 |
..:. LIVRO DE VISITAS
Clique aqui para assinar o Livro de Visitas. Deixe-nos a sua mensagem, diga-nos o que pensa sobre o nosso site.
10/07/2007 00:25:54 D. Filipa Nunes de Oliveira. Acerca da liberdade e da democracia que a senhora diz defender, gostaria de dar a minha opinião e que é a seguinte:
No tempo do Estado Novo havia liberdade! O que não havia era liberdade para a libertinagem que há hoje. Isto, hoje sim, é um regabofe total!
É curioso, mas nunca antes do 25 de Abril de 1974, senti a falta de espaço e de liberdade que sinto hoje.
Eu pergunto: a violência, a corrupção, o roubo, as mafias, os gangs, as associações criminosas, a imigração clandestina, o flagelo da droga, o crime, a morosidade na justiça que só beneficia de forma flagrante os prevaricadores - justiça tardada é justiça adiada - e, o que é ainda mais grave, a nova moda das prescrições sistemáticas de processos nos tribunais, que faz pensar em intencionalidade para que os infractores ou criminosos da mesma côr partidária ou os amigos mais chegados saiam impunemente em liberdade, afrontando e ofendendo as vítimas, seus familiares e entes queridos - e toda a insegurança com que vivemos hoje compensam a liberdade que diz termos? Creio bem que não! A insegurança é a pior das faltas de liberdade. Como é que é possível priviligiar a liberdade de se fazer o que se quer, em detrimento da segurança dos cidadãos, das famílias, de circularmos em liberdade por onde nos apetece sem corrermos o risco de ser atacados, violentados, roubados ou assassinados?
Acresce ainda, que o excesso das liberdades está a ser aproveitado por todos, nomeadamente pelos políticos, que na ânsia de se promoverem e reelegerem, fecham os olhos a toda a série de desmandos e de ilegalidades, querendo-nos levar a acreditar numa série de mentiras e numa justiça que se tem revelado pouco punitiva e mafiosa que não defende a sociedade dos criminosos, mas sim defende os criminosos da sociedade. E a coacção também não existe, pelo que basta uma pequena falta de provas factuais para que o criminoso saia impune.
Hoje sim, temos a ditadura da incompetência!
Esta anarquia e insegurança de hoje, dá-nos a sensação de estarmos a viver um período de transição para algo que desconhecemos.
E, em vez dos nossos políticos, andarem por aí a pregar, por ares e ventos, a primazia dos direitos humanos, era bom que não se esquecessem que a criminalidade é, quer queiram quer não, a mais vísivel das violações desses direitos.
Insisto em dizer que os ingridientes da liberdade sem a presença de algumas forças de contenção, são altamente explosivas. O ser humano é por natureza abusador.
O Dr. Oliveira Salazar não era violento, mas não admitia esta bagunçada toda, inclusive o que vai no mundo da droga e de toda a criminalidade. "Sub lege libertas", ou seja, a liberdade debaixo da lei. A liberdade nos limites e com as restrições impostas pela lei é a única compatível com ORDEM. E para combater situações de excepção, deverá recorrer-se a medidas de excepção. Infelizmente, a punição severa é a única pedagogia que algumas pessoas conhecem. Mas, infelizmente, o que até agora temos assistido é que a vivência em democracia tem feito perder a autoridade do Estado. O seu poder decisivo, na prática, está condenado à oportunidade política e aos receios eleitorais.
Antigamente havia só uma ORDEM; a democracia permite a existência de várias ORDENS onde cada qual defende a sua porque julga que é a melhor; Assim, a DESORDEM não é mais nem menos do que a vivência ou convivência de diferentes ORDENS todas colocadas em pé de igualdade, ou todas querendo chamar a si o monopólio ou privilégio da melhor ORDEM; a DESORDEM e a anarquia não se verificava no tempo em que a ORDEM era outra, para concluirmos, portanto, que o modelo actual da democracia deve prevalescer, mesmo que o seu preço seja o da perda da ORDEM?... Prevalecendo, portanto, a DESORDEM?... e o CAOS?...
Antigamente continham-se os abusos da liberdade; na democracia não há contenção... logo, somos livres de abusar; com os abusos de uns, restringem-se as liberdades dos outros; logo, não somos livres... em democracia.
Parafraseando Platão: Aqueles que são demasiado espertos para defenderem a democracia, sofrem o castigo de ser governados pelos mais estúpidos.
Ou como disse Bernard Shaw: A democracia é o mecanismo para assegurar que somos governados tão bem como merecemos.
Um dos grandes dilemas da democracia é que as qualidades para ganhar eleições, não são as qualidades para governar.
