15 de outubro de 2018   
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04/07/2018 12:41:11

O segredo da longevidade dos governos de Salazar, residiu na flexibilidade das suas convicções.

Ana Vieira- Estoril TOPO

03/07/2018 23:02:22

Boas,
Entrámos no mês em o dr. Salazar morreu. No dia 27 está prevista alguma manifestação?
Obrigado

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 23:05:25

Reconhecimento público dos seus opositores:

Segundo o historiador António José Saraiva, que foi opositor do regime, exilado político e militante do Partido Comunista, quem lê os "Discursos e Notas" de Salazar “fica subjugado pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em língua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso”. Segundo este autor da "História da Literatura Portuguesa" (obra conjunta com Óscar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na História da Literatura Portuguesa (e só considerações políticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar é detentor de “uma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do século XVII, e de onde é banida toda a nebulosidade, toda a distracção, toda a frouxidão, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 22:55:15

O Primeiro desportista de Portugal – é Salazar. [...] O chefe de uma nação é geralmente um atleta – porque para resolver os problemas que se lhe deparam tem de o ser. A firmeza de espírito, a decisão, a ponderação, o cálculo, a visão, o aprumo, o espírito de luta, a simplicidade – todos os predicados que se reconhecem e se aplaudam em Salazar, são predicados de um atleta. Para conduzir a nau, que é um país, nos mares revoltos, sob os céus toldados de tempestades, é preciso ser forte e ser um atleta. Não só os músculos definem o atleta: também e talvez mais ainda, o espírito, o cérebro e o coração. Por isso se pode dizer – se deve dizer – que Salazar é o primeiro desportista de Portugal.

Jornal “Os Sports”, 12 de Junho de 1944.
(O momento é a inauguração do Estádio Nacional, em 10 de Junho de 1944)

Jaime Silva- Lisboa TOPO

02/07/2018 00:56:31

Agradeço à administração deste sítio a pronta ajuda ao meu pedido para um trabalho escolar.
Obrigado e viva o dr. Salazar

Fernando- Ponta Delgada TOPO

02/07/2018 00:52:14

Este país é mesmo pequeno. Gente política recalcada e
insignificante. Nas Listagens do Ministério da Defesa Nacional, na net e em tudo o que relaciona todos os presidentes da república, consta Salazar, ainda que tenha sido presidente da república interinamente com a morte de Carmona.
O site da presidência da república portuguesa, não menciona o maior português, na lista dos presidentes.
Será que têm medo de alguma assombração?
Talvez complexo de inferioridade.

Luís Matias- Lisboa TOPO

01/07/2018 22:46:52

Tivemos um caso idêntico de aceitar refugiados, mas foram crianças, que foram entregues a famílias portuguesas e muitas delas depois regressaram à sua terra Natal. Foi diferente. Tudo organizado e sem o perigo de alteração da nossa cultura e ordem social.

M. Lurdes Capêlo- Benavente TOPO

01/07/2018 14:52:39

Deixo o meu conselho, votem neles.
Não é possível governar um país cheio de assimetrias, mudando cadeiras de 4 em 4 ou de 8 em 8 anos. As políticas têm que contemplar projectos a muito longo prazo.
Foi por isso, que o Estado Novo enriqueceu o país. O único perigo é aparecer um bandido que se aproveite e meta a mão.

Damião- Santarém TOPO

01/07/2018 12:45:18

Outros tempos, em que educação, justiça, ética, seriedade, políticas de migração como hoje se diz, cultura, ciência, paz social, se traduziam no mesmo e único interesse. E esse interesse era Portugal.
Hoje só futebol e política de pechisbeque, mas de mão de obra cara. Para não falar na injustiça das leis de imigração e apoio aos refugiados. Um país a duas cores. Tudo para os que vêm e nada para os que são filhos da terra e o sustento do país. Injustiças que deixam morrer à fome os portugueses para sustentar jogadas políticas e servidão internacional.

