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29/06/2018 12:05:40

Para um trabalho escolar, alguém me pode ajudar a expor a imortância da intervenção de Salazar durante a segunda guerra?

Fernando- Ponta Delgada TOPO

27/06/2018 23:59:04

Uma verdade do Dr. Salazar:

Só a vida política pode suscitar objecções. Seguramente se nota por toda a parte a existência de altos espíritos compreensivos do nosso modo de ser, da relatividade das instituições políticas e portanto da legitimidade com que as nossas oferecem feição especial: autoridade sem arbítrio, representação sem parlamentarismo, liberdades que, para serem efectivas, não têm de chamar-se democráticas.

Ana Cristina Madeira- Lisboa TOPO

27/06/2018 22:12:19

Em tempos, li uma frase de Alexandre Vinet, que transcrevo: “Aceitar uma autoridade é um acto de liberdade”.
Ora, este pensamento, aplica-se rigorosamente ao pensamento do Dr. Salazar. Só os dementados, os que cegaram por falsas paixões políticas, preferem a desordem à autoridade que significa ordem e bem-estar.

Luís Lopes de Almeida- Santo Tirso TOPO

27/06/2018 11:13:35

casos como estes, atestam a seriedade e o distanciamento que existia por parte dos governantes, relativamente às vaidades:

Na obra “A Ponte Inevitável”, Luís F. Rodrigues explica que Salazar não pretendia que a ponte tivesse o seu nome, mas, “por iniciativa do ministro das Obras Públicas, engenheiro Arantes e Oliveira, corroborado pelo Presidente da República, Américo Thomaz, Salazar foi um pouco pressionado, por estranho que pareça, para aceitar a denominação de Ponte Salazar”.

Pois não é nada estranho "por estranho que pareça", no regime do Estado Novo, havia uma sintonia absoluta nas decisões. Obviamente havia quem mandasse, senão cairíamos na rebaldaria das democracias.
Quanto mais se falar do EN, mais se percebem as aldrabices que tanto atraso têm custado ao país.

Ruta Guerra- Barreiro TOPO

26/06/2018 22:49:44

Bem falta faz este Senhor.

Leonor Guerra- Santarém TOPO

26/06/2018 07:17:04

Encontramos na net alguns dados que é conveniente dar-lhes evidência:

Novo livro ‘limpa’ PIDE O Exitus de Humberto Delgado e as Eleições de 1958’, livro ontem apresentado em Lisboa para "pôr em causa a versão corrente de que Delgado foi morto pela PIDE", baseia-se num depoimento do já falecido Rosa Casaco. Porém, tal declaração é contrariada por outras do ex--inspector da polícia política.

Em abono da tese, o autor, João Gomes, diz ter feito uma investigação 'fundamentada em factos e contactos com ex-dirigentes da polícia portuguesa [PIDE] que estão vivos'. Na obra de 78 páginas, o empresário de 51 anos, admirador de Salazar, diz que ao inquirir Rosa Casaco sobre Delgado, este lhe respondeu: 'Nós não fomos. O general não compareceu ao encontro.' Rosa Casaco foi condenado à revelia, em 1981, a oito anos de prisão pelo seu papel na morte de Humberto Delgado perto de Villanueva del Fresno (Espanha). Numa entrevista ao ‘Expresso’, em 1998, confirmou a presença no local e data do crime acompanhado por três elementos da PIDE – Ernesto Ramos, Casimiro Monteiro e Agostinho Tienza – e admitiu que Monteiro abateu o general. Apesar disto, João Gomes atribui a morte ao ‘Grupo de Argel’, integrado por opositores ao Estado Novo. Em defesa da tese, já antiga, argumenta que no dia do homicídio 'foi expedido da Estação de Correios de Badajoz, um telegrama cifrado, com o teor: ‘Tudo resolvido, caso arrumado.’' Essa informação é atribuída a 'relato oficial de fonte que solicitou anonimato

Fonte: Correio da Manhã de 01-07-08

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 21:45:02

(Nas minhas pesquisas na net encontrei o que segue)

