboa, 27 de Julho de 1997 JR
30/06/2006 15:58:22 "PARA CADA BRAÇO UMA ENXADA, PARA CADA FAMÍLIA O SEU LAR, PARA CADA BOCA O SEU PAO" - De Salazar em 28/5/1953
Esta não é uma frase de futuro?
30/06/2006 13:27:08 «Também foram ingratos os portugueses que não no PCP em 1976»
Queria dize que não votaram no PCP...
30/06/2006 13:25:30 É claro o facto do estalinista Álvaro Cunhal ser "um ingrato" por ter recusado a hospitalidade oferecida pelo Presidente do Conselho. De bem nascidos é serem agradecidos. Também foram ingratos os portugueses que não no PCP em 1976 e recusaram o convite no GULAG que o camarada Cunhal estava a preparar.
É provável também que para o senhor a liberdade (pelo menos a liberdade alheia) não tem valor nenhum. Se o senhor Rodrigues fosse condenado a passar a sua vida no Hotel-Palácio de Seteais ou mesmo no Palácio de Queluz, jardins incluídos, em poucos meses sentir-se ia o homem mais desgraçado do mundo. Uma gaiola, mesmo se tiver os barrotes de ouro, é sempre uma gaiola. E o Forte de Peniche não era de jeito nenhum uma prisão dourada.
Os detidos políticos na Espanha de Franco que, valha a digressão, eram liberados quando cumpriam as suas condenas, podiam estudar nos "estabelecimentos prisionais" e nem por isso a repressão franquista era legítima.
Ocidente, depois de 1945 sempre esteve em guerra contra o comunismo e nem por isso sacrificou as liberdades dos seus cidadãos.
Humberto Delgado um inimigo da pátria? Um agente da CIA? Trotsky era também um agente do imperialismo, um inimigo do povo e por isso foi também eliminado por Estaline. Também eram inimigos Orlando Letelier (assassinado por Pinochet) e Ben Barka (eliminado por Hassan II).
No que diz respeito à África teria sido mais inteligente da parte dos africanos continuarem a ser colonizados e arrancarem as maiores melhoras possíveis dos europeus. África é hoje em dia um continente esgotado, anárquico e um perigo para os vizinhos. Basta é ver as vagas de emigrantes enviadas para as Ilhas Canárias, perante a impotência e cobardia do governo espanhol. Não gosto, de maneira nenhuma, de ver os filhos e netos de aqueles que assassinavam portugueses no mato invadirem Portugal, assaltarem comboios, ou os repulsivos arrastões das praias de Carcavelos.
Mas no entanto e na perspectiva dos anos 50 a 70 o processo descolonizador era imparável. Os movimentos anticolonialistas eram apoiados não apenas pelos comunistas, mas também pelos Estados Unidos. Franco percebeu isso e sempre evitou qualquer conflito colonial. Portugal não podia triunfar lá onde a França, a Grã Bretanha e a Bélgica tinham fracassado. Desde esse ponto de vista a guerra de ultramar foi um gasto de energia, uma sangria económica e uma fonte de despesas sem fim. Impediu a Portugal aproveitar os melhores anos de expansão económica a nível internacional e a longo prazo acabou com o regime salazarista. Não reconhecer os erros do passado é voltar a eles.
Em novo eu fui um esquerdista bastante radical. Fiquei desiludido com a esquerda, com o seu sectarismo, as suas mentiras, a sua demagogia e nomeadamente com rodas de moinho tais como a imigração sem controlo, o multiculturalismo e o casamento homossexual, mas acho que não adianta nada vocês olharem para atrás.
A esquerda evitará o debate e sempre explorará as décadas de ditadura à semelhança da Espanha onde querem perpetuar o espírito da guerra civil (já passaram 60 anos!!) e apavorar os sectores mais incultos da população com ameaças de voltarem ao passado. A chamada "memória histórica" é uma rústica manipulação do eleitorado.
Com o lastro de décadas de ditadura é melhor olhar para frente e esquecer o passado, mesmo se vocês concordarem com ele. É a única maneira de comunicar com a população sem serem acusados de querer voltar para outros tempos. Portugal tem muitos desafios e problemas diante dele e acho que é melhor olhar para a frente.
29/06/2006 20:12:11 Sr.Marcelo deixe me que lhe diga uma coisa: fique sabendo que burrisse não é errar, burrisse é permanecer no erro.Por isso veja se percebe algumas coisas. Mais uma vez não posso de deixar de concordar com o sr.A.Rodrigues, ele disse coisas engrçadas ó qual eu ja sabia e lhe dou toda a razaõ. Sobre cunhal eu vou lhe escrever um excerto de um «independente » que eu não conhecia mas disse uma grande verdade.
