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04/07/2007 00:00:02 Diz a D. Katia Santos que Oliveira Salazar nunca devia ter nascido. É incrível! Ao que chegou o despudor da ignorância. De facto, a ignorância e o vento são de um grande atrevimento. O que eu lhe posso dizer é que, infelizmente, provavelmente nem daqui a 100 anos Portugal volta a ter outro Dr. António de Oliveira Salazar.
E depois diz que se orgulha de já ter nascido no tempo da Grande Revolução do 25 de Abril. Então que lhe faça muito bom proveito no futuro. Do 25 de Abril já se passaram 33 anos. Foram 33 anos de instalação de poderes paralelos, de interesses pessoais e de grupo. As classes dominantes utilizaram a democracia para a instalação de uma sociedade desumanizada, que se reflecte nos elevados índices de pobreza, fome, incultura, etc. Olhe para este País! Este sistema político está falido! Os partidos transformaram-se numa agência de empregos ao mais alto nível do Estado controlados por uma oligarquia quase soviética. Será possível não vêr isto?
Quanto à "Revolução" que diz ter havido em Portugal, não é verdade. Em Portugal não houve nenhuma "Revolução" o que houve, isso sim, foi um "Golpe de Estado", o que é totalmente diferente. Sabe qual é a diferença?... Não sabe! Então leia, leia muito e estude que assim já aprende... e evita dizer asneiradas. Bom, mas sem prejuízo de uma tentativa de sua parte, de tentar saber mais para além do que a vista alcança, posso adiantar-lhe que as "revoluções" partem do povo e os "golpes de estado" partem das forças do poder, como foi o caso em Portugal, por parte de uns tantos militares traidores da Pátria. Não foi o povo que quis a descolonização. Pense nisto.
Diz também que todos nós, Salazaristas, tinhamos uma vida boa antes do 25 de Abril. Tem razão! De facto, tinhamos uma vida boa, porque podiamos trabalhar, não faltavam empregos; podiamos estudar numa escola à nossa escolha, de noite ou de dia, fosse escola industrial, comercial ou o liceu, conforme aquilo que queriamos ser no futuro, ou por vocação; também não haviam os roubos, os assaltos e toda a criminalidade que há hoje; não havia o consumo e o tráfico de droga que há hoje; não havia a corrupção, o compadrio e a bagunça que impera hoje nas escolas; era um prazer podermos passear na rua a qualquer hora da noite sem corrermos o risco de sermos assaltados ou assassinados; também não se desbaratavam os dinheiros dos contribuintes em coisas fúteis; não havia tantos parasitas a governarem-se à custa da política, etc., etc.
Quanto a este sistema permissivo e corrupto a que se convencionou chamar "democracia" e de que a D. Katia Santos tanto parece gostar, pois da minha parte, bem pode ficar com ele desejando-lhe as maiores felicidades. Por mim, como tive o previlégio de nascer, ter sido educado, ter estudado e começado a trabalhar, numa altura em que este País era governado com rigor e competência por esse grande HOMEM que foi o Dr. António de Oliveira Salazar, que ao mesmo tempo se fazia acompanhar por muita gente séria, patriota e competente, só o posso louvar, porque o contrário seria pactuar com a ignorância e a estupidez de algumas pessoas.
Felizmente, embora tardiamente, os portugueses já começaram a perceber o logro e a traição que foi o 25 de Abril. Isto vem provar que a mentira só dura enquanto a verdade não chega.
D. Katia Santos, insisto que leia. Não faça afirmações ridículas nem fale do que não sabe. É feio e só revela ignorância. Fique sabendo que mais triste que a ignorância dos que não sabem é a ignorância dos que não querem saber.
E, já agora, se quiser saber algo mais da minha opinião acerca do grande estadista que foi O Dr. António de Oliveira Salazar, poderá ler o contributo das minhas 5 mensagens neste site nos dias 19 e 20 de Junho, e já antes no dia 1/1/2007.
VIVA SALAZAR! VIVA PORTUGAL!
03/07/2007 23:41:10 À atenção do senhor António Azevedo Obrigado por nos visitar. Diz o senhor que: P -- O DR. SALAZAR MORREU HÁ 37 ANOS E A DITADURA HÁ 33. R — A segunda questão está errada, porque a ditadura começou à 33 anos. P -- QUE PRECONIZAM, ENTÃO OS VISITANTES DESTE SÍTIO? R — Continuarmos em paz e sossego neste site a comunicar entre amigos. P -- MAIS DITADURA? R — Realmente, gostaria já no fim da minha vida, poder viver livre como sempre vivi no tempo de Salazar. P -- DEMOCRACIA, COM QUE PARTIDOS? R — Quais partidos? Eu não tenho nenhum. P -- QUE PAPEL QUEREM VOCÊS TER? R — Quanto a esta questão não percebo o que pretende. Será que se refere ao ordenado fabuloso (papel) que Vítor Constâncio recebe mensalmente. Ou as mais de 400 toneladas de ouro que nos escondem quem as “arrecadou”. Deve ser papel, porque em barras é muito pesado. P -- TÊM GENTE PRONTA? R — Pronta para quê??? P -- É TUDO GENTE SÉRIA E SÃO DIFERENTES DESTES? R — Será que pergunta se quem frequenta este site é gente séria. Bem, alguns não são. P -- O POVO NÃO É COMPETENTE PARA ESCOLHER? R — Se o povo é competente para escolher quem? Se a questão tem carácter político, lembro me que foi o povo que deu os votos a Hitler para governar. Também no Irão o povo votou em massa no sr. Kho-meini. Em Portugal também o povo votou maioritariamente no sr. Sócrates e o resultado está à vista. Ele fecha Hospitais, Centros de Saúde, Maternidades, Escolas. Temos esperança que um dia feche a porta e se vá embora. P -- POR QUE ACHAM QUE SABEM TANTO? R — Acha que sabemos muito? Pela minha parte fico sensibilizado e agradeço-lhe a opinião que tem de nós. P - POR QUE SÃO TÃO INSENSÍVEIS?. R — Isso não, nós somos sensíveis a todos os males que o povo português está a sofrer. Também somos povo.
Por agora é tudo, receba os melhores cumprimentos de Artur Silva - Santarém
03/07/2007 23:21:27 Para sra katia do barreiro: li muito atentamente a sua mensagem, e conclui o seguinte: primeiro, a velha cassete (dito, e muito bem, por costinha da maia) já está com a fita gasta de passar sempre no mesmo sítio; segundo, quem nao devia ter nascido era a senhora por concordar com a balbúrdia do pós 25 de abril, com o lema "eu governo, tu governas , ELE GOVERNA-SE". Para sua informação, foi precisamente nesta era ,que se perdeu a dignidade e o respeito pela Nação (e não só). Não minha senhora, antes tinha-se uma vida normal (boa ou má) e havia ricos e pobres. Agora, minha senhora, "sobrevive-se" enquanto assistimos à gula dos nossos governantes despesistas, e... continuam a haver pobres, mais ricos e uma enorme quantidade de corruptos e, meu Deus, MUITA INCOMPETÊNCIA! A senhora pelos vistos deve orgulhar-se disto. Ah, peço desculpa, afinal ainda bem que nasceu nesta era, porque assim assiste, como eu (e bem longe de mim), ás regras deste actual jogo político. Terceiro, quanto à comparação entre Hitler e Salazar, aconselho a informar-se melhor. Salazar cumpriu a sua missão, foi um governante digno e competente. Se você nao gosta dele, e do que ele fez, azar o seu. Salazar governou e deixou obra feita. Nunca ninguém o conseguiu derrubar. Os desordeiros, os conflituosos, os fala-baratos e, naturalmente, as pessoas como você, tinham, julgo eu, o tratamento adequado para o regime! Quanto ao site, minha senhora, só lhe digo isto: Salazar ia, com certeza, adorar o "OBREIRO DA PÁTRIA". Nota final: Que sabe a senhora de falta de humanidade??? Termina a sua mensagem com: "a luta continua..." - onde é que eu já ouvi isto? Um grande abraço para todos os salazaristas, em especial para:joão gomes,rui almeida ,cristina nobrega,antónio costa miguel m. lima,joaquim de almeida,luis azevedo,antunes da silva,joão asseiceiro,ricardo pereira,duxbellorum,costinha e artur silva.
