24 de junho de 2017   
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28/05/2017 15:25:50

Comemora-se hoje o dia da Revolução Nacional. Mantenhamos a chama acesa. É uma questão de tempo, a necessária unidade em volta dos interesses nacionais. Os valores estão pervertidos, e deles reza a história. Os ideais do EN traduzem-se na defesa da Pátria e no bem estar social. Sem Salazar, mas com ele no pensamento, elevemo-nos em fé e esperança.
Salazar sempre!

R. M.- Santa Comba Dão TOPO

15/05/2017 21:42:09

Com um mundo tão às voltas, só se aparecesse um timoneiro que "sei muito bem o que quero e para onde vou". Proferido por Salazar na altura em que assumiu o País.

Maria Leonor Teixeira- Coimbra TOPO

14/05/2017 15:16:38

Em Salazar, vemos o maior de todos os Legionários. Que adoptou um pensamento dentro e fora do Governo: Servir!

António Ribeiro- Santo António dos Cavaleiros TOPO

01/05/2017 13:02:28

25 de Abril e a Liberdade …

Em boa verdade pouco faltou para que, com o 25 de Abril, Portugal não ficasse irremediavelmente atolado numa ditadura de esquerda, pois a máquina organizativa do PCP demonstrou-se de uma poderosíssima eficácia: a informação televisiva e de radio era censurada pelo PCP, as escolas controladas pelo PCP, as empresas controladas pelo PCP … o PCP até tinha constituída uma lista com o nome daqueles cidadãos que consideravam serem “personas no grata”, etc.

Trata-se duma atitude curiosa proveniente de quem tanto se queixou da forma como o Estado Novo procedia …

É, pois, tudo uma questão de perspetiva … pois, nesta lógica semântica, uma ditadura de esquerda não é fascista, mas, antes, a democracia popular a funcionar contra o grande capital.

Melhores cumprimentos a todos.

António Marques- Lisboa TOPO

01/05/2017 08:14:45

Viva SALAZAR!

1.
Lá vamos, cantando e rindo
Levados, levados, sim
Pela voz de som tremendo
Das tubas, clamor sem fim.

2.
Lá vamos, que o sonho é lindo!
Torres e torres erguendo.
Rasgões, clareiras, abrindo!

3.
Alva da Luz imortal,
Roxas névoas despedaça
Doira o céu de Portugal!

4.
Querer! Querer! E lá vamos!
Tronco em flor, estende os ramos
À Mocidade que passa.

5.
Cale-se a voz que, turbada,
De si mesma se espanta,
Cesse dos ventos a insânia,
Ante a clara madrugada,
Em nossas almas nascida.
E, por nós, oh! Lusitânia,
-- Corpo de Amor, terra santa --
Pátria! Serás celebrada,
E por nós serás erguida,
Erguida ao alto da Vida!

(Repete: 1 a 4)

6.
Querer é a nossa divisa.
Querer, palavra que vem
Das mais profundas raízes.
Deslumbra a sombra indecisa
Transcende as nuvens de além...
Querer, palavra da Graça
Grito das almas felizes

7.
Querer! Querer! E lá vamos
Tronco em flor estende os ramos
À Mocidade que passa.

Alberto Ponche- Algarve TOPO

01/05/2017 01:47:56

Amigos, tenham fé e esperança, pois o Portugal que
desejamos não está assim tão distante.Acredito com
todas as minhas forças que o novo Dr.António Oliveira
SALAZAR já está entre nós.Um abraço.

vitor fonseca- carregal do sal TOPO

30/04/2017 23:30:45

A História desde o 25 de Abril, e o próprio 25 de Abril, está cheia de fotoshop. Uns tantos pseudo-heróis contam as coisas de forma romântica, vem depois o pessoal da escrita botar conhecimento que não tem. O 25 de Abril para além de não ter nada que ver com liberdades, como diz o Senhor Artur Silva e bem, só teve que ver com interesses mesquinhos de dinheiro e regalias. É assim que se engana todo um povo. Andam para aí, mestres do ensino, nascidos neste pântano abrileiro, a repetir as infâmias de que ouviram falar, e a envenenar o espírito dos mais novos. Desde o primeiro minuto, que a PIDE sabia do arranque de Santarém. Por ingenuidade, e crença no Pai Natal, os nossos governantes deixaram evoluir as coisas e o que aconteceu é conhecido ou pelo menos conhecem-se as gravíssimas consequências. Estamos, a maioria, a sofrer dos desalinhos das inteligências que operaram de um lado e outro a venda de Portugal.

