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25/06/2012 12:21:10

Uma forma de desmobilizar a raia miúda, é o incentivo à desordem por parte dos "ilustres". Há alguns anos que nos deram o direito à indignação, e nós lá nos fomos indignando. Mais recentemente um comentador, disse-se admirado com a placidez da população perante tão exagerados sacrifícios, por não se verificar uma igualdade na sua distribuição. E porque não estão a resultar. Antes pelo contrário, as medidas estão a surtir o efeito inverso do esperado. E acrescentou que nesta festa de comemoração do 1º ano de governação, deveria o governo agradecer a passividade com que a população tem aceite tanta imposição.
Vem também o 1º ministro dizer-nos que já vamos no 4º exame, e que estamos muito bem vistos pelos credores internacionais.

Tudo isto, é um pouco como dizer a uma criança ainda sem personalidade formada, e que contabiliza mais erros que sucessos, "para continuar, porque com calma lá conseguirá, etc…". E essa criança, enche-se de "peito", prossegue no seu calvário, e enterra-se com mais afinco, porque "está no bom caminho".

Mas porque temos o direito à indignação e é-nos sugerido que nos deveríamos insurgir com tanto injustiça. Por mim, entendo que devemos seguir o conselho de quem sabe mais do que nós. Por outro lado quando se fala no imposto sobre as fortunas (4%), logo de seguida é dito que não é por aí que lá vamos; que o valor conseguido não resolveria nada. Eu pergunto se algum imposto por si só, resolve a totalidade dalguma coisa? É evidente que somos vítimas de campanhas, permanentemente, de castração da nossa própria vida. Ameaçam-nos que os ricos quando se sentirem apertados, fogem com o dinheiro. E onde está o dinheiro desses ricos? E quem são os ricos? Mas cuidado porque existe muita gente séria! Um país sem respeito pela propriedade também não tem futuro. Essa manobra "dos ricos" é mais um expediente criado pelos novos-ricos ainda em embrião, para se demarcarem de qualquer tributação. Porque afinal, um dia que se discuta quem são os ricos, serão todos os que não são pobres.
Quanto aos credores internacionais, estamos todos de acordo que quando se pede tem que se pagar. Mas esse dinheiro foi pedido para resolver que tipo de problemas? Criados por quem? E onde foi ter esse dinheiro?

Etc…..

Ontem numa reunião com meia dúzia de amigos, colocava-se a questão: Se o Estado não tem meios para pedir que seja reposto o dinheiro que desapareceu e que está aplicado – em nomes individuais e até à "5ª geração" – em contas escondidas, imóveis, outros bens visíveis, etc…, porque não, sermos nós a investigar cada político e inventariar-lhes os bens?
Obrigarmos as Fundações a pagar o património que é nosso, e que lhes foi "oferecido".
Não podendo o Estado fazer nada, porque diz que não pode, talvez nós pudéssemos. Afinal estaríamos a defender o que é nosso. Seria uma questão de irmos bater à porta de cada um, e pedir educadamente para reporem o que roubaram.
Bom, isto foram desabafos entre amigos, mas até estou crente que resultava. Poderíamos ficar sem muitos políticos e seus delfins, mas há tanta gente desempregada à procura de emprego! E como hoje se apanhou o jeito de dizer que temos como nunca a maior percentagem de jovens qualificados ….

Porque será que os políticos só discutem formas de sacar dinheiro aos outros e não se dispõem a prescindir das regalias que têm e que são muitas? Nem vale a pena descrevê-las. A blogosfera está cheia de exemplos. Neste regime, encobrem-se uns aos outros, e os políticos sérios acabem por ser rotulados do mesmo, injustamente. Porque não há outra possibilidade, só uma zanga forte de comadres pode implodir o regime, mas são tantos os "contras e os contras", que a acontecer uma guerra entre quadrilhas, é porque outros valores estão salvaguardados. O Prof. Oliveira Salazar tinha expressão muito elucidativa e muito actual: "Enquanto a mula estiver na manjedoura, não se deve passar a mão pela barriga, porque dá coices".