03/07/2007 20:03:35 Cara Sra. Kátia... sem palavras, faça um favor continue assistindo ás suas novelas.
03/07/2007 18:59:36 DR. ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS - "O BEM AMADO"??? - Continuação ! -------------------------------------------------- Afim de eliminar da Mensagem de 02.07.07 a BIOGRAFIA do DR. ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS que inadvertidamente inseri no meio do assunto de que tratava a mensagem, estou enviando UMA OUTRA com a referida BIOGRAFIA eliminada. --------------------------------------------------
DR. ANTÓMIO ALMEIDA SANTOS - "O BEM AMADO"??? - Continuação ! -------------------------------------------------- Em complemento à minha Mensagem de ontem sobre S.EXCIA.CORIFEU da "EXEMPLAR DESCOLONIZAÇÃO" venho acrescentar algo mais. Muito já foi dito. Mas falta muito mais que se diga.
Será que foi considerado oficialmente "EXPOLIADO do ULTRAMAR" ? Faço essa pergunta e quem souber responda. Pessoalmente estou desconhecendo. Na hipótese de ser verdade como pode ser considerado "EXPOLIADO" ? Acaso não carregou todos os seus PERTENCES em volumosos contentores e em MOÇAMBIQUE só deixou as LIGAÇÕES COMERCIAIS ou outras que nem sabemos quais ?
Ocorre-me perguntar pelo PATRIMÓNIO de TÃO NOBRE e CONCEITUADO CAUSÍDICO ? Alguém saberá? Gostaria de conseguir penetrar na sua declaração de IMPOSTO DE RENDA. Alguém me ajuda ?
A seguir mais EXCERTOS, data venia, de "TEXTO de ADULCÍNO SILVA sobre CABORA BASSA, A ÚLTIMA EPOPEIA PORTUGUESA do SÉCULO XX”
Texto de Adulcino Silva*
Um silêncio comprometedor assola o Parlamento e contagia a comunicação social do "politicamente correcto" sobre a transmissão da maioria do capital da Hidroeléctrica da Cabora Bassa (HCB) para o Estado moçambicano. O acordo da transferência prejudica Portugal. A HCB tem vindo a gerar receitas superiores a cem milhões de dólares/ano, mostrando tendência para gradual aumento das receitas nos próximos anos. Apesar da importância que o caso se reveste, não temos conhecimento de se ter realizado qualquer debate sobre o mesmo, nem do Governo ter sido questionado no Parlamento antes da concretização do negócio, o que se nos afigura estranho.
A passagem do controlo português para o moçambicano da Hidroeléctrica da Cabora Bassa foi um mau negócio para Portugal, que passa a deter apenas 15% e, destes, 5% podem vir a ser alienados a favor de uma empresa privada. Acresce que o Governo de Lisboa perdoou a dívida da HCB ao Estado português no montante aproximado de 1,9 mil milhões de euros. Nesta verba não estão incluídos os juros que, de acordo com Bagão Félix, antigo ministro português das Finanças, "seriam quase o dobro", tendo apontado para um total de "mais de 3500 mil milhões de dólares". Dos 750 milhões de euros que Moçambique se comprometeu a pagar, 250 milhões são liquidados pelas receitas obtidas pela própria empresa. Isto é, 82% dessa importância já pertencia a Portugal por repartição de lucros, pelo que Moçambique apenas paga 18% dos 250 mil milhões. Não é, como a evidência o demonstra, um bom negócio para os Portugueses, contrariamente ao noticiado por certa comunicação social portuguesa, que "embandeirou em arco". O restante débito deverá ser pago até ao fim do próximo ano, existindo ainda a possibilidade de Moçambique liquidar essa verba em duas tranches até Julho de 2008. Segundo Bagão Félix "o acordo estava praticamente concluído em 2004. Só que Moçambique teria de pagar 1250 milhões de dólares no prazo máximo de um ano", o que nos leva a perguntar as razões ou não razões que levaram o Governo português, liderado pelo Engº José Sócrates, a reduzir substancialmente os valores anteriormente acordados? As negociações entre Portugal e Moçambique sobre Cabo Bassa - a segunda maior empresa em Moçambique - arrastavam-se há mais de 30 anos e concretizam-se quando a hidroeléctrica está a arrecadar receitas, pela venda de energia eléctrica à África do Sul e ao Zimbabwe. Este país importa de Moçambique 32% da energia que consome. Recorde-se que desde 1981 as receitas arrecadadas pela HCB têm vindo a aumentar. O fornecimento de electricidade a outros países limítrofes de Moçambique tende a ser uma realidade, o que irá proporcionar aumento do volume de receitas (e ganhos) para a HCB, S.A. Presentemente decorrem conversações para fornecimento de energia eléctrica ao Malawi. Segundo um trabalho publicado pela Média Fax (Moçambique), a HCB registrou em 2004 um volume de negócios de 17,8 triliões de meticais (moeda moçambicana). A empresa é detentora de uma das maiores linhas de condução de electricidade do mundo: 1.402 km, ligando Songo à subestação Apollo, na África do Sul. E, não menos importante, o facto de Cabora Bassa proporcionar a Moçambique de excelentes condições para empreender novas iniciativas de invulgar interesse para a economia daquele africano lusófono. Saliente-se que Cabo Bassa é um dos maiores empreendimento de todos os tempos erguido em África pelos portugueses, aliás durante um período muito conturbado pela guerrilha que obrigou a redobrada segurança em redor do gigantesco empreendimento. A guerrilha em Moçambique e uma situação internacional adversa à política de Portugal em África, originaram o atraso no retorno do volume do capital investido. Agora, com a estabilidade política que se vive naquela antiga província ultramarina portuguesa, as expectativas quanto ao futuro da HCB são as melhores. Terá sido neste contexto que o então presidente do Conselho de Administração da HCB, Carlos Veiga Anjos afirmara ao semanário Expresso:"Cabo Bassa é uma empresa muito rentável e se o seu preço de energia (decorriam negociações com a África do Sul, com Nelson Mandela em presidente) estiver de acordo com o que se pratica no mercado, criando-se as condições para o normal funcionamento da barragem e retomando assim o seu desígnio inicial". Recorde-se que em 2004 a HCB deixou de apresentar saldo negativo. Não teria sido possível a efectivação de um acordo entre Portugal e Moçambique que pelo menos não fosse tão penoso para o primeiro? Ao Governo cabe esclarecer detalhadamente os Portugueses sobre este negócio de Estado. Se o não fizer, quanto antes, incorre em suspeição.
FORAM PORTUGUESES QUE DOMARAM A FÚRIA DO ZAMBEZE Foram Portugueses os domadores das águas revoltas do rio Zambeze, cuja bacia hidrográfica ultrapassa 1. 200. 000 km2, percorrendo 800 km em território moçambicano. O Gabinete do Plano do Zambeze foi criado por Salazar para concretizar o plano destinado a transformar o vale do Zambeze numa região invulgarmente rica e para proporcionar aos portugueses (brancos, negros e mestiços) condições de vida muito para além do que se verificava nos países africanos independentes. Os meios financeiros para o referido Plano estavam assegurados, sem recurso a empréstimos externos. Para quem desconheça (e serão certamente muitos), o vale do Zambeze possui um subsolo rico em gás e carvão mineral, e um solo fértil para diversas culturas agrícolas, bem como condições privilegiadas para a pecuária e também para aproveitamento de rentabilidade segura de indústria transformadora. Acresce a tudo isto o facto de constituir uma região com todas as condições para empreendimentos turísticos. Este conjunto de riquezas despertou interesses da "holding" Geocapital de Macau, de que fazem parte, como foi recentemente noticiado em alguns meios da comunicação social moçambicana e portuguesa, Stanley Ho, Ferro Ribeiro e Dr. António Almeida Santos, entre algumas personalidades políticas e governamentais moçambicanas.
