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16/08/2007 16:33:25 Sr. antunes da silva, para já o meu sincero agradecimento. Compreendi que em matéria de escutismo não me poderá dar a informação que eu pretendia. Este interesse começou porque há dias, tive uma ligeira "troca de impressões" cum um jornalista da SIC (não vale a pena referir o nome), em que este a certa altura afirmou : «Salazar até quis acabar com o escutismo...». Eu na altura confesso que "bloquiei" um bocadinho,visto não ter informação á altura. Acima de tudo quero felicitá-lo pela mensagem que me enviou e destacar 2 frases ,quanto a min,duma imponência extraodinária: « Cada pessoa é o resultado de muitas coisas que recebe durante a vida » e « A sociedade evolui ,mas não há o devido acompanhamento moral correspondente ».De facto sr. antunes, basta ouvirmos e vermos á nossa volta; o comportamento, o vocabulário, as atitudes indecentes, a completa dependência de bens desnecessários, de certa camada de jovens portugueses hoje em dia. Não há uma perspectiva de futuro, não há um comportamento cívico e moral adequado,não há aquela educação necessária!.Que falta fazia a certa "malta"aí ,uma injeção de MP(mocidade portuguesa)no sítio certo;«pró menino e prá menina». Felizmente temos informação necessária e belíssimas fotos da MP neste site,mas é sempre salutar ouvir relatos de vivência de, por quem lá passou.Um grande abraço. HÁ MEMÒRIA DE SALAZAR!
16/08/2007 01:14:57 Sr. Pedro Humberto. Em primeiro lugar os meus cumprimentos para si e para todos aqueles que partilham este site dedicado à obra do grande estadista que foi o Dr. António de Oliveira Salazar.
Pôs a questão ao afirmar que ser escuteiro e pertencer à Mocidade Portuguesa não seria a mesma coisa. De facto, em rigor não era. Acerca do escutismo digo-lhe muito sinceramente não possuir os conhecimentos indispensáveis e necessários que gostaria de ter par o informar correctamente. Pessoalmente, sempre vi o escutismo como uma actividade lúdica, que prima pelo contacto com a natureza, onde vão acampar e conviver uns com os outros num ambiente livre e saudável, cultivando o companheirismo, os valores morais e éticos, o fortalecimento do carácter, enfim... Uma série de princípios e valores civilizacionais do ser humano. Penso que neste aspecto, mais coisa menos coisa, têm ambos muito em comum.
Quanto à Mocidade Portuguesa (se não estou em erro foi fundada em 11 de Abril de 1936) era um organismo oficial do Estado Novo e tinha como finalidade estimular o gosto pela prática desportiva, a formação do carácter e a devoção à pátria.
Para referir alguns aspectos, começo por dizer que eu próprio fui, durante alguns anos da minha juventude, filiado na Mocidade Portuguesa.
A Casa da Mocidade, como então era conhecida, onde eu e alguns amigos meus nos filiámos, situava-se na Rua Almeida Brandão, 39 em Lisboa, no Bairro da Lapa, onde eu residia na altura.
Foi uma época que ainda hoje recordo frequentemente com uma imensa saudade. As recordações que tenho são do melhor que a juventude de qualquer época poderia aspirar.
Eu explico porquê. A Casa da Mocidade era um lugar aprazível para ocupação dos tempos livres onde os jovens encontravam uma série de actividades desportivas, de convívio, de lazer, tudo! Tínhamos andebol, basquete, voleibol, esgrima, remo, modelismo, ténis de mesa, jogo de xadrês, de damas, trabalhos manuais... e até Teatro tínhamos! Além destas actividades tínhamos uma Biblioteca onde poderíamos ler ou requisitar livros para ler em casa. E até tínhamos um Posto Clínico, onde algumas vezes éramos observados no tempo das constipações.
Muitas vezes íamos acantonar aos fins de semana para o Forte de Paço de Arcos onde ficávamos de Sábado para Domingo. De dia tomávamos banho e brincávamos na praia. Mas era bonito sobretudo à noite no terraço do Forte. Uns faziam uma fogueira, outros tocavam viola, catávamos, brincávamos, riamos, eu sei lá... Tudo isto temperado com o barulho das ondas do mar a banharem as rochas e o cheiro suave da maresia.
Que saudades desse tempo, dos convívios sãos!... das amizades que se alicerçavam naturalmente.
Não tenhamos dúvidas. Cada pessoa é o resultado de muitas coisas que recebemos durante a vida.
Sr. Pedro Humberto. Imagine a diferença abismal entre aquele tempo de vida mais sã e os tempos de hoje em que os jovens estão muito mais desacompanhados, quer pelos pais que trabalham de manhã à noite quer pela sociedade, estando muito mais expostos a todo o tipo de criminalidade e consumo de drogas.
Hoje a sociedade evolui mas não há o devido acompanhamento moral correspondente.
A Casa da Mocidade era, do ponto de vista social, de uma utilidade e de uma importância extraordinária para a juventude. E não menos para os pais!
Meu caro, Sr. Pedro Humberto. Não é muito, mas isto é o que eu lhe posso testemunhar da Mocidade Portuguesa.
Um abraço.
Viva Salazar! Viva Portugal
15/08/2007 20:19:47 FAMOSAS SEVÍCIAS DE ABRIL
Prezados Confrades e Amigos :
Em mensagem anterior me reportei ao famigerado "RELATÓRIO DAS SEVÍCIAS" que talvez muitos jovens nunca tivessem ouvido falar. Pelo menos assim pensei, na intenção de tentar INFORMAR mais essa JUVENTUDE que aí está. Aproveito esta oportunidade para aqui agradecer ao SR. PEDRO HUMBERTO a bondade e a gentileza de suas palavras dirigidas à minha pessoa, em mensagem sua.
A seguir, lançando mão de um arquivo (Ficheiro) que tenho em meu PC, transcrevo depoimento de alguém que sofreu e suportou as bestialidades desses animais do 25 de Abril. Chamo a especial atenção para o CASO do TENENTE-CORONEL MARCELINO DA MATA, HEROI NACIONAL, CONDECORADO COM A TORRE E ESPADA, ganha na GUINÉ-BISSAU no campo de batalha. Até onde chegaram esses crueis e sanguinários animais...
