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15/04/2018 16:40:36

Olá e obrigado pelo vosso dedicamento ao grade homem que foi o Dr Antonio de Oliveira Salazar, tenho 17 anos e desde que estudei o estado novo no 6 ano que percebi a sua importancia e que foi um frande homem. Ps desculpem os meus erros de Portugues nunca foi o meu forte sempre fui mais dado a historia

Nuno Martins- Loures TOPO

03/04/2018 18:06:25

NOTICIAS NO INICIO DESTE ABRIL
-- Banca já custou 17 mil milhões aos contribuintes. Entre apoios a bancos como o BPN e o BES e, mais recentemente, a recapitalização da CGD, o Estado já providenciou ajudas financeiras na ordem dos 17 mil milhões de euros em dez anos. 2/4/2018.
-- IRS. Sistema informático com falhas nas primeiras 48 horas. 2/4/2018.
-- Hospitais estão mais endividados.
-- Diz um leitor do Observador: Quando os bancos dão prejuízo o contribuinte paga a roubalheira. Quando dão lucro os acionistas recebem os lucros.
Mas o governo diz estar tudo bem e que dinheiro não falta.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

27/03/2018 18:55:58

Eu já nem digo nada porque isto é tão mau e o que nos preparam ( a vinda de 15 milhões - ouviram bem! 15 milhões! - de islamicos para Portugal, até 2030 que o que nos espera é a perca total do nosso país e território e um verdadeiro genocidio étnico e cultural. Com a total conivência dessa serpente que é o Marcelo e a indiferença dessas sanguessugas vendidas que comandam as nossas Forças Armadas.

Sérgio Oliveira- Porto TOPO

22/03/2018 14:13:55

O professor Marcelo, Presidente da Republica, diz ter vergonha pela pobreza que existe em Portugal.
EU TAMBÉM.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

14/03/2018 10:36:32

Depois de pensar muito sobre os acontecimentos que se passam no nosso planeta só cheguei para uma conclusão:
A conclusão à qual cheguei é aquela que, baseando no tratado de tordesilhas de 1494, Portugal tem de ter um reino com um Rei de Portugal e todos os governadores e governantes deste hemisfério português deviam se deitar no pó perante o Rei de Portugal!

José João- Viseu TOPO

08/03/2018 14:26:39

Teve lugar no passado dia 9 de Dezembro do ano passado, sábado, pelas 17 horas, no Salão Nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP), a conferência intitulada “Salazar – o Estadista”, organizada pela Associação de História do Estado Novo (ASHENO), e a cargo do conferencista tenente-coronel Brandão Ferreira. Nunca é demais assinalar eventos deste tipo (tanto no que se refere ao conferencista como ao tema da conferência). Por isso, o jornal “O Diabo” informou antecipadamente da realização do evento no número 2135 de 2017-11-28, e comentou o mesmo de forma elogiosa num pequeno artigo do número 2138, de 2017-12-19. O articulista deste segundo artigo, intitulado “Brandão Ferreira fez a diferença”, escreveu acertadamente: “Com a profundidade objectiva e o devido enquadramento histórico, na perspectiva que foi traçada, desde 1820, com espírito independente e analítico Brandão Ferreira elaborou a síntese dinâmica dos mais expressivos momentos políticos e pessoais de António de Oliveira Salazar, como Homem de Estado e firme “Defensor de Portugal” em todas as situações que enfrentou ao leme do Estado Novo”
Acerca desta importante conferência, a restante imprensa, suponho, fingiu-se esquecida (é mera suposição, não sei se estou errado, mas gostava de estar). E relativamente aos restantes “media”, muito provavelmente aconteceu o mesmo. A partir da hora marcada, o Salão Nobre da SHIP foi enchendo, a tal ponto que, aquando da chegada do conferencista (uns poucos minutos atrasado, afirmou, devido ao trânsito caótico lisboeta), a lotação esgotou mesmo. Mesmo passado já algum tempo, é esta conferência que pretendo agora lembrar.
Brandão-Ferreira distinguiu “político” de “estadista” - um estadista é também um político, mas distingue-se deste pela probidade e profundidade da sua acção, como pelo desapego dos interesses próprios relativamente aos da comunidade que serve (não se servindo) e pela intemporalidade e virtuosismo que coloca na sua acção. Não raro aos estadistas são reconhecidos rasgos e ousadias de genialidade em momentos críticos. Em síntese: os estadistas preocupam-se com a próxima geração e o político com a próxima eleição. O estadista tem na centralidade da sua acção colocar o Estado ao serviço da Nação. Ora o Professor Doutor António de Oliveira Salazar possuía todas estas qualidades em altíssimo grau” – salientou Brandão Ferreira. Disse ainda: “O 28 de Maio teria sido mais uma revolta militar se não viesse a seguir Salazar. Não considero que o 28 de Maio fosse a Revolução Nacional - o 28 de Maio não foi, portanto, uma Revolução, mas tão somente um golpe militar, a revolução foi com o Dr. Salazar”.
Brandão-Ferreira revelou-se um historiador a sério – muito diferente de outros ditos “historiadores” que há por aí, de epistemologias equívocas; dos que, instalados na intelectualidade esquerdista da instituição universitária (e vivendo à custa dela!), verdadeiros dinossauros da corporação dos professores doutorados, torcem a interpretação dos factos históricos, empregando expressões erradas ou sectárias, como a de “ventos da história” (naturalismo encobridor das acções e dos agentes que os “sopraram”). Outros ainda há que, abdicando (ou abstraindo) de que nasceram afinal num país e numa Nação, que importa continuar e valorizar, têm-se colocado pretensamente como que “acima da História” (será influência kantiana?), e até produzindo programas televisivos pretensamente neutrais, que deram alternadamente a palavra a ex-militares portugueses e a (ex-) terroristas assumidos… Ora… ou não desse a “democracia” (real ou supostamente) palavra a todos…
Um bom exercício para entender os dilemas e destinos da nossa Pátria (já repararam que a palavra “Pátria” está cada vez mais ausente do vocabulário quotidiano?) será a (re)leitura dos “Discursos e Notas Políticas” do Professor Doutor Oliveira Salazar, reeditadas em 2015 pela Coimbra editora, com índice remissivo, e um discurso inédito intitulado “A Política de África e os seus Erros”, o último discurso conhecido do grande estadista, pronunciado na Homenagem prestada pelos Municípios de Moçambique, em 30 de Novembro de 1967.