A ÚLTIMA GRANDE OBRA DE SALAZAR Cabora Bassa fazia parte de um projecto mais vasto e de singular importância que tinha por finalidade eliminar o subdesenvolvimento de uma região quase duas vezes superior à superfície do Portugal europeu. Era o Plano de Desenvolvimento do Vale do Zambeze que já estava a ser executado e que previa, no seu todo, abranger uma área superior a 210 mil km2, o equivalente a cerca de 1/4 da superfície de Moçambique. A barragem serve para regularizar os caudais do Zambeze e destina-se também a irrigar cerca de 1,5 milhão de hectares de terras do vale a que aquele rio deu o seu nome. A 11 de Janeiro de 1968 foram abertas as propostas para o início das obras preliminares do desvio do rio Zambeze bem como as obras de pavimentação de duas estradas de acesso a Cabora Bassa e a construção de uma pequena mas bem delineada cidade, dotada de todas as infraestruturas (esgotos, água potável canalizada, energia eléctrica), e servida de escolas, hospital, aeródromo, telefones, estabelecimentos comerciais, clube e espaços de lazer, destinada ao alojamento do pessoal trabalhador, cuja população chegou a ser de nove mil almas, metade da qual era composta por naturais de Moçambique. Concorreram empresas portuguesas, da Alemanha Ocidental, da África do Sul, da França e da Suécia, e a 12/3/68 foram abertas as propostas para a execução da gigantesca barragem - a segunda maior de África e a quinta maior do mundo. Os estudos sobre os caudais do Zambeze na zona de Cabo Bassa, bem como noutros locais, foram realizados por técnicos portugueses de reputação internacional do Laboratório Nacional de Engenharia Nacional. Em meados de Julho de 1968 o Dr. Oliveira Salazar reuniu o Conselho de Ministros, tendo sido decidido adjudicar a obra ao consórcio ZAMCO que apresentou a proposta mais baixa: 7.033.048.345$00, não se tendo verificado "derrapagem orçamental" e os prazos cumpridos, pormenores de rigor que deixaram de se verificar, com frequência nas obras públicas depois de "25 de Abril. O concurso previa que o "financiamento estará completado no prazo de 20 anos, contados a partir da data do início da exploração do aproveitamento", salienta o jornalista e escritor A. Santos Martins no seu livro "Cabora Bassa - a última epopeia", editado no início de 2006. O autor acompanhou muito de perto a construção da gigantesca barragem e proporciona no livro citado um conjunto de pormenores de vária ordem que arrasa os argumentos dos cérebros virgens e dos almocreves do actual regime político. A albufeira de Cabora Bassa tem, no seu ponto máximo, 40 km de largura e a sua extensão é de 270 km. Com estes números, o leitor pode ter uma ideia aproximada do que é aquele gigante erguido numa zona muito acidentada. A sua construção não colidiu com a Natureza, com o meio ambiente, como se diz agora. A África do Sul garantiu ao Governo presidido por António de Oliveira Salazar : "se necessário compraria até 2/3 da energia produzida por Cabo Bassa" e, já então, era suposto que os países limítrofes passariam a importar energia eléctrica produzida por Cabora Bassa.
ALGUNS NOMES A RECORDAR Muitos trabalhadores anónimos naturais de Moçambique, então província ultramarina portuguesa, e de outros pontos de Portugal ficaram ligados para sempre à construção do grande colosso, que merecem justo reconhecimento. Contudo, pela responsabilidade que souberam arcar, pela competência técnica demonstrada e pelo empenhamento posto na edificação de Cabora Bassa, queremos recordar respeitosamente o Engº Eduardo Arantes de Oliveira, à época ministro das Obras Públicas do Governo presidido por António de Oliveira Salazar, e presidente do Conselho Superior de Fomento Ultramarino, tendo substituido Baltazar Rebelo de Sousa como governador-geral de Moçambique. Ligado à construção de Cabo Bassa e ao Plano de Desenvolvimento do Vale de Zambeze estão também o engº Manuel Pimentel dos Santos, que foi secretário provincial em Angola e governador-geral em Moçambique; eng Crispim de Sousa, Fernando Brás de Oliveira, Fernando Castro Fontes e Falcão e Cunha. Poucas décadas depois da construção - mercê de esforço hercúleo e de grande capacidade portuguesa - desse monumento de betão e aço, gerador de desenvolvimento económico e social , um governo português entendeu ceder a Moçambique, a "preço de saldo" uma das maiores obras erguidas no século XX pelos Portugueses em África. Foi a última epopeia.
CONSTUTOR ENG.º BRAZ OLIVEIRA" -------------------------------------------------
Chamamos a vossa ESPECIAL ATENÇÃO para o parágrafo seguinte :
"Este conjunto de riquezas despertou interesses da "holding" Geocapital de Macau, de que fazem parte, como foi recentemente noticiado em alguns meios da comunicação social moçambicana e portuguesa, Stanley Ho, Ferro Ribeiro e Dr. António Almeida Santos, entre algumas personalidades políticas e governamentais moçambicanas"
E ENTÃO MEUS NOBRES E SOFRIDOS CONCIDADÃOS que dizer ou FAZER ? Que cada um de per si encontre a RESPOSTA e interligue TUDO para se concluir "PORQUE SE DERRUBOU O IMPÉRIO PORTUGUÊS" ?
Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo TOPO
| Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
03/07/2007 18:30:58 Senhor Joaquim de Almeida:Nao fique preocupado,com o facto de um Portugues destes que agora pululam,pelo Pais,assumir a Presidencia da Uniao Europeia;por varias razoes. Todos os Parlamentares e entidades responsaveis;pela Organizacao sabem o que estao a fazer. O cargo tem uma duracao de 6 meses,vai passar a ser rotativo. Tudo esta feito e organizado,por inteligencias e capacidades.Sera neste caso so seguir o que esta,decidido e organizado,simples. Todos os Paises da Europa,(OS LIDERES), vao estar com todos os olhos postos,no mais pequeno resvalo. Sera um homem para ser controlado,o que tem ao entrar sera o mesmo que tera ao sair,aqui nao lhes e permitido,uso de influencias,troca de favor por mais valias,nem a ostentacao de riquezas imediatas,isso aqui nao existe,tambem porque os membros responsaveis pela Organizacao e todos os chefes de Governos dos Paises da Europa,sabem de ha muito,que estes homens Portugueses desde 1974,enriquecem por vigarices,favores prestados,negocios pouco claros,teem o conhecimento da imensa corrupcao que prolifera em Portugal em todas as areas do Pais e membros dos governos,tambem sao informados dos cursos de engenheiro que nao existem,do despedimento de um professor por ter dito as verdades sobre esse engenheiro,tambem sabem que esse engenheiro processou um Rapaz(desculpem nao sei o seu nome),por ter mostrado o curriculum academico!?dele num blog construido por esse Rapaz. Aqui neste Pais existe a liberdade de expressao,porque e um Pais verdadeiramente Democratico,aqui este Povo diz;esse homem tem PODER e e rapido!?entao porque razao; ele nao acelera os julgamentos do caso (CASA PIA!?). Por todas estas razoes e mais algumas que conheco. Nao ha motivos para preocupacoes,pelas incompetencias desses homens,por todos os Paises da Europa estao bem informados de tudo e sobre tudo. Sera so um carneiro a seguir as ordens dos demais. Isso tambem da jeito por vezes para alguns,ou para todos.
