15 de outubro de 2018   
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14/10/2018 19:52:13

ELES MENTEM SEM PUDOR
DIZ O GOVERNO QUE A DÍVIDA TEM VINDO A DESCER DE FORMA SUSTENTÁVEL” AO MESMO TEMPO QUE A IMPRENSA DAVA CONTA QUE EM AGOSTO DESTE ANO, SUBIU PARA 250 MIL MILHÕES DE EUROS QUANDO EM DEZEMBRO DE 2015 ESTAVA EM 231 MIL MILHÕES.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

01/10/2018 22:12:50

O MESMO MARCELO, QUE FOI VISITAR O DITADOR COMUNISTA FIDEL CASTRO, não aplaudiu nas Nações Unidas o discurso do Presidente da USA, eleito democraticamente, Donald Trump.
A imensa comunidade portuguesa nos States, a maior do mundo, não o preocupa?
Não concorda com Trump. Está no seu direito. Mas concorda com Fidel? Foi Marcelo quem pediu o encontro com o líder cubano.
Marcelo, o Presidente da República Portuguesa esteve com Fidel de Castro em 26 de outubro de 2016.
O histórico líder cubano, Fidel Castro, morreu na noite de sexta-feira, 25 de Novembro 2016, aos 90 anos.
Marcelo, enviou as suas "sinceras condolências ao Presidente Raul Castro Ruz e ao Povo Cubano".

Poderia dizer que dá que pensar, mas talvez não.

Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

11/09/2018 10:09:17


Bom texto sobre o Dr. Oliveira Salazar enquanto estadista católico.
Acessível em: https://adelantelafe.com/homenaje-a-un-estadista-catolico/

