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23/05/2012 16:32:36

Perderam-se os valores morais e humanistas que eram os alicerces do ESTADO NOVO substituindo-os pela utopia do progresso que o MUNDO ocidental desenvolveu nas tecnologias de ponta e no culto da imagem de ficção. Agora passámos para a fronteira da POBREZA sobre tudo de espírito. Deixámo-nos embalar pelo efémero arrastádos por ta ilusão. Nove séculos de existência dão-nos lições e forças para varrer com os sevandijas e mentecaptos

Henrique Videira- Palmela TOPO

23/05/2012 13:01:00

Ainda assim, parece-me que estamos muito parados, e cada vez mais pobres. É como diz o senhor António Marques, os tempos eram mais sólidos.

Luís Adalberto- Lisboa TOPO

22/05/2012 14:10:11

Caros amigos "escritores", fico sempre felicíssimo quando percebo que ainda hoje existem pessoas interessadas em participar na vida pública, com alocuções, ideias interessantes, outras utópicas, mas acima de tudo, ideias.
Não sou dos que alinham em muitas ideias sem acção. É um pouco, agarrem-me se não eu mato-o.
O sr. Carlos de Mafra, é um autêntico doutrinador. Pena que não nos queira presentear com a sua aparição física. Precisamos de homens que saibam conduzir outros homens, e vê-se nas intervenções profundas que faz, que deixa subentendido muito que não se percebe de imediato. Criar mais organizações é partir para reinar, não interessa.
Já pensaram em fazer uma assembleia para debater o problema actual? De certo teria muito interesse. O passado é história que convém não descartar, mas é história e de pouco nos pode valer. Como nos diz o amigo Carlos, o blá-blá-blá, já era.
Há por aqui outros intervenientes de igual valor, mas não esqueçam que falar sem acção, é jogar sem avançados.
O que seria do Mourinho sem o Ronaldo?
Também Portugal não seria o que foi sem Salazar.
Podíamos iniciar um debate sobre os políticos que nos roubaram e fugiram. Outros que nos roubaram foram condenados e andar por cá. Isto valia a pena, porque estamos a falar de muito dinheiro. Dinheiro superior ao roubo dos subsídios, à redução no IRS, à subida dos preços, àquilo que roubam e que nós não nos apercebemos.
Decerto teremos entre nós pessoas que saberiam abordar o assunto.
Fico-me por aqui, mas há tanto a fazer……..
Bem sei que vou ser acusado de ser mais um que dá ideias e não avança com acções, mas o que tem que ser feito, é com um condutor de homens que tenha carisma.
Pensem nisto.

Filipe- Ourique TOPO

22/05/2012 13:35:53

Boa tarde

Ideias precisam-se!!

No entanto, parece que a grande maioria que por aqui lança os seus bitatites, não passam de velhas comadres a falarem ou relembrarem os seus tão saudosos tempos de juventude. O passado está documentado, o passado orgulhoso que aqui se admira tal como a pessoa que isso possibilitou jamais terá o efeito de criar um futuro que seja também motivo de orgulho se apenas duma perspectiva de puro e inútil saudosismo dele se continuar a falar. Volto a repetir-me quando reafirmo que não sou exemplo para ninguém, sei bem do que aqui posso ser “acusado”, falando do modo que falo, mas a verdade é que só se vê aqui muito de “vira o disco e toca o mesmo”, de vazio.

Ideias e ideais desde que sóbrios e bem fundamentados geram empatia para quem lê e nisso se revê ou simplesmente não se revê no actual estado de coisas. Boas ideias geram motivação, o combustível necessário para que alguém sinta que algo vale a pena, no entanto, apesar de toda a verdade e valor Histórico do que aqui muitos dizem, não passa de um completo e árido deserto de ideias onde não se encontra a mínima raiz que sirva de sustentação a qualquer motivação e vontade. Sem esse tal combustível, nada crescerá, ninguém estará para dar o corpo ao manifesto a troco de saudades ou factos passados por mais honrosos e nobres que possam ter sido.

Posso não ter gostado da tal peregrina ideia de criar mais uma panaceia Nacionalista e muito menos das condicionantes para tal, mas pelo menos foi uma ideia! No meu ponto de vista um completo disparate, mas alguém pôs a cabecinha a funcionar, ainda que a meio gas. De notar que, e isso deve ser dito, uma vez que não o disse no momento da minha critica, coisa que deveria ter feito, no entanto apesar da minha aversão a tal, não posso nem estava a acusar seja quem for de que não defendiam bons propósitos, apenas os meios escolhidos me pareceram ridículos, nada mais. Mesmo assim era só a minha opinião e nada mais do que isso, apesar do “tom inflamado” que lhe tenha acrescentado.