M. lima- Lisboa TOPO

30/04/2017 15:21:15

QUANDO A PIDE FOI APANHADA DE SURPRESA
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-10-25-Quando-a-PIDE-foi-apanhada

A publicação do Decreto-Lei 353/73 com data de 13 de Junho que fixava as condições para a passagem dos oficiais do Quadro Especial para os Quadros Permanentes das diversas armas, motivou o descontentamento de alguns militares que se sentiram prejudicados nas promoções.
A medida pretendia compensar o esforço e sacrifício dos oficiais milicianos, que regra geral estavam a lutar na “mata”, ao contrário da maioria dos oficiais do (Quadro Permanente), que iam conseguindo lugares no “ar condicionado”.
Os oficiais formados na Academia tinham escolhido a vida militar como profissão. Mas os Milicianos eram militares por força da lei.

Foi na Guiné que começou a ter maior consistência um movimento de contestação ao referido decreto.
Era do conhecimento público o mau estar manifestado por vários militares.
O que estava em causa era o possível prejuízo nas promoções que poderiam ser preenchidas pelos oficiais milicianos. A subida de posto representava mais dinheiro e melhor posição hierárquica que eles temiam perder e esta foi a causa da revolta fomentada por alguns militares. Mas constava que o governo iria alargar o quadro para que as promoções não fossem prejudicadas. O golpe militar não deu tempo para esta solução.
Várias reuniões foram sendo feitas para agregar e convencer os militares que a situação considerada de prejuízo para os oficias do Quadro tinha de ser revertida.
A primeira reunião clandestina de capitães foi realizada em Bissau, em 21 de Agosto de 1973. Uma nova reunião, em 9 de Setembro de 1973 no Monte Sobral (Alcáçovas) e é a que dá origem ao Movimento das Forças Armadas.
No dia 5 de Março de 1974 é aprovado o primeiro documento do movimento.
Os militares realizaram várias reuniões. Algumas em número restrito, outras mais participadas, como a realizada na herdade denominada “Casal Branco” em Almeirim. Que no mesmo dia o Posto da PIDE em Santarém teve conhecimento do que lá se passou e informou por oficio a Direcção em Lisboa. Documento que possivelmente estará nos arquivos de Moscovo.

As referidas reuniões iam sendo conhecidas da polícia e a população mais atenta também se apercebia da contestação militar.
Sobre o assunto, no início de 1974, a PIDE/DGS teve uma reunião em Lisboa convocada pelo Inspector Superior, Barbieri Cardoso, ordenando a todos os chefes de postos, sub-delegações e Delegações para que estivessem atentos à movimentação militar que se esperava e que informassem a Direcção do conhecimento que fossem tendo sobre o assunto.
Em 22 de Fevereiro de 1974 vem a público o livro "Portugal e o Futuro", do general António de Spínola, onde este defende que a solução para a guerra em Àfrica, deveria ser política e não militar. A opinião do general vinha ao encontro dos militares contestatários.
Mais tarde, a 5 de Março ocorre a reunião da Comissão Coordenadora do MFA. Foi lido, e decidido pôr a circular no seio do Movimento dos Capitães, o primeiro documento do Movimento contra o regime e a Guerra no Ultramar. Intitulava-se "Os Militares, as Forças Armadas e a Nação" e foi elaborado pelo major Ernesto Melo Antunes, cujo pai era alto dirigente da Legião Portuguesa.
No dia 14 do mês do mesmo mês, o Governo de Marcelo Caetano
demite os Generais António de Spínola e Francisco da Costa Gomes,
respectivamente dos cargos de Chefe e Vice-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, alegando falta de comparência na cerimónia de solidariedade com o regime, levada a cabo pelos três ramos das Forças Armadas.
Tudo indicava o mau estar em diversos sectores militares.
Assim, em 16 de Março, apesar de originalmente estar prevista a participação de outras unidades militares, apenas o Regimento de Infantaria nº 5, das Caldas da Rainha, avançou para Lisboa, sob o comando do capitão Armando Marques Ramos. O seu avanço foi travado já às portas de Lisboa, por unidades leais ao regime, sem derramamento de sangue.
O Professor Marcelo Caetano qualificou a acção como uma aventura.
Que mais seria necessário para prever que alguns militares estavam dispostos a uma prova de força.
O treino em África dava-lhes a audácia e as características tácitas para actuarem com algum probalidade de sucesso.
E o que era previsivel aconteceu cinco semanas depois.
Não com o apoio de todas as unidades militares que na maioria se limitaram a “ver no que dava ”.
O título, publicado pelo Expresso, “QUANDO A PIDE FOI APANHADA DE SURPRESA”,
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2015-10-25-Quando-a-PIDE-foi-apanhada. Apenas pretende denegrir a polícia que estaria desatenta a uma possibilidade que era evidente.
Escreveu o referido jornal: …a polícia política do regime deposto no 25 de Abril foi apanhada de surpresa pelo “golpe dos capitães”.