Homenaje a un estadista católico
11/08/18 12:00 AMpor SÍ SÍ NO NO
Las técnicas predispuestas con éxito por la cultura dominante para borrar la memoria de figuras animadas por una firme adhesión a los principios espirituales compendiados en la Revelación divina y por una consiguiente contraposición a las falsas premisas del pensamiento moderno se aprovechan, como toda persona recta puede fácilmente constatar, de la mixtificación y de la conjura del silencio.
Esta última parece haber cumplido un papel determinante al perpetuar el sistemático olvido de la sabia acción pacificadora generosamente llevada a cabo por el profesor Antonio De Oliveira Salazar, que gobernó Portugal en un arco de tiempo comprendido entre 1928 y 1968.
No es achacable a la paradoxalidad de circunstancias accidentales el hecho de que, casi cincuenta años después de la vida terrena de Salazar, su próvida misión civil de abanderado de la Tradición, sea pesadamente ocultada por un espeso manto de rencorosas censuras y de prejuiciosas reticencias, dirigidas a respaldar la falaz opinión según la cual la vocación política de los católicos estaría predestinada a resolverse en la debida acogida de los fetiches de la subversión, generada por la artificiosa disociación entre Fe y cultura.
No pudiendo analizar particularizadamente en esta sede las articulaciones de un régimen sostenido por una valiente y explícita reivindicación del principio de autoridad, citaremos algunos aspectos esenciales que autorizan a considerarlo un testimonio ejemplar del redescubrimiento de los valores ético-políticos, capaces de propiciar un equilibrado desarrollo de las naciones.
“Nosotros no discutiremos a Dios”: en la sintética claridad de semejante proposición está encerrada la esencia de la acción gubernativa de un hombre para el cual la adhesión a la Verdad y al diseño que misteriosamente promana de su fértil acto creativo es la medida suprema de la búsqueda y de la realización del bien común.
La política, analógicamente llamada a reflejar la trascendente luminosidad de la Creación, debe rechazar la mortífera tentación de vincularse a la secuela de perniciosos ideologismos, ideados para promover las intempestivas solicitaciones de un desorden variadamente camuflado.
Animado por la conciencia del valor providencial de las Apariciones marianas de Fátima, que prefiguran las funestas consecuencias de la difusión planetaria del comunismo, Salazar ambicionaba limpiar la sociedad portuguesa de las contagiosas contaminaciones liberal-masónicas, causantes de los desequilibrios políticos y de los conflictos aparecidos con la proclamación de la república (1910) y agudizados en el curso de los lustros anteriores a la Revolución nacional.
En cumplimiento de sus cánones espirituales, la causa de la civilización coincide plena y perfectamente con la preservación de la verdadera Fe, que, contemplando la subordinación de la libertad a la Verdad, previene su decadencia hacia el delirio subjetivista de la revuelta anarcoide.
La exigencia de superar la contraposición entre las clases en una comunidad orgánica basada sobre principios corporativistas de colaboración y jerarquía, aclara cómo el “estado Novo”, sin renunciar a su original y autónoma caracterización, se coloque dentro de las perspectivas comunes a los movimientos anti-ideológicos que, después de la primera Guerra mundial, desafiaron a la modernidad generada por múltiples ataques subvertidores de la Tradición religiosa y política.
La fidelidad a los imperativos de una fe vivida como fermento de regeneración interior y civil, confería al Portugal de Salazar las prerrogativas de una renovada vocación imperial, dirigida a trasfundir los principios informadores de su propia concepción política en los conjuntos territoriales dependientes de su dominio, inequívocamente contrario a los cálculos del neocolonialismo practicado por las así llamadas “super-potencias”, enemigas de la civilización clásica y cristiana.
En los intentos sectarios con los cuales los supervivientes portavoces de la diosa razón y de su patético declive intentaron disminuir el perfil político de una figura significativa y, sin embargo, casi desconocida del siglo XX se refleja la miseria moral e intelectual del “sistema de la mentira”, que prescribe el taxativo respeto de la tácita imposición de dejar caer un velo de despectiva suficiencia sobre los testimonios del rescate católico contra el subjetivismo moderno.
Consideramos que la memoria de la obra civil de Antonio De Oliveira Salazar constituye un acto obligado para los creyentes liberados de los venenos de la “sociedad abierta” y dispuestos a afrontar, con el ánimo orante y luchador que San Bernardo señalaba a los Templarios, la buena batalla propedéutica al triunfo final de Jesús Redentor.
Cruce Signatus
(Traducido por Marianus el eremita/Adelante la Fe)

Carlos Luz- Portimão TOPO

09/09/2018 20:50:42

SOBRE A TRETA DA LIBERDADE
Recomento o visionamento do vídeo: https://www.fundamental-diario.pt/2018/08/06/a-miseria-politica-de-portugal-retratada-a-rigor-por-maria-jose-morgado/.
A sociedade portuguesa vive dominada pelo medo. Não há nenhuma espécie de liberdade. É o teor deste vídeo.
Leiam e divulguem porque esta é a Verdade.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

04/09/2018 22:42:23

Verdairamente um site que faz honra a uma grandíssima personalidade. A memória deixada pelo doutor Salazar VAI estar eternamente presente no espírito das pessoas de bem (de hoje, de ontem, de amanhâ !

José C. G.- Sevilha TOPO

26/08/2018 01:40:39

"PONTE 25 DE ABRIL?" ATÈ QUANDO?
Pelos vistos foi "pegando" a designação errada de "Ponte 25 de Abril", um dos maiores atentados toponímicos de sempre.
A ponte em causa foi inaugurada em 1966 como "Ponte Salazar". Também foi depois designada por muitos como "Ponte sobre o Tejo", nome também adequado a meu ver, desde que no historial da dita ponte constasse que a mesma foi construída sem derrapagens financeiras nem cronológicas (e, ao que sei, sem corrupção) durante um dos governos do Dr. Oliveira Salazar.
Suponho que o Dr. Salazar teve inicialmente algumas desconfianças na sua construção, pelo investimento elevado, ele que era de finanças controladas.
Em suma, talvez o próprio Dr. Salazar não se importasse da mudança do nome da ponte para "Ponte sobre o Tejo".
Porém, a designação de "Ponte 25 de Abril" é um erro monstruoso. O "25 de Abril" (seja como o encararmos) não colocou nem um tijolo em cima da ponte... nem um parafuso mal aparafusado!
É de elementar lógica que o nome de uma coisa qualquer tenha a ver com a coisa (a sua elaboração, o seu promotor etc.) Só as pretenções de apagamento da memória de desvairados revolucionários podiam (e puderam!) chamar de "25 de Abril" a uma ponte para a qual nada contribuiram.

