23 de setembro de 2017   
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No dia imediato, quando ainda regressavam às suas terras os milhares de legionários, que haviam desfilado e feito, perante a Nação, tão eloquente afirmação de presença, Salazar — o magnífico obreiro da Revolução Nacional — dirigia ao País, através do «Diário de Notícias», a propósito do acontecimento, as seguintes palavras:
— «Duas espécies de pessoas se hão-de ter enganado, ao presenciar o desfile: os tentados a reduzir a vibração do povo ao contágio da ternura familiar de quem lá tinha os seus a caminho do futuro ou ao serviço da Pátria e os que sorriram de incredulidade julgando ter visto tudo.
O que vimos representa, sem dúvida, ilimitada dedicação, grandes sacrifícios pessoais, patriotismo do melhor, um milagre de esforço, mas trabalho, apenas, de escassos meses — e, por isso, foi, apenas, em toda a sua beleza, pálida amostra do que há-de ser, quando a MOCIDADE enquadrar toda a juventude portuguesa e a LEGIÃO conseguir afeiçoar toda a Nação ao serviço das armas.
O País sente no íntimo da sua alma o valor moral da obra empreendida; um sopro heróico o fez vibrar: mostrámos-lhe o bastante para compreender não haver já entre nós lugar nem para os tímidos nem para os cépticos.»
Na mesma data, completando o seu pensamento, concedia a «O Século», estas substanciais declarações:
— «Reservámos para a Mocidade Portuguesa e para a Legião as festivas comemorações do ano XI da Revolução Nacional, precisamente o primeiro deste novo ciclo de dez anos, que eu disse já haver de representar na História da Pátria uma era de engrandecimento.
O nosso intuito com o desfile de ontem foi mostrar com que sentimentos, virtudes, sacrifícios e esperanças contamos criar a nova era, escrever a nova História e erguer Portugal à altura do nosso patriotismo.
Sinto que o País compreendeu esse pensamento; adoptou-o como filho do seu entusiasmo: já nada pode contrariar e muito menos destruir a obra que é ao mesmo tempo penhor da sua salvação e base da sua grandeza.»
Com a legítima ressonância, que estas palavras tiveram em toda a Nação, consagradoras do aparecimento, ao serviço da Pátria, da Legião Portuguesa, iniciou-se o segundo período da vida desta patriótica organização — o do seu mais forte estruturamento, da sua adequada compartimentação no território nacional, das suas instalações, e, sobretudo, da sua preparação táctica e técnica, de modo a garantir a sua desejada eficiência militar.
De novo, e sempre, na base desta fase de aperfeiçoamento da Legião Portuguesa, em labor intensivo e apaixonante, estiveram, como preciosos obreiros, os destacados elementos das nossas Forças Armadas, que foram passando, a pouco e pouco, as suas responsabilidades, aos novos quadros dos Oficiais de Milícia.

A Legião Portuguesa (04)

Legião Portuguesa: Expressão da Consciência Moral da Nação!
Trigésimo aniversário da Legião Portuguesa, 1936 - 1966, no quadragésimo ano da Revolução Nacional.
Salazar falou!

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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