O Posto da PIDE/DGS existente em Santarém, vigiava, dia e em especial de noite, o quartel de cavalaria nessa cidade.
A vigilância era feita sem grande preocupação de ser recatada. A lei permitia e fazia parte da função dessa polícia.
Daí que em alguns relatos em livros e outras publicações, da saída dos militares da Escola Prática de Cavalaria cerca das 03:00 da madrugada tem sido referido a presença de um carro de côr vermelha “dizem”, presumivelmente da PIDE.
Realmente o veículo pertencia a um agente que estava nesse turno de vigilância.
Ele assistiu à saída da coluna militar e logo informou o chefe do posto que de imediato deu conhecimento via telefone ao inspector de serviço na Antônio Maria Cardoso e passados poucos minutos a mesma informação foi repetida pelo radiotelegrafista, em morse, para a central de rádio da polícia em Lisboa.

A PIDE no Posto de Santarém, além do efectivo normal, contava com um agente colocado em Lisboa, mas que estava de férias e era residente na zona e que na previsão do que já se esperava, se tinha posto à disposição para o que fosse necessário. Especialmente à noite, esse agente e alguns amigos, colaboravam na vigilância de outras saídas possíveis do quartel.

Prevendo com muita antecedência o caminho provável que os militares iriam utilizar, com destino a Lisboa, já estava programada uma acção a realizar na saída sul do Cartaxo onde à época estavam duas grandes árvores que sendo cortadas e atravessadas na estrada, juntamente com outras medidas, poderiam causar algum atraso e desorientação nos militares, na tentativa de dar tempo para Lisboa se preparar. O grupo que ia tentar essa acção, era composto de uma viatura com o já referido agente muito conhecedor da zona que acompanhado de alguns amigos, agiriam de forma a criar confusão. Para tal, o grupo dispunha de algumas motosserras e o chefe do posto de Santarém tinha-lhes fornecido uma metralhadora ligeira, vários cocktails molotov e algumas granadas ofensivas, que não matam mas atordoam. Além da pistola Walter do agente, os outros amigos iam munidos de caçadeiras com zagalotes.

A PIDE não tinha capacidade militar para se confrontar com os carros de combate que os militares dispunham. Não era essa a função da polícia. Assim o resultado da missão era imprevisível, mas valia a pena tentar. O propósito era dar tempo a Lisboa.
A acção não se chegou a realizar. Lisboa não respondeu autorizando. Assim, o plano para retardar a coluna nunca se saberá se resultaria.
Certamente que hoje, ignorando as hierarquias a tentativa tinha-se concretizado. Fossem quais fossem as consequências.

Mas a polícia cumpriu. Detectou e avisou de imediato a saída da coluna militar da E.P.C. para Lisboa.
No contacto telefónico com Lisboa, o chefe do posto, pediu autorização para efectuar uma acção de “bate e foge”, na tentativa de retardar a coluna que avançava para Lisboa. Foi respondido que aguardasse por ordens. O único e derradeiro contacto enviado por Lisboa chegou às 22 horas de 25/4/1974, através do posto de rádio com o seguinte teor:
-- Por ordem superior todo o nosso pessoal deve acatar prontamente ordens de todas as autoridades militares e de segurança. DIRSEG Lisboa --
No dia seguinte os militares com blindados, comandados pelo coronel Joaquim Bernardo, na altura capitão, tomaram conta das instalações do Posto e o chefe e os agentes levados sobre “custódia”, para um aquartelamento na cidade e no dia seguinte para Caxias.