Carlos Luz- Portimão TOPO

05/03/2018 10:57:21

Viva o império português sempre e eternamente.

Hermano- Ultramar TOPO

03/03/2018 20:39:00

O que foi a União Nacional (organização nacionalista que serviu de suporte político ao Estado Novo) ? Os jovens de hoje não sabem nada disto. E os adultos talvez necessitem de aprender mais alguma coisa.
Uma obra interessante que acaba de sair.
(Não vai aparecer nas livrarais)

A União Nacional
por distronr
Autor: Luís Fernandes

Título: “A União Nacional - Reflexões sobre a organização nacionalista que serviu de suporte político ao Estado Novo”

Nº páginas: 110

ISBN: 978-1985279117

Preço: 10 €

Tecer algumas considerações sobre a «União Nacional» constituiu para o autor tarefa simultaneamente aliciante e difícil por o mesmo ter sido filiado, desde os dezasseis anos, desta organização, e ter em consequência da sua militância, vivido alguns dos problemas que vão motivar a sua reflexão crítica, e, por outro lado, por não existir qualquer obra de cariz científico especialmente dedicada à União Nacional. Para suprir esta lacuna, torna-se necessário estudar ponderadamente uma vasta documentação dispersa por obras parcelares, tais como relatos e estudos sobre os congressos, discursos políticos de responsáveis, artigos de fundo nos órgãos oficiais da época e referências em análises históricas de maior amplitude. Sintetizar o objecto destas investigações num esboço de estudo científico representa, deste modo, uma dificuldade que se procurou vencer, embora com a consciência de não ter podido abarcar o conjunto dos aspectos relevantes que integram a ampla e complexa problemática de uma organização sui generis que teve uma existência histórica de cerca de quatro décadas e que se insere, genuinamente,
no quadro político do Estado Novo.

Edição limitada e numerada à mão.

Carlos Luz- Portimão TOPO

03/03/2018 17:59:48

RETIFICAÇÃO SOBRE OS HELIS KAMOV
Revendo a gravação de uma entrevista a um representante da empresa AeroPortugal à TV24, no passado dia 26, é esta empresa que diz ter as peças que faltam para os Helis Kamov voarem e não a HeliPortugal
As minhas desculpas à HeliPortugal e à AeroPortugal pelo meu erro e a todos os que leram a minha intervenção de 02/03/2018.
A minha satisfação é que temos em Portugal os meios necessários para pôr os seis helicópteros Kamov a funcionar, justificando os milhões que já pagámos, independentemente da empresa que tem os meios necessários. Possivelmente até serão as duas referidas.
O que realmente é estranho é a aparente apatia dos governantes.
Reitero o pedido de desculpas.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