"Em que outro país da europa, sob ditadura, um dos principais líderes de um movimento insurreccional clandestino teria sido levado á Faculdade de Direito pela polícia para ser aprovada--por professores que eram também políticos do regime-- uma tese de licensiatura que não passava de um panfleto ideológico contra o regime? O caso passou-se com ÁLVARO CUNHAL em 1940. Na Rússia comunista ou na Alemanha nazi, os inimigos do regime não eram normalmente postos diante de júris de exame , MAS DE PELOTÕES DE FUZILAMENTO." Ja estou como o sr. A.Rodrigues: com certeza lhe devem ter arranjado um horário que desse para estudar e para ser torturado.
Já para não falar da fuga dele da prisão,que foi como quem deu uma esmola a um pobre e o deixou escapar, a não ser que pense que ele fez com certeza como os irmãos DAlton da serie lucki luck, deve ter cerrado os ferros da cela ou fez um tunel como o macgiver e fugiu, que heroi. Isto é de rir. Morte do delgado eleições colonias entre outros temas , traga para cá que certamente alguém os explica.
VIVA SALAZAR VIVA PORTUGAL
29/06/2006 08:54:35 Sr. A. Rodrigues,
OS MEUS SINCEROS PARABENS.
Intervenção elequente, curta e esclarecedora.
Temos força, vamos em frente. Viva a memória do DR. SALAZAR!
28/06/2006 21:12:15 De facto o Sr. Marcelo surpreende-me pela negativa a cada dia que passa. Saiba que a censura se devia ao facto de Portugal ter estado, numa primeira fase, em vias de entrar numa guerra e, numa segunda, de estar em guerra de facto. Os anarquistas e comunistas tinham braços armados (do lado comunista: LUAR, ARA, etc)., grupos terroristas que faziam atentados à bomba. O Sr. Delgado estava a soldo da CIA ou dos interesses americanos. Por isso, tal como acontecia então na Rússia (KGB) e nos Estados Unidos (McCartismo, etc.), também em Portugal havia censura. Aliás, mais honesta do que aquela que por cá existe hoje, porque não era dissimulada. Mas nem vou por aí. Acha mesmo que o Sr. Cunhal sofreu horrores na prisão. Olhe que não, olhe que não... por alguma coisa ele tirou uma licenciatura em Direito enquanto estava preso (a menos que o Sr. Marcelo pense que tirar a dita licenciatura se reveste de contornos de tortura, o que, na minha modesta opinião, até não andaria muito longe da verdade). Era terrível, o Dr. Salazar, não era? Deixava o chefe dos comunistas tirar cursos enquanto estava preso, pessoas como o maçon republicano A. Graça (Póvoa de Varzim) eram mesmo assim homenageadas pelo seu mérito... Ou se calhar sou eu que estou enganado, e o Dr. Cunhal estudava às 2as 4as e 6as e era torturado às 3as, 5as e sábados (e ao domingo era para descansar).
27/06/2006 09:59:01 Sua Excelência o Presidente do Conselho, tinha defeitos e qualidades. Deixo para quem tem pretensão a sumidade, a análise dos termos bolorentos de ditador e ditadura, porque estas sumidades não querem falar no exercício da autoridade, em que Salazar era exímio. Este site, não é um hino ao passado, porque o Passado já foi e não volta. Aqui, podemos e devemos aprender a ciência de administrar um povo de milhoes de seres humanos de todas as raças espalhados por todos os Continentes, cuja ligação afectiva pode ser comprovada por pessoas que como eu calcorream agora as zonas onde dantes se desenrolou a guerra do Ultramar. Trago aqui o testemunho, de que os antigos "Movimentos de Libertação" e o povo dos antigos Estados Ultramarinos, têm pelos ex-combatentes portugueses, com os quais se confrontaram, O MAIOR RESPEITO E CONSIDERAÇÃO. É que nós, Antigos combatentes, também aprendemos a respeitar esses guerrilheiros, que souberam trabalhar para conquistar o direito à Independência. Dos Desertores, apenas têm dos novos Países de expressão portuguesa, o Desprezo. Continuemos pois a estudar a Obra de Salazar, pois a Administração de milhoes espalhados pelo mundo comparada com a actual Administração incipiente dum pequeno rectângulo, evidenciam e muito, que urge implementar o Ressurgimento Nacional que tarda. Pode vir o Senhor Marcelo com o bolor dos Arquivos e da propaganda estafada do Marxismo, que isso sóservirá de incentivo para se aprofundar o estudo da obra do Presidente do Conselho, e extrapolar no quadro da Globalização onde não existe o perigo de posições extremadas ou de autoritarismo exacerbado - pois não há confusão possível entre a Autoridade exercida por Salazar e os Autoritarismos Filo-Socialistas, que afinal só pretendem imitar a Administração do Estado novo, pois ainda não foram capazes de implementar um novo paradigma de administração para o Seculo XXI. O que não admira. A competência da Direita tradicional, e a sua Democracia orgânica é igual a eficácia.