A revolta dos militares que deram origem ao chamado “25 de Abril”, nada teve a ver com a Liberdade.
Os militares só se insurgiram por interesses corporativos. Prejuízo nas promoções e cumulativamente mais dinheiro foi o motivo. A treta da Liberdade foi uma desculpa ingénua para justificar a traição dos golpistas. Transformaram uma grande e secular nação, num país pigmeu e indigente. 4 por cento é o que nos resta do império deixado pelos nossos egrégios avós.
Muitos dos que participaram no “golpe”, arrependeram-se, mas já era irreversível a situação. Poderia citar o nome de muitos dos que reconheceram o seu erro.
Possivelmente, já com orientação política de militares de esquerda que se infiltraram no movimento, para não deixarem qualquer hipótese do golpe ser contrariado, enviaram de imediato as principais figuras do Estado para a ilha da Madeira e rapidamente para fora do país.
Prenderam todos os membros do governo e os principais generais, como Kaulza de Arriaga e outros oficiais. Mesmo com o terror imposto pelo MFA, muitas unidades militares só muito mais tarde aderiram ao golpe. Quando já não tinham outra opção.
Os militares do MFA e o Copcom andaram de terra em terra, aldeia em aldeia, a aterrorizar as populações com as G3 e os Chaimites. Muitas expropriações e prisões foram feitas. As cadeias ficaram cheias e foi pela força e pelo medo que impuseram o que eles chamam de “liberdade”.
A liberdade foi o slogan usado para tentar tapar a vergonhosa traição.
Hoje estamos subordinados à Europa da qual dependemos, sujeitos aos interesses económicos e políticos dos países mais poderosos. Das 865,936 toneladas de ouro, nem um terço nos resta. Os 100 milhões de contos em divisas, do erário nacional, também desapareceram.
A corrupção é notória e escandalosamente impune. Segundo o Banco de Portugal, o saldo negativo da dívida portuguesa era no final de Setembro de 2016, de 224.420 milhões de euros. Não contando com a dívida dos bancos. Informação copiada em: “.http://www.dn.pt/dinheiro/interior/divida-publica-sobe-para-1331-do-pib-no-terceiro-trimestre-5509551.html “.
O futuro é incerto e difícil de prever. Em informação de 8 de Maio de 2016, consta que o endividamento do Estado, das empresas e das famílias equivalia, no final de 2015, a 392% do Produto Interno Bruto. São 703 mil milhões de euros ou 70 mil euros por português: Informação colhida em: . A TVI 24 no noticiário de 28 de Abril de 2017, disse que levaríamos 60 anos para pagar o que devemos. Será verdade?
Será isto “o estado a que chegámos”, referido por Salgueiro Maia na na madrugada de 25 de Abril de 74, na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, quando proferiu o célebre discurso: Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!

Artur Silva -- Santarém



Artur Silva- Santarém TOPO

27/04/2017 19:52:33

Será celebrada missa, amanhã, dia 28, pelas 19h, na Igreja de S. João de Deus, à Pç. de Londres, em Lisboa, para comemorar o 128° aniversário de nascimento do Prof. Salazar.
Um abraço,
João Gomes

João Gomes- Lisboa TOPO

27/04/2017 16:12:19

CEMITÉRIO DO VIMIEIRO PARA QUE A MEMÓRIA NÃO ESQUEÇA.
Como faço desde há muitos anos, lá estarei com minha mulher no próximo dia 29 sábado, cerca das 11:30 junto ao tumulo do Doutor António de Oliveira Salazar a relembrar o seu nascimento em 28 de Abril de 1889.
O Doutor Salazar não pode ser esquecido.
Sei que mais amigos lá estarão com o mesmo propósito.
Também sei que o NEOS não vai estar, mas tenho a informação de que a ASHENO lá estará.
Quem vai ou não vai é um problema pessoal.
Eu, enquanto puder lá estarei, assim Deus o permita.
Mas quantos mais melhor.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

24/04/2017 15:19:30

Não tenhamos dúvidas: o Dr. Oliveira Salazar foi um estadista de qualidade até mundial. Relembro que a obra completa dos "Discursos e Notas Políticas" foi reeditada em 2015, pela Coimbra Editora, com o acrescento de um discurso do Presidente do Conselho aos colonos de Moçambique.