D. Filipa N. de Almeida. Quando diz que escolhe a democracia, eu compreendo-a e lamento. De facto, hoje não vejo que seja possível nem vai ser fácil nas décadas mais próximas encontrar outro Dr. António de Oliveira Salazar para governar este miserável País com a mesma competência, o mesmo rigor, a mesma honestidade e a mesma determinação, como foi durante o Estado Novo.
Passe bem!
VIVA SALAZAR! VIVA PORTUGAL!
09/07/2007 22:59:57 Caros Amigos Como será (ou talvez não) do conhecimento geral, é habitual todos os anos, por volta do dia 27 de Julho (dia do falecimento do HOMEM), os Nacionalistas comemorarem esta data, com uma visita ao túmulo do Dr. Oliveira Salazar, no Vimieiro, concelho de St.ª Comba Dão, nomeadamente porque é uma opostunidade de pessoas de zonas diversas, se conhecerem e trocarem idéias e .... à semelhança deste sítio, criar pontes para o FUTURO, pois, A Bem da Nação, são muito precisas. Neste sentido, deixo-vos um convite para irem até lá no próximo dia 28 de Julho (SÀBADO), sendo o local de encontro, o cemitério, por volta das 11:00 horas. À semelhança dos anos anteriores, podemos almoçar num Restaurante, em St.ª Comba Dão, em frente do OBREIRO. Até lá.
09/07/2007 21:45:12 Lamento mas vou desistir do site(O OBREIRO DA PATRIA),porque Eu admiro Salazar,devo muito a Salazar,Salazar foi um dos Maiores Estadista do Mundo sobre isso nao existem Duvidas Alguma;Mas Confundir ou misturar DEUS com Salazar,isso nao posso admitir e contra todos os meus Principios,Formacao,FE e Valores,e um Sacrilegio(Aqui eu nao entro,por Respeito a Mim Propria e aos Meus Valores).
Cristina da Nobrega
09/07/2007 21:00:56 Retirado do Diário de Notícias de hoje.
«UH! UH! UH! ABAIXO, ABAIXO A LIBERDADE» Ferreira Fernandes
« Estádio do Benfica, 7 de Julho de 2007, a multidão assobiou a Estátua da Liberdade. Não assobiou por boas razões e havia uma: a estátua era a pior equipa no Campeonato das Maravilhas. Assobiou-se porque a multidão está agora para aí virada: o que vem da América é mau. A 6 de Junho de 1944 vieram dela uns barquitos com o mesmo nome da estátua, liberty boats, desembarcaram na Normandia e salvaram-nos, mas a multidão já esqueceu. O próprio da multidão é ter memória e vista curtas. Por exemplo, naquele dia, no estádio, a multidão não assobiou por não haver uma só maravilha ligada à sua história próxima - nem a capela Cistina... A época é de pedir desculpas ao mundo. Mas porque perco eu tempo com os estados de alma das multidões?! Estádio de Alvalade, 31 de Março de 1974, um Seporting-Benfica a três semanas do que sabemos. A multidão virou-se para a tribuna de honra e, de pé, ovacionou Marcelo Caetano. As multidões não assobiam nem aplaudem, marram.» Nesse dia a multidão não marrou, aplaudiu sinceramente, como sincera era a multidão nesse tempo.
09/07/2007 20:35:54 Senhor PEDRO TORRES. Nao desista do site,(O OBREIRO DA PATRIA),E uma Honra ter um aderente do Pais Irmao,que Comunga da mesma Honestidade e Verdades. Espero nao tenha ficado Zangado ou Magoado.