HA MEMORIA DE SALAZAR
03/07/2007 13:11:55 O site,(O OBREIRO DA PATRIA),provavelmente e o site mais procurado da internet,por Laicos e Catolicos,por pessoas de bem e as outras,por intelectuais e as outras,por Patriotas e as outras,por pessoas que vivem do seu trabalho e as outras,por pessoas que teem a capacidade de discernir; entre o certo, o bem,o que sao Politicos na vida de um Pais e as outras,entre as o que foi Portugal no tempo do (PROFESSOR DR.ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR),e o Portugal de hoje que vive do dinheiro do suor dos Povos do Norte da Europa,e nem a capacidade teem para gerir esses dinheiros. Bem no tempo de SALAZAR,a grande diferenca nas mulheres desse tempo e nas mulheres de hoje,(com algumas excepcoes felizmente), era que nao havia,nem a promiscuidade,nem a permissividade,nem os excessos;que hoje existe;nesse tempo as mulheres eram senhoras de grande integridade e respeito,eram maes de familia em toda a excepcao da palavra,nao confundir intergridade, decencia com libertinagem, com facilidade, ou prostituicao nas suas multiplas formas de o fazer e usar,hoje em Portugal a mulher perdeu o interesse, ate encomendam o assassinato do marido por dinheiro,hoje Portugal vive de futebol e telenovelas,ate no Estrangeiro se sabe que ha hora das telenovelas Portugal para as hurgencias hospitalares descansam,as vitimas de violencia domestica dao entrada depois das telenovelas,porque sera!?porque as mulheres tiram os homens do Serio porque os fazem perder a cabeca!?porque existem tantas telenovelas nos canais de TV!?por serem produtos alienatorios!?sim para as Portuguesas nao verem as realidades da Miseria e Pobreza,em que Portugal esta mergulhado ha 33 anos,criar na mente das Portuguesas uma vida de ilusao e fantasia. Como foi possivel que as mulheres que conheco do tempo de SALAZAR,tinham profissoes academicas,estudaram medicina algumas delas e trabalhavam!? Porque sera que Algumas das pessoas,que fazem as suas mensagens no site(O OBREIRO DA PATRIA),teem uma vida social, economica ou profissional muito acima da media hoje,como a tiveram antes? A resposta e facil:sao pessoas(mulheres de grande valor e merito),que lutam que se esforcam,dentro de valores,capacidades e competencias,para terem esses privilegios,sociais,sem se oferecerem em troca de favores,empregos ou cargos,sem destruirem as colegas ou difamar, para com isso quererem agradar a chefes. a falta de Moral, de escrupulos,de senso,de respeito,e tao grande que ate desejam a morte de um( HOMEM ),que ELE nunca tivesse vivido,...E tao grande como a enorme frustracao que mostra ter,e a enorme falta de cultura,deve de ser um dejecto andante. Existiu em tempos em Portugal uma grande mulher e jornalista de seu nome(VERA LAGOA),que escrevia,(o PCP,tem uma mulher que sempre que ha, manifestacoes: e eram todos os dias, porque e disso que essas pessoas vivem,por esse e outros motivos levaram Portugal ha Banca Rota,porque trabalhar e para os outros e mais facil roubar),essa mulher ficava sempre gravida,...termino aqui palavras mais para o que!?.Esta tudo explicado.
HA MEMORIA DE SALAZAR
DE UMA ORFA DE SALAZAR,UMA ORFA DA PATRIA
VIVA SALAZAR,VIVA O PORTUGAL DE SALAZAR,SALAZAR SEMPRE,
03/07/2007 10:58:48 cara Katia ...essa cassete já tá gasta, já tem 33 anos e enganou muita gente. ...gente acostumada a acreditar e confiar nos seus governantes. ...e o ilusionismo de 25 abril, facilmente fantasiou mentes trabalhadoras, despreocupadas com truques e ilusões. foi fácil demais. Mas para quem viveu esse tempo, lhe garanto, que já acordaram. Já não há magia que valhe. ...só mesmo para os jovens cumprimentos
03/07/2007 01:04:30 que grande confusao;li uma pequena mensagem,pequena e confusa mensagem de alguem que esta perdido no tempo,lugares e situacoes,a unica infeliz certeza,esta na data do falecimento do PROFESSOR DR.ANTONIO DE OLIVEIRA SALAZAR,depois vem a confusao entre o site e o sitio,mais uma ditadura que terminou ha 33 anos,mas fiquei sem saber se esses 33 anos,estao perdidos tambem no tempo como o autor,ou se sao 33 anos a esta parte(isto e desde 1974),em questao de sensibilidade,mas onde entra aqui a sensibilidade!?confundir informacao da realidade,dos insurretos que se insurgiram contra a PATRIA no 25 de Abril de 1974,desmascarar os traidores e oportunistas da PATRIA,com falta de sensibilidade e um pouco confuso,sabemos muito?somos diferentes?nisso nao ha duvida alguma,porque nos somos SALAZARISTAS;se somos pessoas serias!?alguem que poe a honestidade ou seriedade,de outras pessoas em causa,e desonesto ou vigarista,porque o ser humano projecta para as outras pessoas aquilo que ele e,como pessoa,la diz o velho ditado quem e desconfiado nao e honesto. Se queremos outra ditadura!?em que Mundo vive esta pessoa!?se a unica ditadura em Portugal existente e esta desde 1974,a esta parte,mas como e possivel que exista gente torpe,que grande confusao.Gente pronta? pode crer que sim e sao milhoes de Portugueses d'quem e alem mar,ou ja esqueceu que quando SALAZAR faleceu,todo mas todo o Povo Portugues chorou a sua morte esteve presente no seu funeral,do Minho a Timor,se houveram hipocritas ou falsos Portugueses,foram tao poucos, que nao entram em estatisticas,a verdade foi que todo o Portugal chorou a grande perda de um dos maiores Estadistas do Mundo,isso foi visto em todo o Mundo,todos os Paises assistiram a esse luto dos Portugueses e de Portugal.
HA MEMORIA DE SALAZAR
02/07/2007 23:39:35 Caro Sr.António Azevedo, eu devido á minha idade de ditadura só conheço o que observo em documentos e em testemunhos, posso lhe dizer que são bastantes e desses muitos são nacionais e outros até internacionais. Posso também lhe dizer que ninguém na minha familia e circulo de amigos ninguém foi perseguido, não sei se foi por serem pessoas simples que viviam do seu trabalho e porque respeitavam o próximo.... Quanto a democracia com partidos infelizmente também não posso falar, pois eu só vivi quatro dias nesse sistema.... numa viagem que fiz à Alemanha no inicio deste ano, posso lhe dizer que até me agradou. O papel deste site é homenagear o grande estadista e contar o outro lado da história, essa mesma que tentam ocultar estes politicozecos que temos agora por aí. Gente séria aqui parece ter muita, melhores que estes também tem ( o que não é dificil pois estes que temos são do pior que há). Quanto ás duas últimas perguntas, o Sr. estará mais habilitado, pois elas são presunções suas, da minha parte só o posso ajudar dizendo-lhe que não perco tempo a ver novelas. Os meus cumprimentos VIVA PORTUGAL! FORA COM OS TRAIDORES!
