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18/08/2006 00:45:47

Com a emissão do 100º aniversário de Marcelo Caetano, constactamos que o Estado Novo terminou exactamente com a morte do ilustre prof. Dr. Oliveira Salazar. Depois de sua morte, toda a vida da Nação foi uma trapalhada. Uma amalgama de politiquices infantis e aproveitamentos por ganância de poder.
VIVA SALAZAR, o defensor único da nação portuguesa

Pedro Alaixo- Lisboa TOPO

14/08/2006 16:28:13

Em tempo de férias apetece-me deixar o meu cunho pessoal em espaço de tão grande dignidade, em que só os grandes Obreiros emprestarão o seu saber e disponibilidade à causa. Este espaço não é de ninguém, é de todos. Mesmo dos que não o querendo, querem-no.
Boas férias para todos e Vivam os que vierem por bem.

Venâncio- Troia TOPO

11/08/2006 23:36:49

Portugal atraiçoado.

«Os Secretários- Gerais do Partido Comunista Português (PCP) e Partido Socialista (PS), juntamente com outros membros dos Partidos, reuniram-se em Paris em Maio de 1973 para estudarem as possibilidades de canalizarem o descontentamento então evidente em certos sectores das Forças Armadas Portuguesas no sentido de estruturarem um movimento militar capaz de derrubar o Governo Português. Desde o início, o PCP provou ser tão altamente organizado e conhecedor da situação que maravilhou e convenceu o PS a juntar-se ao movimento.

O PCP tinha fichas detalhadas de todos os oficiais portugueses e contava com um número surpreendente de membros e simpatizantes nas Forças Armadas e nos sectores de Serviço Publico. O Secretário - Geral do PCP decidiu, contudo, por razões óbvias, que não se aventuraria em certas actividades para evitar que riscasse a posição que tinha adquirido. Portanto, delegou no PS, então praticamente desconhecido e por consequência menos susceptível de causar suspeita, a responsabilidade de fazer o trabalho sujo. O PS atacou as medidas do Governo Português enquanto o PCP generosamente financiou as operações. Moscovo, a fonte desses fundos só impôs uma condição:

- Independência imediata a todas as colónias portuguesas e transferência das respectivas soberanias, sem eleições, aos movimentos pró-russos.



O acordo final, respeitante às condições impostas pela Rússia foi assinado numa reunião a que compareceram cinco comunistas e quatro socialistas, no primeiro andar de um restaurante de Paris adjacente à Farmácia da Ópera.

Há quem afirme que o PCP ou O PS, mas não ambos, assinou o acordo final com a Rússia. Seja como for, o acordo tinha duas cláusulas:



1- Entrega de dinheiro: a Rússia contribuiria inicialmente com dois milhões de Dólares para financiar a organização do golpe de Estado que derrubaria o Governo Português.

2- Compromisso: o PCP e o PS comprometiam-se a dar Independência imediata às Colónias Portuguesas representadas na Reunião, para a ocasião pelo PAIGC, MPLA e FRELIMO.



O que sucedeu em Moçambique, Guiné, Cabo Verde e Angola foi de tal forma vergonhoso, que os responsáveis pela concessão da independência, só se atreveram a cobrir a sua traição a Portugal, e às populações locais, com loucas generalidades de óbvio cultivo soviético. Os partidos opostos à FRELIMO em Moçambique, ao PAIGC na Guiné e Cabo Verde e ao MPLA em Angola foram perseguidos e por decisões totalitárias e fascinantes, proibidos de defender os ideais que sustentavam.»



In Newsletter – Boston
Mass-USA – Agosto de 1976
Volume I – N.º 2

http://n_uniaonacional.blogs.sapo.pt/

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Alexandre- Porto TOPO

11/08/2006 23:34:43

Em 1383 já se sabia! O Dr. Mário Soares descobriu em 1983!

«Tinhamos uma economia estruturada no Ultramar, com matérias-primas a preços favoráveis. Realizamos a descolonização em péssimas condições, perdendo o que era fonte de riqueza e recebemos os retornados» (Novo Século-1/12/1983), são declarações feitas pelo ex- Primeiro-Ministro, subscritor de todas as independências e consequentes acordos, com os movimentos terroristas, para o desmembramento das Províncias Ultramarinas, arruinando tudo e todos.


