19 de novembro de 2017   
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27/04/2017 19:52:33

Será celebrada missa, amanhã, dia 28, pelas 19h, na Igreja de S. João de Deus, à Pç. de Londres, em Lisboa, para comemorar o 128° aniversário de nascimento do Prof. Salazar.
Um abraço,
João Gomes

João Gomes- Lisboa TOPO

27/04/2017 16:12:19

CEMITÉRIO DO VIMIEIRO PARA QUE A MEMÓRIA NÃO ESQUEÇA.
Como faço desde há muitos anos, lá estarei com minha mulher no próximo dia 29 sábado, cerca das 11:30 junto ao tumulo do Doutor António de Oliveira Salazar a relembrar o seu nascimento em 28 de Abril de 1889.
O Doutor Salazar não pode ser esquecido.
Sei que mais amigos lá estarão com o mesmo propósito.
Também sei que o NEOS não vai estar, mas tenho a informação de que a ASHENO lá estará.
Quem vai ou não vai é um problema pessoal.
Eu, enquanto puder lá estarei, assim Deus o permita.
Mas quantos mais melhor.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

24/04/2017 15:19:30

Não tenhamos dúvidas: o Dr. Oliveira Salazar foi um estadista de qualidade até mundial. Relembro que a obra completa dos "Discursos e Notas Políticas" foi reeditada em 2015, pela Coimbra Editora, com o acrescento de um discurso do Presidente do Conselho aos colonos de Moçambique.

Carlos Luz- Portimão TOPO

24/04/2017 14:17:26

Dou os parabéns pelo site. Relembra-se aqui uma época áurea da História de Portugal!

João Feyo Folque- Coruche TOPO

15/04/2017 11:20:32

HÁ 500 MIL PESSOAS ANALFABETAS EM PORTUGAL
http://www.jn.pt/nacional/interior/ha-500-mil-pessoas-analfabetas-em-portugal-6222275.html?utm_source=push&utm_medium=web
LEONOR PAIVA WATSON
Notícia de 15 Abril 2017 a 43 anos do famigerado 25 de Abril.
“Obrigado” Salgueiro Maia para “o estado a que isto chegou”.
(A frase foi dele).

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

09/04/2017 16:39:35

O Doutor Salazar nasceu em 28 de Abril de 1889.
Este ano o dia 28 calha a uma sexta feira. Como é tradição desde as primeiras romagens ao cemitério do Vimieiro, à campa do Doutor Salazar. Tanto quanto sei, por iniciativa do Dr. Atayde Tavares, Tomé Feteira, Pedro Moutinho, Pais de Sousa, Manuel Marques, Pinheiro da Silva e tantos outros, sempre se escolheu o sabado próximo à data real, para prestar a merecida homenagem ao Maior de todos os portugueses.
Se Deus mo permitir e como tenho feito desde há muitos anos, lá estarei com minha mulher no sábado dia 29, entre as 11:30 e as 12 horas.
Homenagear o Doutor António de Oliveira Salazar, no cemitério do Vimieiro onde os seus restos mortais estão em campa rasa junto dos seus familiares tem um significado mais autêntico do que noutros locais. Não sei até quando a saúde e a capacidade financeira mo permitirá. Mas enquanto poder, lá estarei.
Outras iniciativas estarão programadas, mas em meu entender, é ali no Vimieiro que o Maior Português de Sempre, tem mais significado ser homenageado.
Sei que há quem não comparece por motivos de saúde, financeiros ou outros. Cada um sabe de si e tem os seus motivos que respeito.
Mas espero lá encontrar muitos Amigos.

O convivio pessoal tão necessário, será reforçado no almoço que se segue.
Fazem-se conhecimentos e estabelecem-se laços de amizade.
Até lá, os melhores cumprimentos a todos.
E não faltem.
Artur Silva – Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

02/04/2017 22:34:34

Ironicamente falando, acho muita piada quando tanto destaque se dá aos tempos de ditadura do Estado Novo, e do controlo do aparelho do Estado daí resultante, e simultaneamente se enaltecem as liberdades da democracia dos dias de hoje.

Claro que não é referido que, por exemplo, o recurso aos aperfeiçoados e sofisticados meios informáticos são, nos dias democráticos de hoje, um meio poderosíssimo, embora que camuflado, de controlo sobre o que se passa na vida de cada cidadão.

A interligação entre as informações contidas no Cartão do Cidadão, com as da Administração Tributária, com as da Segurança Social, com a das Cartas de Condução … a existência de números de contribuintes sistematicamente colocados nos documentos oficiais relevantes, a possibilidade crescente de quebra do sigilo bancário por imperativos oficiais, a comunicação das entidades de energia e da água à Administração Tributária dos contratos que celebram com os seus clientes, as provas que têm que se fazer perante as Instituições Bancárias quando se quer pretende uma conta … o registo das utilizações dos cartões de débito e de crédito … imensa informação sobre cada pessoa acumulada e tratada em potentíssimos computadores que são acedidos por quem tem direito oficial de aceder …

… E a informação divulgada em redes informáticas sociais e profissionais, voluntariamente por cada pessoa, mas que permite o acesso de quem tiver interesse em aceder à vida dessas pessoas …

… E o arquivo de imensa informação em ambientes “cloud” … quem lhe pode aceder ?

