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27/04/2009 19:36:33 Nesta efeméride comemorativa do 120 º aniversário do nascimento do Dr. António de Oliveira Salazar, tudo que possa escrever tornasse repetitivo... mas, neste caso, pese que também possa ser repetitivo, nada melhor, para descrever Salazar do que deixar que, algumas das suas frases emblemáticas ou discursos falem por si. Deixemos... que falem por si:
É a minha forma de prestar homenagem nesta efeméride comemorativa do 120 º aniversário do nosso Grande ESTADISTA.
Nasceu às 13 horas do dia 28 de Abril de 1889 "Aquele que viria a ser o maior ESTADISTA de Portugal"... na aldeia do Vimieiro, no seio de uma família pobre. Governou Portugal durante quase todo o Estado Novo. Faleceu pobre em Lisboa em 1970, no entanto deixou aos Portugueses um Império Ultramarino e os cofres públicos cheios de ouro.
Esse dinheiro seria brevemente esbanjado, desviado e roubado pelos neo-"políticos" que surgiram após a ditadura militar do 25 de Abril de1974.
O perfil de Salazar visto através dos seus próprios discursos:
"JN, data de, 29/4/1928 Salazar corta 25% ao seu vencimento para dar o exemplo":
«Não tem que agradecer-me ter aceitado o encargo, porque representa para mim tão grande sacrifício que por favor ou amabilidade o não faria a ninguém. Faço-o ao meu País como dever de consciência, friamente, serenamente cumprido».
No discurso de posse como ministro das Finanças, dirigindo-se ao Presidente do Ministério.
«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna, nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações. E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades.
Sou um homem independente. Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse, mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa. Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção.
Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem.
Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre. Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir.
E não é minha culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano».
Discurso de saudação e agradecimento ao Porto, em 1949, no Palácio da Bolsa, em 7 de Janeiro, ao inaugurar-se a conferência da União Nacional e a campanha para a reeleição do Senhor Presidente da República.
«Deus, Pátria, Família».
«Pois bem! Defendamos Deus da ignorância e do atrevimento, porque Deus é a suprema aspiração da alma humana, o grande mistério que ilumina as regiões do Além. Defendamos a Pátria, que consubstancia as nossas glórias de outrora, a Pátria que é bela, porque é a mãe de todos nós. Defendamos a família, relicário de amor sustentado pelas mãos trémulas dos nossos pais. Defendamos Deus pela Liberdade! Defendamos a Pátria, defendamos a Família.
«É natural que alguns homens educados para a luta puramente política, as especulações demagógicas, as exaltações emocionais das massas populares, e por esse motivo propensos a reduzir a vida da Nação à agitação própria e das forças partidárias que lhes restam, não tenham revelado compreensão nem dado mostras de adaptar-se. Mas a Nação que faz livremente a vida que quer, a Nação viva e real, essa, comparando passado e presente, olha com certa desconfiança o zelo destes apóstolos da liberdade».
«Portugal nasceu à sombra da Igreja e a religião católica foi desde o começo elemento formativo da alma da Nação e traço dominante do carácter do povo português».
«Aquém, a autoridade que cria a ordem e a ordem que condiciona a liberdade; além, a liberdade, tomada no vago, no absoluto, e desprendida de todo o condicionalismo social, a liberdade até aos paroxismos da anarquia».
«À parte os Chefes de Estado, que têm, pelo relevo especial de suas pessoas e responsabilidades na condução dos povos, lugar sempre destacado na História, todos os mais que colaboram de uma ou outra forma no esforço colectivo da grei devem ficar sujeitos – nomes e obras – ao desgaste do tempo».
«Obedecem a este esquema e são expressão destas limitações os chamados partidos políticos, mas estes, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional senão precisa e precariamente, quando se unem, ou seja quando se negam».