Mais que uma confissão, ficaram estas declarações a constituir peça fundamental para um processo de traição que já deveria ter entrado.
É espantoso o desaforo da afirmação. Ao confessar publicamente que prejudicou a Nação e os Portugueses, fazendo perder fontes de riqueza e desenvolvimento, o Dr. Mário Soares deveria ter-se retirado da vida pública, para se não se ver confrontado com os que foram largamente afectados com as suas andanças afadigadas de descolonizador.


Esta confissão deve estar bem presente no pensamento dos verdadeiros Portugueses e em todos aqueles que deram o seu melhor em defesa da Pátria, tanto na luta contra o terrorismo internacional em terras Ultramarinas, como no desbravamento de matas, como civilizadores e educadores.

http://n_uniaonacional.blogs.sapo.pt/

Alexandre- Porto TOPO

11/08/2006 12:43:00

Quando passamos despercebidos, é porque ninguém repara em nós. Quando incomodamos é pela nossa importância.
Continuemos e viva a doutrina do MESTRE.

Jaime Alão- Porto TOPO

07/08/2006 22:41:20

Somos muitos a varrer o lixo que de vez em quando passa por aqui. Sigamos pois em frente, porquanto
o método do Presidente do Conselho, permanece inatacado, e creio que sua Excelência deixou o lastro para Portugal ressurgir depois de tudo o que o Estado Nação passou apos 1974.

João Asseiceiro- Torres Novas TOPO

07/08/2006 15:13:35

http://www.salazar.pt.to/

Manuel Vaz- Lisboa TOPO

07/08/2006 14:01:07

Afinal, os que falam contra Salazar revelam o que lhes vai na mente e na alma: ódio, ignorância, falta de educação. Ainda bem que aparecem e debitam essas palermices: ficamos a conhecer-lhes a mentalidade e aquilo de que são capazes. Falam de morte, enquanto nós falamos de vida, vida nova e renovada, à luz da sã convivência inter-pessoal.

Português- Lisboa TOPO

07/08/2006 14:00:59

Afinal, os que falam contra Salazar revelam o que lhes vai na mente e na alma: ódio, ignorância, falta de educação. Ainda bem que aparecem e debitam essas palermices: ficamos a conhecer-lhes a mentalidade e aquilo de que são capazes. Falam de morte, enquanto nós falamos de vida, vida nova e renovada, à luz da sã convivência inter-pessoal.

Português- Lisboa TOPO

07/08/2006 12:11:38

Sempre que alguém comenta contra Salazar, fá-lo simplesmente de uma de duas formas:

a) Comentários curtos, simples, e sem base contextual;

b) Simples insultos e vocabulário brejeiro.


Penso que isto deve dizer alguma coisa quanto ao nível de instrução, capacidade intelectual e educação inexistente da maioria das pessoas que acusam Salazar.

Volto a pedir, para vosso bem, estudem, investiguem, e depois argumentem como quiserem.

Abraço

Manuel Vaz- Lisboa TOPO

07/08/2006 11:13:06

caros amigos

o que relato é uma experiencia que muitos de vos
passaram pois eu não tenho idade para ter passado .
neste momento tenho 34 anos o meu pai lutou por esta liberdade escondida
varias coisas podia dizer em relação a liberdade justo ! não certamente pois não se deve pagar para trabalhar ,exemplo diziam que ,o Dr Oliveira Salazar era um ditador.eu que fui um dos prtotagonistas da revolta da ponte que ainda hoje penso que deveria ter o seu nome pois se ele era ditador mas que afirmou que depois de pagas as obras seria de livre acesso .
isso não aconteceu com os chamados democratas que se dizem a boca cheia democratas ,que temos democracia bem pagar pra trabalhar não é democratico
para mim nenhum politico neste momento tem algo que se asemelhe ao Dr Salazar
primeiro para mim foi um verdadeiro patriota orgulho-me de ter sido Portugues neste momento nem tanto orgulho-me de saber como foi aqui dito que eramos respeitados neste momento nem tanto
mas dizer o que ja foi dito não vale a pena .
penso que não existe inteligencia politica pra governar este pais como fora feito
penso ainda que o que fazia falta era sermos solidarios termos orgulho do antes do agora e do depois tal qual como fazia o Dr. Salazar
sei que não vai ser facil pela (mafia saloia*) que esta instalada neste pequeno pais
mas era esse o meu sonho que alguem se apromima-sse do homem que foi o Sr. Dr . Oliveira Salazar
a todos bem hajam.