TRANSCRIÇÃO de ÚLTIMO REDUTO de 27.05.2004 :
"De repente, não percebi bem como, a questão das sevícias praticadas pelos nossos admiráveis revolucionários militares aprilinos apareceu à luz do dia. Uma chatice, a enodoar uma revolução tão casta e tão incruenta que obrou daqueles bons frutos através dos quais é possível aquilatar a casta da árvore mãe. Cá por mim, que tive a honra prazerosa de passar dois anos e pico nos cárceres da liberdade, a questão já estava esquecida, salvo quando, em encontros com amigos velhos desses tempos, recordamos peripécias e inépcias dos “capitães de Abril” que tivemos o gosto de conhecer – e gozar – nos bons tempos do prec no prato. E foi, de facto, um prato. Verdade seja que alguns dos presos da liberdade se deram mal com quem lhes saiu na rifa. Lembro-me de ver o Marcelino da Mata – um herói com Torre Espada ganha no campo da honra e não numa cerimónia do 25 de Abril em que emparelhasse com uma qualquer D. Isabel do Carmo – entrar de maca no Forte de Caxias. Com ele vinham mais uns dez presos que haviam passado uns oito dias no Ralis, nunca se apurou por que razões. Eram todos pessoas ligadas, directa ou indirectamente à Guiné. Curiosamente, só dois ou três ainda estão vivos, tendo a maioria morrido na flor da idade. Um deles, o meu amigo Coelho da Silva, um fuzileiro corajoso se bem que um tanto louco, fora caçado com a mulher em fim de gravidez, em plena Praça da Figueira. A mulher, já não sei se a caminho do Ralis, se dentro do simpático quartel, levou um pontapé na barriga que lhe provocou um aborto instantâneo. Um “jeep” transportou-a até às imediações do Hospital de São José, onde foi abandonada. O Coelho da Silva apenas foi sovado, durante alguns dias até ser levado para Caxias.
À minha cela foi parar um moço de vinte e poucos anos, licenciado em Direito e filho de um juiz que estava numa cela ao lado. Não recordo os nomes, apenas o apelido: Veloso. Contou-me, o que aliás me foi confirmado pelos restantes elementos do grupo que acabei por conhecer graças a mudanças sucessivas de cela para cela, que durante dias tinham sido torturados, pai frente ao filho, amarrados a duas cadeiras. O pai já dobrara os 60 anos e sofria do coração. Os dois que chegaram em pior estado, foram o Marcelino da Mata que esteve sujeito a choques nos testículos e que tinha ferimentos graves num joelho por lhe terem dado pontapés exactamente onde tinha alojados estilhaços de granada e um outro indivíduo – de momento não recordo o nome e não tenho à mão os apontamentos que então fiz – que fora encarregado de um destacamento das Obras Públicas, na Guiné, chegou-nos de maca apenas vestido com umas cuecas ensaguentadas e com o corpo coberto de ferimentos. Em Caxias também houve alguns casos interessantes. Recordo que numa dada altura, fui de castigo para uma cela onde estava um homem dos seus 70 anos que na juventude pertencera episodicamente à Pide e, mais tarde enveredara por outra profissão. Chamava-se Dá Mesquita e oscilava entre períodos de calma, durante os quais se mostrava pessoa educada, de fino trato e bastante simpática e outros de terrível excitação em que me era penoso suportá-lo. Contou-me repetidamente que um dia fora levado até ao pátio interior do fortim e, com todas as regras do cinema de mau gosto, amarrado, vendado e encostado ao paredão. Os soldados que o acompanhavam, alinhados à sua frente, receberam ordens de preparar as armas, manobraram as culatras e dispararam à voz de fogo. É verdade que dispararam para o ar mas foi demasiado para o pobre homem que nunca mais conseguiu recuperar da gracinha. Não foi a única simulação de fuzilamento que os dignos militares revolucionários engendraram para se divertirem um bocadinho. Pela parte que me toca, não tenho grandes razões de queixa. Estávamos apinhados como sardinhas em lata em celas que nos bons velhos tempos, se calhava encher, apenos comportavam sete valorosos adeptos do reviralho. A comida também era péssima mas, essa, conseguíamos corrigi-la com alguns suplementos que nos chegavam do exterior. Os companheiros de cela eram geralmente catitas e, quando o não eram, não tardavam a ser metidos nos eixos. Dos guardas prisionais também não havia grandes razões de queixa. Eram quase todos correctos, alguns simpáticos e uns poucos bastante camaradas quando sentiam não estarem a ser observados pelos militares. Alguns, chegaram a correr riscos, passando-nos recados ou cartas para o exterior. Alguns soldados e sargentos tentaram armar-se em tesos mas bastava mandá-los à merda para os pôr no seu lugar e perderem a vontade de armarem em heróis. Quanto à vasta fauna de inquisidores, a coisa raiva o ridículo e, de certo modo, privados de rádios, televisões e jornais, acabaram por se tornar a nossa maior diversão. Eram quase todos oficiais da Armada, a maioria ostentava ao peito um submarino que me parecia sumamente consentâneo não com a profissão mas com o recorte moral de todos eles. Eram gentinha de águas profundas, daquela que desconfia da própria sombra e que só morde pela calada. Ao princípio também se tentaram armar em duros mas, coitados, passou-lhes. Depois, os interrogatórios pareciam-me mais penosos para eles do que para nós: estávamos ali sem um simples mandato de captura, presos ao arbítrio de um qualquer “otelo” ou “otolo” e, salvo alguma raríssima excepção, sem qualquer peso na consciência. A maior parte, passados todos estes anos, ainda não logrou descortinar por que carga de água foi dar com os costados à cadeia. Mas os pobres rapazes, coitados, achavam-nos uns terríveis “fachistas” e, de resto, queriam mostrar serviço e abrilhantar os galões com a desmontagem de alguma rede tenebrosa. Só que não sabiam que raio nos haviam de perguntar e, de resto, não tinham a menor ideia de como dirigir um interrogatório. Como tinham aprendido no cinema e no folclore que corria jornais, rádios e televisão, deram para nos interrogar de noite. Não era bem a famosa tortura do sono, mas a aproximação de que se sentiam capazes. Muitos de nós éramos noctívagos e, apagadas as luzes das celas, improvisávamos iluminações malcheirosas que nos permitissem ficar a conversar pela noite dentro. Os interrogatórios nocturnos, até alta madrugada, não nos incomodavam e a malta ficava calmamente a conversar à espera do camarada que geralmente voltava eufórico a contar os dislates dos inquisidores e as bacoradas inventadas para lhes responder. Houve uma vez que me deparei com um trio assaz solene (e soletre) que me avisou que, daquela vez, a coisa era mais séria. Acendi um cigarro, coisa que irritava a maioria e esperei a bojarda: pois, estava acusado de ser do ELP. Eu sabia do ELP – quem já esteve preso sabe que as cadeias são como os bairros antigos e os inexpugnáveis condomínios modernos: não há segredos. Dominando o riso, fiz uma coisa que nunca me havia passado pela cabeça: declarei-me pronto a contar tudo e na disposição de prestar declarações por escrito. Um furriel com cara de poucos amigos, acho que pelo trabalhão que lhe ia dar, lá meteu uma folhinha de papel azul na máquina de escrever e, com dedos emperrados, começou a bater a minha confissão. Contritamente, afirmei pertencer, de facto, ao famigerado movimento e penitenciei-me até de ser um dos seus fundadores. Os tipos, desgraçados, rejubilaram e quase que me abraçaram. Depois, como não podia deixar de ser pediram pormenores. Nomes? Quem eram os cérebros daquela teia tenebrosa? Lembrei, então, que o ELP nascera em Espanha, estava eu já a gozar o conforto que, misericordiosa, a revolução ofertava a transviados como eu. Ajudara a fundar o ELP mas ali de dentro, mesmo através da espessura ciclópica das paredes do Forte de Caxias. Quem, por Madrid comandava o ELP não o podia saber ao certo. Mas, estando eu preso, sem direito a correspondência, privado do contacto de amigos, só com direito a visita de familiares directos, quando estas não me eram vedadas por qualquer castigo, os meus cúmplices directos, quem me servira de ligação com os energúmenos do exterior, eram evidentemente eles. Os senhores carcereiros e demais responsáveis pelo Forte. O furriel parou de bater as teclas da máquina e olhou os superiores, sem saber o que fazer. Os tipos acabaram por me correr para a cela e, a partir daí, deixaram de me chatear. E é tudo o que se me oferece dizer sobre as sevícias…"".