«À parte os Chefes de Estado, que têm, pelo relevo especial de suas pessoas e responsabilidades na condução dos povos, lugar sempre destacado na História, todos os mais que colaboram de uma ou outra forma no esforço colectivo da grei devem ficar sujeitos – nomes e obras – ao desgaste do tempo».
«Obedecem a este esquema e são expressão destas limitações os chamados partidos políticos, mas estes, por definição e exigências da sua vida própria, não representam nem podem servir a unidade nacional senão precisa e precariamente, quando se unem, ou seja quando se negam».
«Governar é um imperativo de consciência».
«Governo este país como a minha casa. Não posso gastar mais do que tenho para gastar».
«Hei-de virar e sacudir as algibeiras antes de deixar o poder. Dos meus anos passados, nem sequer levarei a poeira».
«A garantia das liberdades essenciais permite a tranquilidade da ordem, que significa a paz pública».
«Pois é preciso que gritemos tão alto a verdade, que demos tal relevo à verdade que os surdos a ouçam e os próprios cegos a vejam».
«Vós pensais nos vossos filhos, eu penso nos filhos de todos vós».
Dita no momento do lançamento da primeira pedra duma Casa do Povo.
«A mais segura fonte da autoridade é o Estado (…) Um Estado forte é assim a primeira necessidade; mas, uma vez mais não há Estado forte onde o Governo não o é».
Disse aos congressistas da União Nacional em 1951.
«Para cada braço uma enxada, para cada família o seu lar, para cada boca o seu pão».
Dita na apresentação do Plano de Fomento, em 28 de Maio de 1953.
«A literatura perde o que a paz do Mundo acabará por ganhar».
Dita sobre os discursos na ONU relativamente ao terrorismo em Angola, 1961.
«A guerra foi por toda a parte feita com a liberdade possível e a autoridade necessária».
«… Isto é, as liberdades interessam na medida em que podem ser exercidas, e não na medida em que são promulgadas». «Pois é preciso que gritemos tão alto a verdade, que demos tal relevo à verdade que os surdos a ouçam e os próprios cegos a vejam».
Proferido na sessão de propaganda realizada no Palácio dos Desportos, em Lisboa, a 19 de Julho, para apresentar o candidato presidencial do regime.
«Não há nada mais inútil que discutir política com políticos».
Proferido na reunião da posse dos presidentes das comissões distritais da União Nacional em 3 de Maio de 1952, na sequência da remodelação das comissões nacionais no Congresso de Coimbra da União Nacional.
«Através de uma orgânica adequada, toda a ideia construtiva, toda a divergência fundada, toda a reclamação justa têm as máximas possibilidades de ser ouvidas e consideradas e atendidas no juízo independente que só o interesse colectivo ilumina e aquece».
«O pior é pensar-se que se pode realizar qualquer política social com qualquer política económica; que se pode erguer qualquer política económica com qualquer política financeira».
«Não se pode ser liberal e socialista ao mesmo tempo; não se pode ser monárquico e republicano; não se pode ser católico e comunista – de onde deve concluir-se que as oposições não podiam em caso algum constituir uma alternativa e que a sua impossível vitória devia significar aos olhos dos próprios que nela intervinham cair-se no caos, abrindo novo capítulo de desordem nacional».
«Ensinai aos vossos filhos o trabalho, ensinai às vossas filhas a modéstia, ensinai a todos a virtude da economia. E se não poderdes fazer deles santos, fazei ao menos deles cristãos».
Conclusão da conferência realizada a seis de Abril no Funchal em 1925, sob o tema «O Bolchevismo e a Congregação», a convite do Centro Católico daquela cidade.
«O grau das liberdades públicas efectivas depende da capacidade dos cidadãos, não da concessão magnânima do Estado».
«Instrução aos mais capazes, lugar aos mais competentes, trabalho a todos, eis o essencial».
«Estado é a Nação socialmente organizada».
«As discussões têm revelado o equívoco, mas não esclarecido o problema; já nem mesmo se sabe o que há-de entender-se por democracia».
«A garantia das liberdades essências permite "a tranquilidade da ordem", que significa a paz pública».