27/06/2006 09:17:41 A última vez que estive em Portugal comprei um livro que tratava da história do salazarismo. Já tinha alguns dados daquela ditadura, mas quando li aquilo fiquei cheio de nojo.
O salazarismo é pouco conhecido neste lado da raia. Quase ninguém se lembra dos milhares de moços portugueses que fugiam do serviço militar (quatro anos) e eram enviados à guerra colonial. Eram vítimas de máfias espanholas que lhes cobravam por passarem os Pirenéus, ficavam com o seu dinheiro e frequentemente eram enganados e abandonados em Espanha fazendo-lhes crer que se achavam na França. Muitos desses prófugos eram detidos pela Guardia Civil e entregues às autoridades salazaristas, julgados e encarcerados. Poucos, fora de Portugal, sabem dos embarques a meia noite, às escondidas, no bairro de Belém em Lisboa, para evitar o alarme da população e lacerantes cenas familiares. Aquela guerra que consumia a metade do orçamento nacional, é ainda hoje justificada pelos seus partidários que utilizam o imoral argumento de não ter custado muitos mais mortos por ano (1.500) portugueses, -os africanos muitos mais numerosos- do que as vítimas nas estradas.
Poucos conhecem em Espanha que em Portugal o período de prisão preventiva, sem ser acusado e levado perante um juiz, era de seis meses, tempo que podia decorrer na prisão ou a ser torturado numa esquadra da polícia. Não consigo imaginar quanta gente foi capaz de resistir esse período sem confessar ou sem morrer nas torturas.
A maioria dos espanhóis ignora que cumprir uma pena não significava no Portugal salazarista a liberação imediata. Aquelas penas, uma vez acabadas podiam ser prolongadas por períodos sucessivos de 6 meses ou três anos, sem limite e indefinidamente, sendo na prática, se o Estado queria, uma prisão perpetua. Os detidos políticos eram reclusos no forte de Peniche, à beira do Atlântico, perto de Nazaré. Lá conseguiu fugir Álvaro Cunhal após ter sofrido onze anos de detenção.
Naquelas condições a oposição ao regime era muito difícil e os partidos clandestinos se encontravam mal organizados. Em 1961, quando começou a guerra colonial, houve uma tentativa de golpe de estado promovida pela administração do Presidente Kennedy, chefiada pelo general Botelho Moniz e pelo ministro da Defesa salazarista. Fracassou. Kennedy morreu e a nova administração americana, mais preocupada pela incipiente guerra do Vietname, não se ocupou mais do salazarismo.
As eleições à Presidência da República (o ditador Salazar era teoricamente Presidente do Conselho) eram na aparência por sufrágio directo. Na realidade eram uma farsa eleitoral. Apesar disso, apresentou-se um candidato originariamente partidário do regime, mas que tomou partido pelo restabelecimento das liberdades, o general Humberto Delgado. Graças a uma fraude eleitoral perdeu as eleições, foi separado do exército e fugiu para Espanha (gravíssimo erro), donde organizou actividades opositoras. "Desapareceu" em Fevereiro de 1965 com a cumplicidade da polícia espanhola que encobriu as actividades dos agentes da PIDE (polícia política "Polícia Internacional pela Defesa Do Estado) junto com a sua secretária, e os seus corpos foram achados semienterrados em Abril do mesmo ano por um camponês em Villanueva del Fresno (Badajoz).
A partir de 1958 o regime decidiu acabar com aquela farsa e o Presidente da República foi nomeado directamente pela cúpula do Regime.
Em 1968, o ditador, que naquela altura tinha 79 anos, caiu de uma cadeira e sofreu um derrame cerebral. Operado a crânio aberto por médicos incompetentes, ficou inválido. Sem ele saber foi substituído por Marcelo Caetano e morreu em 1970.