Pois é, tudo isto é uma falsidade, uma aldrabice e um cinismo.
Tudo isto é triste, tudo isto existe, tudo isto é democrático!


João Gomes - Lisboa TOPO

25/06/2012 10:20:19

O nosso Portugal actual não se compadece de medidas que deram sem dúvida os seus frutos. Temos que ser nós actualmente a constituir essas legiões com o nosso trabalho, a nossa intervenção, a nossa passividade e excessos.
O governo o que está a fazer é uma desbaratização sobre nós. Temos que repensar as nossas condições de mártir ou vencedores. Salazar não deu a sua vida para que nós agora esqueçamos o quanto lhe devemos.
Temos que ser nós!

Rogério Fonseca- Lisboa TOPO

22/06/2012 11:59:57

A face visível do Estado Novo foi a do Dr. Salazar, mas muita coisa menos boa que ia acontecendo não era do conhecimento dele, razão porque se diz muita coisa, se gosta ou não gosta de Salazar, mas o que é facto é que quando essas coisas chegavam ao conhecimento dele ele cortava o mal pela raíz. Razão porque foi um Estadista de mão-cheia reconhecido no estrangeiro e respeitado.
É tudo diferente.

José Manuel Pereira- Lisboa TOPO

21/06/2012 22:51:24

Vamos lá a ver, um país organizado tem identificados os seus cidadãos e a maioria dos focos provocadores. O Estado Novo nesse aspecto tinha perfeita noção e conhecimento do que por cá existia. A PIDE era de facto uma organização essencial e ao contrário do que se diz por aí muitas vezes, nunca esta polícia actuou arbitrariamente. Havia sempre um motivo e esse motivo eram fundamentalmente as organizações dedicadas à desordem pública e sublevação dos trabalhadores. Estes grupos estavam ligados ao comunismo internacional, coisa impraticável com a doutrina Salazarista.
Morreu Salazar, morreu com ele a doutrina do país, e de passo em passo vai morrendo o país. Presentemente é impensável reavivar o que quer que seja relativo ao EN, porque o tempo conseguiu apagar o que de bom havia. Os jovens andam desmemoriados e têm como nação a Europa (dos milagres). Foi isto que lhes impingiram os governos socialistas e liberais das últimas quase 4 décadas.
Dito isto resta-nos sobreviver.

Raul Alcobia- Alcabideche TOPO

21/06/2012 19:09:19

Alguém fez o que o Miguel Martel Lima pediu?

Filipe Soares- Vila Franca de Xira TOPO

21/06/2012 17:06:19

Fundemos as nossas convicções em Deus, Pátria, Família.
Que O SANTO SALAZAR nos proteja.

Amilcar Carvalhal- Lisboa TOPO

21/06/2012 17:00:41

E não esqueçamos o corpo de legionários, sempre atentos às movimentações na fronteira. Tivemos, hoje com saudade recordo, um país organizado em prol de todos por um e um por todos. Antigamente as cadeias eram para os prevaricadores, hoje eles andam por aí a gastar o meu e o seu dinheiro.

Suzete Pinto- Lisboa TOPO

21/06/2012 14:14:53

No Estado Novo também havia atentados, portanto não será nada de novo. Mas o povo tem que ter a noção que só com trabalho lá vamos.
O dr. Salazar soube como ninguém dar ao trabalho o valor justo que tem.
Sobre a PIDE aproveito para dizer que se não fossem eles, nós em África tínhamos tido muitos problemas. Eles eram os grandes informadores que tínhamos. Devemos-lhes muito. Cá no continente, por via do atraso que existia no início, os agentes não tinham grande cultura e aproveitavam-se do posto para resolver brigas pessoais o que ia dando mau nome à corporação.

António Barbosa- Carnaxide TOPO

21/06/2012 11:29:09

Não será guerra em termos de luta armada. Será mais ao nível de pequenas confusões, roubos, uns tiros nuns ricaços, assaltos a bombas de combustível, ourives, multibancos, coisas assim. Nunca fomos um povo violente. Só certos grupos muito focalizados.