02/07/2007 21:34:30 Exmos Senhores: Caros colegas,estou de regresso ha Patria,ao site(O OBREIRO DA PATRIA),agradeco as manisfestacoes, aqui demonstradas,pelos colegas;Rui Almeida,Joaquim de Almeida e ex-combatente,que considero,combatente,no passado pegou em armas, para defender a Patria,hoje usa a palavra escrita, para continuar a defender a Patria. O meu muito obrigada,a todos pelo apoio e afecto,demonstrado. Li as vossas mensagens;congratulo ao verificar,o desenvolvimento das mensagens e a sua forte mensagem,as mentiras,a traicao e a mistificacao dos acontecimentos dramaticos,com as nossas Provincias Ultramarinas e todos os seus povos. Lamento que o senhor Ricardo Silveira,va desistir do site (O OBREIRO DA PATRIA),mas quando diz que mudou algumas opinioes mais radicais,digo que pessoas radicais ou extremistas,nunca foram boas companhias para ninguem,mas nao desista,dos fracos nao reza a Historia. Tambem li um artigo, escrito por alguem no Tal%Qual,que se encontra na Galeria de Imagens,palavras,palavras,palavras;para no fim o resultado ser uma estampa em tres posicoes,do cavalo branco vindo da Russia,e sobre a PIDE,mas porque a Pide nao foi eficiente,e eliminou a tosse a quem sofria de catarro,hoje nao estariam a contaminar em bacterias, o ar que todos nos respiramos. Sobre uma condecoracao,atribuida ha mulher,do(PCP), Partido dos Parasitas Canalhas Panel,nao escrevo o resto porque e feio para uma senhora,(mas tratasse de uma panela sem tampa),porque nao uma condecoracao para essa dama,ela bem que podia casar com o pretenso engenheiro,dito ministro,e ser a primeira dama do Pais,porque essas pessoas que teem passado pelos pretensos governos de Portugal ha 33 anos,todos mas todos teem falta de cultura,de inteligencia,de educacao,de moral,de etica,de savoir-faire,de classe,de distincao,de carisma,sao na verdade uns pequenos homenzinhos cinzentos,ignorantes e ridiculos,com pretencao a grandes Lideres,por outro lado as condecoracoes desde 1974,nao teem nenhum valor Historico nem Patriotico; sao equivalentes has medalhas em cortica,nao teem qualquer significado,distribuem condecoracoes, por tudo e por nada, a todos e qualquer um,eles ou elas ficam felizes por isso,para mim fico com uma imensa vontade de me rir,digo vai mais uma medalha de cortica,ao falar com estrangeiros,familia,amigos sobre o curso de engenheiro desse ministro as suas mentiras e patranhas,para o povo Portugues,a reaccao,dessas pessoas, e a seguinte; esse homem tem que ir para a rua,pois eles falam assim porque na Holanda seria o que aconteceria de imediato,com um homem desses num governo,mas em Portugal no Portugal de agora,no Portugal de ha 33 anos,a esta parte,tudo e possivel,para a rua foi o professor que falou,em tribunal esta o Senhor do Blog Portugal Amordacado,que expos o Curriculum academico!?desse pretenso ministro,mas aqui na Holanda venha meter-me em tribunal,porque eu enviei esse mesmo documento,traduzido para varias pessoas via internet,informo o pretenso ministro que nao sao pessoas do povo algumas delas,aqui na Holanda assumo a responsabilidade de informar,as pessoas com responsabilidades,de quem sao e como sao os homenzinhos que se dizem ministros em Portugal,divulgo toda a informacao necessaria,faco circular todos os documentos de cursos incompletos ou comprados por meio de favores entre a estirpe do mesmo galho.
HA MEMORIA DE SALAZAR
02/07/2007 19:03:18 Sinceramente, acho isto tudo é doentio. Salazar nunca devia ter nascido quanto mais governado Portugal. Tenho orgulho em ter nascido num País em que já não reina o Fascismo, orgulho em ter acontecido a GRANDE REVOLUÇÃO DO 25 de ABRIL, em que o Povo lutou pela sua dignidade e respeito, sempre contra a ditadura de que eram vitimas, mas resistentes :) Aposto que todos vocês antes do 25 de Abril tinham uma "vida boa" (lol, santa ignorância), mas pensem na quantidade de pessoas que sofreram durante esses anos, pensem em todas as repressões de que as pessoas eram vitimas: Hora de Recolher? Não poder falar, questionar? A Mulher não poder exercer uma profissão com os mesmos direitos, não poder adquirir habitação própria (a não ser que fosse casada)? PIDE?? Legionários? Não poder conversar na rua? Analfabetismo? Diferenças de direitos entre classes sociais? Negociações com Hitler, um governo Nazi?Censura?........ Até para ter um isqueiro era preciso pagar imposto.. Bem, se são a favor de tudo isto, não são Humanos! Aliás, a hipocrisia reina sobre as vossas sombras, porque se concordam com o Estado Novo, porque não adquirem vocês todos esses hábitos? A quantidade de coisas que deixariam de fazer era imensa.
* Se são contra a liberdade de expressão (tal como Salazar), não postem mais comentários e acabem com o site de uma x por todas, porque de certeza que ele seria contra a internet, convinha que o povo não adquirisse muita informação né..?
A LUTA CONTINUA SEMPRE CONTRA O FASCISMO!!
NÃO ao Fascismo NÃO ao Racismo NÃO ao Nazismo
02/07/2007 12:27:14 DR. ANTÓMIO ALMEIDA SANTOS - "O BEM AMADO"??? - Continuação ! -------------------------------------------------- Em complemento à minha Mensagem de ontem sobre S.EXCIA.CORIFEU da "EXEMPLAR DESCOLONIZAÇÃO" venho acrescentar algo mais. Muito já foi dito. Mas falta muito mais que se diga.
Será que foi considerado oficialmente "EXPOLIADO do ULTRAMAR" ? Faço essa pergunta e quem souber responda. Pessoalmente estou desconhecendo. Na hipótese de ser verdade como pode ser considerado "EXPOLIADO" ? Acaso não carregou todos os seus PERTENCES em volumosos contentores e em MOÇAMBIQUE só deixou as LIGAÇÕES COMERCIAIS ou outras que nem sabemos quais ?
Ocorre-me perguntar pelo PATRIMÓNIO de TÃO NOBRE e CONCEITUADO CAUSÍDICO ? Alguém saberá? Gostaria de conseguir penetrar na sua declaração de IMPOSTO DE RENDA. Alguém me ajuda ?
A seguir mais EXCERTOS, data venia, de "TEXTO de ADULCÍNO SILVA sobre CABORA BASSA, A ÚLTIMA EPOPEIA PORTUGUESA do SÉCULO XX "
" A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z Texto de Adulcino Silva*
Um silêncio comprometedor assola o Parlamento e contagia a comunicação social do "politicamente correcto" sobre a transmissão da maioria do capital da Hidroeléctrica da Cabora Bassa (HCB) para o Estado moçambicano. O acordo da transferência prejudica Portugal. A HCB tem vindo a gerar receitas superiores a cem milhões de dólares/ano, mostrando tendência para gradual aumento das receitas nos próximos anos. Apesar da importância que o caso se reveste, não temos conhecimento de se ter realizado qualquer debate sobre o mesmo, nem do Governo ter sido questionado no Parlamento antes da concretização do negócio, o que se nos afigura estranho.