Para avivar a memória daqueles que conheceram os ACONTECIMENTOS ou mesmo até para informar aqueles que os desconheciam .
À MEMÓRIA DE SALAZAR !
VIVA SALAZAR ! VIVA PORTUGAL REERGUIDO !
| Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
15/08/2007 16:02:08 Caros amigos Comecei por colaborar neste site, com o propósito de transmitir parte do meu conhecimento, o que tenho feito em 13 trabalhos que poderão encontrar em “Artigos”, e algumas, intervenções no “livro de visitas”. Mas também tem sido meu propósito, colher a informação que o conhecimento e a experiência vivida por muitos dos amigos deste site aqui deixam para que todos saibam a VERDADE. Já que é impossível voltarmos ao império do Minho a Timor que nos deixaram os nossos egrégios avós, pelo menos temos o dever de espalhar a VERDADE. Ninguém sabe tudo, mas todos sabemos um pouco, por isso o conhecimento de uns enriquece a sabedoria dos outros. Tenho aqui lido páginas do que já é a autêntica História de Portugal. Acontecimentos extraordinários, com o privilégio de serem transmitidos por quem por eles passou. É Fabuloso.
Mas o grande objectivo é de passarmos essa VERDADE a todos os portugueses. A TODOS OS INTERESSADOS em qualquer parte do Mundo.
E a VERDADE é só uma. O Dr. SALAZAR foi um extraordinário ser humano. Foi um político de excepção. Na sua honestidade, na sua inteligência, na sua dedicação à defesa de Portugal e do seu povo. Elevou Portugal à consideração e respeito de todas as outras nações.
Diz-se que: Quem tem inimigos é porque tem valor. (neste caso é verdade). Tão grande era o seu prestígio que muitos o queriam derrubar Mas o homem do leme (como Gulbenkian gostava de chamar a Salazar), foi firme e contra os mais poderosos conseguiu vencer. (só a TRAIÇÃO destruiu a sua OBRA). Chegou a ter a maiores nações do mundo contra: E.U.A. – U.R.S.S. e CHINA. A todos mostrou a determinação de defender Portugal e a sua integridade territorial. Curiosamente, e peço desculpa a quem pense o contrário, acho salutar a visita ao nosso site dos mal informados, dos cegos, dos obcecados pela mentira. Já tenho tomado posição para esclarecer esses pobres de espírito que como recurso chegam à infâmia de tentarem destruir este nosso maravilhoso Ponto de Encontro. Felizmente o nosso guardião, Sr. João Gomes, com muita dedicação, calculo que também com muito esforço, mas muito saber, tem conseguido manter aberta esta Voz. Bem-haja. Assim parece-me adequado dizer: -- Que venham a nós os que duvidam, os cegos pelo ódio, os que falam por ouvir falar, os que criticam Salazar, os que amaldiçoam a PIDE, que dizem ter sido perseguidos. Que venha quem quer ser esclarecido. Nós temos a arma mais poderosa de sempre, a VERDADE
Para terminar, apraz-me registar a referência elogiosa à minha contribuição neste site, feita pela Sr. D.ª Cristina da Nóbrega. Estimada Senhora, eu é que faço público o meu elogio, por tudo o que me tem dado a conhecer nas suas brilhantes intervenções. São autênticas lições de História. Bem-haja.
Também os amigos Sr. Pedro Humberto e Sr. Joaquim Oliveira de Almeida, tiveram a gentileza de me obsequiar com o seu apreço. Agradeço-lhes, mas também com a satisfação de saber que visitaram o link “Artigos”. Sensibilizado, lhes envio os meus agradecimentos. Artur Silva -- Santarém
14/08/2007 22:06:39 PREZADOS AMIGOS:
Para torrar mais um pouco vossa paciência, especialmente aos que mais idade têm e que conhecem o assunto, vou transcrever, com a DEVIDA VÉNIA, matéria do famoso "RELATÓRIO DAS SEVÍCIAS".Os "ABRILISTAS" libertadores infligiram ao Povo Português, após o 25 de ABRIL de 1974, barbaridades e arbitrariedades. Eles sim com o seu famigerado COPCON, copiado dos Manuais da KGB soviética. A intenção aqui é chamar a atenção para os MAIS JOVENS que podem não estar a par do que aconteceu.
""Conclusões Finais do «Relatório das Sevícias»
Segundo a "A Comissão de Averiguação de Violências Sobre Presos Sujeitos às Autoridades Militares" só se queixou «um reduzido número de pessoas, o que veio a limitar grandemente o âmbito das averiguações» (1). Ainda assim veja-se a gravidade das conclusões, que começamos hoje a divulgar. O reduzido número de queixas na época não é nada de espantar dado que, ainda agora, no Jornal Diário de Notícias de 19 de Maio de 2007, o Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), Prof. Doutor António Reis entende que «mesmo em democracia, particularmente aqui em Portugal, a condição de maçon pode originar perseguições, incompreensões e prejuízos da vida profissional». Quanto mais naquela época os intitulados «reaccionários». A 'Nota Final' do Relatório, na página 143, com as assinaturas dos membros da Comissão de Inquérito especialmente criada pelo C.R.