Carlos Luz- Portimão TOPO

26/08/2018 01:21:11

Insisto num ponto que foquei há tempos, e que para mim é caro. Trata-se da (re)leitura das obras (principalmente dos seis volumes "Discursos e Notas Políticas") do Professor Doutor Oliveira Salazar.
Apesar deste site trazer bons extractos, lembremo-nos que, se não me engano, foi o decreto-lei 1/75, produto do infame PREC, que mandou destruir (e destruiu em boa parte!) das bibliotecas do país todas as publicações tidas como "fascistas".
Assim, boa parte das nossas bibliotecas ainda estão em falta das obras do Dr. Oliveira Salazar. Por isso, pode um qualquer aluno ou curioso querer consultar os escritos do nosso estadista, e o bibliotecário remeter para obras da História de Portugal escritas por historiadores (ou pseudo-historiadores) equivocados.
Com o nosso país em processo acelerado de diluição da identidade nacional; com os heróis nacionais serem esquecidos pelas novas gerações, com os desígnios patrióticos mais altos (como Deus / Pátria / Família) cada vez mais esquecidos; com a crescente invasão económica chinesa; com a debilitação progressiva do moral e da capacidade das Forças Armadas, etc, que resta senão prestar homenagem ao estadista que sempre honrou Portugal?





Carlos Luz- Portimão TOPO

21/08/2018 16:59:10

Com o 25 de Abril 74, muitos intervenientes saíram da miséria e ficaram riquíssimos. Pergunto se havia necessidade do Dr. Salazar morrer pobre. Os milhões que teria embolsado se tem aceitado vender as Colónias como lhe foi proposto. Ou se tem negociado com os movimentos terroristas. Esta é a verdade.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

21/08/2018 08:11:34

Obrigado pela existência deste blog. Estou distante do meu país faz anos. É um conforto saber que cada vez mais, os portugueses sentem a falta do grande homem que foi o Dr. Salazar.

António M. dos Santos- Wroclaw Polónia TOPO

07/08/2018 23:03:01

INCÊNDIOS
Resumo do que a TV nos tem mostrado desde sexta feira dia 3 passado.
Os erros de 2017 de nada serviram. Monchique está a arder.
Será Alzheimer ou incompetência dos responsáveis.
Hipocrisia Politica, afirmação de um conhecido comentador na cmTV em 07 Agosto 2018.
Aceiros, linhas de corte, faixas de interrupção de combustíveis, ou estradões, (todos estes nomes significam o mesmo), não foram criados, melhorados ou aumentados na sua extensão e largura, o que permitiria a aproximação dos bombeiros da origem das ignições, mas nada foi feito e só já em pleno incêndio essas máquinas começaram a serem utilizadas, com os perigos inerentes à situação.
O Exército tem máquinas de rasto. Não precisam de contratos. Estão nos quarteis a enferrujar. E os militares não ganham à hora. Mas os municípios também devem ter, se tiverem plano de imergência planeado.
Populações queixam-se de estarem abandonadas. Dizem que só aparece a GNR para expulsar os habitantes. Bombeiros não. Comentário de um habitante à cmTV em 07-08-2018.
Desorganização total. Afirmam os bombeiros profissionais que dizem terem sugestões técnicas a propor ao governo. Medidas que iriam melhorar o combate ao fogo. Uma posição que surge depois da reunião entre a Direcção Nacional da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP), onde se avaliou a situação dos incêndios rurais, especialmente o incêndio na serra de Monchique, no Algarve, que lavra há vários dias, mas o ministro diz que a altura é de combate e não de crítica.
Os Produtores Florestais do Barlavento Algarvio (ASPAFLOBAL), dizem terem apresentado proposta com plano de prevenção para a floresta de Monchique, ao ICNF - Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, que previa a abertura de caminhos, aceiros e pontos de água.
Desde há muito que se sabe que Monchique estava no topo da lista das zonas com maior risco de incêndio florestal. Também uma Universidade, julgo que de Lisboa, fez um estudo dos locais de previsível incêndio e Monchique estava em primeiro lugar.
Apesar de ser evidente a perigosidade de incêndio em Monchique, as entidades responsáveis não tomaram as cautelas necessárias. É a opinião dos Bombeiros Profissionais e de todos os comentadores ouvidos nos meios de comunicação.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