«Na melhor hipótese a representação parlamentar oferece o aspecto duma duplicação de forças, que ou se revelam hostis ou pelo menos inarmónicas, mesmo quando o partido que se arroga a representação das massas operárias exerce com exclusividade o poder».
«Aguardamos apenas a realização de condições convenientes para que o remédio não seja pior de sofrer do que o mal que se destina a curar».
«Decididamente, decisivamente, pela Nação, por nós e … até por eles».
«A Nação é para nós sobretudo uma entidade moral».
«Tudo pela Nação, nada contra a Nação». «Quem não é patriota não pode ser considerado português».
DEIXOU ENORME RESERVA DE OURO, UM IMPÉRIO COMO NAÇÃO.
GOVERNOU, CRIOU OBRA SOCIAL, CONSTRUIU E INAUGUROU, ORIENTOU A JUVENTUDE, PROTEGEU O SEU POVO DO MINHO A TIMOR.
AMADO E RESPEITADO EM TODOS OS TERRITÓRIOS DE PORTUGAL.
NA SUA LAGE DE GRANITO, O EPITÁFIO SIMPLES, “ AOS 1970”
À memória de Salazar.
27/04/2009 19:32:25 O mais grato sentir é o saber que milhões de portugueses, homens de Lei e de Honra, não se deixaram corromper nem alienar pelas mentiras e falsas promessas forjadas por mão Apátrida Criminosa nas conveniências aos seus delitos de crime.
Tivemos como prova a eleição de Salazar como o Maior Português.
Cabe-nos a responsabilidade de divulgar a verdade, desmistificar as mentiras inventadas e promovidas Perfidamente.
A verdade sobre o Estadista Dr. António de Oliveira Salazar, tem sido escrita neste site, em feliz hora realizado, "SALAZAR O Obreiro da Pátria”. Nele tenho vindo a coloborar vai para três anos, há excessão de um Blog de José António Gouveia, e três sites estrangeiros de dois países do Norte da Europa, dois sites de dois canais de TV sobre programas que fazem referência à Europa actual, à dita democracia, e a Salazar, um outro trata-se de um site de um político estrangeiro da Direita. Faço referência que são sites de países do Norte da Europa onde colaboro directamente sempre que possível, dentro da verdade, do esclarecimento sobre o Portugal de antes, e este Portugal desde 1974, sobre a verdade das províncias ultramarinas, sobre a verdade do golpe militar e da ditadura por ele imposta.
E, sobre a verdade do Estadista Dr. António de Oliveira Salazar. Sobre a verdade do Estado Novo.
Estamos todos de parabéns, pelos resultados que se começam a fazer sentir da nossa luta e persistência, quantas vezes (por uns artigos) objectos da inveja, da mediocridade, da ignorância, da mesquinhez, de uma ou outra qualquer frustração humana, das mentalidades incultas, da maldade, do ataque gratuíto, dos muitos e muitas que parasitam na ignorância da realidade e para quem, o nada, como nada serve, com total desconhecimento do mundo ou do que trata na realidade uma sociedade decente e civilizada, sobre o país que um dia as crianças de Portugal vão herdar, a mediocridade sobre a pretensão de qualquer coisa ou situação para com isso quererem ser gente à força aos olhos dos mais, e essas são a massa purulenta e bruta da sociedade. Mas esses numa escala de zero a Nove: noves fora, nada! não contam.
Ainda há muito para construír, a construção necessita de mais tempo, e de mais tenacidade, que a destruição que foi só umas horas. Ainda é necessário muita persistência e muita tenacidade, na luta pela verdade pela reposição da dignidade de um povo, de uma raça, de um Império, de um Estadista.
