25 de setembro de 2017   
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Entenderemos por defesa moral a defesa da consciência da Nação, no duplo aspecto da sua unidade e da sua personalidade, da coesão que faz a força e do carácter que a torna inconfundível entre as nações.
Os objectivos que se demandam com esta defesa são em primeiro lugar poder a Nação determinar-se em qualquer momento segundo o interesse colectivo, e depois poder dar contribuição activa e útil à obra de civilização de que aproveita em comum a humanidade.
Correlativamente os perigos para a consciência da Nação são dividir-se, extraviar-se (que também é dividir-se) e despersonalizar-se. Se se extravia, não vê, não compreende, não atina, não está segura de encontrar o bom caminho. Se se divide, não sabe se poderá segui-lo, quando o encontre, enfraquece, amesquinha-se, diminui-se. Se se despersonaliza, perde, com o que a distingue dos outros povos, raças ou nações, um dos factores de apreço internacional e uma fonte de útil colaboração.
Defendamos a unidade.


AUTORIDADE E LIBERDADE: A Nação contra os partidos; A União Nacional (25)

(«Defesa económica — Defesa moral — Defesa política» — Ao microfone da Emissora Nacional — «Discursos», Vol. III. págs. 333-334) – 1942

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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