02/03/2018 23:06:52

O ESTADO VAI CONTRACTAR 40 MEIOS AÉREOS PARA O COMBATE AOS INCÊNDIOS.
Informação que ouvi divulgada pelos meios de comunicação no dia 2 de Março de 2018.
Mas, o seis Kamov muito falados pelas piores razões, continuam inoperativos. Consta que não existem as peças necessárias para a sua manutenção.
Curiosamente, a Heliportugal, diz ter em stock todas as peças para os pôr a voar.
O que realmente não entendo, é que existindo em Portugal uma empresa que garante, em entrevista à televisão, ter todo o material necessário para a recuperação dos helis, os aparelhos continuem inoperativos.
Porque será que a Proteção Civil não resolve a situação.
Quanto a uma possível intervenção do governo nada se sabe. Parece estar indiferente à situação. Ou estarão a resolver o assunto secretamente como aconteceu com a história da isenção do IVA para os partidos?
Vamos aguardar por melhores notícias.
Mas o povo é sereno e o governo diz que estamos a crescer.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém  TOPO

24/02/2018 17:24:00

Caro Carlos Luz
Agradeço ter-se referido à minha intervenção. Sendo de realçar a sua referência aos discursos do Doutor Salazar em épocas tão distantes. Não podemos esquecer e temos a obrigação de transmitir aos mais novos quem foi Salazar, que na sua percepção do futuro já previa as tais absurdidades que o senhor muito bem refere.
Reeitero o agradecimento.
Atentamente
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

22/02/2018 18:39:05

Caro Artur Silva:
Uma vez que este sítio electrónico é dedicado à memória do Professor Oliveira Salazar, importante se torna relacionar essas tendências (LGBT e outras), com o que o próprio Dr. Salazar disse. Ainda que o nosso Estadista tivesse sido muitas vezes lacónico, e algumas tendências e factos actuais nem sequer passassem pela imaginação das pessoas no tempo dos governos do Estado Novo, ele já se apercebia de algumas tendências gerais.
Por exemplo, o Dr. Salazar disse que a "crise moral, mais do que crise económica, está descraçando o Mundo" (Discurso "Balanço da obra governativa. Problemas políticos do momento", de 1935-04-27).
Falou também nas "destruições morais do comunismo" (Discurso "O Meu Depoimento", de 1949-01-07).
Referiu ainda o "estado de desvairo em que se encontra o mundo" (Discurso "No 40.º Aniversário do 28 de Maio", de 1966-05-28).
E, aplicando-se muito ao tempo presente, salientou ainda que o comunismo, ainda que não assumisse totalmente o poder, "teria de ser um dos grupos aglutinados em frente popular e esforçando-se através dela por dissolver a fazer ruir, desde o moral à economia, as defesas da Nação" (Discurso "O candidato da paz e o candidato da pacificação", de 1951-07-19). Citação bem actual esta!
Portanto, quando aos desvarios que vão pelo mundo e as destruições morais do comunismo de que falava o Dr. Salazar, aí temos então agora todas as maluquices, absurdidades e aberrações que por aí vemos agora (LGBT, abortismo, gayzismo, ideologia de género etc.).
Atentamente
Carlos








Carlos Luz- Portimão TOPO

22/02/2018 12:58:33

ESTAMOS A CRESCER
Realmente na administração local o aumento do número de funcionários foi notório em 2017.
Estávamos em eleições autárquicas.
Mas, 1700 doentes à espera de cama nas unidades hospitalares. A população está cada vez mais velha e a precisar de mais cuidados médicos.
710 médicos especialistas estão à espera de vagas.
Mas todas as entidades desvalorizam a gravidade das deficiências. As pessoas tem medo de perder os empregos. Reina um clima de terror. Faltam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar. Em todas áreas falta pessoal. As escolas não tem professores para alunos especiais, nem pessoal de apoio escolar. Os alunos não tem vigilância e assim não tem segurança. Faltam centenas de guardas prisionais e o mesmo acontece com o Serviço que controla as fronteiras (SEF). Fecham os postos de correio e as dependências da Caixa Geral de Depósitos. Os bombeiros, os policias e até os militares, são cada vez menos.
Mas os governantes dizem que estamos a crescer.
Certamente querem dizer que crescemos pela negativa.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

11/02/2018 13:39:23

COMO VAI O MUNDO
Canadá tira a custódia aos pais que se oponham à agenda LGTBI. Informação recente, recebida via e-mail de HazteOir.org.
Ao que chegámos.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

02/02/2018 17:28:53

O TEMPO PASSA MAS ...
Texto copiado de “SALAZAR O OBREIRO DA PÁTRIA” em
“Documentos Históricos (24)”.
Texto inserido na coluna central.
Destaco esta parte por lhe encontrar alguma similitude com os últimos quarenta anos.