Apesar da sua grave doença (ficou idiota) os seus partidários foram incapazes de lhe comunicar que tinha sido deposto das suas funções. Continuou a acreditar (os defensores dele dizem que fingia) que era Presidente do Conselho, a despachar com os seus antigos ministros e a celebrar reuniões e conselhos, num ambiente surrealista, difícil de imaginar hoje em dia, em 2.006. Um jornalista francês conseguiu ser introduzido na sua Residência e celebrar uma entrevista, que provocou uma grande hilaridade na França e que foi censurada em Espanha. Infelizmente não consegui encontrar o texto na Internet. Uma grande fatalidade! É um texto para não perder.
Há poucos dias encontrei esta web criada para reivindicar a memória do salazarismo. Estou a estudar português e não pude resistir a tentação de praticá-lo e expor as minhas ideias. Ainda não consigo compreender porquê vocês não apagam as minhas mensagens. Num Fórum fascista espanhol teria sido insultado e banido de imediato.
Estar contra o salazarismo não significa apoiar a tropa de Cunhal e os social-fascistas do outro bando. Álvaro cunhal foi um Pol Pot em potência e a sua ditadura podia ter acabado com aquilo que restava de Portugal. Henry Kissinger reconheceu perante Mário Soares que nunca acreditou que os portugueses fossem capazes de resolver eles próprios os seus problemas. Felizmente não foi assim.
26/06/2006 04:47:27 Não comentarei nada, apenas parabenizo a excelente defesa da memória gloriosa de Salazar pelos presentes. Excelente! A Verdade deve ser gritada bem alto!!!
VIVA SALAZAR!!! VIVA PORTUGAL!!!
24/06/2006 23:22:21 Boa noite salazaristas... Ha aqui um ponto referido pelo sr.Miguel Martel Lima que eu julgo ser bastante importante mesmo que não o pareça ser. Quando o sr.Miguel diz que ha pormenores que por vezes alteram as estatísticas como mais um ano ou menos um ano isso parece que não mas faz muita diferença pois se hoje fizerem um estudo recente sobre crianças que entram com 5 anos para as escolas o resultado vai ser catastrófico pois quase tudo entra com 6 e não é por isso que existe algo de errado. Por vezes as estatísticas valem o que valem. Perceber salazar não é para qualquer um mesmo. Em primeiro lugar uma das coisas mais importantes que ele fez foi conseguir limpar todas as dívidas do país sem ajuda de UNIÕES EUROPEIAS , construçoes foram imensas, e mesmo assim ainda juntou dinheiro. É claro que um pai que trabalha a vida inteira não gosta ,certamente, de ver o seu filho a gastar não é??? Ha até uma frase dele conhecida enquanto passava na baixa lisboeta e vendo pessoas na explanada perg.ao seu conselheiro...: SALAZAR--" que bebem eles??" CONSELHEIRO--"ÁGUAS PIROLITOS (ENTRE OUTROS QUE NÃO ME RECORDO) SALAZAR--"ISSO É COISA PARA QUANTO??" CONSELH.-"2 TOSTÕES 3..." SALAZAR--"HA AGORA JÁ SEI ONDE ESBANJAM O DINHEIRO..
quase que dá vontade de rir , mas não ele poupava , ele era humilde e sabia o que as coisas custavam..