03/08/2018 15:34:01

Passam hoje 50 anos do trágico acidente que viria a vitimar Salazar. Deixo-lhe a minha homenagem.

Maria Amélia Lourenço- Lksboa TOPO

25/07/2018 19:10:29

EVENTO PARA HOMENAGEAR O DOUTOR SALAZAR
Transmito resumidamente, a informação que recebi sobre o programa das cerimónias que se realizarão no próximo sábado, dia 28.
11:00 - Hora de chegada ao cemitério do Vimieiro aconselhada aos participantes.
11:30 - Romagem e cerimónia com deposição de flores na campa do Estadista.
12:00 - Cerimónia na Igreja Paroquial.
13:00 - Almoço de confraternização em restaurante a indicar.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

21/07/2018 14:30:21

Aproxima-se mais uma data que deve ser comemorada quer por manifestações exteriores, ou no recato dos nossos corações. Em 27 de Julho, passam 48 anos da data em que faleceu o dr. Salazar.
É importante que não deixemos cair no esquecimento o período em que viveu um Homem, um Político, um Estadista, cuja seriedade que deveria ser imitada por todos os que têm acesso aos nossos dinheiros.
Porque é que naquela altura, apesar das dificuldades, se conseguiu fazer obra? Porque o dinheiro era todo aplicado em favorecimento do país. Com o mesmo dinheiro e aos dias de hoje, a disponibilidade em dinheiro, não atingiria metade, porque primeiro estão os políticos e os partidos e a seguir vêm as mordomias e só depois a preocupação de deixar alguma coisa feita.
Salazar foi o exemplo que o mundo teve oportunidade de elogiar. Só em Portugal não se reconhecem pessoas que possam fazer sombra.
Viva Salazar!

Daniel Inácio- Lisboa TOPO

16/07/2018 13:51:18

Serve a presente para dar a conhecer um poema do Dr. Antonio Caponneto acerca do Prof. Oliveira Salazar. O Dr. Caponneto é um destacado dirigente argentino.
Aqui vai:

A Oliveira Salazar

Había algo de monje en su talante,
blanca la mano sobre el libro abierto,
la soledad fecunda del desierto,
camastro pobre, ayuno, verbo orante.

Algo de bravo caballero andante
que en sueños vive y a la vez despierto,
algo de asceta con el gesto yerto
o la sonrisa apenas anhelante.

No discute la patria, la defiende
de la usura sin rostros humanados,
cuando las hoces siegan los sembrados,
y al trigo blanco que del cáliz pende.

Para sí nada quiere, porque entiende
al poder como oficio de abnegados.
El cetro con la cruz van hermanados:
sólo el bullicio al gobernante ofende.

La nación es su casa solariega,
ese hogar lusitano junto al río,
su cátedra, su claustro, el labrantío.
Es el imperio de la fe andariega.

Señor de la mesura a quien no ciega
el aplauso mundano del gentío.
Sacrificio es mandar, pero el bajío
remonta al agua si el amor navega.