Carlos Luz- Portimão TOPO

24/04/2017 14:17:26

Dou os parabéns pelo site. Relembra-se aqui uma época áurea da História de Portugal!

João Feyo Folque- Coruche TOPO

15/04/2017 11:20:32

HÁ 500 MIL PESSOAS ANALFABETAS EM PORTUGAL
http://www.jn.pt/nacional/interior/ha-500-mil-pessoas-analfabetas-em-portugal-6222275.html?utm_source=push&utm_medium=web
LEONOR PAIVA WATSON
Notícia de 15 Abril 2017 a 43 anos do famigerado 25 de Abril.
“Obrigado” Salgueiro Maia para “o estado a que isto chegou”.
(A frase foi dele).

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

09/04/2017 16:39:35

O Doutor Salazar nasceu em 28 de Abril de 1889.
Este ano o dia 28 calha a uma sexta feira. Como é tradição desde as primeiras romagens ao cemitério do Vimieiro, à campa do Doutor Salazar. Tanto quanto sei, por iniciativa do Dr. Atayde Tavares, Tomé Feteira, Pedro Moutinho, Pais de Sousa, Manuel Marques, Pinheiro da Silva e tantos outros, sempre se escolheu o sabado próximo à data real, para prestar a merecida homenagem ao Maior de todos os portugueses.
Se Deus mo permitir e como tenho feito desde há muitos anos, lá estarei com minha mulher no sábado dia 29, entre as 11:30 e as 12 horas.
Homenagear o Doutor António de Oliveira Salazar, no cemitério do Vimieiro onde os seus restos mortais estão em campa rasa junto dos seus familiares tem um significado mais autêntico do que noutros locais. Não sei até quando a saúde e a capacidade financeira mo permitirá. Mas enquanto poder, lá estarei.
Outras iniciativas estarão programadas, mas em meu entender, é ali no Vimieiro que o Maior Português de Sempre, tem mais significado ser homenageado.
Sei que há quem não comparece por motivos de saúde, financeiros ou outros. Cada um sabe de si e tem os seus motivos que respeito.
Mas espero lá encontrar muitos Amigos.

O convivio pessoal tão necessário, será reforçado no almoço que se segue.
Fazem-se conhecimentos e estabelecem-se laços de amizade.
Até lá, os melhores cumprimentos a todos.
E não faltem.
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

02/04/2017 22:34:34

Ironicamente falando, acho muita piada quando tanto destaque se dá aos tempos de ditadura do Estado Novo, e do controlo do aparelho do Estado daí resultante, e simultaneamente se enaltecem as liberdades da democracia dos dias de hoje.

Claro que não é referido que, por exemplo, o recurso aos aperfeiçoados e sofisticados meios informáticos são, nos dias democráticos de hoje, um meio poderosíssimo, embora que camuflado, de controlo sobre o que se passa na vida de cada cidadão.

A interligação entre as informações contidas no Cartão do Cidadão, com as da Administração Tributária, com as da Segurança Social, com a das Cartas de Condução … a existência de números de contribuintes sistematicamente colocados nos documentos oficiais relevantes, a possibilidade crescente de quebra do sigilo bancário por imperativos oficiais, a comunicação das entidades de energia e da água à Administração Tributária dos contratos que celebram com os seus clientes, as provas que têm que se fazer perante as Instituições Bancárias quando se quer pretende uma conta … o registo das utilizações dos cartões de débito e de crédito … imensa informação sobre cada pessoa acumulada e tratada em potentíssimos computadores que são acedidos por quem tem direito oficial de aceder …

… E a informação divulgada em redes informáticas sociais e profissionais, voluntariamente por cada pessoa, mas que permite o acesso de quem tiver interesse em aceder à vida dessas pessoas …

… E o arquivo de imensa informação em ambientes “cloud” … quem lhe pode aceder ?

… E a condução por GPS … e quando os automóveis não precisarem de condutor porque são geridos por tremendas redes informáticas que permitem a alguém permanentemente saber qual o percurso seguido pelos utilizadores de cada automóvel ?

… E quando a sofisticação no interior dos lares recorrer cada vez mais a tecnologia automatizada, um dia até a robôs, que sabe-se lá a que redes informáticas estão ligados e que informação prestam às enormes bases de dados informáticas a que estão conectados ?