Cristina Da Nobrega
09/07/2007 18:45:17 Para todos :está a sair no semanário "SOL"(aos sábados)uma fabulosa coleção sobre José hermano saraiva e o Estado novo.Tem um custo adicional de2.80.Aqui vai o nº de telefone para quem quiser os numeros anteriores: 213246530 ou marketing@sol.pt . Abraços
09/07/2007 17:57:23 Fiquei surpreendido ao ler hoje na 1ª página do JN "suicídio com venenos tentam 11 pessoas por dia", corresponde a mais de 4 mil por ano. E a razão da surpresa deve-se ao facto de este tema nunca ser abordado pela comunicação social. Acontecem diariamente suicídios em todo o país e nada se fala. E não são apenas com venenos. Há-os de formas variadas, como atirar-se das pontes, a a ponte do Infante no Porto tem sido, inflizmente palco de muitos, atirar-se à linha férrea, tiro na "mona", por enforcamento em locais de todo o tipo, etc. ...e nunca são notícia. ...ouvi dizer que estão proíbiidos de serem publicados nos jornais. Daí a surpresa...embora não seja assim tão grande, já que apenas se referem às tentativas e não aos factos consumados. Ora se juntarmos todas as formas possiveis de suicídio verificamos que se trata de um extenso número de casos para um pequeno país como o nosso. ...e qual será a razão desta situação tão anómala em que as mulheres são as mais tentadas?...não é de certeza pela melhoria de qualidade de vida, nem por falta de liberdade. Sem querer brincar com um caso sério, que o governo abafa do conhecimento público, só me resta pensar se será por questões democráticas?..ou estará na moda? ...isto é um verdadeiro problema social, e que se irá agravar face às péssimas perspectivas do futuro dos portugueses... que tiveram estabilidade e agora... só lhes resta escravidão. como foram enganados pelos democratas e companhia
09/07/2007 17:55:03 Muito obrigado sra. cristina.Nomes de pessoas em letras mínusculas(incluindo o meu),não foi o que nos ensinaram na escola, mas foi uma imposição minha;em Maiúsculas só : Deus ,os nomes dos meus Filhos ,dos meus Pais e António de Oliveira Salazar.(Penso que ninguém vai levar a mal !!).Contudo há pequenos nomes que são GRANDES por dentro!.Um grande bem haja para si e para todos os Salazaristas.Continuem a dar informaçao,pois temos matéria para muitos anos.Volto a repetir : Havemos de nos encontrar um dia ,numa iniciativa promovida por este site.
09/07/2007 16:25:54 O Porto foi palco de uma manifestacao GAY:
Pobres Criaturas;Sempre conheci,o Carnaval do Rio de Janeiro,Brasil,achava interessante,bonito e muito turistico, a Nivel Internacional,mas nos tempos que decorrem,o Carnaval no Brasil,perdeu,hoje temos os Carnavais GAYS:
As sociedades sao confrontadas com desvalores,que nos sao impostos,pelos Oportunistas e homens destituidos de Escrupulos,aqueles que precisam de Votos,nao olham aos meios para chegar aos seus objectivos:
O Mundo desde que E Mundo teve sempre,na sua Natureza;disfuncoes e imperfeicoes.
Isso E para ser Respeitado e Tratado: Hoje as Sociedades teem a Obrigacao e Dever em Tratamentos adequados,para com os seus Cidadaos:
Mas acontece que fica muito menos despendioso,aos Governos fazerem uma linha na Lei que Legaliza essas Disfuncoes,do que os Milhoes de Euros que seriam gastos para os seus Tratamentos.
Dai,que essas pessoas nem se dao conta,que estao a serem Usadas,por gente Mesquinha,Oportunista,e sem valores.
Porque O Grave Problema Psiquico dessas Pessoas fica,por Tratar: Exibem-se,deixam-se levar por Euforias Fatuas,por Sistemas Ilusorios,e manipulados.
Para os interessados;fica a certeza absoluta,dos votos,vindos desses grupos.
Isto E mais um tremendo Crime dos tempos de Hoje cometidos pelos;Insanos e Oportunistas,para com sociedades de Valores
09/07/2007 13:52:23 Rectifico: "galinha de oiro", para galinha dos ovos de oiro e a palavra "talvés" para talvez
09/07/2007 13:47:22 Seria de Grande Utilidade informarem,(essas mesmas pessoas);o que E que, entendem por Liberdade de Expressao:
Se para essas Pessoas Liberdade de Expressao e assistir ha imensa Bandalheira que Prolifera desde ha 33 anos a esta Parte, em Portugal,PAIS, onde nao e possivel andar nas Ruas pelos Palavroes reles baixos e ordinarios que saem das bocas cloacas e infectas, de muitos portugueses.
So existem duas alternativas para vermos a nossa LIBERDADE de poder sermos LIVRES e andar nas Ruas: Tapando os Ouvidos ou nao saido de Casa,estamos limitados na nossa e toda a Liberdade pela (arruassa) de alguns. E essa a Liberdade apregoada pela Rale. Ha 33 anos atras isso, nao era Possivel existia aquilo que essa mesma rale nao sabe desconhece;RESPEITO,PRINCIPIOS,EDUCACAO.
Liberdade hoje, da-nos vontade de rir.
09/07/2007 13:26:48 Foi-me enviada uma fotografia do Tumulo(Campa).
Do PROFESSOR DR.ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR.
Nunca tive a oportunidade de ver ao perto e definida,nunca fui a Santa Comba Dao:
A minha Sensibilidade foi Trespassada,fiquei algum tempo a olhar a fotografia,em Silencio absoluto como se o Mundo ficasse Quedo, naquele momento: Senti uma mistura de sentimentos,(ENTRE A GRANDEZA DE ALGUEM VERDADEIRAMENTE GRANDE;E A SUA COMPREENSAO PARA LA DA VIDA).