(Clicar na imagem para ler)
Algumas das Conclusões Finais
Citando as primeiras 14, da página 136 do Documento, mais conhecido como «Relatório de Sevícias»: «Em face da matéria apurada, a Comissão entende poder formular com segurança as seguintes conclusões: 1. Foram praticados dois crimes de cárcere privado, acompanhados de tortura e violenta agressão física, imputáveis a militares e civis; 2. Houve centenas de prisões arbitrárias, sendo de destacar as efectuadas na sequência do "28 de Setembro" e do "11 de Março", em 28 de Maio de 75 (contra elementos do MRPP), e as desencadeadas, com cariz diferente, a partir do Regimento de Polícia Militar; 3. Algumas dessas prisões resultaram de denúncias anónimas, outras de informação ou indicação de organizações partidárias ou sindicais, e muitas de solicitações verbais, até telefónicas, designadamente do Gabinete do Primeiro Ministro,do Ministério do Trabalho, do SDCI, do Serviço de Coordenação e Extinção da PIDE/DGS e LP, da Comissão ad hoc para o "28 de Setembro", da Comissão de Inquérito ao "11 de Março", do Gabinete do Almirante Rosa Coutinho; 4. A maioria das prisões foi efectuada pelo COPCON, quer como mero órgão executor quer por iniciativa própria; 5. Houve transferência arbitrária, de Cabo Verde para Lisboa, de 31 pessoas, por motivos ideológicos; 6. Em muitos casos não foram utilizados mandados de captura ou busca e noutros o respectivo duplicado não foi entregue aos interessados; 7. Os mandatos de captura e de busca emitidos pelo COPCON eram, na generalidade, assinados em branco e muitas vezes assim saíram para a posse das entidades que os haviam solicitado, ou das equipas que iam executar as capturas; 8. Em alguns casos, os mandados de captura foram executados sem indicação dos motivos da captura; 9. Em outros casos, a invocação dos motivos da prisão era feita em termos vagos, como, por exemplo, "suspeita de pertencer a uma associação de malfeitores", "suspeita de ligação com a reacção", "sabotagem económica", "agitador", faltando por completo um critério para as detenções, com um mínimo de senso jurídico; 10. Houve prisões sem que nos mandados de captura se identificasse, com segurança, a pessoa a deter; 11. Houve prisões e buscas efectuadas altas horas da noite; 12. Houve casos de detenções por longos períodos de tempo sem que tivesse chegado a ser organizado qualquer processo, permanecendo os detidos em estado de completo abandono e esquecimento; 13. Houve casos de detidos só libertados ao fim de meses, sem nunca terem sido interrogados; 14. Em muitos casos, os detidos foram libertados ao fim de largo tempo, sem lhes ser comunicado ou explicado o motivo da detenção ou formulada qualquer acusação;»
(1) (alínea 56 da pág. 146, do Relatório). [23/05/07]
FONTE : http://abrilprisoesmil.googlepages.com/
À MEMÓRIA DE SALAZAR ! VIVA SALAZAR ! VIVA PORTUGAL REERGUDIDO! | Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
14/08/2007 20:10:22 PREZADOS AMIGOS :
Talvez tenha cometido uma indelicadeza ao me referir únicamente a três participantes que muito me honraram com suas amizades, em mensagem anterior. Quero aqui expressar meus sentimentos de amizade para com todos os que acessam este SITE, sem distinção de nenhuma espécie. Não posso me furtar a aqui homenagear, na minha humildade, o SR. ARTUR SILVA. Obrigado pela matéria sobre a PIDE e DGS e também pelos seus maravilhosos e instrutivos artigos que todos devem ler no LINK "ARTIGOS". Com a "PENA" fácil que tem, continui a nos brindar com seus ESCRITOS.
Com satisfação vejo que mais participantes tem atuado e outros que estavam de férias, certamente surgirão para que todos possamos continuar esta OBRA de elucidação, de desmistificação e da busca da VERDADE para tentarmos CALAR as bocas sujas e malignas da maioria desses políticos que aí estão.
Não sou de EXTREMA DIREITA, como alguém sugeriu ,pelo facto de pugnar pela MEMÓRIA daquele, que sempre afirmo, foi O MAIOR ESTADISTA PORTUGUÊS DE HÁ TEMPOS A ESTA PARTE. Ainda que REFUGIADO e talvez carregando o FARDO do insucesso a que me submeteram com a "DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR"! ( Pasmem senhores), não aceitarei nunca que o nome de SALAZAR seja desrespeitado, vilipendiado e até desonrado pela boca desses que perpetraram o FLAGELO DO SÉCULO - O COMUNISMO. Continuo pedindo que me expliquem por que fizeram desaparecer da face da terra mais de 100.000.000 de SERE HUMANOS. Preocupem-se a pesquisar o que aconteceu e por que é que aconteceu. Não se conluiem para quererem APAGAR a MEMÓRIA de SALAZAR. NUNCA CONSEGUIRÃO DESTRUIR O QUE É INDESTRUTÍVEL!
Só me resta pedir a benevolência de todos para comigo e de me aceitarem no número de vossos amigos. Ficarei muito honrado e feliz .
À MEMÓRIA DE SALAZAR ! VIVA SALAZAR ! VIVA PORTUGAL REERGUIDO ! | Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
14/08/2007 13:39:37 Sobre a Nossa Provincia Portuguesa;Angola:
Para todos os Colegas; do Site(O OBREIRO DA PATRIA),que me acolheram com carinho,respeito e consideracao,nao vou referir nomes porque sao todos,apesar de alguns mostrarem esse acolhimento de forma diferente a esses o meu muito OBRIGADA;Comungamos todos do mesmo Sentido Patriotico,da mesma Verdade,da mesma Destruicao da Nossa Nacao,do mesmo Respeito por Aquele que foi um dos Maiores ESTADISTAS DE PORTUGAL E DO MUNDO(Quando da sua morte a Rainha Isabel de Inglaterra,Anunciou ao Mundo, morreu um dos Maiores ESTADISTAS DO MUNDO;ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR).
Todos Nos Estamos Contra As Grandes e Graves Mentiras que Surgiram com esse golpe de Estado,sobre Pessoas,Sobre SALAZAR,Sobre todo o Povo Portugues do Minho ate Timor,sobre o que foi e era a NACAO.
Sobre Angola,nunca poderao imaginar;O que foi ver nos olhos dos Homens Africanos Portugueses de Angola,com o golpe de Estado,e a guerra civil,que provocou a saida dos Portugueses de origem Europeia e de muitos Portugueses de Origem Africana.
Os que ficaram:
Ver nos seus Olhos;O Medo,A Angustia,O Panico,A Incerteza da Seguranca has suas Vidas e Familias,Ver isso nos seus Olhos e Sentir isso nas suas Almas,os homens que cumpriram servico Militar em Defesa da NACAO PORTUGUESA,e que estavam Abandonados e Completamente Perdidos,esses Mesmos homens,que viviam connosco,que eram Portugueses,que estudaram connosco,que conviviam connosco,que riam e choravam connosco,que muitos deles eram da nossa familia,trabalhavam a nosso lado,comiamos na casa deles e eles na nossa casa,que eram amigos de Infancia e brincadeiras.
A Quem viu esses olhares de Medo,de Panico; sentiram-se usados na sua Dignidade e Valores como seres Humanos e valores Patrioticos,pelos LESA-PATRIA,pelos Assassinos e Criminosos,da NACAO.
Esse Povo que sabia que com a saida dos Europeus,seriam condenados ha morte.
Nunca,mas Nunca Poderemos Esquecer: Partimos para Proteger as nossas Vidas em varias Direccoes deste Mundo,Mas Trouxemos Cravados na Nossa Alma esses OLHOS,e Esses OLHARES.
Ninguem,mas ninguem em seu Equilibrio Mental Saudavel,com um Minimo de Escrupulos,de Senso e Patriotismo consegue cometer tal Barbarie,para com o seu Semelhante.
Muito menos para com a sua propria NACAO e POVO.
Ninguem tem o Direito de nos destroncar da Nossa Terra, de nos Destruir todos os Nossos Sonhos,Projectos e Vida. Tudo o que os Nossos pais e familia construiram,todos os nossos bens roubados.
So Grandes Canalhas,homenzinhos sem nenhuma Dignidade,nem Patriotismo poderao Cometer tais Atrocidades e Crimes;PARA COM A PATRIA E TODOS OS SEUS POVO.
Crimes desta Natureza;Nao se Fazem em Tempo nenhum nem em Lugar nenhum deste Mundo;JOGAR COM A NACAO E COM A VIDA E INTEGRIDADE E VIDA DE TODOS OS SEUS POVOS.