26/04/2009 21:42:56 Boa noite amigos Só para dar conhecimento aos que aqui veem do seguinte:
Este ministro das Obras Publicas, MARIO LINO, logo a seguir ao 25 de abril de 74 veio para Moçambique apoiar o então governo de Samora Machel, nas nacionalizações principalmente das industrias. O rapaz era comunista. Veio para cá para dirigir esse trabalho ao mais alto nivel. Até o próprio Samora Machel ficou admirado com tanto "ódio" anti-capitalista. Depois deste trabalho que destruiu completamente o tecido industrial moçambicano, em 1992 o governo de Moçambique voltou a privatizar o que tinha nacionalizado. O rapaz era furiosamente anti-capitalista. Na minha humilde mentalidade, não consigo entender como o tipo passou para o capitalismo. Ele e outros. Vejam os lugares que eles os antigos e fanáticos anti-fascistas mudaram de opinião (de vida) e passaram-se para os antigos inimigos. E são estes que dizem o que dizem do Dr. Oliveira Salazar. Mais ainda, nas negociações para a entrega do poder á Frelimo, Samora Machel que não queria que a independencia se fosse feita da forma que foi, disse a quem quis ouvir que o ALMEIDA SANTOS era mais Frelimista do que os militantes da Frelimo. E depois com o apoio destes rapazes que influenciaram negativamente S. Machel o resultado foi o que foi. Era o tempo dos "che guevaras". Tanta hipócrisia junta da-me vómitos.
26/04/2009 21:22:07 Boa noite amigos Felizmente já passou o folclore dos abrilentos. Já estamos a 26 mas cada dia que passa a nossa Nação se vai afundando cada vez mais. Lá vieram os "artistas" de sistema, de cravo vermelho (de sangue)ao peito, exibir as suas vaidades. Caquéticos os mais antigos, que já a grande maioria dos portugueses os não podem ver. Não conseguem ver no espelho lá de casa o que as suas carcaças fizeram á Nação. Os orgãos de informação que dão total cobertura a isto, são do sistema. Os jornalista são do sistema. São muito poucos os que teem algo entre as pernas. Os que pensam por sí. Aqueles ganham bons vencimentos para por as suas capacidades, aprendidas com o dinheiro de todos, ao serviço daqueles que cada vez mais canibalizam Portugal. Depois de perceberem que se se prostituirem teem uma boa vida, com bons vencimentos, boas casas, carros mordomias quanto baste, filhos nos colégios e todo aquele rol de maravilhas que estão destinados a estes prostitutos(as), cada vez dão mais de sí para o sistema. Será que os portugueses não se apercebem do que lhes é servido a todo o momento e em todos os locais por estes media que direcçionam o nosso pensar no sentido de servirmos o sistema? Indo mais longe esta situação está a conquistar o mundo. O sistema estende os tentaculos. Infelismente para o ano vamos ter mais um episódio. Entretanto vamos aos restantes festivais. Viva Portugal
25/04/2009 23:19:45 Imaginemos que este país, que era o grande Portugal, ficou amaldiçoado desde aquele dia que arrancaram as letras que soletrava PONTE DE SALAZAR. Não deve ser nada difícil imaginar este país amaldiçoado… Mas Imaginemos ainda que este novo país vulgar, depois de decapitar aqueles patriotas do anterior Estado, ficou amaldiçoado e a ser governado por vampiros famintos pelo sangue do seu vulgo. Estamos cada vez mais anémicos mas ainda com pujança para lhes imputar a causa da nossa doença (que secretamente sabemos que só eles nos podiam libertar), mas não os podemos culpar pois foram todos descabeçados, e já cá não estão para nos salvar. Eu tive esse sonho, só que não era um sonho: nessa epifania os parolos, em desespero por um salvador, procuraram o bronze despojado da ponte e encontraram as letras que soletrava SALAZAR e fixaram-nas no Cristo Rei.
25/04/2009 18:41:46 Apenas para lamentar o quanto este pais é hipócrita!
Viva Salazar! Viva Portugal!!!!!