O EFEMERO,DA VIDA: e aqueles que usam o Poder,para proveito Proprio usando o Pais para arrecadar Proventos Pessoais. Que Grande Liccao de Simplicidade,Humildade,Inteligencia e Valores da Vida(DO QUE E A VIDA NA SUA VERDADEIRA; ESSENCIA E DOM DIVINO). Esta na simplicidade,a Verdadeira Grandeza Humana.
Que Grande Liccao do que E servir a PATRIA; SER UM ESTADISTA; ao servico de Todo um PORTUGAL e o Povo PORTUGUES.
MAS SO UM GRANDE HOMEM,PODE SUPERAR TODA ESTA SIMPLICIDADE TERRENA.
HA MEMORIA DE SALAZAR
09/07/2007 12:24:42 Para os que reconhecem ter dúvidas e para os que têm certezas, fundadas em fantasias, que não têm nada a ver com a realidade da época esclarece-se que: durante o Estado Novo havia total liberdade de expressão. Só não era permitido colocar bombas, atirar com tomates podres, ovos chocos e insultar ou maltratar o Sr presidente da República, os membros do Governo e autoridades deles dependentes. Aos que pensam, erradamente, o que pensam daquela época, aconselho a indagarem junto dos seus famíliares e amigos, a quais destas actividades eles se dedicavam na altura? Quanto á liberdade de expressão, era basicamente do que viviam os teatros de revista do Parque Maiyer, com as suas elegantes piadas sobre o regime e as suas mais destacadas figuras. Que saudades devem ter os artistas de revista que com o desaparecimento do Estado Novo desapareceu a galinha de oiro que a muitos alimentava. O mesmo se passou com os cantores de intervenção. um deles, talvés o mais importante, faleceu, infelizmente de inanição, pouco tempo depois de as músicas e as letras de que era autor deixarem de ter interesse. É lamentável! mas é a realidade.
09/07/2007 08:35:25 Sr. Antunes da Silva, quando diz:
"Imagine-se o que seria se, na altura, não tivéssemos um Dr. Oliveira Salazar para governar o País e para evitar que Portugal tivesse entrado na II Guerra Mundial. Imaginemo-nos naquela época com os políticos actuais! - Com partidos!",
É fácil de imaginar, e explicar a algumas mentes: ESTUDEM A 1ª REPÚBLICA, houve de tudo! ATÉ PARTIDOS HAVIA, e fome, e desgraça, e miséria, e subjugação à Coroa Inglesa (nossa aliada) e assassinatos (também de políticos. Ai Ai!).
Só não vê, quem não quer, ou perguiçosos.
Um abraço.
08/07/2007 22:37:29 A mensagem do senhor Pedro Humberto de S.Pedro Estoril,fez-me rir durante algum tempo,contribuiu para um final de Dia,agradavel,principalmente o inicio da mensagem e depois os nomes todos a letras pequenas como pequenos sao os donos dos nomes. A Inteligencia tem sentido de Humor.
08/07/2007 20:28:15 Exmo senhor Pedro Torres:
Eu nao tenho Competencias para Discutir aprofundadamente a Politica de Espanha no tempo de Franco,com um Cidadao Espanhol,que viveu,sentiu e acompanhou essa Politica,prometo que vou estudar agora mais aprofundadamente a Politica no Tempo de Franco,em Espanha,nao quis ferir susceptibilidades,ao falar de Franco com os termos a que me referi:
Mas uma coisa lhe posso garantir nao foi propaganda de Esquerdistas nem comunistas;porque esse tipo de pessoas nunca tiveram acesso ha minha pessoa nem de longe,nem a toda a minha familia.Em Espanha a minha familia,tem bons e grandes amigos de muitos anos,mas reconheco que estudei o marxismo-leninismo,Estalinismo e seus Squazes,concentrando-me,nessas Ditaduras de Terror,Morte e Destruicao,pelos acontecimentos de que fomos Vitimas com o Golpe de Estado Pro-Comunismo,em Portugal,Nao estudando o Regime de Espanha.Refiro,que o que li na sua mensagem,para mim foi novo,existem passagens e acontecimentos no Pais Espanha que desconhecia,de certa forma;foi prospero o esclarecimento. Sobre a expressao verbal do Povo Espanhol,eu conheco e sei,mas compreenda que nos nao sendo comunistas somos pessoas civilizadas.