O Meu Povo; o Povo Portugues em Angola;deixou de Ser Portugues pela Forca das Armas,para Passar a Ser Cubano pela Forca das Armas.
(fasso)aqui so uma referencia ao nome do colega Artur Silva,pelo seu inestimavel trabalho no site(O OBREIRO DA PATRIA).
HA MEMORIA DE SALAZAR
14/08/2007 11:32:13 Agora tudo esta Esclarecido,muito Claro,...
A semana passada comemorou-se em Espanha o Dia Mundial da Sesta:
Em Portugal o Socio honorario,dos amigos da Sesta E nem mais nem menos,o Bolha aquele que nos chegou de um quiosque de Paris.
Agora sei porque razao nunca exerceu advocacia em Franca,o homem E indolente,mas isso ve-se. a imagem Logotipo da associacao,dos Sornas E ele,a dormir Profundamente.
Agora sei porque o homem tem cara de Sorna,todo ele E um Sorna e mosca morta(E para fuzir desse tipo de pessoas),sao sempre os Maiores Traidores,Vigaristas,Oportunistas,LESA-PATRIA,quando Acordam da sua completa Inercia Patologica.
Contra Indicacoes;para os Sornas;Quem sofra de Epilepsia. Enxaquecas. Apneia.
Efeitos Secundarios quando os Sornas Acordam:
Destruicao da NACAO. Incentivo ao Roubo. Manipulacao das Mentes Humanas. Incentivar todo um Povo ha Sorna e nao producao.
Incentivar aos assaltos e roubos contra os ricos aqueles que trabalhavam nao dormiam e fomentavam riqueza para a Nacao e seu Povo, Lucros Faceis atraves da Destruicao e Venda de Todo Um Patrimonio; Pertenca da Nacao e de Todo o seu Povo. Enriquecer com facilidade; por travessas Dubias. Facilidade em fazer amizades,entre todos os outros Sornas,no sentido da usurpacao da Nacao.
Relegar e menosprezar todo e qualquer Patrimonio de uma Nacao deixado por Um HOMEM que nunca Dormiu; que trabalhava afincadamente em Suor, Inteligencia,e Preocupacao em Relacao Ha Nacao e todo o seu Povo do Minho ate Timor.
Disconsiderar todo o Trabalho Arduo e Sacrificios dos Portugueses que nao Dormiam nas Nossas Provincias Ultramarinas,que tranformaram as Selvas em Paises Properos,ate ha data de 1974.
Sempre levei em conta que so Canalhas que Dormiam e nao viam,nem Sabiam nada da Realidade da Nacao Portuguesa,poderiam destruir toda essa Nacao e o seu Povo.
Agora tenho a confirmacao.
Espero e Desejo que durante a sua Grande preferencia de Dormir(durante a Sorna)nao abra mais os olhos,para nao Destruir o que resta de Portugal,(nem ele nem todos os outros SORNAS)
Mais uma Prova de que todos os elementos do Partido dos seus Ideais,Sao Sornas Indolentes e Oportunistas. Razao todos sao escolhidos e nas confrarias,os compadres sao iguais,todos comungam das mesmas vontades, gostos e preferencias. Portugal E governado por Sornas,sobre isso nunca existiram Duvidas,os resultados sao mais que Evidentes.
AO HOMEM QUE NAO DORMIA PERANTE A NACAO,E SEU POVO. HA MEMORIA DE SALAZAR
14/08/2007 11:28:01 Esclareçam-me,por favor;qual foi o comportamento de Salazar perante o «escutismo»?. Ser escuteiro e pertencer á mocidade portuguesa não era bem a mesma coisa,apesar de terem alguns princípios idênticos,e o escutismo é francamente mais antigo.Fico a aguardar.
14/08/2007 07:57:11 A historia, há-de-se repetir... POrtugal voltará a olhar para salazar como o seu salvador, o seu heroi! A sua obra nunca será esquecida, nunca!!
14/08/2007 01:18:42 Embora não tenha participado na discussão de ideias que por vezes acontece por aqui vejo que este sítio tem sido fortemente frequentado com muitas vozes de apoio ao grande Oliveira Salazar, é preciso que assim continue para que no dia em que aquela ponte for novamente a ponte Oliveira Salazar o mundo se comece a aperceber que as coisas estão a mudar. Nada contra Salazar, Tudo por Salazar. Viva Salazar , Viva Portugal
14/08/2007 00:49:00 Não quero deixar de expressar o meu sincero apreço ,pelo artigo do sr.artur silva sobre a pide.Aliás o seu contributo no"artigos" e no livro de visitas tem sido notório e gratificante. Existem neste site depoimentos tão esclarecedores que dá gosto lê-los vezes sem conta.
14/08/2007 00:36:51 Continuação da resposta ao sr. Joaquim Oliveira de Almeida – São Paulo Renovando os cumprimentos,
A PIDE/DGS foi uma organização legal. A prova é que foi necessário o Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril para a extinguir.
Parte (II) -- continuação
P.I.D.E. -- Em 1945, pelo Decreto-Lei n.º 35 046, de 22 de Outubro foi criada a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) que ficaria na dependência do Ministério do Interior. Cabia a este organismo de polícia proceder à instrução preparatória dos processos respeitantes a crimes contra a segurança do Estado (entre outros), sugerir a aplicação das medidas de segurança e a definição do regime de prisão preventiva e liberdade provisória dos arguidos. Eram conferidas à PIDE funções administrativas e funções de repressão e de prevenção criminal. No que diz respeito ao primeiro tipo de funções esta polícia tinha a seu cargo os serviços de emigração e passaportes, de passagem de fronteiras terrestres e marítimas e de permanência e trânsito de estrangeiros em Portugal. No âmbito do segundo tipo de funções, deveria fazer a instrução preparatória de processos nas áreas dos crimes de estrangeiros relacionados com a sua entrada ou com o regime legal da sua permanência em território nacional, das infracções relativas ao regime da passagem nas fronteiras terrestres e marítimas, dos crimes de emigração clandestina e aliciamento ilícito de emigrantes e dos crimes contra a segurança exterior e interior do Estado. Em 1954, e pelo Decreto-Lei n.º 39 749, de 9 de Agosto, a PIDE foi reorganizada. Foi então criado o quadro para as ilhas adjacentes e o ultramar. Por esse documento legal, ficou também estabelecido que a PIDE seria a única entidade responsável pela troca de informações com serviços estrangeiros.
D.G.S. -- A DGS (Direcção-Geral de Segurança) foi criada em 1969 pelo Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de Novembro, na sequência da extinção da PIDE (Polícia Internacional e de Defesa do Estado), e com as seguintes atribuições fundamentais: «Artigo 3º (...) a) Velar pela segurança interior e exterior do Estado; b) Proceder à recolha e pesquisa, centralização, coordenação e estudo das informações úteis à segurança; c) Vigiar e fiscalizar as fronteiras terrestres, marítimas e aéreas; d) Efectuar a investigação dos crimes contra a segurança interior e exterior do Estado, procedendo à instrução preparatória dos respectivos processos; e) Proceder do mesmo modo quanto às infracções de emigração clandestina e de aliciamento ilícito de emigrantes e perseguir as infracções ao regime legal de passagem de fronteiras e de entrada e permanência de estrangeiros em território nacional; f) Manter relações com organizações policiais nacionais e estrangeiras e serviços similares, para troca recíproca de informações e para a cooperação na luta contra a criminalidade; g) Assegurar as relações com a Organização Internacional de Polícia Criminal.»