Suzete Pinto- Lisboa TOPO

21/06/2012 09:29:14

Percebo o entusiasmo, mas não acreditam que em Portugal possa haver guerra. Concordo que somos mais a favor de um holocausto consentido do que uma revolta sangrenta.

Manuel Sousa- Lisboa TOPO

21/06/2012 09:15:01

Eu não preocupo ainda com esse cenário, pois o que se passa na Espanha é trabalhadores versus patrões e não Franquismo versus democratas/esquerdistas. Mesmo assim todos temos de fazer o nosso melhor para que Portugal mude de rumo de modo a que esteja preparado para um cenário desses.

Filipe Soares- Vila Franca de Xira TOPO

20/06/2012 21:59:41

Na guerra 36-39 ainda tínhamos a PIDE que nos defendia do invasor e não permitia confusões para o nosso lado. As polícias de hoje não sei se estão preparadas para um evento desses.

Suzete Pinto- Lisboa TOPO

20/06/2012 17:13:30

Algo me diz que a nossa vida pode mudar de um momento para o outro. Com a nova situação espanhola o contágio social pode alterar. Como na guerra civil espanhola em que muitos se refugiaram em Portugal com o acordo de Salazar, a questão será idêntica.
A guerra civil que se vai estabelecer em Espanha, trará para Portugal muitos revolucionários que poderão querer operar a partir daqui e tentar cá dentro alguma agitação.

Patrício Costa- Rio Maior TOPO

20/06/2012 16:55:23

Não é por acaso que lá por fora se diz que o regime anterior a 1974 era de todos o melhor. Por cá não convém porque inibe muitas das acções de proveito próprio.
O Dr. Salazar soube manietar até onde foi possível a actividade de cada ministro e sub-secretários, etc. Desta forma só um podia roubar, mas como esse um era o Dr. Salazar, estava fora de questão.
É evidente que agora vivemos de memórias, os tempos são outros e os países já não têm vida própria.

Manuel Sousa- Lisboa TOPO

20/06/2012 14:07:15

Portugal é um país "sui generes". Tem normalmente a solução dentro de portas mas opta por importar soluções que nada têm que ver connosco. Não precisamos de esquemas organizativos e administrativos de outros países. Temos que olhar as nossas necessidades, as nossas possibilidades e encarar um projecto realista. Somos um povo habituado a trabalhar e se encontrássemos uma figura da estatura de Salazar, esta crise seria como que o intervalo de um filme de terror. Somos bons no que fazemos e temos um espírito de entrega inigualável.
Há que ter a coragem de acabar com os grupos que se digladiam, os sindicatos vs entidades patronais; políticos vs povo, etc.
Damos demasiada importância a questões sazonais como o "todos por onze e onze por um". Lamento verificar que apesar de toda a nossa miséria material, os estádios estão cheios. Algo está mal em Portugal.
Em termos de desabafo, deixem-me concluir dizendo que o nosso país, faz-me lembrar a história do país das maravilhas.
Desculpem esta minha intervenção mas comove-me o facto de ver o país a definhar.
Vivi 23 anos no regime de Salazar e recordo os tempos da mocidade portuguesa feminina, as actividades que tínhamos, as iniciativas de carácter social junto de populações desfavorecidas, o recato na palavra, a postura perante os mais velhos, na escola, eu sei lá, vem-me tudo à cabeça.

Suzete Pinto- Lisboa TOPO

20/06/2012 13:27:34

A nossa Igreja, por razões que a razão desconhece, numa avaliação histórica, comunizou-se. Temos como resultado a exaltação de figuras que nada têm que ver com o progresso e até alguma realidade social. Permeiam-se as quintinhas e esquecem-se os verdadeiros problemas. Há certamente interesses na penumbra. Salazar teve razão quando apesar de ter dado liberdade à Igreja, controlava os ambientes. Há actualmente uma tentação da Igreja ganhar espaço em virtude das prestações sociais e humanitárias que tem sido chamada a prestar.