Com os meus melhores cumprimentos Cristina da Nobrega
08/07/2007 20:20:12 Como é do conhecimento público, e também dos registos históricos, muitas grandes obras foram feitas em Portugal durante e após uma guerra que avassalou toda a Europa e o mundo. Imagine-se o que seria se, na altura, não tivéssemos um Dr. Oliveira Salazar para governar o País e para evitar que Portugal tivesse entrado na II Guerra Mundial. Imaginemo-nos naquela época com os políticos actuais! - Com partidos! - E sem dinheiros da Europa!... Claro, que já se estão a rir, não é? Pois é... Por isso, dizemos que não é honesto nem é próprio de gente de bem, haver pessoas a denegrirem a imagem de um homem que em vida foi de uma capacidade, de uma competência e de uma honestidade irrepreensíveis!... e a quem só devemos gratidão! Uma das grandezas do homem é saber reconhecer a grandeza de quem foi grande.
Sob a égide do seu governo, iniciou-se uma era importante de renovação financeira, de edificações, de melhoramentos materiais e sociais a nível nacional, não obstante toda a adversidade da época. Algumas das decisões importantes tomadas na época por Oliveira Salazar - o que muito lhe ficamos todos a dever - foi, por exemplo, e SÓ PARA CITAR ALGUMAS, o restabelecimento da ordem pública; a recuperação dos valores familiares, éticos, religiosos e morais até então menosprezados ou mesmo esquecidos; a valorização do conceito pátria, tão deteriorado na época; a promulgação do ensino primário obrigatório; a recuperação da situação financeira e económica do País; a extinção da dívida flutuante; a estabilização da moeda; o aumento das reservas de ouro do Banco de Portugal (antes o Tesouro encontrava-se depauperado) - ao ponto de chegarem a ser consideradas como as maiores da Europa até ao 25 de Abril - feito que, ainda hoje, é considerado por muitos especialistas em finanças públicas, como uma verdadeira obra de génio. Da boa situação financeira resultou o progresso económico que se patenteou em obras de melhoramento nacional, tais como: benfeitoria nos portos de Viana do Castelo, Aveiro, Leixões, Setúbal, etc.; a abertura de estradas e auto-estradas por todo o País; o aumento das redes telegráficas e telefónicas; a restauração de monumentos nacionais como o de Alcobaça, Batalha, Sé de Lisboa e muitos outros; a edificação de estátuas em várias praças das capitais, em honra e memória de muitos portugueses, pelos grandes feitos e obras que nos deixaram; a execução do plano para electrificação do País em 1951 com vista à construçao de várias barragens como foi, por exemplo, a Barragem do Castelo de Bode, Vale de Cambra, do Carrapatelo e tantas outras; a construção de escolas, liceus e edifícios públicos (Instituto Superior Técnico, Palácios de Justiça em várias cidades do País, a Casa da Moeda, Hospitais, Postos de apoio aos tuberculosos (tendo sido fechados depois do 25 de Abril), etc.; a promulgação do Estatuto do Trabalho Nacional (ETN), acompanhado de legislação a prever a abertura das Casas do Povo e a constituição de Grémios e Sindicatos (Sindicatos? - perguntarão os "esquerdinos". Sim, Sindicatos, leram bem!); A criação da Defesa Civil do Território e 1942, tendo por objectivo mobilizar a sociedade para antecipar eventuais ataques; a inauguração do Aeroporto Internacional de Lisboa em 1942 e o de Pedras Rubras em 1945; a inauguração do Estádio Nacional em 1944; a criação da TAP como serviço público em 1945 com a inauguração da primeira linha comercial Lisboa-Madrid em 1946 e a linha doméstica Lisboa-Porto em 1947; a inauguração do Pavilhão dos Desportos em Lisboa em 1947; a integração de Portugal na Aliança Atlântica em 1949 e a sua admissão na ONU em 1955; a assinatura de um pacto de assistência mútua com os EUA em 1956; a inauguração da Ponte de Vila Franca de Xira em 1951, a Ponte de Santa Clara em Coimbra em 1954, a Ponte da Arrábida em 1963 e a Ponte sobre o Rio Tejo em 1964; a inauguração do Cristo-Rei e do Metropolitano de Lisboa em 1959; a Fundação da EFTA em 1960 da qual Portugal foi membro-fundador, seguindo-se ainda nesse ano a nossa aderência ao FMI-Fundo Monetário Internacional; a inauguração da Sederurgia Nacional em 1961; a nossa aderência ao GATT e UNESCO em 1962; a inauguração do Aeroporto do Funchal em 1964; a criação do Parque Verde de Monsanto; a edificação dos Bairros da Encarnação e de Alvalade; a construção do Santuário da Cova da Iria com a sua imponente Basílica; a construção da Fonte Luminosa em Lisboa, etc., etc. E tantas obras mais que, como é óbvio, não é possível descrevê-las em tão reduzido espaço escrito.