A passagem do controlo português para o moçambicano da Hidroeléctrica da Cabora Bassa foi um mau negócio para Portugal, que passa a deter apenas 15% e, destes, 5% podem vir a ser alienados a favor de uma empresa privada. Acresce que o Governo de Lisboa perdoou a dívida da HCB ao Estado português no montante aproximado de 1,9 mil milhões de euros. Nesta verba não estão incluídos os juros que, de acordo com Bagão Félix, antigo ministro português das Finanças, "seriam quase o dobro", tendo apontado para um total de "mais de 3500 mil milhões de dólares". Dos 750 milhões de euros que Moçambique se comprometeu a pagar, 250 milhões são liquidados pelas receitas obtidas pela própria empresa. Isto é, 82% dessa importância já pertencia a Portugal por repartição de lucros, pelo que Moçambique apenas paga 18% dos 250 mil milhões. Não é, como a evidência o demonstra, um bom negócio para os Portugueses, contrariamente ao noticiado por certa comunicação social portuguesa, que "embandeirou em arco". O restante débito deverá ser pago até ao fim do próximo ano, existindo ainda a possibilidade de Moçambique liquidar essa verba em duas tranches até Julho de 2008. Segundo Bagão Félix "o acordo estava praticamente concluído em 2004. Só que Moçambique teria de pagar 1250 milhões de dólares no prazo máximo de um ano", o que nos leva a perguntar as razões ou não razões que levaram o Governo português, liderado pelo Engº José Sócrates, a reduzir substancialmente os valores anteriormente acordados? As negociações entre Portugal e Moçambique sobre Cabo Bassa - a segunda maior empresa em Moçambique - arrastavam-se há mais de 30 anos e concretizam-se quando a hidroeléctrica está a arrecadar receitas, pela venda de energia eléctrica à África do Sul e ao Zimbabwe. Este país importa de Moçambique 32% da energia que consome. Recorde-se que desde 1981 as receitas arrecadadas pela HCB têm vindo a aumentar. O fornecimento de electricidade a outros países limítrofes de Moçambique tende a ser uma realidade, o que irá proporcionar aumento do volume de receitas (e ganhos) para a HCB, S.A. Presentemente decorrem conversações para fornecimento de energia eléctrica ao Malawi. Segundo um trabalho publicado pela Média Fax (Moçambique), a HCB registou em 2004 um volume de negócios de 17,8 triliões de meticais (moeda moçambicana). A empresa é detentora de uma das maiores linhas de condução de electricidade do mundo: 1.402 km, ligando Songo à subestação Apollo, na África do Sul. E, não menos importante, o facto de Cabora Bassa proporcionar a Moçambique de excelentes condições para empreender novas iniciativas de invulgar interesse para a economia daquele africano lusófono. Saliente-se que Cabo Bassa é um dos maiores empreendimento de todos os tempos erguido em África pelos portugueses, aliás durante um período muito conturbado pela guerrilha que obrigou a redobrada segurança em redor do gigantesco empreendimento. A guerrilha em Moçambique e uma situação internacional adversa à política de Portugal em África, originaram o atraso no retorno do volume do capital investido. Agora, com a estabilidade política que se vive naquela antiga província ultramarina portuguesa, as expectativas quanto ao futuro da HCB são as melhores. Terá sido neste contexto que o então presidente do Conselho de Administração da HCB, Carlos Veiga Anjos afirmara ao semanário Expresso:"Cabo Bassa é uma empresa muito rentável e se o seu preço de energia (decorriam negociações com a África do Sul, com Nelson Mandela em presidente) estiver de acordo com o que se pratica no mercado, criando-se as condições para o normal funcionamento da barragem e retomando assim o seu desígnio inicial". Recorde-se que em 2004 a HCB deixou de apresentar saldo negativo. Não teria sido possível a efectivação de um acordo entre Portugal e Moçambique que pelo menos não fosse tão penoso para o primeiro? Ao Governo cabe esclarecer detalhadamente os Portugueses sobre este negócio de Estado. Se o não fizer, quanto antes, incorre em suspeição.
FORAM PORTUGUESES QUE DOMARAM A FÚRIA DO ZAMBEZE Foram Portugueses os domadores das águas revoltas do rio Zambeze, cuja bacia hidrográfica ultrapassa 1. 200. 000 km2, percorrendo 800 km em território moçambicano. O Gabinete do Plano do Zambeze foi criado por Salazar para concretizar o plano destinado a transformar o vale do Zambeze numa região invulgarmente rica e para proporcionar aos portugueses (brancos, negros e mestiços) condições de vida muito para além do que se verificava nos países africanos independentes. Os meios financeiros para o referido Plano estavam assegurados, sem recurso a empréstimos externos. Para quem desconheça (e serão certamente muitos), o vale do Zambeze possui um subsolo rico em gás e carvão mineral, e um solo fértil para diversas culturas agrícolas, bem como condições privilegiadas para a pecuária e também para aproveitamento de rendabilidade segura de indústria transformadora. Acresce a tudo isto o facto de constituir uma região com todas as condições para empreendimentos turísticos. Este conjunto de riquezas despertou interesses da "holding" Geocapital de Macau, de que fazem parte, como foi recentemente noticiado em alguns meios da comunicação social moçambicana e portuguesa, Stanley Ho, Ferro Ribeiro e Dr. António Almeida Santos, entre algumas personalidades políticas e governamentais moçambicanas. A ÚLTIMA GRANDE OBRA DE SALAZAR Cabora Bassa fazia parte de um projecto mais vasto e de singular importância que tinha por finalidade eliminar o subdesenvolvimento de uma região quase duas vezes superior à superfície do Portugal europeu. Era o Plano de Desenvolvimento do Vale do Zambeze que já estava a ser executado e que previa, no seu todo, abranger uma área superior a 210 mil km2, o equivalente a cerca de 1/4 da superfície de Moçambique. A barragem serve para regularizar os caudais do Zambeze e destina-se também a irrigar cerca de 1,5 milhão de hectares de terras do vale a que aquele rio deu o seu nome. A 11 de Janeiro de 1968 foram abertas as propostas para o início das obras preliminares do desvio do rio Zambeze bem como as obras de pavimentação de duas estradas de acesso a Cabora Bassa e a construção de uma pequena mas bem delineada cidade, dotada de todas as infraestruturas (esgotos, água potável canalizada, energia eléctrica), e servida de escolas, hospital, aeródromo, telefones, estabelecimentos comerciais, clube e espaços de lazer, destinada ao alojamento do pessoal trabalhador, cuja população chegou a ser de nove mil almas, metade da qual era composta por naturais de Moçambique. Concorreram empresas portuguesas, da Alemanha Ocidental, da África do Sul, da França e da Suécia, e a 12/3/68 foram abertas as propostas para a execução da gigantesca barragem - a segunda maior de África e a quinta maior do mundo. Os estudos sobre os caudais do Zambeze na zona de Cabo Bassa, bem como noutros locais, foram realizados por técnicos portugueses de reputação internacional do Laboratório Nacional de Engenharia Nacional. Em meados de Julho de 1968 o Dr. Oliveira Salazar reuniu o Conselho de Ministros, tendo sido decidido adjudicar a obra ao consórcio ZAMCO que apresentou a proposta mais baixa: 7.033.048.345$00, não se tendo verificado "derrapagem orçamental" e os prazos cumpridos, pormenores de rigor que deixaram de se verificar, com frequência nas obras públicas depois de "25 de Abril. O concurso previa que o "financiamento estará completado no prazo de 20 anos, contados a partir da data do início da exploração do aproveitamento", salienta o jornalista e escritor A. Santos Martins no seu livro "Cabora Bassa - a última epopeia", editado no início de 2006. O autor acompanhou muito de perto a construção da gigantesca barragem e proporciona no livro citado um conjunto de pormenores de vária ordem que arrasa os argumentos dos cérebros virgens e dos almocreves do actual regime político. A albufeira de Cabora Bassa tem, no seu ponto máximo, 40 km de largura e a sua extensão é de 270 km. Com estes números, o leitor pode ter uma ideia aproximada do que é aquele gigante erguido numa zona muito acidentada. A sua construção não colidiu com a Natureza, com o meio ambiente, como se diz agora. A África do Sul garantiu ao Governo presidido por António de Oliveira Salazar : "se necessário compraria até 2/3 da energia produzida por Cabo Bassa" e, já então, era suposto que os países limítrofes passariam a importar energia eléctrica produzida por Cabora Bassa.