Posso estar muito enganado, mas enquanto não se começarem a esboçar por aqui ideias e vontades de pelo menos se tentar mudar algo ou de no mínimo tentar esclarecer quem de esclarecimento precisa, no contexto de que aqui se está pronto a executar o que tanto se defende tendo por base essa perspectiva Histórica esperando-se para isso apenas o tão importante e necessário apoio por parte de todos, este lugar não passará de um ponto de passagem onde um ou outro passa e com ele simpatiza, mas não vê nada de novo que o motive a ficar ou a regressar regularmente no intuito de tomar parte e apoiar seja que causa for. Relatar factos Históricos tem grande valor, claro que tem, mas por si só não mobiliza alguém, se esse alguém não vir associado a essa verdade Histórica, ideias que transponham de forma válida ou actualizada para o presente o que de bom esse passado tinha e que tanta falta hoje nos faz, com intuito de melhorar o futuro.

Como diz aqui o Sr. João do Porto cuja mesma opinião desde há muito possuo, não se pode olhar no sentido de criticar o passado, com os pés assentes num presente a mais de meio século de distancia e, nessa mesma linha de ideias, tão pouco as ideias ou ideais que serviram nessa época servirão para ser aplicadas no presente sem serem alvo de modificações ou adaptações, embora tendo sempre em conta que essas adaptações não lhes poderão adulterar o seu objectivo final ou propósitos obviamente e, isso só se consegue através de novas ideias para o uso de ideias antigas que se revelaram de extrema valia nesses tempos.

Não posso criticar ninguém aqui que tenha feito ou iniciado algo de válido, porque aqui para alem de também lançar os meus bitaites, ainda nada fiz, talvez apenas pregar ao vento, mas também estou consciente que isso não será grande feito, logo, sobre o que vou dizer não é de todo uma critica, é apenas uma ideia, dessas que tanta falta fazem, independentemente do valor que mereça, “pior que errar, é morrer sem tentar”. Tudo tem que ter um inicio, raramente algo no seu inicio se mantém imutável até ao seu fim, ou mesmo até atingir o seu estado médio de evolução, visto “fim” ser uma palavra pouco simpática.

O movimento Assembleia certamente terá sido um inicio, mas apesar de toda a liberdade a quem nele queira ingressar ou aderir, parece-me uma estrutura demasiado fechada que a meu ver deveria ser mais aberta, liberta do condicionalismo de uma presença física embora como já disse em tempos essa componente é essencial e imperiosa em certos momentos, mas deveria ser tornada uma estrutura mais aberta no contexto de participação. Deveria ser transformado em algo que embora mantendo os mesmos ideais, deveria permitir o acesso através de meios virtuais visto que hoje a mobilidade e tempo disponível é para muitos um factor de extrema importância e em muitos casos completamente incapacitante para a sua participação. Penso que também não traria mal ao mundo nem desiludiria ninguém se deixasse de mencionar nos seus estatutos que será sempre uma estrutura apenas de índole cívica sem fins políticos, porque só com boas vontades e cidadania no âmbito de movimentos cívicos não se chegará a lado nenhum.

Obviamente que criar, modificar, adaptar coisas ou estruturas a novas exigências ou conceitos, para além de não ser tarefa fácil, também terá sempre associado o factor económico, mas será após um debate de ideias que se verá a verdadeira importância que tem para todos aqueles que aqui gritam os tão efusivos “Viva Salazar” qual o verdadeiro valor que lhe dão e o quanto estarão dispostos a fazer para que mereçam continuar a pronunciar efusivamente tal Nome.

Pronto, penso que por agora é mais uma acha para a fogueira que me parece estar a apagar-se cada vez mais. Como diz o amigo António Marques, vivemos mesmo tempos muito fúnebres, não só lá “fora” como aqui dentro.

Cumprimentos.

Zé Carlos- Mafra TOPO

22/05/2012 06:31:18

Não só na acumulação mas também na função do ouro diz muito a respeito da mestria económica de Salazar.

O escudo como não era de impressão monetária, tinha uma inflação controlada, e não havia também uma elevada dívida pública e défices externos para com outros países.