Mas, finalmente, voltando ainda um pouco mais atrás, mas só para terminar, aquela que foi, sem dúvida, a nível de política externa - graças a uma política hábil de diplomacia e inteligência - a importante manutanção de "estrita neutralidade" de Portugal durante a II Guerra Mundial - altura em que o País ainda estava no rescaldo dos grandes conflitos sociais, sem condições nem recursos para suportar os elevados custos, não só financeiros, mas também de vidas humanas que o nosso envolvimento acarretaria, enquanto todos os restantes países da Europa, com excepção também da vizinha Espanha, ainda a abraços com uma guerra civil, não se livraram de mergulhar nesse pantanal de extermínio colectivo. Por cá, entretanto, os refugiados, muitos deles (em especial os judeus) chegavam a Lisboa, à qual já chamavam "porto de abrigo".
Voltarei em breve.
Saudações!
VIVA SALAZAR! VIVA PORTUGAL!
08/07/2007 19:56:40 Senhor Albino Pinho-Suiça: O Senhor é o tipo de português muito raro que se encontra fora do país e que sabe mais do que todo o mundo acerca do Estado Novo ou Ditadura, ou o que queiram chamar-lhe. Em suas fantasiosas mensagens, refere-se a privações de liberdade, campos de concentração, assassinatos e outras monstruosidades, cometidas na ditadura. Pare para pensar e olhe, para não ser atropelado! Faça as suas afirmações ilustrando-as com casos reais, já que opta por generalizá-las. Após o 25 de Abril, pelo menos no primeiro ano, outra coisa não se fez, em obediência aos constantes apelos dos "promovidos heróis", senão encontrar vítimas de Salazar. Pelo que sei, as vítimas apontadas foram Catarina Eufémia e humberto Delgado e secretária; a primeira, vítima de um tiroteio entre a GNR e agitadores; quanto a Humberto Delgado e secretária, só os ignorantes ou tendenciosos desconhecem a verdade. A sua morte nunca foi ordenada e muito menos pretendida por Salazar, como é revelador o período histórico em que o próprio acto aconteceu. Vivo, ele seria um forte trunfo para o estadista; morto, representou um rude golpe, que levou à severa condenação dos responsáveis. Este espaço não dá para grandes esclarecimentos e por isso fico por aqui. Sobre as outra delirantes afirmações do senhor Albino, aconselho-o a perguntar ao Snr Mário Soares, homem que, sem dúvida, mais lutava contra Portugal, se alguma vez foi maltratado! Este estou certo de que dirá a verdade, para não correr o risco de ser desmascarado! É pena que o Álvaro Cunhal já não possa testemunhar, mas, que eu saiba, durante o tempo que viveu em Portugal após o 25 de abril, nunca se queixou de atrocidades nem de maus tratos e foram respeitados todos os seus direitos, inclusivé conclusão da sua liscenciatura e, por último a própria facilidade na fuga da prisão. Para mim, trata-se de um figura histórica e respeitável, sempre igual a si próprio e que nunca se valeu da mentira em benefício pessoal, contrastando com os, cada vez mais decadentes anti-salazaristas. OH senhor Silvino, onde foi inventar Campos de concentração? Essa eu desconhecia! Deveria querer dizer cadeias, para os não cumpridores da lei, que, uma vez condenados, tinham de cumprir até ao fim as suas penas! Mesmo assim, as cadeias nunca estavam cheias. Ao contrário de hoje, em que se mata, viola, rouba de forma a poderem ficar ricos e, após entrarem na prisão, estão cá fora depois de alguns meses, prontinhos para outras. Mesmo assim, as cadeias continuam repletas... O Silvino diz ter feito parte da guerra colonial: eu informo-o que fiz toda a guerra colonial em Angola como militar e comandava uma força de cerca de 30 elementos, em constantes operações, dos quais só eu era branco. Tinha a máxima confiança nos meus homens e eles em mim. Agora, pergunto eu: Onde esteve o senhor" onde viu tanto mutilado de guerra? Nas várias deslocações que tenho feito a Portugal, nunca me apercebi que os mutilados de guerra constituam, sequer, um simples problema no panorama atual! Outros, outros sim e muito maiores! À sua constrangedora afirmação de "Fascismo nunca mais", então eu pergunto: porque abandonou Portugal, após a queda do fascismo e advento da liberdade? Deve tratar-se de um português que Portugal dispensa e até agradece que não volte mais, pois continua a rodar o mesmo disco, quando já estamos no tempo do CD. Da minha parte, fui e tenho como provar que fui altamente prejudicado com o 25 de abril e por isso jamais poderei apoiar esta data que de ano para ano mais vai caindo em descrédito no conceito dos portugueses, cuja maioria já se sente frustrada por tanto esperar pelas promessas feitas, que, a outra coisa os não tem levado, senão a terem de emigrar cada vez mais para angariarem o sustento de suas famílias. Que acontecerá quando acabarem os subsídios vindos de Bruxelas? Se agora vem caindo de ano para ano não conseguindo acompanhar o rítimo europeu, depois, cairá a pique. Portugueses, é tempo de nos unirmos e ajudar a devolver a Portugal o prestígio a que tem direito! Saudações amigas,