-- Qual o carácter do Movimento? — Começou por perguntar o jornalista ao general Gomes da Costa.
-- Sucede frequentemente em Portugal os políticos aproveitarem, em seu benefício, de movimentos militares cujas intenções eram diferentes daquelas que os seus organizadores tinham em vista. Sacrifício inútil que nós não aceitamos de forma alguma.

— Que medidas pensam tomar, de momento?
— A dissolução imediata do Parlamento, que vem exercendo uma acção desmoralizadora sobre os nossos costumes políticos. Eu bem sei que há homens honestos e competentes entre os membros do Parlamento. Mas a maioria é de incompetentes e a obra de descrédito que estão realizando é nefasta para o País e para as instituições republicanas.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém  TOPO

17/01/2018 18:34:47

NÃO SOU CONTRA A IMIGRAÇÃO, desde que não me queiram forçar, pela violência ou qualquer outra forma de pressão, a converter-me à sua cultura, à sua religião, aos seus costumes.
Tem de ser os imigrantes a integrar-se no país que os acolhe. Respeitando as suas leis e não interferindo nos seus costumes. Também nós portugueses somos o resultado da vinda de outros povos. O conde D. Henrique não era português. Portugal nem existia, mas foi o pai do nosso primeiro rei. Nós, os chamados lusitanos, somos o resultado da miscigenação de muitos povos ao longo de milhares de anos. Consta que a mistura básica teria sido entre iberos e celtas. Mas muitos povos aqui estiveram, integrando-se ou seguindo outros destinos.
Uns mais outros menos, todos os países formaram a sua população de igual forma.
Concordo com a miscigenação, mas não através da violência que me obriga à aceitação da cultura dos outros pelo terror.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

31/12/2017 18:19:26

FELIZ ANO 2018 para o estimado Amigo, Senhor João Gomes com os agradecimentos por manter este sitio aberto para os que querem saber a Verdade sobre o extraordinário português, Doutor António de Oliveira Salazar. Bem-haja.
Também para os Amigos que aqui textualizam as suas opiniões e para os que acedem a este sitio para colherem informação tão preciosa que só aqui encontram. Os votos de um Novo Ano em que concretizem todos os bons desejos.
São os votos do Nazareno e Salazarista
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

27/12/2017 15:44:48

ELES COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA
Aproveitando a época festiva em que a maioria do povo anda com o coração cheio de boa vontade, predominando a caridade e a preocupação com o bem estar dos outros, mesmo sabendo que o preço do pão vai aumentar e tudo o mais que já sabemos.
Eles, os grupos políticos a que chamam “partidos”, secretamente como vampiros e sem o povo saber, usando códigos secretos, reuniram-se durante nove meses e criaram e aprovaram leis que lhes permite acabar com o limite de angariação de fundos que tem estado limitado e para o banquete ser mais saboroso, até aprovaram a devolução do IVA com efeitos retroactivos de todas as despesas que eles faustosamente tem feito e continuam a fazer.
Se alguém se engana e lhes franqueia as portas apoiando estes vampiros.
Cuidado.
Porque eles comem tudo e não deixam nada.
Consta que CDS e PAN não aprovaram.

Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

11/12/2017 22:12:01

A tempestade “ANA” passou por Portugal na noite e madrudada de 10 para 11 deste mês de Dezembro. Houve prejuízos, o que era previsível com chuva intensa e ventos ciclónicos. Mas morreu uma cidadã por lhe ter caído uma árvore em cima. Infelizmente aconteceu, mas poderia ter-se evitado a perda desta vida.
Curiosamente, uma legislação criada segundo julgo, para prevenir mortes resultantes de incêndios, como aconteceram em Junho passado, se fosse cumprida, a senhora teria muitas possibilidades de não ter sido atingida pela árvore. Digo eu.
Porque cumpridos os 10 metros de espaço livre nas bermas das vias, possivelmente esse espaço teria evitado que vítima fosse atingida. Não sei se o legislador pensou só em incêndios, mas neste caso salvava uma vida.
Mas os 10 metros continuam a não ser preocupação das autarquias e do governo.
É normal. Estamos em democracia.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

28/11/2017 17:17:13

Milhões de portugueses estiveram com esse homem (Salazar), à excepção de uma pequena minoria. Salazar não era como estes de agora, que se encarrapitam todos para lá estar meia dúzia de meses. Ele não era nada democrata. A democracia quer dizer que o maior número tem razão. Alguém acredita nisto? Neste país de analfabetos, o maior número é de primatas e são eles que mandam.

(Excerto de uma entrevista a José Hêrmano Saraiva)

Jaime Silva- Lisboa TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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