Tiene su acción el tono esponsalicio
de los antiguos reyes medievales,
sabedor de las normas teologales,
primero en el deber y en el servicio.

Tiene acaso en Platón su natalicio
en la aldea cristiana sus puntales,
el color de las frondas terrenales
la viril inflexión del epinicio.

Siempre de pie lo vieron en Lisboa
jerárquico en la acción y en el sosiego
entre Guinea, Mozambique y Goa.

Quieto el sol sobre Fátima se afila,
quietud de un pueblo en paz y sin trasiego.
Silencio todos: Salazar vigila.

Antonio Caponnetto

Carlos Luz- Portimão TOPO

16/07/2018 13:42:35

Passam hoje 71 anos, que o parlamento britânico aprovou a lei que outorgou a independência da Índia. É a partir desta data que se inicia um período negro para Portugal, com a progressiva ambição da União Indiana em anexar a Índia portuguesa. o que viria a acontecer em 1961.

José Sampaio- Lisboa TOPO

08/07/2018 14:09:30

Portugal até chegar o dr. Salazar, era um campo de batalha bélica e social. Foram tantos os campos que o dr. Salazar foi resolvendo que nos dias de hoje, muito se beneficia das infra-estruturas, rede eléctrica, barragens, educação... o nome de Portugal estava escrito em letras douradas na senda internacional e nos dias de hoje, Portugal é um país desacreditado e explorado pelos donos da Europa. Damos guarida a todas as exigências que nos tornam a nós população, mais pobres, ignorando o enriquecimento ilícito dos políticos. Tudo se cozinha no campo dos interesses. Os milhões que vêm para todos, são benefício de alguns e pagos por todos.

R. Melo- Coimbra TOPO

07/07/2018 22:41:32

Foi a política de austeridade, que elevou o país à categoria dos países respeitados. Mas austeridade sã e em proveito do povo. Existia um entendimento entre todas as forças de poder na nação. Foi depois com a Constituição de 1933, que o país conheceu o respeito interno e externo. Elaborada com princípios democráticos, tinha a defender a população o controlo do estado, para que os trabalhadores não sofressem abusos do patronato. E foi esta democracia orgânica que aliada à seriedade de Salazar, colocou o país a desenvolver-se a 7% ao ano, quando vem já no tempo de Marcelo, a abrilada que destruiu por completo este pequeno país.

José Luís Silva- Funchal TOPO

07/07/2018 14:28:58

Sem contar com o aumento exponencial no Ensino Superior.
Não existiam ou eram quase inexistentes as Faculdades e Universidades. O Estado Novo tal como em todos os outros sectores, estabeleceu no país uma rede de equipamentos invejável e nunca visto em Portugal. Um pormenor interessante, é que foi tudo conseguido com dinheiro português. Como não existiam assaltos aos cofres do Estado, o dinheiro chegava para o essencial.

M. lima- Lisboa TOPO

07/07/2018 14:23:55

EDUCAÇÃO NO ESTADO NOVO (pesquisa na net)

A expansão da rede escolar do Ensino Primário durante o Estado Novo - uma política de voluntarismo minimalista.

AUTORA: Alexandra Cabeçadas Arsénio Nunes Aníbal - Mestrado em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, sob orientação do Professor Doutor Sérgio Grácio.