ALGUNS NOMES A RECORDAR Muitos trabalhadores anónimos naturais de Moçambique, então província ultramarina portuguesa, e de outros pontos de Portugal ficaram ligados para sempre à construção do grande colosso, que merecem justo reconhecimento. Contudo, pela responsabilidade que souberam arcar, pela competência técnica demonstrada e pelo empenhamento posto na edificação de Cabora Bassa, queremos recordar respeitosamente o Engº Eduardo Arantes de Oliveira, à época ministro das Obras Públicas do Governo presidido por António de Oliveira Salazar, e presidente do Conselho Superior de Fomento Ultramarino, tendo substituido Baltazar Rebelo de Sousa como governador-geral de Moçambique. Ligado à construção de Cabo Bassa e ao Plano de Desenvolvimento do Vale de Zambeze estão também o engº Manuel Pimentel dos Santos, que foi secretário provincial em Angola e governador-geral em Moçambique; engºs Crispim de Sousa, Fernando Brás de Oliveira, Fernando Castro Fontes e Falcão e Cunha. Poucas décadas depois da construção - mercê de esforço hercúleo e de grande capacidade portuguesa - desse monumento de betão e aço, gerador de desenvolvimento económico e social , um governo português entendeu ceder a Moçambique, a "preço de saldo" uma das maiores obras erguidas no século XX pelos Portugueses em África. Foi a última epopeia.
CONSTUTOR ENG.º BRAZ OLIVEIRA" -------------------------------------------------
Chamamos a vossa ESPECIAL ATENÇÃO para o parágrafo seguinte :
"Este conjunto de riquezas despertou interesses da "holding" Geocapital de Macau, de que fazem parte, como foi recentemente noticiado em alguns meios da comunicação social moçambicana e portuguesa, Stanley Ho, Ferro Ribeiro e Dr. António Almeida Santos, entre algumas personalidades políticas e governamentais moçambicanas"
E ENTÃO MEUS NOBRES E SOFRIDOS CONCIDADÃOS que dizer ou FAZER ? Que cada um de per si encontre a RESPOSTA e interligue TUDO para se concluir "PORQUE SE DERRUBOU O IMPÉRIO PORTUGUÊS" ?
| Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
02/07/2007 11:22:03 ACONTECIMENTOS DE MOÇAMBIQUE -7 Setembro de 1974.- SR.VÍCTOR MANUEL A.F. ELIAS. --------------------------------------------------
Agradeço ao SR. VÍCTOR MANUEL as correcções à minha mensagem sobre os acontecimentos de 7 SETEBRO de 1974. Socorri-me de relatos da Época. Certamente sua Exposição merece-me o MAIOR CRÉDITO e RESPEITO. Trata-se de TESTEMUNHA OCULAR. Concito todos aqueles que foram TESTEMUNHAS OCULARES de acontecimentos, que, nem o Sr Víctor , participem dando suas versões e depoimentos.
Saudações a todos ! Bem haja todos os participantes !!!
| Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
01/07/2007 23:57:05 O dr. Salazar morreu há 37 anos e a ditadura há 33 . Que preconizam, então os visitantes deste sítio?. Mais ditadura?, democracia, com que partidos?. Que papel querem vocês ter? Têm gente pronta? É tudo gente séria e são diferentes destes?. O povo não é competente para escolher? Por que acham que sabem tanto? Por que são tão insensíveis?.
01/07/2007 20:43:16 DR. ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS - "O BEM AMADO" ??? -------------------------------------------------- Tal qual o "O MEU MUI AMADO DR. MÁRIO SOARES",aqui apresento um outro que merece ser "ADORADO e AMADO", em especial por todos aqueles que SOFRERAM na CARNE e na HONRA a "EXEMPLAR DESCOLONIZAÇÃO" do ULTRAMAR PORTUGUÊS e a DERRUBADA do IMPÉRIO PORTUGUÊS. Assim sem mais nem menos se decidiu, sem PESTANEJAR, o DESGRAÇADO FUTURO de MILHÕES de Pessoas. Não se trata de BRANCOS ùnicamente mas sim também de NEGROS ou de qualquer outra cor. Todos como soi-se dizer "PAGARAM O PATO" que S. EXAS. muito bem souberam comer. Não sobrou para ninguém a não ser para ELES PRÓPRIOS, crueis e desumanos, que tudo levaram e ainda se BANQUETEIAM com os RESTOS. Que a DIGESTÃO não seja fácil. Curioso notar que S.Exas são do mesmo PARTIDO o famoso Partido SOCIALISTA, socialista mas só de nome.Vejam que um, com 81 anos de idade ainda quis ser PRESIDENTE do PARTIDO SOCIALISTA e o outro, com 83 anos de idade, aproveitou para ser nomeado "PRESIDENTE DA COMISSÃO DE LIBERDADE RELIGIOSA". Mesmo ATEUS tudo serve. Depois havemos de concordar que têm autêntica VOLÚPIA por PRESIDÊNCIAS. Em outras oportunidades que não faltarão voltarei a ESTE ASSUNTO PALPITANTE.
Agora, DATA VENIA, apresento este "MIMO" de carta, endereçada a S.EXA. o DR. ANTÓNIO de ALMEIDA SANTOS, de JOSÉ de VASCONCELLOS e SÁ. Carta que faz parte de meus ARQUIVOS (FICHEIROS) informáticos : ------------------------------------------------ Carta aberta a Almeida Santos de: José de Vasconcellos e Sá Licenciado em História e Filosofia e-mail: dom.tancredo1@servidor.pt
Dr. Almeida Santos, o senhor é um homem inteligente. Então, porque é que, ás vezes, se comporta como um idiota? Será alguma das modalidades do direito à diferença? Como as do género do raciocínio dos homossexuais para moralizar a errada utilização de alguns órgãos do corpo? O senhor sabe, perfeitamente, que foi um dos classificados como espoliados que trouxe para Portugal toda a riqueza que conseguiu em Moçambique. A meu irmão, que trabalhou em Luanda, quase 40 anos, que foi o engenheiro da Barragem do Cambambe foram roubados todos os bens, incluindo duas moradias, os contentores em que vinham as mobílias desapareceram. E quantas centenas de milhar de outros portugueses regressaram para não ser mortos e com uma das mãos à frente e outra atrás? E tudo porquê? Por que o senhor e outros socialistas como Mário Soares e esquerdistas pensaram, exclusivamente, em salvaguardar os próprios bens e conquistar simpatias e apoios internacionais, se borrifaram para agir de maneira a minimizar as desgraças dos outros e a honrar o País. E longe de terem realizado a libertação dos povos, que não estavam sequer oprimidos, sujeitaram-nos a ditaduras implacáveis e entregaram-nos à voracidade do Comunismo Internacional. Milhares de crianças morrem todos os dias de fome e de frio, a Sida, ouvi nos Noticiários, ataca 70% da população de Angola. A mulher de José Eduardo dos Santos vai, no seu avião privado, ao cabeleireiro a Paris. E diz-se que o marido é um dos cidadãos mais ricos a nível mundial. Das três ou mais dezenas de processos para solucionar os problemas do Ultramar, sem quaisquer prejuízos para ambas as partes, o senhor cus seus capangas (numa carta que me escreveu chamou-lhes papagaios) optaram pela pior maneira. Os portugueses podiam e deviam ter lá permanecido embora em condições diferenciadas. A sua presença teria resolvido questões fundamentais, ter-se-ia impedido o regresso das doenças infecto-contagiosas que matam, actualmente, milhares de cidadãos. Angola, as estatísticas o afirmam, tem de momento cerca de 16 milhões de habitantes, precisa de cinco ou seis vezes mais. Portugal viveria melhor com menos quatro ou cinco milhões. Alguém já conseguiu ou tentou com um diálogo resolver as carências e os excessos populacionais? Ninguém! Até que ponto será viável a acusação criminosa de responsabilizar os padrinhos da autodeterminação, tal como foi concebida e