M. lima- Lisboa TOPO

29/06/2018 12:05:40

Para um trabalho escolar, alguém me pode ajudar a expor a imortância da intervenção de Salazar durante a segunda guerra?

Fernando- Ponta Delgada TOPO

27/06/2018 23:59:04

Uma verdade do Dr. Salazar:

Só a vida política pode suscitar objecções. Seguramente se nota por toda a parte a existência de altos espíritos compreensivos do nosso modo de ser, da relatividade das instituições políticas e portanto da legitimidade com que as nossas oferecem feição especial: autoridade sem arbítrio, representação sem parlamentarismo, liberdades que, para serem efectivas, não têm de chamar-se democráticas.

Ana Cristina Madeira- Lisboa TOPO

27/06/2018 22:12:19

Em tempos, li uma frase de Alexandre Vinet, que transcrevo: “Aceitar uma autoridade é um acto de liberdade”.
Ora, este pensamento, aplica-se rigorosamente ao pensamento do Dr. Salazar. Só os dementados, os que cegaram por falsas paixões políticas, preferem a desordem à autoridade que significa ordem e bem-estar.

Luís Lopes de Almeida- Santo Tirso TOPO

27/06/2018 11:13:35

casos como estes, atestam a seriedade e o distanciamento que existia por parte dos governantes, relativamente às vaidades:

Na obra “A Ponte Inevitável”, Luís F. Rodrigues explica que Salazar não pretendia que a ponte tivesse o seu nome, mas, “por iniciativa do ministro das Obras Públicas, engenheiro Arantes e Oliveira, corroborado pelo Presidente da República, Américo Thomaz, Salazar foi um pouco pressionado, por estranho que pareça, para aceitar a denominação de Ponte Salazar”.

Pois não é nada estranho "por estranho que pareça", no regime do Estado Novo, havia uma sintonia absoluta nas decisões. Obviamente havia quem mandasse, senão cairíamos na rebaldaria das democracias.
Quanto mais se falar do EN, mais se percebem as aldrabices que tanto atraso têm custado ao país.

Ruta Guerra- Barreiro TOPO

26/06/2018 22:49:44

Bem falta faz este Senhor.

Leonor Guerra- Santarém TOPO

26/06/2018 07:17:04

Encontramos na net alguns dados que é conveniente dar-lhes evidência:

Novo livro ‘limpa’ PIDE O Exitus de Humberto Delgado e as Eleições de 1958’, livro ontem apresentado em Lisboa para "pôr em causa a versão corrente de que Delgado foi morto pela PIDE", baseia-se num depoimento do já falecido Rosa Casaco. Porém, tal declaração é contrariada por outras do ex--inspector da polícia política.

Em abono da tese, o autor, João Gomes, diz ter feito uma investigação 'fundamentada em factos e contactos com ex-dirigentes da polícia portuguesa [PIDE] que estão vivos'. Na obra de 78 páginas, o empresário de 51 anos, admirador de Salazar, diz que ao inquirir Rosa Casaco sobre Delgado, este lhe respondeu: 'Nós não fomos. O general não compareceu ao encontro.' Rosa Casaco foi condenado à revelia, em 1981, a oito anos de prisão pelo seu papel na morte de Humberto Delgado perto de Villanueva del Fresno (Espanha). Numa entrevista ao ‘Expresso’, em 1998, confirmou a presença no local e data do crime acompanhado por três elementos da PIDE – Ernesto Ramos, Casimiro Monteiro e Agostinho Tienza – e admitiu que Monteiro abateu o general. Apesar disto, João Gomes atribui a morte ao ‘Grupo de Argel’, integrado por opositores ao Estado Novo. Em defesa da tese, já antiga, argumenta que no dia do homicídio 'foi expedido da Estação de Correios de Badajoz, um telegrama cifrado, com o teor: ‘Tudo resolvido, caso arrumado.’' Essa informação é atribuída a 'relato oficial de fonte que solicitou anonimato