LINO PEREIRA
PORTUGAL


lino pereira- sintra TOPO

07/08/2006 07:24:43

"Sr." Nelson, por favor guarde os seus rancores(é por demais evidente que é alguém realmente de mal com a vida) e lembre-se que este espaço é dedicado à memória de um GRANDE HOMEM,e acima de tudo um espaço de debate, mas para debater tem de ser com ideias, não com insultos.Faça um favor a todos aqueles que como eu vêm aqui para aprender com quem viveu aquela época, abstenha-se de dizer o que quer que seja que não contribua para o debate(até pode ser contra, tem de esr é educado).Para quando a alteração da constituição?Isso sim é algo que devemos debater.Força ao autor deste grande trabalho, e não se deixe abater por este IGNORANTES.

Vitor Esteves- Lisboa TOPO

06/08/2006 19:42:42

É pena não ter havido um grande número de mortes no 25 de Abril... Para matar todos vocês, e que deixem de fazer felácios ao chupão-mor.

Nelson- Lousada TOPO

04/08/2006 19:00:55

25 de Abril de 1974

Duzentos capitães ! Não os das caravelas
Não os heróis das descobertas e conquistas,
A Cruz de Cristo erguida sobre as velas
Como um altar
Como os nossos marinheiros levavam pelo mar
À terra inteira! ( Ó esfera armilar. Que fazes hoje tu nessa bandeira ? )
Ó marujos de sonho e aventura,
Ó soldados da nossa antiga glória.
Por vós o Tejo chora,
Por vós põe luto a nossa História.
Duzentos capitães ! Não os de outrora…
Duzentos capitães ,destes de agora. ( Pobres inconscientes )
Levando hílares ,ufanos e contentes
A Pátria à sepultura,
Sem sequer se mostrarem compungidos
Como é dever de soldados vencidos.
Soldados que sem serem vencidos
Abandonaram terras ,armas e bandeiras,
Populações inteiras
Pretos ,brancos ,mestiços
( Milagre português da nossa raça )
Ao extermínio feroz da populaça.
Ó capitães traidores dum grande ideal
Que tendo herdado um Portugal
Longínquo e ilimitado como o mar
Cuja bandeira, a tremular,
Assinalava o infinito português
Sob a imensidade do céu
Legais a vossos filhos um Portugal pigmeu,
Um Portugal em miniatura,
Um Portugal de escravos
Enterrado num caixão d´apodrecidos cravos !
Ó tristes capitães ufanos da derrota,
Ó herdeiros anões de Aljubarrota,
Para vossa vergonha e maldição
Vossos filhos mais tarde ocultarão
Os vossos apelido d´ignomínia….
Ó bastardos duma raça de heróis,
Para vossa punição
Vossos filhos morrerão
Espanhóis !

Monárquico da Linha Miguelista- Monção TOPO

04/08/2006 16:09:55

Já parabenizei a iniciativa de construção do site, e já expressei a minha humilde opinião, num contexto sério.
Venho só pedir, como filho de um Militar de carreira e Combatente nas províncias ultramarinas, que se comece a falar de Combatentes e não de Ex-Combatentes, e de províncias ultramarinas e não de colónias! Pensemos bem sobre a diferença...
Um abraço a todos

Pedro M.V.S. Coelho de Paula- Estoril TOPO

04/08/2006 15:03:23

Agora sim. Temos movimento.

Honremos o grande político que Portugal teve.

Viva Salazar.

Jaime Pinto- Lisboa TOPO

04/08/2006 14:54:28

Os tempos são de mudança. O ar cheira a Glória.
Temos que estar preparados, para o momento de dar à nossa querida pátria o lugar, o honra que ela merece.
Quantos somos? muitos!
Como somos? bons!
O que queremos? defender a pátria!
RQ

Ricardo Quaresma- Torres Vedras TOPO

02/08/2006 10:47:26

A partir de Salazar e até ao dia 24 de Abril de 1974, terminou o rotativismo e voltamos aos poucos a conquistar o respeito na Europa e no mundo, perdido após o regicídio.

Éramos temidos.

Salazar era visitado pelos mais importantes representantes mundiais. Não éramos confundidos com as províncias espanholas.

A partir de 25 de Abril de 1974, com o passar dos anos, começamos a perder a nossa identidade, as novas gerações estrangeiras desconhecem a nossa soberania, confundem-nos com Espanha e em vez de sermos visitados passamos a ter de ser nós a visitar. No fundo, medievalmente falando, passámos a ter de prestar vassalagem aos senhores da Europa e do mundo, quando à umas décadas atrás eles é que nos prestavam vassalagem.