25/04/2009 18:33:38 Hoje comemora-se o" Dia da Liberdade", não sei porquê!!. HAVIA, E SEMPRE HOUVE ,LIBERDADE EM PORTUGAL, PARA QUEM SOUBE APROVEITÁ-LA COMO DEVE SER, como um verdadeiro e exemplar cidadão.
Hoje deviamos homenagear OS NOSSOS HERÓIS QUE COMBATERAM EM ÁFRICA, PRINCIPALMENTE OS FALECIDOS!!.
Hoje não deviamos esquecer OS CANALHAS (como otelo saraiva de carvalho, que ainda vai receber uma indemnização por ser terrorista das FP 25 de Abril )!!.
Hoje ,finalmente não deviamos esquecer o PROFESSOR MARCELO CAETANO, que já em 1955, como Ministro da Presidência dizia: «CONTINUO FIRMEMENTE CONVENCIDO DE QUE AS IDEIAS, PRINCÍPIOS, INSTITUIÇÕES QUE SE CONVENCIONOU CHAMAR ESTADO NOVO, CONSTITUEM A SOLUÇÃO MAIS CONVENIENTE PARA ASSEGURAR A PAZ, O PROGRESSO E A INTEGRIDADE DA NAÇÃO PORTUGUESA». Foi para o Brasil para o exílio, onde só levou na bagagem a INGRATIDÃO DOS PORTUGUSES. (A PROPÒSITO NÃO PERCAM NO DOMINGO DIA 26 A GRANDE REPORTAGEM NA SIC A SEGUIR AO JORNAL DA NOITE).
Enfim mais um 25 de Abril ,á espera dum 28 DE ABRIL!!.
Abraços para todos.
25/04/2009 15:08:38 O silêncio é forma...
Contar, é acto livre, imprevisto traço de luz.
Se o tempo disponível falta... Não devo calar a voz!... devo contrariar o silêncio dos justos:
Disparar!!! Em todas as direcções… dizia um Canalha, atirar com os "retornados" aos tubarões dizia outro Canalha, encher o campo pequeno e matar todos à metralhadora dizia outro Canalha, desarmar todos, para que fiquem indefesos dizia outro Canalha, chamar os cubanos diziam os mesmos Canalhas Portugal tem que ser entregue aos soviéticos através do MPLA…
E as gaivotas caíram e o solo Pátrio de Portugal cobriu-se de sangue:
Que me guardasse a porta como um cão. Cadáver de suicídio, naquela manhã de abril, do vômito em jorro, apagando qualquer liberdade de contestação. Onde a calúnia acéfala, foi uma espécie de refúgio:
(Cigarros pisoteados, escarros no chão), Cravos exalando cheiro putrefacto de cadáveres. Fardas trapos do tempo e de tanto desprezo, o roxo tombo, da verdade em peso.
Quanto tempo ainda restará, para conviver com os canalhas? Ó, República da vagabundalha, República de miserável sorte, rasgaram-te as vestes da Ética. Curvaram-te ante a morte. Vive-se um tempo de batalha: a virtude é pura moeda rara!
Perdeu-se a vergonha da cara; Falta coragem de usar a navalha. Sangram-te, ó Pátria mãe, os canalhas! Arrancaram-te o Direito do peito,
Nação inerte; prostrada em leito de sangue. Sangraram-te, os canalhas! Mas haverá dia que todo malfeito. Restará findo… E – o povo –, plebe ignara, tomará as rédeas do desatino e fará da Nação cativa seu destino: República de Virtude, Ética e Direito.
Felicidades pela vossa coragem de perfídia... Felicidades por terem retirado as vossas máscaras como Canalhas Apátridas enquanto militares:
Felicidades pela vossa aptidão de apunhalarem pelas costas milhões de portugueses: Felicidades pela vossa coragem de apontar armas contra a Nação...
Felicidades pela vossa destreza de atirar com honrados portugueses para as masmorras de uma qualquer prsão, sem crime formulado: Felicidades pela vossa fértil capacidade no encontrarem crime onde ele nunca existiu:
Felicidades pelo vosso carácter... Felicidades pela vossa participação nos assassinatos de milhares de portugueses...