… E a condução por GPS … e quando os automóveis não precisarem de condutor porque são geridos por tremendas redes informáticas que permitem a alguém permanentemente saber qual o percurso seguido pelos utilizadores de cada automóvel ?

… E quando a sofisticação no interior dos lares recorrer cada vez mais a tecnologia automatizada, um dia até a robôs, que sabe-se lá a que redes informáticas estão ligados e que informação prestam às enormes bases de dados informáticas a que estão conectados ?

Claro que serão alguns democratas, “amigos” da liberdade humana e “respeitadores” dos direitos humanos dos cidadãos “livres”, quem farão o acompanhamento de toda a informação para a qual poderosos computadores os alertarão sempre que este ou aquele comportamento tenha algo de diferente da conduta que se pretende socialmente instituída dentro dos padrões democráticos vigentes …

Tudo em nome da defesa da democracia …

A ditadura não existe, pois, mas há que controlar cada cidadão até aos momentos mais privados da sua vida … pois o aparelho dos Estados têm que garantir a salvaguarda do sistema democrático …

… Não vá aparecer algum ditador com ideias de controlar a vida dos cidadãos …

Melhores cumprimentos a todos.

António Marques- Lisboa TOPO

28/03/2017 23:39:31

De uma coisa já temos todos a certeza. O dr. Salazar é constantemente acusado, apenas, do que não fez. Ou porque não fez, ou porque não foi ele a fazer.
foi um grande homem!

Leonor Andrade- Estoril TOPO

27/03/2017 12:20:35

Temos uma tendência enorme para repetir sem confirmar. E atribuir ao EN toda a desgraça que se vivia no país. Também significa que a monarquia entregou o país à república, numa desgraça.
Mas o que importa é verificar que afinal o dr. Salazar foi uma árvore na densa floresta da corrupção, da iliteracia, da miséria social e económica herdada da primeira república.
Salazar... grande hpmem!

Filipe Ferreira- Lisboa TOPO

27/03/2017 00:22:56

Retirado do livro:
Estado Novo e Cultura
Barbora Vaculová, 24 let
Janáčkova akademie múzických umění v Brně, Divadelní fakulta, II. ročník divadelní
dramaturgie
Bratří Dohalských 144, Praha 9, 19000

O período da Primeira República entre os anos 1910 e 1926 foi marcado por uma grande instabilidade de Portugal. Durante dezasseis anos a República teve 8 presidentes e 44 primeiro-ministros. Decorreram 24 revoltas e rebelias e 158 greves gerais. A maioria dos portugueses era iletrada (no ano de 1920 em Portugal vivia 70,5 por cento dos analfabetos). O país encontrava-se, no sector político, económico e social, numa situação quase catastrófica.
Nestas circunstâncias foi pelo movimento de 28 de Maio de 1926 estabelecida uma ditadura militar. António de Oliveira Salazar obteve nomeação para Ministro das Finanças dois anos depois desta quartelada, em 1928. No ano de 1932 tornou-se Presidente do Conselho. No ano seguinte apresentou uma nova Constituição que pôs fim à Ditadura Militar e instaurou o regime do Estado Novo.

É interessante perceber que o analfabetismo era uma chaga enorme, herdada da primeira república. É costume atribuir a Salazar essa pertensa realidade, que mais uma vez se verifica ser falsa, através desta publicação estrangeira, independente.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

23/03/2017 22:19:03

Por tudo o que representou a violência que os inimigos da Pátria exerciam, obviamente a PIDE tinha que ter os métodos adequados para pôr aqueles meliantes na ordem. Ainda assim, era uma polícia destinada fundamentalmente a proteger a população. Não se lhe conhecem casos fundados de maquiavelismo. No ultramar, tinha uma rede de informação colaborante com o exército português, evitando muitas mortes do nosso lado.

M. Lima- Lisboa TOPO

22/03/2017 20:58:48

Ao ler esta oportuna mensagem do Sr. José Ferreira, que dúvidas poderão subsistir, da permência das medidas de defesa, por que o país optou, naquela fase tão conturbada?
Portugal estava minado de interesses e terroristas de esquerda. Tudo o que o Estado podia fazer, fazia a pensar no bem-comum. Salazar era o representante do regime, não o seu executor. Confiava que as pessoas cumpriam o seu dever, e se houve exageros, repito, se os houve, ainda assim não acabaram com as motivações dos comunistas.
O Estado Novo, foi o período após a monarquia, em que se viveu com maior sentido da vida. Portugal naquele período, cresceu exponencialmente em educação, justiça, saúde, paz social... apesar do pequeno orçamento que existia e que er necessário dividir para acorrer a todos os fogos. Para além da governação geral do país, havia que aplicar somas avultadas nos imponderáveis, como o terrorismo dentro e fora de portas.