Era uma economia realista. Que não dependia de cobrar mais impostos aos portugueses ou pedir emprestado a outros.

E a melhor maneira de defender um pobre é não criar inflação e impostos.

Os indicadores económicos de Salazar foram espetaculares e todo o crescimento que havia mostrou um Portugal ativo, desde a agricultura à indústria e aos serviços e com empregos para todos. Essa é que é a verdadeira economia. não fazer estradas e mais estradas e obras públicas que só fomentam o despesismo e a corrupção para alguns.

E essas obras existiam, só que eram as estradas nacionais e a ferrovia que ligava todo o país , as escolas , hospitais. Salazar é que partiu de uma base muito baixa.

Agora muita gente queixa-se de Salazar que não fez isto ou aquilo de bem analisando aos olhos de hoje.

E a maior asneira é analisar um tempo passado com os olhos do presente. É preciso entender a época. Como funcionava o mundo. E todas as décadas de 30,40,50,60 foram bastante diferentes.

E quantos de nós ainda usam ou se reveem nas roupas ou mesmo no penteado dos anos 80 ou 90?

Quem não entender isto não entende nada.

O que é certo é que bastaria ter mantido o mesmo rigor económico e as taxas económicas de crescimento do seu tempo e hoje Portugal seria dos países mais prósperos da Europa.



João- Porto TOPO

21/05/2012 22:34:00

Ah , ah , ah

Só mesmo o amigo Zé Carlos me conseguiria fazer rir nestes dias fúnebres que estamos a atravessar.

Um abraço.

António Marques- Lisboa TOPO

21/05/2012 17:55:19

Boa tarde

Bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla... bla bla bla!! Bla bla, bla bla? Bla bla bla bla..............

VIVA SALAZAR !!!

Cumprimentos.

Zé Carlos- Mafra TOPO

21/05/2012 10:01:12


O seu esclarecimento Prezado Sr. Rui Borges, que agradeço, confirma um mundo outrora erguido com recurso a bases sustentáveis, contra a presente realidade constituída em ambiente virtual.

A solidez dos tempos de outrora contra o fumo das aparências de hoje ...

Mas, fumo leva-o o vento ...
Contudo, nada melhor, para alguns, que atracção pelo abismo …

Melhores cumprimentos.

António Marques- Lisboa TOPO

21/05/2012 07:50:08

Prezado Sr. Marques
Havia uma relação directa entre a moeda e o ouro depositado no banco mundial que era regulado pelo acordo de Bretton Woods e que terminou em 1974 (curiosamente) Hoje o sistema monetário é puramente fiduciário.

Rui Borges- Madalena TOPO

21/05/2012 02:30:27

Viva Portugal
Viva Dr. António de Oliveira Salazar

Bruno- Porto TOPO

20/05/2012 17:42:45


Os defensores das Finanças Sãs na Económica Clássica consideram que o papel-moeda de um qualquer País, para ser forte, deve estar representado por idêntico valor em ouro. No fundo a lógica passa pelo enquadramento de que, uma vez que não é prático as pessoas andarem com moedas de ouro nos bolsos, o Estado dum determinado País emite em papel-moeda a quantia representativa do ouro guardado nos seus cofres.

Nas Economias muitas vezes degradadas que caracterizam os dias de hoje em alguns Países, parece ter-se criado a imagem que para haver moeda basta colocar as máquinas rotativas a funcionar e, em sequência, a moeda aparece aos trambolhões. Contudo, se repentinamente toda a população se deslocasse ao respectivo Banco Central solicitando a troca do dinheiro que tenham no bolso pelo ouro respetivo, o que sucederia ?

Desconheço a relação que possa existir nos tempos do Doutor Salazar entre o ouro guardado nos cofres do Estado e os Escudos em circulação. Mas que atrás da guarda de toda essa reserva de ouro haveria a preocupação de preservar um Escudo sólido e forte, parece não haver grande dúvida.


Melhores cumprimentos a todos.