Patrício Costa- Rio Maior TOPO

20/06/2012 09:56:45

Nunca pensei ao fim de tantos anos regredir em termos qualitativos de vida. É inevitável fazer recuar o meu pensamento aos tempos heroicos de Portugal. Se não havia fartura, o pouco que havia era mais do que a fartura de hoje. E havia respeito na sociedade. Tinhamos o dr. Salazar sempre sereno e atento sem permitir exageros, e se alguém pisava o risco, era responsabilizado. Nunca no tempo do dr. Salazar,mesmo os inimigos do país, eram aniquilados. Castigavam-se e permitia-se-lhes outra oportunidade. A prova é que agora andam aí todos. Uns ainda em primeira pessoa outros com a descendência.
Onde iremos parar?

António Barbosa- Carnaxide TOPO

16/06/2012 14:43:16

Caros Nacionalistas
Leiam o artigo que anexo e mostrem a vossa indignação junto do Patriarcado, Reitoria da UCP e da Nunciatura (cujos endereços eléctrónicos junto). Vamos protestar contra este inícuo comportamento de promoção de um sepulcro caiado de branco, que entre outras coisas, tem insultado sistematicamente o nosso Patrono.
Vamos agir! A Bem da Nação

Amargura e Indignação (Nuno Serras Pereira)
15. 06. 2012

1. O instituto de estudos políticos da universidade católica portuguesa realizará nos dias 25 a 27 do corrente o Estoril political forum 2012 intitulado “open societies, open economies and citizenship”.

No dia 27 numa cerimónia presidida pelo professor Adriano Moreira serão concedidas condecorações a três pessoas em reconhecimento das suas vidas de Fé e de empenho pela liberdade - Faith and liberty life tribute. Uma dessas pessoas, que será apresentada pelo reitor da ucp, professor Manuel Braga da Cruz, é Maria Barroso Soares.

Maria Barroso na sua qualidade de presidente da pro dignitate estampou um artigo no jornal Público, 08.02.2007, aquando do último referendo sobre o aborto, intitulado “sim à despenalização”. Nesse texto soezmente tendencioso procurou propagandear de um modo manhoso o “sim” à liberalização do aborto, citando inclusive, tirando embora a frase do seu contexto, o Cardeal Patriarca de Lisboa. Assim termina o seu perverso artigo: “Não nos podemos … levar apenas por impulsos ou sentimentos suscitados e explorados por cidadãos não tolerantes (os que eram pelo “Não”) que extremam, acaloradamente, as suas posições. … Em suma - pelo direito à felicidade das crianças que nascem, e o direito à dignidade das mulheres - eu devo votar pela liberdade que deve ser concedida às mulheres de fazerem, em consciência, a sua escolha. Digo, com Frei Bento Domingues: «O "sim" à despenalização da interrupção voluntária da gravidez dentro das dez semanas é contra o sofrimento das mulheres redobrado com a sua criminalização. Não pode ser confundido com a apologia da cultura da morte, da cultura do aborto.»”.

Quanto ao empenho desta senhora pela liberdade as palavras do Bem-aventurado João Paulo II são esclarecedoras: “Reivindicar o direito ao aborto … e reconhecê-lo legalmente, equivale a atribuir à liberdade humana um significado perverso e iníquo: o significado de um poder absoluto sobre os outros e contra os outros. Mas isto é a morte da verdadeira liberdade: «Em verdade, em verdade vos digo: todo aquele que comete o pecado é escravo do pecado» (Jo 8, 34).” (João Paulo II, O Evangelho da vida, nº 20). E ainda: “No referente ao direito à vida, cada ser humano inocente é absolutamente igual a todos os demais. Esta igualdade é a base de todo o relacionamento social autêntico, o qual, para o ser verdadeiramente, não pode deixar de se fundar sobre a verdade e a justiça, reconhecendo e tutelando cada homem e cada mulher como pessoa, e não como coisa de que se possa dispor. Diante da norma moral que proíbe a eliminação directa de um ser humano inocente, «não existem privilégios, nem excepções para ninguém. Ser o dono do mundo ou o último "miserável" sobre a face da terra, não faz diferença alguma: perante as exigências morais, todos somos absolutamente iguais».” (Idem nº 57). Por isso: “no caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, «nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o próprio voto».” (Idem, nº 73). De facto, “O aborto e a eutanásia são … crimes que nenhuma lei humana pode pretender legitimar. Leis deste tipo não só não criam obrigação alguma para a consciência, como, ao contrário, geram uma grave e precisa obrigação de opor-se a elas através da objecção de consciência.” (Ibidem).