Claro que serão alguns democratas, “amigos” da liberdade humana e “respeitadores” dos direitos humanos dos cidadãos “livres”, quem farão o acompanhamento de toda a informação para a qual poderosos computadores os alertarão sempre que este ou aquele comportamento tenha algo de diferente da conduta que se pretende socialmente instituída dentro dos padrões democráticos vigentes …

Tudo em nome da defesa da democracia …

A ditadura não existe, pois, mas há que controlar cada cidadão até aos momentos mais privados da sua vida … pois o aparelho dos Estados têm que garantir a salvaguarda do sistema democrático …

… Não vá aparecer algum ditador com ideias de controlar a vida dos cidadãos …

Melhores cumprimentos a todos.

António Marques- Lisboa TOPO

28/03/2017 23:39:31

De uma coisa já temos todos a certeza. O dr. Salazar é constantemente acusado, apenas, do que não fez. Ou porque não fez, ou porque não foi ele a fazer.
foi um grande homem!

Leonor Andrade- Estoril TOPO

27/03/2017 12:20:35

Temos uma tendência enorme para repetir sem confirmar. E atribuir ao EN toda a desgraça que se vivia no país. Também significa que a monarquia entregou o país à república, numa desgraça.
Mas o que importa é verificar que afinal o dr. Salazar foi uma árvore na densa floresta da corrupção, da iliteracia, da miséria social e económica herdada da primeira república.
Salazar... grande hpmem!

Filipe Ferreira- Lisboa TOPO

27/03/2017 00:22:56

Retirado do livro:
Estado Novo e Cultura
Barbora Vaculová, 24 let
Janáčkova akademie múzických umění v Brně, Divadelní fakulta, II. ročník divadelní
dramaturgie
Bratří Dohalských 144, Praha 9, 19000

O período da Primeira República entre os anos 1910 e 1926 foi marcado por uma grande instabilidade de Portugal. Durante dezasseis anos a República teve 8 presidentes e 44 primeiro-ministros. Decorreram 24 revoltas e rebelias e 158 greves gerais. A maioria dos portugueses era iletrada (no ano de 1920 em Portugal vivia 70,5 por cento dos analfabetos). O país encontrava-se, no sector político, económico e social, numa situação quase catastrófica.
Nestas circunstâncias foi pelo movimento de 28 de Maio de 1926 estabelecida uma ditadura militar. António de Oliveira Salazar obteve nomeação para Ministro das Finanças dois anos depois desta quartelada, em 1928. No ano de 1932 tornou-se Presidente do Conselho. No ano seguinte apresentou uma nova Constituição que pôs fim à Ditadura Militar e instaurou o regime do Estado Novo.

É interessante perceber que o analfabetismo era uma chaga enorme, herdada da primeira república. É costume atribuir a Salazar essa pertensa realidade, que mais uma vez se verifica ser falsa, através desta publicação estrangeira, independente.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

23/03/2017 22:19:03

Por tudo o que representou a violência que os inimigos da Pátria exerciam, obviamente a PIDE tinha que ter os métodos adequados para pôr aqueles meliantes na ordem. Ainda assim, era uma polícia destinada fundamentalmente a proteger a população. Não se lhe conhecem casos fundados de maquiavelismo. No ultramar, tinha uma rede de informação colaborante com o exército português, evitando muitas mortes do nosso lado.

M. Lima- Lisboa TOPO

22/03/2017 20:58:48

Ao ler esta oportuna mensagem do Sr. José Ferreira, que dúvidas poderão subsistir, da permência das medidas de defesa, por que o país optou, naquela fase tão conturbada?
Portugal estava minado de interesses e terroristas de esquerda. Tudo o que o Estado podia fazer, fazia a pensar no bem-comum. Salazar era o representante do regime, não o seu executor. Confiava que as pessoas cumpriam o seu dever, e se houve exageros, repito, se os houve, ainda assim não acabaram com as motivações dos comunistas.
O Estado Novo, foi o período após a monarquia, em que se viveu com maior sentido da vida. Portugal naquele período, cresceu exponencialmente em educação, justiça, saúde, paz social... apesar do pequeno orçamento que existia e que er necessário dividir para acorrer a todos os fogos. Para além da governação geral do país, havia que aplicar somas avultadas nos imponderáveis, como o terrorismo dentro e fora de portas.

António Domingos- Portimão TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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