Viria a ser extinta em 1974 pelo Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril, que determinava, no seu artigo 1º: — 1 - É extinta a Direcção-Geral de Segurança, criada pelo Decreto-Lei n.º 49 401, de 24 de Novembro de 1969. — 2 - No ultramar, depois de saneada, reorganizar-se-á em Polícia de Informação Militar, nas províncias em que as operações militares o exigirem.
Artur Silva -- Santarém
14/08/2007 00:23:59 Sr joaquim oliveira de almeida,a minha amizade por si é recíproca.Se, por exemplo entrar no"fórum de discussão"verá que no tema"glória de outros tempos",lhe dirigo um merecido elogio!. O sr. joaquim tem sido,a par da sr. cristina da nobrega(a quem também respeito muito),um dos peritos em matéria do ultramar Português,não esquecendo os outros intervenientes ,cujas mensagens tambem sâo extremamente enriquecedoras e gratificantes. Já agora espero o regresso doutros amigos tais como:a.rodrigues,miguel martel lima,duxbellorum,rui almeida,henrique rodrigues,ricardo pereira,antunes da silva,luis azevedo e antónio costa( estes dois ultimos ,já demos pelo seu regresso). Abraços a todos !!
14/08/2007 00:23:27 Para o sr. Joaquim Oliveira de Almeida – São Paulo Com os melhores cumprimentos, Vou aqui tentar dar uma achega sobre a PIDE/DGS
A PIDE/DGS foi uma organização legal. A prova é que foi necessário o Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril para a extinguir.
Refiro aqui a legislação que deu origem à sua criação e organizações antecedentes.
— É um artigo um pouco extenso, por isso irei dividir em duas partes Parte (I)
A 1.ª República terminou em 28 de Maio de 1926 em resultado da revolução ocorrida nessa data. -- Em 15 de Junho de 1926, pelo Decreto n.º 11 727, é extinta a Polícia de Segurança do Estado. As funções que esta desempenhava são então atribuídas à Polícia de Investigação Criminal. Ainda no mesmo ano, pelo Decreto n.º 12 972, de 16 de Dezembro, é criada uma Polícia de Informações no Porto, dependente do respectivo Governo Civil. As Polícias de Informações de Lisboa e Porto eram secretas e chefiadas por um director que o Ministro do Interior contratava e despedia livremente. Em 1928, pelo Decreto n.º 15 195, de 17 de Março, as duas instituições fundiram-se e foram colocadas na dependência do Ministro do Interior. Em Agosto desse ano, pelo Decreto n.º 16 047, foi criada a Polícia Internacional Portuguesa que estaria agregada à Polícia de Informações e dividida em duas secções, Lisboa e Porto. Esta polícia estava encarregada da vigilância das fronteiras terrestres do País. Em 1930, pelo Decreto n.º 18 849, de 13 de Setembro, foi extinta a Polícia Internacional Portuguesa, como organismo dependente da Polícia de Informações. O Decreto n.º 20 033, de 3 de Junho de 1931, dissolveu a Polícia de Informações, sendo as suas funções provisoriamente atribuídas à Polícia de Segurança Pública. O Decreto n.º 20 125, de 28 de Julho de 1931, decretou o regresso da Polícia Internacional Portuguesa ao Ministério do Interior. O Decreto n.º 21 194, de 2 de Maio de 1932, criou a Direcção-Geral de Segurança Pública. A esta entidade subordinar-se-iam todas as polícias dependentes do Ministério do Interior, bem como a Polícia de Investigação Criminal. Em Maio de 1932, foi criada a Secção de Vigilância Política e Social da Polícia Internacional Portuguesa. Pelo Decreto n.º 22 151, de 23 de Janeiro de 1933, foi extinta a Secção de Vigilância Política e Social da Polícia Internacional Portuguesa e criada a Polícia de Defesa Política e Social, que ficaria dependente do Ministro do Interior.
P.V.D.E. -- A Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE) foi criada em 1933, pelo Decreto-Lei n.º 22 992, de 29 de Agosto, dependendo do Ministério do Interior e dirigida pelo capitão Agostinho Lourenço. Era composta por duas secções, a Secção de Defesa Política e Social que se encarregava da prevenção e repressão contra os crimes de natureza política e social, e a Secção Internacional com as competências de verificar as entradas, permanências e saídas de estrangeiros do território nacional, a sua detenção se se tratassem de elementos indesejáveis, a luta contra a espionagem e a colaboração com polícias de outros países. Foram-lhe posteriormente outorgadas outras funções. Em 1934, pelo Decreto-Lei n.º 23 995, de 12 de Junho, a Secção Internacional da PVDE passou a ter a seu cargo a luta contra os engajadores de emigrantes e o licenciamento e fiscalização das agências de passagens e passaportes. Ainda nesse ano, e pelo Decreto-Lei n.º 24 112, de 29 de Julho, foi criada uma nova secção, Secção de Presos Políticos e Sociais, que tinha como competências "prover ao sustento, manutenção, guarda e transporte dos presos por delitos políticos e sociais, quer preventivos, quer já condenados". (Continua na parte II)
Artur Silva -- Santarém
13/08/2007 11:56:04 Aos meus Bons Amigos que se referiram à minha humilde pessoa quero aqui deixar um MUITO OBRIGADO. Bondade em demasia da vossa parte. Referirei os nomes de meus Amigos CRISTINA DA NÓBREGA,PEDRO HUMBERTO e JOÃO ASSEICEIRO que tiveram muita paciência comigo e aceitaram debater os ASSUNTOS POSTOS. Trata-se de uma PRIMEIRA RODADA. Mais virão certamente a seguir. É mister que assim seja. Gostaria de prestar minha humilde homenagem ao Sr. JOÃO ASSEICEIRO, EX-COMBATENTE em Moçambique, exactamente em MUEDA. Considero seu TESTEMUNHO de grande valia. Espero que o meu "DESAFIO"? tenha sido aceite, como parece. A todos, mais uma vez, meus agradecimentos.
Este FIM de SEMANA o dediquei a pensar NAQUELE que foi O MAIOR ESTADISTA que, já algum dia,existiu em PORTUGAL - PROF. DR. ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR. Em meu "arremedo" de BLOG postei "AUTO RETRATO DE SALAZAR". Sei que todas as pessoas já conhecem e muito bem aquilo que nos legou em suas PALAVRAS. Cada vez que leio me arrepio com tanta sabedoria, discernimento, espírito governativo e patriotismo impoluto. Me atrevo a reproduzí-lo aqui e pena que o SITE não tenha um espaço em que pudéssemos emoldurá-lo como se de um QUADRO se tratasse.