Fonte: Correio da Manhã de 01-07-08

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 21:45:02

(Nas minhas pesquisas na net encontrei o que segue)

28 DE ABRIL DE 2012

Mostra de objectos pessoais de Salazar no Vimieiro

Um conjunto de objetos que pertenceram a António de Oliveira Salazar estiveram hoje expostos ao público na sua terra Natal, Vimieiro, em Santa Comba Dão, para marcar a data de nascimento do antigo ditador.
Salazar nasceu no Vimieiro, a 28 de abril de 1889 e morreu em Lisboa, a 27 de julho de 1970, e os objetos que hoje estiveram expostos são parte do património herdado pelo seu sobrinho-neto Rui Salazar e são oriundos da casa onde nasceu, mas também da residência oficial, em Lisboa, onde viveu enquanto governou o país, de 1932 a 1968.
Do fogão que equipava a cozinha da sua casa no Vimieiro ao rádio e à televisão, por entre móveis e livros, o seu chapéu ou loiças, foi possível, durante cerca de duas horas, ver muitos dos objetos que fizeram parte da vida privada de Oliveira Salazar.
Pouco mais de uma dezena de pessoas passou pelo n.9 da Av. Dr. António de Oliveira Salazar, no Vimieiro, para ver esta mostra de objetos pessoais do antigo presidente do Conselho, as mesmas que, já depois do meio-dia, se deslocaram ao cemitério da localidade para lhe prestar homenagem.
Já no cemitério foi lido um texto onde se vangloriou os feitos do "obreiro da pátria" e o "salvador de Portugal" ao mesmo tempo que se criticava fortemente o regime democrático e os "capitães abrileiros" que puseram fim à ditadura do Estado Novo de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano.
João Gomes, que tem um site na internet denominado "Salazar, Obreiro da Pátria", é o organizador da mostra de objetos pessoais de Salazar, iniciativa que classificou à Lusa como tendo "unicamente o objetivo de homenagear o homem".
"Não tem outra ambição, apenas fazer a homenagem justa e devida a Salazar, homem demasiado grande para o país onde nasceu. E se o governo não pensa dessa maneira, nós fazemos isto para que as gerações mais novas possam conhecer o homem e a terra onde nasceu", adiantou.
A mostra, ainda segundo João Gomes, serve "para as pessoas verem o que existia na época, que coisas existiam, como ele (Salazar) vivia? não há outra intenção que não seja mostrar a sua dimensão humana".
"Algumas pessoas têm uma imagem negra do Estado Novo e nós pretendemos chamar à atenção para outra realidade", disse, acrescentando: "Esconde-se muito desde 1974. A população conhece pouco. Falta saber quase tudo, porque a história de Salazar e do Estado Novo que está escrita foi feita por encomenda".