Felicidades pela vossa recusa na defesa da Pátria... Felicidades por terem sido os únicos a dizerem que entre um (só) povo existia colonialismo, ao mesmo tempo que impunham pela força das armas o colonialismo soviético e cubano.
Felicidades por milhões de vidas destruídas e amputadas das suas terras. Felicidades pelas vossa capacidade ardilosa da mentira....
Felicidades por terem conseguido alcançar os vossos objectivos.... Felicidades por conseguirem viver com as vossas consciências, livres de mácula e crimes...
Felicidades pela vossa palavra de honra e lealdade no cumprimento do dever para com a Pátria: Felicidades pela vossa insolência no continuar das mentiras sobre os crimes como feito de honra:
Felicidades por existirem e poderem conviver a paredes meias entre portugueses de honra, sem sentirem vergonha: Felicidades por nos terem feito descobrir a diferença, em nosso prejuízo, entre um criminoso e um honrado militar:
Felicidades por nos terem aberto os olhos mesmo que tenha sido sobre as mortes e a ruína da nossa Pátria. Felicidades por se darem a conhecer e serem fáceis de destrinça entre os honrados:
Felicidades pelo vosso empenho único na detruição da Nação mais antiga da Europa. Felicidades pela vossa ligeireza de encararem os crimes de sangue da vossa responsabilidade dos assassinatos de milhares de portugueses:
Mas... Felicidades por nos terem feito ver que: O MAIOR PORTUGUÊS FOI ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR.
À memória de Salazar.
25/04/2009 13:13:10 A todos os que amam portugal, bandeira a meia haste e profunda tristeza pelo degredo da nação. A todos um grande abraço, e nunca se esqueçam e nunca desistam, porque um dia a música vai ser outra...... Viva Salazar Viva Portugal
25/04/2009 06:15:31 Cada vez mais gratificante intercalar a leitura dos posts, com os documento deste site afectos aos discursos e frases emblemáticas de Salazar. Dizer também, que a mensagem oriunda de Maputo reflecte bem o sentir do povo moçambicano em geral - incluindo as Novas gerações àcerca dos militares portugueses que passaram pelo então Estado de Moçambique. Regresso com alguma frequência aos locais da guerra no Distrito de Cabo Delgado, gravitando emtre Pemba / Porto Amélia em direcção ao triângulo Montepuez, Mueda, Palma - aldeamentos e antigos aquartelamentos sem esquecer Mocímboa da Praia. Perdoe-se-me o exagero e o abuso... mas aos portugueses, antigos militares é reservado um tratamento e consideração por parte da população e das autoridades tão exagerado, que chega ao ponto de nos recônditos e na população menos culta já me terem questionado: "Quando é que vocês voltam, eram os donos, nos éramos portugueses, queremos trabalhar, como é?"
25/04/2009 04:59:10 Mais um ano, desta vez o 35º a comemorar a Abrilada que vai afundando Portugal. Lá vamos ver todos aqueles traídores, crápulas, demagogos, oportunistas, chucha(listas) a espetar o sinístro cravo vermelho... até o Pinóquio de São Bento, que só lhe falta o bigodinho, para esse sim ser o Ditador por excelência. Eu como sempre andarei de gravata preta nesta data triste para Portugal. Durante muito tempo estava convencido que passados "100" anos as coisas iam dar a volta e as pessoas iam ver as coisas com olhos de ver... enganei-me! Passaram 35 e como é óbvio, estamos a rumar para Angola, de onde nunca deveriamos ter saído.
POR PORTUGAL! VIVA PORTUGAL!
25/04/2009 00:49:36 Neste dia 25 de luto Nacional. Requiem... Em homenagem e em memória de todos os mortos de há 35 anos! E do sangue derramado de mais de um milhão de portugueses.