"""«Devo à Providência a graça de ser pobre; sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, sustentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente. Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse, mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção. Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não pelas ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem. Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre. Jamais empregarei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam, esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa eles próprios continuam a apresentarem-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano. Penso ter ganhado, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me. Não tenho ambições, não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos. Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial. Pelo contrário, neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir.» António de Oliveira Salazar """
ME PERDOEM . À MEMÓRIA de SALAZAR ! VIVA SALAZAR ! VIVA PORTUGAL REERGUIDO! | Joaquim Oliveira de Almeida- São Paulo | TOPO |
13/08/2007 08:43:03 Existem pessoas Bem Formadas; existem pessoas mal informadas: Existem pessoas com a capacidade em discernir;existem pessoas que misturam situacoes e actuacoes:mas o Mundo E Assim.
Nas nossas Provincias Ultramarinas,Nasceram Novos Paises,escreve alguem,Verdade!!!???...(mas desde quando?).
Que estiveram os meus pais,familia e amigos a fazer em Angola,senao fazer Nascer um Pais!?...
Com todo o seu Esforco,Trabalho e Dinheiro que levaram da Metropole para la investirem,mas esses Paises nao teriam nascido Ja Ha 500 anos atras?
Que raio Estiveram os Portugueses a fazer,nas Nossas Provincias Ultramarinas durante Seculos,que nao fosse transformar as Selvas em Paises,(mas esses Paises nao teriam comecado a nascer ja Seculos Passados pelas maos dos Portugueses,quando se fica com um Pais ja feito,ja construido ha custa de outros,com o Suor,Trabalho,Sacrificios,Sofrimento,Dor e Luto,de outras pessoas nunca um Pais nasce; Ja Nasceu,a partir da primeira Pedra colocada em posicao Vertical,).
Os nacionais chegaram com uma mao ha frente outra a atras,nem todos, a venda das Nossas Provincias Ultramarinas motivou altos lucros,altos ganhos os nomes sao bem conhecidos,por essa razao nao vou repetir esses nomes,salvo se esses vermes nao sejam Nacionais;sim nao sao, sao Apatridas,os Lesa-Patria. Substituisse o termo Terrorista por guerrilheiro(existe uma grande diferenca nesses termos).
Sempre ouvi falar das Reservas dos cofres de Estado ou Particulares,mas nunca de Reserva Moral!.
Os Portugueses vieram estropiados de la,sobre isso nao existem duvidas alguma(Milhoes)com o 25 de Abril,a chamada descolonizacao,a maior vergonha,para o Mundo(o Maior escarro ha Historia de Portugal e ha vida e bens das pessoas que la viviam e eram de La nascidos e criados).
Ficaram la de todas as cores;tambem nao ha duvidas,os Cubanos fizeram por la uns milhares largos de filhos;Razao pela qual Angola E hoje o maior chadrez como Pais de Africa, os Negros em Angola, estao em vias de extincao.
Falar por la Portugues!?...A Lingua Portuguesa so ficou,depois da queda vertical do comunismo,porque os negros do MPLA em conjunto com o seu grande amigo Fidel de Castro,fizeram um acordo para a lingua oficial de Angola ser o espanhol de Cuba,mas com a queda do comunismo e a saida das tropas Cubanas(refiro que Angola ainda tem uns milhares de Cubanos que ficaram por la uns,outros em negocios comercias),com essa saida Angola ficou perdida e voltou ha Lingua Portuguesa,Pura hipocrisia puros interesses e encostos,(mas isso tambem E proprio dos Negros E que eles para andar de motorizada esquecem sempre a mao esquerda,so conhecem o acelerador).
E necessario saber o que acontece em Angola,sem ser uma simples viagem como turista,porque isso tambem E controlado,nem se pode andar de Maquina fotografica visivel pelas ruas,nem se pode fotografar a cidade ou os locais que se pretende.
Se Nasceu so agora novos Paises,Os Negros de La e Os Negros que Venderam as Nossas Provincias Ultramarinas,que facam o Favor de nos devolverem as Casas,Propriedades,Empresa,fazendas e o dinheiro que estava no Banco em Angola que era Pertenca dos meus Pais e Familia,a Partir dessa Reposicao Devida e Exigida; com um Pais a Zero, Entao Sim;que construam Novos Paises,que facam Nascer novos Paises,(mas que devolvam tudo o que E pertenca e Direito de quem construiu esses Velhos Paises.
HA MEMORIA DE SALAZAR
12/08/2007 20:04:27 Estimado colega joaquim deste site: 1-SE SOMOS SALAZARISTAS SÓ PODEMOS SER "PESSOAS DE BEM "E PRONTO!!!!. 2-Quanto à Pide,penso que cumprio com o seu objectivo,para o que lhe era exigido.Até teve oportunidade para travar o"golpe de Estado de 25 de abril",só que marcelo caetano,quanto a min "desleixou-se"propositadamente. 3,4 e 5-Não estou informado sobre estes assuntos.Por isso tenho aprendido justamente com os vossos comentários!. Um abraço.
12/08/2007 19:48:58 Uma das personalidades que aqui posta mensagens fundamentadas, é o Sr. Joaquim Oliveira de Almeida. Um dos "erros" do Presidente do Conselho, ao longo do seu duradouro consulado foi não ter informado os portugueses àcerca do trabalho que o Regime ia desenvolvendo. E que trabalho notável foi efectuado...- do Minho a Timor... Sua Excelência confiava nos Portugueses, mas a informação era assimilada pela percepção, mas não era persuasiva. Em Espanha, a persuasão levou à Guerra Civil. Veja-se a clarividência do "erro" e das hecatombes evitadas à Pátria Portuguesa. Sacrificou-se o Presidente do Conselho, mas os portugueses usufruiram de paz. Todavia, o Presidente do Conselho deixou um País envolvido na Guerra do Ultramar - muitos Portugueses morreram por lá ou de lá vieram estropiados... mais tarde o regresso dos Nacionais com uma mão atràs e outra à frente - enquanto ainda hoje os ultramarinos que por lá ficaram de todas as cores, sofreram as agruras de guerras civis que ainda hoje perduram. Mas não neguemos as evidências: Bem ou Mal existem hoje novos Países que continuam a falar português, e que seguirão mais cedo que tarde a Gesta Lusa de que é paradigma o Brasil. Os Antigos Combatentes portugueses que nao desertaram, estao hoje unidos e representam uma reserva moral da Nação, permanecem orgulhosos de terem cumprido o dever militar - e também mais cedo que tarde se os soubermos captar, serão os protagonistas do ressurgimento nacional, (busquem o site "Moçambique Guerra Colonial" ) ou no "you tube" vejam e ouçam um diálogo real buscando "Chindorilho - Mueda" em que num encontro ocasional no local da emboscada trinta e tal anos depois o "Comandante turra" dialoga com o Alferes "Comandante de pelotao" evidenciando a Portucalidade latente ou pelo menos a similar DIGNIDADE do guerrilheiro e do ex-militar português. Enfim responder agora sinteticamente: 1 - Somos de Extrema Direita? Entao essa gente comunistoide que nos andou e anda a imitar... repare-se que o Governo Socrates (Xuxialista) acentuou a política de Direita da coligação PSD/CDS, ... o paradigma Comunistoide diz isso como um chavão que lhes assenta como uma luva na Testa. (Eu disse "o chavão") . Pois ser de Extrema Direita, pela parte que me toca, nada tem a ver com o chavão. Ser de extrema Direita é ser fiel a Deus à Pátria e à Família. Coisa que para eles nunca lhes chegará aos calcanhares. 