28 DE ABRIL DE 2012

Mostra de objectos pessoais de Salazar no Vimieiro

Um conjunto de objetos que pertenceram a António de Oliveira Salazar estiveram hoje expostos ao público na sua terra Natal, Vimieiro, em Santa Comba Dão, para marcar a data de nascimento do antigo ditador.
Salazar nasceu no Vimieiro, a 28 de abril de 1889 e morreu em Lisboa, a 27 de julho de 1970, e os objetos que hoje estiveram expostos são parte do património herdado pelo seu sobrinho-neto Rui Salazar e são oriundos da casa onde nasceu, mas também da residência oficial, em Lisboa, onde viveu enquanto governou o país, de 1932 a 1968.
Do fogão que equipava a cozinha da sua casa no Vimieiro ao rádio e à televisão, por entre móveis e livros, o seu chapéu ou loiças, foi possível, durante cerca de duas horas, ver muitos dos objetos que fizeram parte da vida privada de Oliveira Salazar.
Pouco mais de uma dezena de pessoas passou pelo n.9 da Av. Dr. António de Oliveira Salazar, no Vimieiro, para ver esta mostra de objetos pessoais do antigo presidente do Conselho, as mesmas que, já depois do meio-dia, se deslocaram ao cemitério da localidade para lhe prestar homenagem.
Já no cemitério foi lido um texto onde se vangloriou os feitos do "obreiro da pátria" e o "salvador de Portugal" ao mesmo tempo que se criticava fortemente o regime democrático e os "capitães abrileiros" que puseram fim à ditadura do Estado Novo de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano.
João Gomes, que tem um site na internet denominado "Salazar, Obreiro da Pátria", é o organizador da mostra de objetos pessoais de Salazar, iniciativa que classificou à Lusa como tendo "unicamente o objetivo de homenagear o homem".
"Não tem outra ambição, apenas fazer a homenagem justa e devida a Salazar, homem demasiado grande para o país onde nasceu. E se o governo não pensa dessa maneira, nós fazemos isto para que as gerações mais novas possam conhecer o homem e a terra onde nasceu", adiantou.
A mostra, ainda segundo João Gomes, serve "para as pessoas verem o que existia na época, que coisas existiam, como ele (Salazar) vivia? não há outra intenção que não seja mostrar a sua dimensão humana".
"Algumas pessoas têm uma imagem negra do Estado Novo e nós pretendemos chamar à atenção para outra realidade", disse, acrescentando: "Esconde-se muito desde 1974. A população conhece pouco. Falta saber quase tudo, porque a história de Salazar e do Estado Novo que está escrita foi feita por encomenda".

Fonte: DN Portugal - Lusa

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 21:06:22

PLANOS DE FOMENTO

Em 1948, Portugal assinou o pacto fundador da OECE, integrando-se nas estruturas de cooperação previstas no Plano Marshall.* A participação na OECE reforçou a necessidade de um planeamento económico que conduziu à elaboração dos “Planos de Fomento” do Estado Novo.
Ainda que o I Plano (1953-1958) e o II Plano (1959-1964) dessem continuidade ao modelo de autarcia da ditadura liderada por Oliveira Salazar, no II Plano foi eleita a indústria transformadora de base como sector a privilegiar (siderurgia, refinação de petróleos, adubos, químicos…). Pela primeira vez, a política industrializadora é assumida sem ambiguidades, subordinando-se a agricultura que sofreria os efeitos positivos da industrialização.
Os anos 60 trouxeram alterações significativas à política económica portuguesa. No decurso do II Plano, o nosso país integrou-se na economia europeia e mundial: em Janeiro de 1960, Portugal está entre os países fundadores da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) e, ainda no mesmo ano, dois decretos-lei aprovam o acordo do BIRD e do FMI; em 1962 assina-se, em Genebra, o protocolo do GATT.
A adesão a estas organizações marca a inversão na política da autarcia do Estado Novo e o Plano Intercalar de Fomento (1965-1967) enfatiza já as exigências da concorrência externa inerente aos acordos assinados e a necessidade de rever o condicionamento industrial, que se considerava desadequado às novas realidades.
Em 1968, a nomeação de Marcelo Caetano para o cargo de presidente do conselho evidencia com o III Plano de Fomento (1968-1973), o reforço de uma nova política económica do Estado Novo. A implementação deste novo Plano veio confirmar a internacionalização da economia portuguesa, o desenvolvimento da indústria privada como sector dominante da economia nacional e a subsequente consolidação dos grandes grupos económico-financeiros, bem como o crescimento do sector terciário com o consequente incremento urbano.