António Marques- Lisboa TOPO

20/05/2012 16:46:20

A língua portuguesa de tão rica que é no seu léxico acaba por ser pouco substantiva e de mais prolíxa, razão que leva a VERDADE muitas vezes a subjugar-se á INSIDIA. Aqui surge a eterna questão SER OU NÃO SER. O Snr. António Silva do Porto poderá ter razão quando diz que SALAZAR deveria ter desenvolvido mais o País com as reservas de ouro que acumulou porém aparte disso é importante investigar porque não o fez, preveria ELE que a herança que deixou seria lapidada por corruptos e ladrões? Eu que O conheci pessoalmente como Figura Impar universal também lhe chamei "forreta" mas até hoje não vi ninguém na política que tivesse defendido as suas virtudes impares de verticalidade, honestidade e exemplo patriótico. Quanto ao Snr. José Oliveira de Lisboa apraz-me dizer que as PIDES de hoje são mais máfias que Policias, compare-se que todas estão ao serviço das suas clientelas que pouco têm a ver com o crime contra a segurança do Estado. A PIDE foi o bode expiatório para se justificar uma "abrilada" efectuada á revelia dos superiores interesses do Estado porque senão tivessem em Caxias meia dúzia de "intelectuais" inimigos da Nação onde arranjariam motivo para tal viragem? Foram anjinhos na verdadeira acepção da palavra... SALAZAR não se discute: ESTUDA-SE...

Henrique Videira- Palmela TOPO

20/05/2012 03:58:51

Vejo que ha quem tenha a ideia destrocida sobre o ouro guardado. Esse ouro serviria para 1 emergencia nacional ,porque na altura pensava-se no futuro.Quanto ao problema da emigraçao posso falar dele porque inflismente a isso fui obrigado.Se se derem ao trabalho de investigar as condiçoes que os portugueses tinham em França e na Alemanha verao que eram degradantes.Que moravam em bairros de lata,passavam mesmo muitas privaçoes , para juntarem algum. Agora as coisas sao diferentes porque; os preços sao iguais a Portugal coisa que na altura nao acontecia em alguns casos em Portugal sao mais altos.Nos anos 60 emigravam muito para fugir a guerra agora nao ha guerra. Modernizaçao: a T.A.P foi a 1 companhia ,na europa ,a ter a frota toda so avioes a jacto. Tinhamos a maior frota pesqueira do mundo. Tinhamos unidades fabris espalhadas pelo pais. O crescimento era acima de 7 por cento nos anos 60 estavamos em guerra e construimos uma das maiores barragens do mundo e na altura a 2 maior de africa,sem ultrapassar o preço do primeiro orçamento.Quanto as auto-estradas sao caras e valerao a pena? E que e dou o exemplo da Holanda para ter auto-estradas sem portagens tem de pagar bastante por mes no minimo 30 euros para os pequenos e depois e sempre a subir e se for a gasoleo paga mais.

luis carvalho- holanda TOPO

19/05/2012 23:35:11


O OURO DE SALAZAR

Ó Ricardo Gomes,com todo o respeito,o ouro que o país tinha,nessa altura era a sua mais valia,ou seja,era a força monetária,daí que se diga que "mais vale ter ouro que ter dinheiro"!!!E,ainda,sendo mais objectiva:investir em auto-estradas?(as estradas não eram,já,pròpriamente,caminhos de cabras...hoje como se sabe,estão às moscas,e ainda houve um governante,de má memória,que queria fazer uma terceira Lisboa-Porto;
Investir em hospitais?Exactamente,os hospitais mais bem apetrechados vêm,exactamente,dessa altura,sr.Ricardo...não preciso de lhe dizer que o hospital que ainda hoje sobrevive,e que é a escola de formação da maior parte dos médicos deste país tem o nome de Hospital de Santa Maria;
Habitação?diz muito bem,mas não se esqueça que,se,eventualmente,havia pouca habitação,nessa altura,nem por isso agora acabaram as barracas( e o sr. mora num sítio bastante degradado nesse aspecto);
Escolas?também está certo,mas não se esqueça que o último governo que tivemos,nos últimos 6 anos,se encarregou de fechar a sua maior parte,desprezando os direitos e o bem estar das crianças deste país,que serão os homens de amanhã...escolas construídas,como sabe,durante a tal longa noite fascista e obscurantista,que tivemos até ao 25-A,data a partir da qual todos nós passámos a viver melhor,e estamos cada vez mais ricos;
Para rematar,ainda lhe digo mais uma:se não fosse Salazar a construir a ponte(cujo nome foi usurpado pela matilha de traidores,gatunos e vigaristas que nos desgovernam),quem quisesse ir tomar banho de mar,à Costa,tinha que atravessar o Tejo a nado!!!

Cumprimentos respeitosos.

Maria Celeste Amado de Oliveira- Miratejo-Corroios TOPO

19/05/2012 16:58:59

Boa tarde, mas e o ouro que sobrou, as 800toneladas, não era ouro a mais para estar parado? não podia ter investido em auto-estradas, hospitais, habitações, escolas, etc?
Era muito ouro.