Éramos valentes.

Se dantes éramos temidos, agora, vergonhosamente, tememos.

Orgulho-me de ser português, não pelo que somos, mas pelo que já fomos.

Orgulho-me de ser português pela bravura dos nossos reis e antepassados; por todas as batalhas, quer ganhas, quer perdidas; Por Portugal ter tido a Graça de ter um SALAZAR; Pela coragem que Portugal demonstrou na Guerra Colonial; Por este “nosso pequeno país na Europa” mas com possibilidades de voltar a ser “grande e dilatado noutros continentes” estar há várias centenas de anos consagradas ao Imaculado Coração de Maria.

Abraço

Manuel Vaz- Lisboa TOPO

31/07/2006 21:55:51

Sábado estive no cemitério do Vimieiro...

Cerca das 15,30h de hoje (Sábado 29 de Julho) estava no cemitério de Vimieiro, em Santa Comba Dão. Queria ver com os meus olhos onde está sepultado o Homem que foi o mais poderoso de toda a História de Portugal (isso ninguém lhe poderá tirar). Aconselho todos a lá irem... A maior parte dos parentes de todos vós tem melhor campa. É uma campa simples. É Igual a todas as outras campas anónimas que lá se encontram: uma pedra grosseira assente na terra poeirenta do cemitério.A única coisa que a distingue são as placas em sua homenagem, colocadas na parede em sua frente, por admiradores seus. As placas são muito recentes. São mais recentes até que a recente pintura que foi dada às paredes daquele pequeno e humilde cemitério de aldeia!Andamos todos enganados... Enganados por aqueles que conquistaram o poder depois do 25 de Abril e enriquecem à custa do povo Português.Tanta pompa e circunstancia para esta escumalha que só têm conduzido o país para a ruína ao mesmo tempo que enche a pança dos “amigalhaços”…Gostava de saber se as campas de Mário Soares, Cavaco Silva, Sócrates, Alegre, Portas, Durão Barroso, etc., etc., etc., vão ser tão humildes. Salazar nasceu pobre, viveu austero, morreu pobre... A sua campa é o seu reflexo: é a campa de um Homem pobre, que viveu pensando fazer o melhor pelo seu país. Não Roubou os portugueses, como o fazem, todos os dias, estes Políticos asquerosos que tomaram Portugal de assalto depois do 25 de Abril.Hoje, depois de já muitos considerandos acerca deste assunto e grandes desilusões acerca desta falsa Democracia, a direita nacionalista ganhou mais um voto: o meu. Afinal, eu e Salazar tínhamos mais em comum… e não apenas termos passado os dois, com 70 anos de intervalo, pelo mesmo curso, na mesma Universidade de Coimbra.

(texto anónimo)

http://n_uniaonacional.blogs.sapo.pt/

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Alexandre- Porto TOPO

31/07/2006 21:26:18

Antes de mais quero saudar o Sr. João Gomes pelas palavras sábias e verdadeiras que proferiu no Vimieiro no passado dia 29 de Julho. Salazar faz parte integrante da nossa História, como um dos principais personagens e daqueles a quem a Pátria mais deve, pelo seu esforço de regenaração nacional, de devolver Portugal aos portugueses, de recriar a Alma Lusitana. A sua memória permanecerá atravessando a densidade dos séculos e o encadeado das gerações. Como já há tempos referi, não podemos subtrair o Homem ao contexto histórico em que viveu e em que desenvolveu a sua actividade de estadista, que o foi, na maior e mais dilatada acepção da palavra.
A sua humildade e o seu desprendimento material foram um exemplo impressionante, que chega a comover.
A sua vontade de ser sepultado em "campa rasa" é bem ilustrativo do que referi.
Lembrar a sua memória é prestar um valioso contributo às gerações mais novas a quem foi transmitida uma mensagem falsa, deturpada e enganosa sobre a verdadeira dimensão e o real pensamento politico-filosófico de Oliveira Salazar. Repor a verdade histórica é um dever de quantos conheceram (conhecemos) a sua personalidade.
Aqui deixo ainda duas frases suas de que me recordo perfeitamente; a primeira sobre a agricultura : "A terra é tão humilde, que até se deixa pisar; e é tão nossa mã, que nos dá o pão de cada dia".
A segunda referia-se à política e Salazar dizia que "quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito".
Por aqui se vê também que o seu "pensamento" é mesmo intemporal e em simultâneo constatamos que "a História se repete"

João Ribeirinho Leal- Portalegre TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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