Fonte: DN Portugal - Lusa

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 21:06:22

PLANOS DE FOMENTO

Em 1948, Portugal assinou o pacto fundador da OECE, integrando-se nas estruturas de cooperação previstas no Plano Marshall.* A participação na OECE reforçou a necessidade de um planeamento económico que conduziu à elaboração dos “Planos de Fomento” do Estado Novo.
Ainda que o I Plano (1953-1958) e o II Plano (1959-1964) dessem continuidade ao modelo de autarcia da ditadura liderada por Oliveira Salazar, no II Plano foi eleita a indústria transformadora de base como sector a privilegiar (siderurgia, refinação de petróleos, adubos, químicos…). Pela primeira vez, a política industrializadora é assumida sem ambiguidades, subordinando-se a agricultura que sofreria os efeitos positivos da industrialização.
Os anos 60 trouxeram alterações significativas à política económica portuguesa. No decurso do II Plano, o nosso país integrou-se na economia europeia e mundial: em Janeiro de 1960, Portugal está entre os países fundadores da EFTA (Associação Europeia de Comércio Livre) e, ainda no mesmo ano, dois decretos-lei aprovam o acordo do BIRD e do FMI; em 1962 assina-se, em Genebra, o protocolo do GATT.
A adesão a estas organizações marca a inversão na política da autarcia do Estado Novo e o Plano Intercalar de Fomento (1965-1967) enfatiza já as exigências da concorrência externa inerente aos acordos assinados e a necessidade de rever o condicionamento industrial, que se considerava desadequado às novas realidades.
Em 1968, a nomeação de Marcelo Caetano para o cargo de presidente do conselho evidencia com o III Plano de Fomento (1968-1973), o reforço de uma nova política económica do Estado Novo. A implementação deste novo Plano veio confirmar a internacionalização da economia portuguesa, o desenvolvimento da indústria privada como sector dominante da economia nacional e a subsequente consolidação dos grandes grupos económico-financeiros, bem como o crescimento do sector terciário com o consequente incremento urbano.

MHS

Fonte: http://unidcom.iade.pt/designportugal/planos-de-fomento.html

Jaime Silva- Lisboa TOPO

24/06/2018 09:41:55

Grande Homem

Rui Vieira - Porto TOPO

24/06/2018 01:02:37

A mulher na política:

Quando se diz que a mulher não podia participar na vida pública, ilude-se a verdade. Claro que podia, salvaguardado o
papel da mulher na sociedade:

Domitília de Carvalho, Maria Cândida Pereira e Maria Guardiola, foram eleitas deputadas em 1934.

A desinformação trai a verdade por conveniência das oposições. Nem fazia sentido que a mulher casada subtraísse às responsabilidades do lar, a dedicação a causas de desestabilização da família.
Comparativamente com os dias de hoje, presenciamos a destruição dos lares, sendo o Estado o primeiro responsável, impondo a lei da paridade. Esta lei reforça e agrava a delinquência, a prostituição e a vadiagem. Os tempos falam por si.

Raúl- Alentejo TOPO

23/06/2018 23:39:23

Não tendo conhecimento rigoroso sobre as políticas do Estado Novo, tentei informar-me e encontrei estes dados que reputo de relevo:

A INDÚSTRIA NA PRIMEIRA FASE DO ESTADO NOVO

Num período que decorreu entre duas guerras mundiais, assistiu-se a uma depressão económica no final da década de vinte que afectou grande parte do mundo. Em Portugal, a política económica e financeira seria desenhada por Salazar, professor de economia e finanças da Universidade de Coimbra, que assumiu a liderança política durante mais de 30 anos.
Os militares assumiram o poder na sequência do golpe de estado de 28 de maio de 1926, mas foi um civil, Oliveira Salazar, que anos depois se tornou Presidente do Conselho de Ministros (Julho de 1932) e ditou as regras que governariam o país durante quatro décadas. O Estado Novo, aprovado pela constituição de 1933, defendia o autoritarismo, o nacionalismo, a autocracia e o corporativismo.
Um dos primeiros problemas que o novo regime sofreu foi a crise de 1929, que afetou o mundo inteiro, mas que teve pouco impato em Portugal. O país já se encontrava em recessão há alguns anos, situação que se manteria nas décadas seguintes, especialmente devido à Guerra Civil de Espanha e à II Guerra Mundial.
Mesmo assim surgem algumas indústrias e empresários que alcançam algum sucesso. Contam com uma legislação proteccionista onde se destacam o condicionamento industrial, que impedia o surgimento de novas empresas sem a concordância dos concorrentes, e o ato colonial que impunha às colónias a compra de produtos manufaturados na metrópole.
Entre os grandes grupos industriais que até à II Guerra Mundial se afirmam no país, o maior foi a CUF, de Alfredo da Silva.

Fonte / Produção: RTP/ AEP

Tentarei dar novos contributos.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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