Ricardo Gomes- Amadora TOPO

19/05/2012 15:47:37


Perguntas sem resposta??

Vou,hoje,responder(ou tentar)ao nosso caro amigo António Silva,do Porto:
O Dr.Oliveira Salazar não gastou o ouro que tinha,na modernização do país,porque sentia que estava bem servido de tudo o que nos fazia falta tudo o que tínhamos...e hoje não temos!!!Claro que não podemos comparar os tempos(o que se viveu,há 50 anos atrás,não se vive hoje),mas lembro-me bem de grandes fábricas,indústrias,comércio,onde se podia arranjar emprego,e hoje...que temos?fome e miséria!!!
Não se esqueça o bom amigo António que,após a tragédia que foi o 25 de Abril,tivemos que nos abrir à globalização(o que subentende o que o sr. deve saber tão bem como todos nós),e,por isso,deixámos,efectivamente,de estar "fechados" numa redoma...tivemos que abrir as portas ao mundo...só que o que aqui faltou foi uma estrutura sólida,pensada,inteligente,de forma a não criar este pânico e esta vontade de todas as mais-valias deste país saírem para o exterior...e isto não tem a ver com Salazar,tem a ver,sim,com a falta de organização pós 25 de Abril!O sr. fala em dois filhos que tem,e que se propõem emigrar,também...pois saiba o sr.(e falo-lhe de um caso pessoal,mas conhecemos centenas deles)que também tenho um filho,licenciado,com 6 anos de empresa,pelo meio com quatro anos de desemprego,voltou a ser recolocado,e nem por isso,se encontra muito seguro,novamente!!!
Amigo António,na altura da longa noite fascista,anos 60,eram milhares que saíam do país,em busca de melhores condições de vida,mas hoje,emigra-se ao mesmo ritmo,e vive-se em democracia,agora é tudo para o povo!!!Já não lhe falo na Europa,porque aí tínhamos conversa de sobra,mas pode acreditar que a Europa também implodirá,porque essa também foi traçada em cima do joelho...como sabe,as coisas,feitas assim,raramente dão bom resultado,e com estes governantes,então,é uma loucura!!!
Penso que correspondi ao seu pedido(falei muito pessoalmente),se não correspondi,peço desculpa!!!Disponha sempre!!!

Maria Celeste Amado de Oliveira- Miratejo-Corroios TOPO

19/05/2012 08:41:09

Fui dado comigo a pensar naquilo que se dizia da PIDE. Que forçavam os detidos a falar, e alguns falavam outros não. Depois eram soltos e iam à vida deles, fazer mais algumas das deles.

Verifico que hoje em dia, e isso posso atestar porque acompanhamos todos os dias pelos media, a nossa actual PIDE, prende como a PIDE original, interroga e consegue as confissões.

Só me resta uma dúvida, se são os sistemas que a PIDE actual utiliza que são mais intimidatórios, ou se os detidos são mais cobardes e querem é salvar a pele. O que concluo é que eles "vomitam", e isso chega-me para perceber que os métodos são infalíveis, só não sei se pela violência utilizada ou pela tal cobardia.

Imaginem agora, a nova PIDE "arrecadar" para interrogatório cada uma das personalidades que têm vindo a lume sobre desvios, orientanços, enriquecimento rápido, etc...

Eu nem quero pensar nisso. Onde é que iamos arranjar mais políticos?

José D' Oliveira- Lisboa TOPO

19/05/2012 02:48:14

P.S....tal como meus dois filhos, que igualmente o melhor futuro deles, é fora de Portugal, infelizmente.

António Silva- Porto TOPO

19/05/2012 02:39:18

Uma dúvida que tenho é esta e que agradeço que me expliquem quem souber:
Por que o dr. Salazar não aplicou uma parte das imensas reservas de ouro na modernização do país? Não teria sido positivo e impedido de tantos portugueses terem deixado a sua terra - como aliás está acontecendo hoje?

Cumprimentos.

António Silva- Porto TOPO

18/05/2012 21:56:57

Boa noite

Felicito os responsáveis pelo site. Sobretudo o espírito de missão, a cultura e a honestidade de AOS merecem-no. Pena é que muitos portugueses só conheçam as partes mais negativas de quem colocava a Nação acima dos interesses pessoais e partidários.

José António Silva- Vila Real TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
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