08/07/2007 19:22:13 Estimada Señora Cristina Na Nobrega:
Decirle, en primer lugar, que sus conocimientos sobre historia española son en efecto pobres, y que se componen por lo que me cuenta de propaganda marxista muy efizcamente extendida, y que por lo que veo, también le ha llegado a convencer a usted, supongo que equivocándola en su buena fe. En 1936 existía en España una República totalmente controlada por el marxismo y el anarquismo, en tal profundidad que los planes inminentes de Stalin eran esclavizar y colonizar a España como un satélite más de los que la perversa Unión Soviética ha tenido en su infausta historia bajo su yugo. No crea usted que si Stalin hubiese conseguido ese propósito, los portugueses se hubiesen visto libres del mismo final por mucho que Salazar les hubiese intentado librar de él. Franco hizo de 'tapón' a los bolcheviques que poco hubieran tardado en cruzar la frontera y esclavizarles a ustedes también. Sepa usted, querida Señora, que La II República Española toleró y dirigió de 1931 a 1936 la quema y profanación de iglesias, la violación de religiosas y masacre de religiosos, e incluso el gobierno de izquierdas asesinaba con su propia policía a los diputados de derechas por expresar su oposición a tales desmanes en el 'Parlamento'. En 1934, la izquierda intentó mediante un golpe de estado contra su propia república instaurar la dictadura del proletariado. Fracasó entonces, y en 1936 cuando se preparaba para intentarlo de nuevo, una facción del ejército español se levantó en armas para impedirlo. Una serie de casualidades acabaron por poner la jefatura de ese movimiento en el general Franco, una vez ya iniciado éste. Durante la guerra civil española, miles de españoles de ambos bandos, muchas veces dividiendo a mismos familiares, murieron tanto en los campos de batalla como en fusilamientos y sacas incontroladas. Estas últimas con una diferencia: los bolcheviques fusilaban a curas y monjas que morían perdonando a sus masacradores (muchos de ellos van a ser canonizados por la iglesia), y mataban también incluso a niños por la única razón de ser alumnos de seminarios o de colegios religiosos. Ese tipo de abyectos crímenes no se dieron en el bando nacional, del general Franco. 8.000 religiosos fueron masacrados por los bolcheviques por el simple hecho de serlo, y miles de civiles tan sólo por el hecho de ir a misa, ser médico, abogado, escritor, etc. sin haber participado jamás en política. Acabada la guerra, todos los bolcheviques que habían cometido delitos de sangre semejantes a los que le he descrito, y que no habían huido al extranjero, fueron juzgados por tribunales, y condenados a muerte en número de 24.000. (Tenga en cuenta que los miles de asesinados por los bolcheviques, jamás tuvieron derecho a juicio, como éstos). Las sentencias de muerte fueron firmadas por jueces, en base a pruebas, y no las firmó Franco, como dice la propaganda marxista. Lo que si hizo Franco, es conmutar 12.000 de estas condenas de muerte a cadena perpetua, volviendo a conmutarlas posteriormente a penas de 12 años de cárcel. Le estoy contando por tanto que incluso, al ser Franco católico, se perdonó a asesinos de este jaez, cosa que sabrá usted que no sucedió jamás en los regímenes bolcheviques. Si los marxistas hubiesen vencido en esta guerra, los muertos en la posguerra hubieran sido no miles, sino millones, y después, hubieran ido a por ustedes, los portugueses. Puede que los marxistas le den a ud. otros datos, falsos. Yo estos los tengo investigados, y comprobados con gente que vivió aquello y con la que he podido hablar. En mi misma familia, un tio abuelo mío fue alto cargo republicano durante la guerra y masón. Caso raro entre los republicanos, no se manchó las manos de sangre. Fue juzgado y condenado a 6 años por una denuncia, y pasó al fin tan sólo 2 en la cárcel. A lo mejor desconoce ud. que el general Franco fue nombrado Dr. Honoris causa por la universidad de Coimbra en base a su lucha contra el marxismo y por su defensa del catolicismo, bajo todos los auspicios y parabienes de Salazar y de su régimen. Sepa usted que Franco y Salazar eran muy parecidos en cuanto a su defensa del catolicismo, de la defensa de la patria, de la moral y las buenas costumbres. ¿Las diferencias?, que uno era militar y otro economista, uno español y otro portugués, y que Salazar tuvo la dicha de no verse envuelto en una contienda fratricida entre hermanos provocada por el bolchevismo internacional, como por desgracia si le sucedió al general Franco.