Quanto à Fé: “ … a inviolabilidade absoluta da vida humana inocente é uma verdade moral explicitamente ensinada na Sagrada Escritura, constantemente mantida na Tradição da Igreja e unanimemente proposta pelo seu Magistério. Tal unanimidade é fruto evidente daquele «sentido sobrenatural da fé» que, suscitado e apoiado pelo Espírito Santo, preserva do erro o Povo de Deus, quando «manifesta consenso universal em matéria de fé e costumes». … Portanto, com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos da Igreja Católica, confirmo que a morte directa e voluntária de um ser humano inocente é sempre gravemente imoral. Esta doutrina, fundada naquela lei não-escrita que todo o homem, pela luz da razão, encontra no próprio coração (cf. Rm 2, 14-15), é confirmada pela Sagrada Escritura, transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal.” (Idem, nº 57). Esta afirmação, como o ensina a Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio Ad Tuendam Fidem, deve ser crida com fé divina e católica: “Deve-se crer com fé divina e católica em tudo o que se contém na palavra de Deus escrita ou transmitida por Tradição, ou seja, no único depósito da fé confiado à Igreja, quando ao mesmo tempo é proposto como divinamente revelado quer pelo magistério solene da Igreja, quer pelo seu magistério ordinário e universal …”. Pelo que quem duvida ou nega obstinadamente esta verdade incorre no crime e na censura de heresia, excluindo-se da Igreja.

Segundo a doutrina de sempre da Igreja, confirmada pela encíclica Veritatis Splendor do Bem-aventurado João Paulo II, a cooperação formal com o mal, como seja, por exemplo, a votação ou promulgação de uma “lei” injusta que admite o aborto ou a eutanásia, é sempre ilícita e, no caso do aborto provocado, implica a excomunhão automática (vide Código de Direito Canónico).

Por tudo o que fica dito e pelo mais que se podia acrescentar invade-me uma enorme amargura e uma melancólica indignação por se prestar este tributo a tal personagem. Tanto mais que isso constituirá um escândalo (teológico), isto é, induzirá muitos em erro e mesmo em pecado.

Conta-se que Mário Soares teria dito um dia que casou com uma Passionária e agora se encontrava casado com uma Madre Teresa de Calcutá. Caso isto seja certo posso garantir com toda a segurança a Mário Soares que sua mulher não se transformou, nem por sombras, numa Madre Teresa.

Caso alguém queira, com bons modos, manifestar a sua tristeza e pedir que não se produza tal escândalo poderá escrever para:



Magno Chanceler da UCP, Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo: gab.patriarca@patriarcado-lisboa.pt

Reitor da UCP, Prof. Manuel Braga da Cruz: info@reitoria.ucp.pt

Nunciatura Apostólica: nunciaturapt@netcabo.pt

Secretaria do Núncio Apostólico, D. Rino Passigato: secretarianunci@netcabo.pt

Pela Pátria..., vamos lutar

Miguel Martel Lima- Lisboa TOPO

14/06/2012 16:02:59

O que me parece é que Portugal deveria voltar aos anos 30 e encarar as dificuldades com o produto interno. Se temos que pagar tantos milhões de juros ao estrangeiro, porque não pormos mãos ao trabalho, trabalhar dia e noite e produzir para nós? nivelavam-se os ordenados a cima dos cinco mil e as pensões e todos tinhamos que trabalhar ou cortavam-se os subsídios. Li algures que no tempo do Estado Novo não era permitida a vagabundagem.
Alguma coisa tem que ser feita.

Rui Manuel- Sintra TOPO

12/06/2012 16:10:42

R.E.V.O.L.U.C.A.O : repor o orgulho Português!

PINTO, José-Henrique- Arcos de Valdevez TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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