executada, de assassinos, de crápulas, de portugueses traidores, etc? O senhor atreveu-se, há dias, a equiparar, na televisão, em ataque camuflado, o que o filia como membro do clube dos de mau carácter, Cavaco Silva a Salazar. Disse, textualmente, anda por aí um candidato a PR que despreza os partidos, que não lhes atribui importância. E sublinhou em tom sarcástico (já uma vez lhe pus a si o cognome de o "assassino da voz meiga") que "Salazar subscreveria estes juízos". O senhor não tem vergonha? Se quer injuriar Cavaco Silva faça-o com frontalidade, dê pureza às frases acusatórias, assuma-se como defensor de um velho prepotente, malcriado que nem sabe sentar-se à mesa por que leva a boca ao prato e não a colher à boca. Carlos Castro, o cronista social, no livro de que é autor, equiparou-o a um suíno a comer nas gamelas. E por amor de Deus, não relacione Salazar que foi um dos mais relevantes estadistas do século com os incompetentes que governam hoje Portugal e só têm enchido os bolsos. Salazar nunca o fez. Foi um administrador honesto, com visão medíocre mas nunca menosprezou Portugal, nem vexou fosse quem fosse. Nem invocou a falta de confiança política para proteger e nomear incompetentes atribuindo-lhes salários principescos imerecidos e reformas antecipadas escandalosas e obscenas com meia dúzia de anos nos cargos. A maioria dos trabalhadores exerce profissões de enorme responsabilidade e usufrui reformas de miséria após 35 e 40 anos de actividade. Os beneficiados são militantes do PS. Também chama a este esquema democracia? A conclusão lógica e o senhor nem deve ter dado por isso, a critica que fez a Cavaco Silva, é um elogio. A Constituição prescreve que o PR é supra-partidário, não deve nem pode agir condicionado por ideais ideológicos. Logo, a expressão injuriosa utilizada de não ligar aos partidos, é a prova provada de que, se vencer as presidenciais, se comportará com isenção e recusará favorecer os tais papagaios que a si o aplaudem. O ódio aos valores autênticos, muitas vezes, provoca a hilariedade dos auditores. É o meu caso! O que me irrita, Almeida Santos, é que o senhor se imagina democrata (o Socialismo nunca o foi) e se orgulha de dizer frases sem nexo para que os militantes do PS e alguns tolos continuem a acreditar que o Socialismo é capaz de descobrir soluções seja para o que for e que Mário Soares é um cidadão correcto. Pergunte à Nicole Fontaine, se faz favor. Sabe, leia o livro de Gorbachov, ele afirma que o Socialismo ainda não triunfou por que não surgiu, por enquanto, o homem iluminado para o conseguir. Sobre si, Almeida Santos, Gorbachov tem uma vantagem, não perde tempo a dizer mal de Salazar que morreu há mais de 30 anos, nem de Aníbal Cavaco Silva! E vive muito longe dos portugueses. Faça umas férias com ele, seja simpático para Portugal!
José de Vasconcellos e Sá Licenciado em História e Filosofia
POSTO ISTO NADA MAIS A ACRESCENTAR !!!
VIVA PORTUGAL, LIVRE DOS TRAIDORES e DOS DELAPIDADORES !
| Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
01/07/2007 20:08:41 Entre os testemunhos brilhantes que li no nosso site, se assim o posso chamar, consta uma referência feita pelo Sr. Joaquim Oliveira de Almeida ao que se passou em Lourenço Marques no fatídico 7 de Setembro (que se extendeu ao 21 de Outubro). Acompanhei o Comandante Daniel Roxo, trágicamente assassinado pela chusma Cubana que havia ido para Angola ajudar o MPLA a forçar o "dobrar de joelhos" por parte das populações, pela força das armas, de Vila Cabral, no Niassa, até L.Marques, pois ele ia tomar parte activa no Movimento do Rádio Clube de Moçambique e pediu ajuda aos amigos. Estave no Café Scala, frente ao Café Continental, quando surgiu um LAN ROVER carregado de homens e mulheres da FRELIMO, que empunhavam bandeiras daquele partido e arrastavam a Bandeira Nacional Portuguesa, roubada do mastro do Estádio da Machava, onde havia decorrido um comício organizado pelo movimento dos "Democratas de Moçambique", de que era líder o Dr. Almeida Santos. Um Alferes dos Comandos de Montepuez, que ali aguardava pelo pai, acompanhado por meia dúzia de colegas Comandos, saltou sobre a viatura e com uma cotovelada dada no pára-brisas, matou de imediato o condutor, que era um preto civil da FRELIMO. O Joaquim Chissano chorou mas não foi no Hospital, onde não se deslocou, mas sim à janela do Hotel Cardoso, onde disse, as lágrimas a correrem pelas faces, que "não andámos na mata para isto que está a acontecer: Moçambicanos matando Moçambicanos!". Foi isso que ele disse e yenho esse testemunho gravado, bem como tudo o que aconteceu naqueles dias, até que os facínoras da FRELIMO deram a senha "O GALO CANTOU!", a dizer que tudo tinha terminado. Tudo o resto que o meu amigo diz é mais ou menos relato fiel dos acontecimentos, que mataram mais gente em dois dias que toda a guerra em todo o teatro de operações do Ultramar Português!. Um abraço amigo a todos os leitores deste site. Tenhamos fé de que um dia voltaremos a ser uma Pátria fiel aos valores de Deus, Pátria e Família que nos foi legado por esse excelso Português que em vida todo se deu por um País onde a Paz e Justiça fosse uma realidade... por muito que se diga contra, pois a arma dos amorfos e anti-Salazaristas é a tentativa de nos desmobilizar! Portugal será sempre uno, como ELE queria, mesmo que amputado de uma parte do seu vasto património que havia sido legado dos nossos maiores. VIVA SALAZAR! VIVA PORTUGAL!
01/07/2007 18:43:50 É inaltecedor e gigantesco. É digno de se ver, como afinal o Estado Novo tratava a educação. Na galeria de imagens, em A Obra, o nunca mais acabar de edifícios escolares. Só vendo. Nem consigo comentar.
01/07/2007 16:38:21 Os meus públicos parabéns ao Sr. Victor Manuel Elias pelo testemunho que deu neste "livro de Visitas", pois demonstra que sabe seperar as águas e (me parece) que não é Homem de rancores, o que só o eleva. Cumprimentos ... e apareça mais vezes.
M. Lima
01/07/2007 16:10:47 Começo por vos dar os parabéns pelo site e pela coragem demonstrada num País em que todos parece terem aderido ao conceito do "deixa andar", por cobardia ou estupidez. Foi preso pela PIDE e estive no Aljube, mas não foi Salazar quem me mandou para lá, antes o desacerto que alguns tinham quanto ao cumprimento de ordens, mas isso é outro assunto. Parece que Portugal anda carecido de alguém que lhes dê sentido das coisas e os oriente na prossecução daquilo que é ser Português. António de Oliveira Salazar não precisa de favores de ninguém para tomar o lugar a que tem direito na história da Nação, que ainda um dia lhe tecerá as homenagens a que fez jus quem foi integro, probo e viveu na singeleza da sua humildade, quem é inquestionável. Um grande adversário do regime, Vasco da Gama Fernandes, pouco antes de morrer disse: "Perante tudo quanto me foi dado vêr após a revolução de Abril, só me apeteceria ir a Santa Comba e, prostrado, prestar as honras que são devidas ao único adversário que tive no angustiante mundo da política Portuguesa! Ele foi um POortuguês de eleição!"
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