Ahí les dejo estos datos sobre Franco que puede usted creer o no, pero que desde luego lo que sí puede es investigar sobre ellos, sondeando claro está fuentes diversas, para comprobar su veracidad o lo contrario. Las personas a las que he aplicado fuertes calificativos en este foro se diferencian de mí en que no aportan un sólo dato histórico que se pueda investigar o comprobar, tan sólo repiten propaganda marxista. Yo los detecto y conozco bien porque, por desgracia, he tenido que hacer frente a los de su calaña.
En cuanto a si he utilizado lenguaje fuerte o poco educado, también tiene su explicación. En primer lugar, estas palabras forman parte del lenguaje español, tal vez más que de otros idiomas, ya desde el siglo XVI y están en las obras de nuestros grandes literatos, Quevedo, Cervantes, etc. Este es un dato que si le gusta la literatura, puede también comprobar. También le informo que, durante el régimen del general Franco, en España, precisamente por ser un defensor de la moral y las buenas costumbres, estaba mal visto usar estas palabras y no se usaban. Fue a su muerte, con la vuelta de los marxistas y bolcheviques a España, cuando estos implantaron el lenguaje soez, junto con el consumo de drogas que en España no se usaban y que han matado miles de personas, el insulto y la burla a la religión católica, la delincuencia y los robos a mansalva, etc.. Yo he tenido que luchar contra ellos y utilizar sus mismas armas (gracias a Dios, hasta ahora sólo dialécticamente). Y es curioso, sepa usted que les duele mucho cuando se les paga con su propia medicina, no son en absoluto indiferentes a eso. Yo no he podido tolerar aquí que se insulte a alguien digno como Salazar y por eso les he atacado con lo que sé que les duele. Es cierto que ustedes en Portugal son menos agresivos, más calmados, más lentos y pausados, con lo que eso trae consigo tanto de bueno como de malo. Tal vez también, y aunque ustedes han perdido gran parte de su integridad nacional a manos de los bolcheviques, quizá no han sufrido tanto derramamiento de sangre como nosotros por su maldad. Cuando comentamos las maldades del marxismo, esta gente frívola y bellaca, se ríen, y las tratan como si fuesen hechos insignificantes. Yo tengo amigos polacos, pueblo masacrado y esclavizado durante décadas por el bolchevismo, y a ellos las palabras que yo he dirigido aquí a esos 'demócratas' les parecerían extremadamente suaves.
Pido disculpas a todos los salazaristas y gente de bien a los que hayan podido herir ciertas palabras fuertes. Pero no retiro ni una de ellas para los que han manchado la memoria de un hombre honesto como Salazar, y estoy orgulloso de haberles herido en su defensa.
Sólo para finalizar, recordarles unas palabras del evangelio, libro que a estos demócratas marxistas tampoco les gustará mucho: 'Estad y permaneced alerta, porque los hijos de las tinieblas son astutos'. Jesucristo ponía la otra mejilla, pero también pateó los puestos de los mercaderes que ensuciaban y profanaban el templo. Tal vez a ustedes, los portugueses, les faltó ese empuje y decisión para enfrentarse al marxismo en 1975 y evitar ese gran desastre y los genocidios posteriores en sus maravillosas provincias ultramarinas. Tal vez estuvieron poco alerta entonces, porque con esta gentuza no se puede ser ingenuo. Otro refrán español viene bien al caso: 'al enemigo, ni agua'. Ahora ya sólo les queda la nostalgia, la saudade (tan portuguesa) y el lamento por todo lo perdido a manos de esos criminales. Cuenten no obstante con un abrazo fraternal y mi apoyo en lo que necesiten.
08/07/2007 18:57:41 Cheguei há poucos dias a este site, e vejam lá! Só hoje reparei que estão a fazer um abaixo-assinado para repôr o nome da ponte Salazar. MUITO BOA INICIATIVA. Por mim alinho de imediato.
E VOCÊS? JÁ ENVIARAM AS VOSSAS ASSINATURAS? PEÇAM AOS AMIGOS QUE ASSINEM TAMBÉM.
Não podemos ser como os democratas, que falam, falam, mas na hora.....
|