O 25 produziu milhões de tragédias. Só, em Angola de 1974 até 2001 causou: 2 milhões de mortos, 1,7 milhão de refugiados, milhares de órfãos, 200 pessoas mortas de fome por dia, 80 mil crianças, velhos, homens e mulheres mutilados por milhões de minas semeadas pelo território afora.
Enquanto que a guerra de Angola está reconhecida a nível internacional como a guerra mais sangrenta e sofisticada de todas as guerras africanas, as estatísticas oficiais somente recolhem 500.000 mortos. Depois do inicio da fase posterior ao conflito em Outubro de 1992, as Nações Unidas calculavam que em 1993 morriam 1.000 pessoas ao dia. Não obstante, mais de 360.000 pessoas tenham morrido somente nesse período.
"Aos Abrileiros"
ESTAS SÃO AS DIVISAS E OS GALARDÕES AOS SEUS PESARES.
25/04/2009 00:28:22 Meus Caros,
Esperei 35 anos para no dia 25 de Abril não vestir de luto. Sim, de luto por um país defunto de princípios, de valores, de respeito, enfim de um país moribundo. 35 anos de total despesismo,35 anos de anarquia politica e económica! Todos nos lembramos dos Portugueses que tiveram de abandonar toda a sua vida feita de anos de trabalho após os iluminados terem entregue as nossas Colónias. Todos nos lembramos certamente da ajuda aos "retornados" (palavra feia esta para Portugueses). Poucos, no entanto, se lembrarão daqueles que estavam na metrópole e que ficaram muitos deles também sem nada (ao abrigo do chamado fachismo ou capitalista). Muitos viram os seus bens confiscados ou roubados mas no entanto não tiveram qualquer ajuda e tão pouco se viram ressarcidos das suas perdas. Estamos num país sem timoneiro sem responsabilidade, num país de letrados mas infelizmente incultos.
Podem-nos chamar Saudosistas, pois bem, temos razões para tal!
Bem Haja o site!
24/04/2009 23:15:58 Nesta epoca comemora-se a morte da Naçao.Ja pensaram se mantivessemos a nossa moeda Escudo,ao inves do euro,nao estariamos mais bem preparados para nos abrigar da crise que nos afecta?O que e nacional e bom!Viva Salazar e viva Portugal!!
24/04/2009 22:22:49 ditosa patria que tem filhos como estes salazar o grande e honroso lusitano que tudo fez para que a pátria, se mantive-se unida contra, a inveja e cobiça dos cobardes e fracos inimigos de portugal. serás sempre recordado até ao fim dos tempos.
24/04/2009 20:15:21 Mais uma vez, os denominados "união de resistentes anti-fascistas", que não passam de um bando de comunistas frustrados, por não terem transformado Portugal à imagem do que é Cuba, Coreia do Norte e outros exemplos que infelizmente conhecemos, estão novamente preocupados com a inauguração no dia 25 de Abril em Santa Comba Dão, de uma Praça requalificada, e cujas obras foram concluidas recentemente. Esta Praça tem o nome do Dr. António Oliveira Salazar há já muitos anos, muito antes do 25 de Abril de 1974. Felicito o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, e todos os Santacombadenses, por mostrarem a estes Srs. que quem manda nas suas Praças e na sua terra, são eles, e não têem que prestar vassalagem a esta gente. Quer se queira quer não, o Dr. Oliveira Salazar é uma Figura incontornável da História deste País, e não vão ser estes Srs. que vão apagar a sua memória.
VIVA SALAZAR, VIVA PORTUGAL...