A presente comunicação tem por base um trabalho de investigação que constituiu a tese de mestrado em sociologia da autora. A investigação foi suscitada pela constatação de grande parte da actual rede de escolas do 1º ciclo do ensino básico ser constituída por edifícios escolares construídos durante o período de tempo em que vigorou em Portugal o regime do Estado Novo. Pretendeu-se indagar em que contexto, de que forma e com que objectivos o Estado Novo procedeu à construção de uma rede densa de escolas primárias no período compreendido entre 1930 e 1970. Começou-se por se efectuar uma caracterização da sociedade portuguesa entre os anos 30 e 70, das condições políticas e económicas do país e da história do sistema de ensino português, caracterização essa que permitiu elaborar as duas primeiras hipóteses de investigação e chegar às seguintes conclusões: • A inexistência de uma camada média de peso significativo na estrutura social portuguesa terá comprometido a procura social de educação em Portugal; • O Estado terá tido um papel determinante enquanto impulsionador quase único da oferta educativa em Portugal ao nível do ensino primário entre 1930 e 1970, sem concorrentes à altura (igreja católica e ensino particular). Na sequência destas conclusões, a investigação centrou-se na seguinte hipótese: • O modelo de expansão do ensino primário em Portugal, entre os anos 30 e 70 terá sido um modelo nacional único, planeado centralmente, dotado de grande racionalidade de custos, de procedimentos e de objectivos. Ter-se-á centrado na expansão territorial da rede escolar, suportando-se na construção de novas escolas e criação de postos escolares, numa lógica sobretudo quantitativa. Para comprovação desta hipótese, procedeu-se à recolha e análise dos seguintes elementos: ß legislação produzida sobre a rede escolar e construção de edifícios escolares, entre a qual os dois planos nacionais de construção de escolas: o Plano dos Centenários e o Novo Plano; ß peças desenhadas dos projectos-tipo de arquitectura das escolas primárias definidos pelo Ministério das Obras Públicas entre 1930 e 1970; ß verbas afectas às construções escolares nos Orçamentos Gerais do Estado, ano a ano, entre 1930 e 1970; ß informação estatística disponível sobre rede escolar e população, a nível nacional e distrital (Estatísticas da Educação, Anuários estatísticos, Recenseamentos Gerais da População). O confronto da hipótese formulada com os elementos recolhidos e analisados permite concluir o seguinte: O modelo de expansão da rede escolar do ensino primário caracterizou-se, de facto, pela sua centralização: ß presente na definição dos dois planos nacionais de construção de edifícios escolares, cujos números e distribuição de escolas são definidos centralmente; ß presente no enquadramento institucional das construções escolares: centradas no MOP/Delegação para a Construção das Escolas Primárias da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais que geria os processos de construção relativos a todas as regiões do país; ß presente na concentração das verbas afectas àquele fim numa rúbrica única e autónoma do orçamento do MOP, ao contrário da anterior dispersão de verbas por várias rúbricas orçamentais. O modelo de expansão caracterizou-se também pelo seu carácter de extrema racionalidade e minimalismo na utilização de recursos e nos procedimentos: ß Os edifícios escolares obedeciam a projectos-tipo de arquitectura definidos pelo MOP. Caracterizavam-se pela simplificação extrema e progressiva dos espaços interiores e acabamentos exteriores (em contraste com os projectos e normas técnicas produzidos durante a I República). A depuração dos espaços dos edifícios escolares inicia-se com os primeiros projectos da autoria de Raúl Lino e Rogério de Azevedo, em meados dos anos 30, e vai-se acentuando ao longo do período em estudo, com as escolas do Plano dos Centenários, entre os anos 40 e 50, e as escolas tipo rural e tipo urbano, na década de 60; ß Optou-se por um recurso maciço aos postos escolares, que chegam a constituir 1/3 do parque escolar nacional.

(Contributo para memória futura)

Jaime Silva- Lisboa TOPO

06/07/2018 16:25:40

DOUTOR SALAZAR EXEMPLO DE HONESTIDADE
Salazar quando se mudou para a casa da rua da Imprensa à Estrela, teve a preocupação de mandar instalar dois contadores para a energia eléctrica: um no rés-do-chão, outro no primeiro andar. No rés-do-chão tinha o seu gabinete de trabalho e uma sala mais solene para as visitas que por dever das suas funções políticas tivesse de receber. A electricidade aqui era da conta do Estado. No primeiro andar eram os quartos, a sua pequena sala de jantar, os móveis, os pratos, os copos, os talheres comprados com o seu dinheiro. Aqui, a despesa com a energia eléctrica, alimentação, e tudo o mais, era de sua conta.
Artur Silva - Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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