2 - A PIDE era um instituição - como todos sabemos, respeitada... popularmente respeitada, só que a propaganda comunistoide, e aqui mais uma vez incluo os Xuxialistas e os filo-xuxialistas, sempre adulteraram tudo. Desafio aqui essas "alimárias" a desmentirem-me no seguinte caso concreto: O Entroncamento era uma vila progressiva, um meio operário, com um posto da PIDE aberto ao Público constituido por dezenas de efectivos de Agentes, alguns residiram durante anos na vila com as famílias. Outros mais novos estavam hospedados em Pensões. Todos, estavam perfeita e socialmente integrados na sociedade Entroncamentense sob o ponto de vista social, económico, desportivo, de Tempos Livres, Religioso, de tal modo que no 25/4 e seguintes, nunca foram mínimamente incomodados. Já nao me lembro do Chefe do Posto em 1961, tinha um filho e uma filha mais ou menos da mesma idade, que eram meus colegas e o pai deles sempre convivia com as restantes famílias do Entroncamento sem qualquer elitismo ou discriminação. Em 1974 o chefe do Posto salvo erro era o Sr. Cordeiro, igualmente um cidadao modelar. 3 - A intervenção do pelotao comandado pelo alferes Silvestre, hoje general, ao garantir a ordem pública, salvou milhares de vidas é outro exemplo da ordem estabelecida pelo Estado Novo, facto que só nos pode orgulhar. Lamentável que se tenham perdido dezasseis vidas humanas durante as operações... sei do que falo. Mueda, em Cabo Delgado, Moçambique é a minha segunda terra - sou Antigo Combatente e regressei lá em 2 005, tendo ali pernoitado duas noites. Já não encontrei muitas pessoas do meu tempo... a Guerra Civil Moçambicana, o êxodo, as doenças e idade levou muita gente de lá. Mas a forma como os Antigos Combatentes são recebidos não desmentem a Portucalidade, sem prejuizo da genuina Moçambicanidade daquela simples mas admirável gente. Os Antigos Quarteis os Cemitérios com os restos mortais dos militares falecidos em combate, as cantinas, permanecem intactos... apenas com os efeitos das inclemências do tempo. Mas no caso do Massacre que temos? - As declarações do General Alberto Chipande correctas na descrição mas adulteradas no número de mortos, deixam uma verdade implícita: "Em ...1961 foi efectuada uma banja (reuniao) para mais de um milhar de pessoas efectuarem um pedido de aumento de vencimentos na colheita de algodão..." ENTAO EM 1961 OS INDIGENAS JÁ TINHAM ACTIVIDADE SINDICAL ! Depois, os Estados Unidos e a União Soviética numa Santa Aliança, leva de apoiar a Frelimo... logo, os políticos de carreira, à boa maneira dos políticos comunistoides, toca de confirmar o inchaço do número de mortos.
Fico muito grato pelas perguntas do Sr. Joaquim Oliveira de Almeida às quais procurei responder com simplicidade.
Com emoção.
Hoje, pela primeira vez desloquei-me com a família ao Pinhal da Póvoa da Pena Firme, junto ao mar, no paralelo de Torres Vedras. Em 1968, foi ali efectuado o Acampamento de encerramento do meu Curso de Comandantes de Bandeira da Organização Nacional Mocidade Portuguesa, cujo director era o entao Coronel do Corpo de Estado Maior Arménio Ramires de Oliveira, e Comandante o Comandante de Falange Jorge Hadegorn Rangel, hoje membro da Sociedade Historica da Independência de Portugal com sede no Palácio da Independencia no Lg de S Domingos em Lisboa, por acaso adquirido com dinheiros dos emigrantes portugueses no Brasil para sede da Mocidade Portuguesa. Hoje naquele local estavam lá reunidas por acaso, diversas famílias moçanbicanas de todas as cores, o que para mim foi muito gratificante, pois permanece vivo o espírito multiracial e pluricontinental que nos legou o Presidente do Conselho, cuja memoria perdura para Bem de Portugal. Cumprimentos do Joao Asseiceiro
12/08/2007 14:54:53 Estimado Colega Joaquim de Almeida:
No que Respeita ha minha Pessoa,e as suas perguntas:
Primeiro,o que E comunismo!!!???... Ou socialismo!!!???...
Sera algo que se transforme em postos de Trabalho?...
Sera algo que Cura As Doencas terminais?...
Sera algo que se possa por ha mesa?...
Sera algo que se possa transformar em Energia?...(talvez esta ultima sim)
Eu sou SALAZARISTA,com muita Honra e Orgulho,por me considerar como tal:
Porque tenho por Principios Admirar So Quem E na Realidade Grande,Inteligente,Verdadeiro Patriota,e Grande Politico em toda a excepcao da Palavra Politico.
So dentro destes Valores e das Verdades:Eu sou SALAZARISTA.
Nunca admirei Vermes,Repteis Rastejantes,Mentirosos,Trapaceiros,Oportunistas,Fraudes Humanas,Vigaristas,Lesa-Patrias,Criminosos,Assassinos,Gatunos da Patria e Pessoas.
O nome que a Corja de Matumbos,Manangambas,querem dar.
Isso nao pode afectar,de forma nenhuma a Inteligencia,nem as Verdades dos Factos de SALAZAR e da Historia de PORTUGAL,do golpe de Estado e todas as Vitimas.
Esses Matumbos teem E uma Grande Dor de Cotovelo,uma Grande Inveja.
Temos que ter um pouco de compaxao por essa gente,porque coitados,venderam Portugal com as Vidas dos Portugueses das Nossas Provincias Ultramarinas,Para o tal comunismo deixar de existir,(Eles hoje andam com as cabecas pelas paredes,porque nao sabem o que sao nem quem sao,eles queriam apanhar o facto de SALAZAR ter sido Eleito como O MAIOR PORTUGUES,mas nao o podem fazer,porque a Destruicao em que lancaram a NACAO,nao lhes permite que apanhem este trem,(Estao Marcados um por um),entao agora sentem-se perdidos,alguns deles ja entraram no site(O OBREIRO DA PATRIA)nas suas mensagens anunciavam a pretencao de quererem fazerem amizades(livra)com os SALAZARISTAS,procuram os enderecos electronicos,acabam por desistir das intencoes. Chamava-se a essa situacao conviver amigavelmente com os Gatunos,Assassinos e Lesa-Patria da Nossa Nacao do minho a Timor.
Sobre a Luz E o que temos feito ate aqui revelar as Verdades dessa Tremenda Traicao para com a Nacao e o Povo Portugues,As Verdades do Portugal e do Estado 33 anos atras,a Verdade sobre SALAZAR,mas muito ainda esta por Dizer.
Quando lhe dizerem que E fascista,extrema Direita ou outros,(diga simplesmente que o E com muito Orgulho quando isso E a forma de nos Identificarem com o MAIOR ESTADISTA DO MUNDO).
HA MEMORIA DE SALAZAR
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