Por ultimo ha outra coisa de génio que foi gabada por muito lideres internacionais ,que foi o a maneira como escapou á guerra, dizendo que estava ao lado da américa ,ao mesmo tempo da alemanha, depois negociava e vendia bolfrâmio aos dois (metal)..e no fim não foi.. Quem perceber um bocado de estrategia politica e militar ,irremediavelmente achao um génio mas enfim.... VIVA SALAZAR VIVA PORTUGAL
24/06/2006 22:15:34 Acabo de ler o artigo do Sr. António Marcelo, que é típico de um democrata tipificado por este regime: tolerância e liberdade, sim... mas só de boca para fazer de conta, depois...., usando as velhas técnicas subversivas socialistas (embora algumas já tenham centenas ou milhares de anos) vamos controlar os meios de comunicação, de produção, de instrução, de justiça e de legislação. O resultado, está à vista. -Quanto aos meios de comunicação, a estratégia, confoma é referido pelo Sr. Pedro, assenta ardilosamente na manipulação dos discursos e das entrevistas do Prof. Oliveira Salazar, numa vã e desesperada tentativa de manipular a realidade daquela época, e desculpabilizar o total fracasso dos nossos governantes, no geral terceiro mundistas, que só não é maior, graças às muitas e diversificadas esmolas da Comunidade Europeia, as quais, obviamente no campo de política, têm um retorno ... com juros! -Relativamente à questão da Instrução em Portugal, pouco me interessa o que foi escrito na Constituição de 1838, de 1933, de 1976 ou ourta qualquer, pois só os curtos de visão tiram conclusões a partir daí (recordo que de boas intenções está o Inferno cheio!); o que interessa, são os factos, e estes são indesmentíveis e espalham-se pelos quatro cantos do mundo, pelos cinco continentes, na construção de escolas primárias, liceus e universidades, caso de Luanda e de Lourença Marques, grande Obra do Regime do Prof. Oliveira Salazar. Como obras perenes que são, lá estão, hoje, a falar do dia de ontem, contra todas as falácias que possam apresentar, e permitindo um convívio entre raças que não havia nalgumas democracias, caso dos estados do sul dos E.U.A..Ainda sob este assunto, sugiro ao Sr. António Marcelo que viaje por este País, pois na mais remota aldeia, que nem vem no mapa ou que já está abandonada, lá encontrará uma "escola de Salazar". Quanto às estatísticas, é bom recordar que as mesmas contemplavam as crianças com menos de seis anos, que nessa época, em que as mesmas eram consideradas uma "Benção de Deus", representavam uma grossa fatia da população. Se fizer como noutros países em que para efeitos de cálculo da população analfabeta, era considerada somente a população em idade escolar, facilmente verificará que a percentagem é inferior a 26%, e só não é menor, porque infelizmenta a campanha da alfabetização de adultos (outro grande projecto do regime) não conseguiu abranger todos aqueles que a I república deixou analfabetas, por razões geográficas (é bom não esquecer que naquela época a população tinha um grau de dispersão territorial, que não existe hoje), de meios disponíveis e de interesse por parte das pessoas. Atentamente.
24/06/2006 14:16:43 Oliveira Salazar: Yo recuerdo que por el año 1930, los pocos argentinos que llegaban a Lisboa se mostraban tan orgullosos del país que hasta me aseguraban ....
pelos vistos o país aninda estava mais ou menos... Desculpem me a letra mas a pressa faz alguns erros
24/06/2006 14:12:33 Sr.Marcelo não seja totozinho e nao faça desta gente que por aqui anda e quando menciona entrevistas a salazar nomeadamente pela revista extra , aproveite e conte a entrevista toda nomeadamente as coisas boas acerca de salazar ... Quanto ao facto se não se conseguirem autogovernar as colonias.o dr salazar não disse mentira nenhuma porque desde 74 que vemos que eles andam sempre lá as cabeçadas epor isso não vejo mal nessa afirmação.. Sabe com quem é casado o seu xanana?? Com uma astraliana, sim aqueles que mais tarde ou mais cedo tomarão conta de timor.. Faça me um favor e não seja como o estere´tipo de anti-salazar e quando vier para aqui falar diga algo de jeito para de certa forma dar luta.. E ja que gosta tanto de investigar e procurar façaa me um favor procure a informação a que todos os portuguese estao disponiveis basta informarem se lá de que o BANCO DE PORTUGAL em 74 declarava 800toneladas de ouro e que agora temos para ai 300...e tambem faça a conta á grama para ver quanto portugal tinha...HA isto depois de ter saldado desde 33 todas as dividas construido pontes e barragens etc etc Sr. marcelo CALMA , AINDA HA MUITO A APRENDER. Viva salazar viva os salazaristas...
(ha se quiserem ler a tal entrevista é so preciso escrever revista extra salazar no goggle nada de mais)
23/06/2006 15:40:02 Posso dar de barato - em tese, todos os malefícios de que o Presidente do Conselho é acusado. Mas há realidades incontornáveis: Na Democracia Orgânica a eficácia da Administração percorria todos os continentes do Mundo; Na democracia pluralista, e nos restantes PALOPs cujos paradigmas também não mudaram, mas a verdade é que mudaram as soberanias, tal dessincronização até onde nos levará ? O que me parece, é que 25 é um feto maltratado, e as mudanças introduzidas não tiveram fundamento porque afinal, a implosão comunista - e a hegemonia Imperial norte americana a quem Salazar sempre se opôs, só veio legitimar as opções estratégicas do Presidente do Conselho. Não há volta a dar, o Ressurgimento Nacional tarda, e estudar o novo paradigma de Administração parece tarefa pouco compatível com o que nasceu de 25. E há indícios de que na Direita é que está a solução, quando os Partidos Filo Socialistas parecem empenhados em aplicar a Portugal as teses da Direita.... desajeitadamente como é natural!
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