MHS

Fonte: http://unidcom.iade.pt/designportugal/planos-de-fomento.html

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 09:41:55

Grande Homem

Rui Vieira - Porto TOPO

24/06/2018 01:02:37

A mulher na política:

Quando se diz que a mulher não podia participar na vida pública, ilude-se a verdade. Claro que podia, salvaguardado o
papel da mulher na sociedade:

Domitília de Carvalho, Maria Cândida Pereira e Maria Guardiola, foram eleitas deputadas em 1934.

A desinformação trai a verdade por conveniência das oposições. Nem fazia sentido que a mulher casada subtraísse às responsabilidades do lar, a dedicação a causas de desestabilização da família.
Comparativamente com os dias de hoje, presenciamos a destruição dos lares, sendo o Estado o primeiro responsável, impondo a lei da paridade. Esta lei reforça e agrava a delinquência, a prostituição e a vadiagem. Os tempos falam por si.

Raúl- Alentejo TOPO

23/06/2018 23:39:23

Não tendo conhecimento rigoroso sobre as políticas do Estado Novo, tentei informar-me e encontrei estes dados que reputo de relevo:

A INDÚSTRIA NA PRIMEIRA FASE DO ESTADO NOVO

Num período que decorreu entre duas guerras mundiais, assistiu-se a uma depressão económica no final da década de vinte que afectou grande parte do mundo. Em Portugal, a política económica e financeira seria desenhada por Salazar, professor de economia e finanças da Universidade de Coimbra, que assumiu a liderança política durante mais de 30 anos.
Os militares assumiram o poder na sequência do golpe de estado de 28 de maio de 1926, mas foi um civil, Oliveira Salazar, que anos depois se tornou Presidente do Conselho de Ministros (Julho de 1932) e ditou as regras que governariam o país durante quatro décadas. O Estado Novo, aprovado pela constituição de 1933, defendia o autoritarismo, o nacionalismo, a autocracia e o corporativismo.
Um dos primeiros problemas que o novo regime sofreu foi a crise de 1929, que afetou o mundo inteiro, mas que teve pouco impato em Portugal. O país já se encontrava em recessão há alguns anos, situação que se manteria nas décadas seguintes, especialmente devido à Guerra Civil de Espanha e à II Guerra Mundial.
Mesmo assim surgem algumas indústrias e empresários que alcançam algum sucesso. Contam com uma legislação proteccionista onde se destacam o condicionamento industrial, que impedia o surgimento de novas empresas sem a concordância dos concorrentes, e o ato colonial que impunha às colónias a compra de produtos manufaturados na metrópole.
Entre os grandes grupos industriais que até à II Guerra Mundial se afirmam no país, o maior foi a CUF, de Alfredo da Silva.

Fonte / Produção: RTP/ AEP

Tentarei dar novos contributos.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

22/06/2018 22:20:22

Um grande Bem haja pelo vosso blog. Relembrei com carinho o conteúdo do Boletim On-line.
Salazar foi de facto um grande homem. De uma têmpera que hoje não existe.

Humberto Pinheiro- Lisboa TOPO

22/06/2018 22:08:24

Muito se fala nas necessidades que o país tem em termos de Obras Públicas. No tempo de Salazar, era tudo feito com dinheiros portugueses (algumas coisas que me ocorrem):

Ponte da Arrábida
Hospital São João
Porto de Leixões
Ponte de Salazar
Hospital Santa Maria
Cidade Universitária
Estádio Nacional
Aeroporto da Portela
Milhares de escolas por todo o país

Mas há muito mais. E tudo isto ainda é hoje utilizado. Ai se não fosse o rigor financeiro...
Salazar morreu fisicamente, mas está por todo o lado.