24/04/2009 19:47:14 Parabens pelo artigo I II III do Sr. Artur Silva. O maioritáriamente inculto povo Português (sim porque ser alfabetizado não é sinónimo de cultura), devia ler este artigo para ver se aprendem alguma coisa, visto que toda a informação dos "democratas" acerca de Salazar nos ultimos 35 anos tem sido completamente tendenciosa. Maliciosa, oportunista e mentirosa. A bem da Nação Viva Salazar
24/04/2009 19:07:35 Boa noite amigosEscrevo este correio para informar que admiro a coragem do Presidente da Camara Municipal de Santa Comba Dão ao fazer a inauguração da Praça nesse dia de triste memória. A propósito desta triste data, só quero lembrar os "che guevaras"que fizeram o 25/4, que nós somos três irmão e todos fizemos a guerra colonial e nunca ouvi os meus pais nos dizerem que a guerra era injusta ou não. Era assim e tinhamos que ir defender a Pátria. Fomos educados no espirito de que defender a Patria não tinha "nem mas nem meio mas". Nem eu nem os meus irmão e pais nunca colocamos isso em questão. Nenhum fugiu para a frança ou equivalente e depois apareceu para receber os "louros" do seu acto. Na época dos anos 70 muitos queriam imitar a revolução cubana. Queriam libertar qualquer coisa. Nem que fosse o cão do vizinho. Queriam ficar na história. Provávelmente alguns deles devem estar com a mão na cabeça a pensar no que fizeram e no que resultou das suas aventuras. Quero ainda informa-los que o povo Moçambicano tem mais respeito pelo Dr. Marcelo Caetano e General Kaulza de Arriaga de quem eles falam muitas vezes com o devido respeito, do que esses zinhos do 25/4, que nem sabem quem são. Força Sr. Presidente Desculpem não dar o meu endereço mas já o dei uma vez e apareceu um abrilento a tentar dar-me lições sobre o DR. OLIVEIRA SALAZAR. Cpts
24/04/2009 18:56:27 Caros compatriotas: Acho o dia apropriado para prestarmos homenagem ao grande homem que foi Salazar, para mais quando os anti-patriotas se preparam para festejarem um dia a que chamam de libertação, talvez para ocultarem a palavra traição. O que foi que libertaram? Entregaram, sim, cobardemente o Ultramar Português, fazendo-o de uma forma vergonhosa, pelo menos no caso de Angola que foi entregue de mão beijada ao MPLA em desprezo total pelos outros movimentos que tinham o mesmo ou mais direito.Fizeram-o ao MPLA porque este tinha todo o apoio russo que por sua vez delegou em Cuba a quem forneceu todo o material belico mais sofisticado. Para que serviu o acordo do Alvor? Mario Soares, Rosa Coutinho, Almeida Santos lá se encarregaram de preparar tudo para que fosse o MPLA a ficar senhor de tudo. Porque no caso de Angola não assistiu nenhuma autoride à independência? Porque um dia antes desta estavam em Luanda 7.000 cubanos com todo o material bélico, possivel e imaginário?Nos meses que se seguiram à independência havia em Luanda 45.000 cubanos que, por ordem de Agostinho Neto, fizeram dezaparecer (por fuzilamento e até enterrados vivos) todos os que eram dos outros movimentos. Principalmente depois do 27 de maio de 77 a limpeza foi geral. Não será Portugal e principalmente os heróis de abril e os senhores atrás descritos que têm a maior responsabilidade neste genocídio? Que se lembrem que ainda há muitas mães procurando filhos, esposas sem saberem o que foi feito de seus maridos. É esta a glória do 25 de Abril? Que Deus vos perdoe, porque a justiça humana foi cobarde de mais para vos julgar.
24/04/2009 18:38:11 No site "SALAZAR, O Obreiro da Pátria". Neste 24 de Abril deixo este poema de:
LUÍS VAZ DE CAMÕES.
Mas, em tanto que cegos e sedentos Andais de vosso sangue, ó gente insana, Não faltarão christãos atrevimentos Nesta pequena casa Lusitana.
De África tem marítimos assentos; É na Ásia mais que todas soberana; Na quarta parte nova os campos ara; E se mais mundo houvera, lá chegara!
Que eu canto o peito ilustre lusitano, A quem Neptuno e Marte obedeceram; Cesse tudo o que a Musa antiga canta, Que outro valor mais alto se alevanta.
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