M. lima- Lisboa TOPO

22/06/2018 17:50:50

Foi por acaso que encontrei pela net este depoimento, que é tão cristalino... :

Segundo o historiador António José Saraiva, que foi opositor do regime, exilado político e militante do Partido Comunista, quem lê os "Discursos e Notas" de Salazar “fica subjugado pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em língua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso”. Segundo este autor da "História da Literatura Portuguesa" (obra conjunta com Óscar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na História da Literatura Portuguesa (e só considerações políticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar é detentor de “uma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do século XVII, e de onde é banida toda a nebulosidade, toda a distracção, toda a frouxidão, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores."

Júlio Lopes- Amadora TOPO

22/06/2018 10:42:03

A Obra do Estado Novo é ímpar. Teve um português sério que não tocou nos dinheiros públicos e tudo fez em prol da Pátria.
Esta homenagem, também ela ímpar, revela que está bem viva a memória de Salazar.

Maria Antónia de Jesus Gonçalves- Faro TOPO

17/06/2018 20:58:20

Nação, Pátria...são conceitos em extinção. Dr. António Salazar pugnou por eles, e a frugalidade foi mote na sua vida enquanto Presidente do Conselho. Um governante dentro do contexto inerente à sua época, merecedor de relevante lugar na História dos factos. Viva Dr. Salazar!

Maria Ferreira- Porto TOPO

11/06/2018 11:45:00

Boa iniciativa. Para quando um dossier sobre a província de Cabo Verde?
Obrigado

FONM - Santa Catarina TOPO

30/05/2018 01:12:27

Obrigada por este tesouro histórico! É imprescindível que haja pessoas corajosas e que desafiem o discurso esquerdista hegemónico que distorce e reescreve a história ao seu bel prazer! Que a verdade histórica seja a nossa bandeira! Não vamos desistir, conforme salientou o grande dr. Salazar, "pela Nação, por nós, ... e por eles".

Ilde Correia- Cantanhede TOPO

18/05/2018 17:13:21

INCÊNDIOS
Governo recusou 50 milhões oferecidos pela UE para compra de aviões para combate a incêndios
https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/163724fc7bb2c84e
Seriam dois aviões pesados anfíbios de combate a incêndios com um desconto que podia chegar aos 85% e passavam a ser propriedade do Estado Português.
Governo recusou e argumenta que é preciso garantir a operação e manutenção, os voos de treino, os salários dos pilotos e mecânicos, a substituição de peças e os combustíveis, entre outros aspectos.
Em minha opinião, se os aviões fossem entregues à Força Aérea, os salários dos pilotos e mecânicos eram iguais aos que já recebem. Os militares não ganham à hora.
Se os aviões fossem novos, como presumo, não se colocava de imediato a substituição de peças.
Recusa estranha ou talvez não.
 Aproveito para lembrar que é relevante promover os grupos de autodefesa dos aglomerados populacionais integrados ou adjacentes a áreas florestais, sensibilizando para tal a sociedade civil, e dotá-los de meios de intervenção, salvaguardando a formação de pessoal afecto a esta missão, para que possa atuar em condições de segurança. (n.º 2, do artigo 3.ºB do Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro).

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/05/2018 15:44:02

GOSTEI DE LER E RECOMENDO
Copiado do facebook. O título é:
A IGREJA PODE RECUPERAR SEU ESPÍRITO DE LUTA?
https://www.crisismagazine.com/2017/can-church-recover-fighting-spirit#.Wh9yMPNXBcc.facebook
29 DE NOVEMBRO DE 2017. Infelizmente está actualizado.
WILLIAM KILPATRICK
É de interesse para todos os cristãos e até para os que o não são.
É a minha opinião.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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