António Domingos- Portimão TOPO

22/03/2017 19:39:40

Para quem desconhece a seguir transcrevo o que foi e o que é a ARA, o que fez e o que foi e que inequívocamente nos mostra a verdadeira face do Partido Comunista Português , razões mais que sobejas do Estado Novo não tolerar nem pactuar com os traidores à Pátria ao serviço da ex-URSS e do Comunismo Internacional. Surgiu publicamente em Outubro de 1970 com a publicação de um comunicado em que reivindicava a sua primeira acção armada, em 26 deste mês, contra o navio Cunene, um navio de transporte utilizado na logística das guerras coloniais de Portugal em Angola, Moçambique e Guiné (Bissau,) e supostamente suspendeu a luta armada em 1 de Maio de 1973.

A Acção Revolucionária Armada - ARA - foi criada pelo Partido Comunista Português com o objectivo de lutar a favor das guerras movidas pelas Potências Internacionais a Portugal e impulsionar a luta pelo derrubamento do Estado Novo implantado em 1926.

O levantamento da organização iniciou-se em 1964,com acções de carácter logístico, recolha de explosivos, armas e locais para seu armazenamento assim como recrutamento de activistas. Este trabalho foi dirigido por Rogério de Carvalho, membro do Comité Central do PCP a viver na clandestinidade na região de Lisboa e por Raimundo Narciso, estudante de engenharia do IST e teve a participação de António Pedro Ferreira, então tenente miliciano do Exército e estudante de Economia e do tenente paraquedista do quadro permanente, Cassiano Bessa, colocado no Regimento de Paraquedistas em Tancos. A actividade de organização teve um novo impulso em Janeiro de 1965 com a deslocação a Moscovo e a Cuba de Rogério de Carvalho e de Raimundo Narciso. Em 1964 o PCP fora vítima de uma cisão maoísta que acusava o Partido de revisionismo, nomeadamente por alegadamente ter "abandonado a via armada" da Revolução. A criação da ARA, foi muito longa e plena de vicissitudes decorrentes das acções que lhe eram movidas pela PIDE/DGS.

Assim, por exemplo, Rogério de Carvalho foi preso em Lisboa logo em Outubro de 1965, só sendo libertado pela revolução Abrilenta de 1974.

A ARA, criada e seguindo as orientações do PCP tinha, no entanto, uma estrutura autónoma e muito compartimentada, dirigida, na fase operacional, por um Comando Central de três elementos. A sua ligação ao PCP só foi assumida por este partido depois do derrube do estado Novo , em 1974. No entanto essa ligação tornou-se conhecida da PIDE e da opinião pública alguns meses após a sua primeira acção armada.

Uma característica peculiar da ARA e rara neste tipo de organizações, noutros países, seria supostamente de ter a preocupação de não causar danos pessoais com as suas acções. No entanto na acção contra a escola técnica da PIDE, em 1970, houve uma morte, a de um jovem trauseunte vitimado acidentalmente pela explosão, alta madrugada, da bomba colocada à porta da referida escola. Em 1972 uma outra organização armada, as Brigadas Revolucionárias, de inspiração castrista mas sem qualquer ligação ao PCP, iniciaria também acções armadas similares.

A ARA foi responsável por várias operações de entre as quais se destacam a destruição de helicópteros e aviões dentro da base militar de Tancos ou a sabotagem ao COMIBERLANT - Comando Ibérico da Área Atlântica da NATO.
Admira-me que actualmente um dos slogans do PCP seja de quererem constituir um Governo Patriótico e de esquerda, onde está e esteve o patriotismo desta gente???No entanto há cerca de 600 e tal mil Portugueses???( serão??) que ainda acreditam no Pai Natal soviético, um reflexo do nosso atraso sócio político derivado da intoxicação mental marxista que nos tem sido imposta após o 25 de Abril tanto pela esquerda como pela direitinha envergonhada.

José Ferreira- Loures TOPO

21/03/2017 22:55:33

Tomei conhecimento deste blog através da minha amiga Rosa. Quando se pergunta o que seria de Portugal sem um homem como Salazar, eu diria que ainda hoje estariamos a viver de sobressaltos, com guerrilhas internas e governos a prazo.

António Domingos- Portimão TOPO

21/03/2017 19:11:20

O Dr. Salazar teve sempre um política equilibrada. Até mesmo durante a guerra civil de Espanha. Preferiu vigiar a fronteira, enquanto centenas de legionários respondiam afirmativamente ao dever de apoiar voluntariamente o nacionalismo espanhol. Foi uma neutralidade colaborante. O Dr. Salazar sabia que era peferível combater o comunismo fora de portas para evitar que tivesse que o combater no país.
Teve sempre uma visão europeia dos conflitos. E daqui alertou para a guerra que se estava a iniciar, na europa - a segunda guerra mundial. E no ultramar, defendeu a herança territorial que lhe foi confiada... até sermos traídos dentro de portas, pelo golpe de Estado de Abril.

José A. Moreira- Palmela TOPO

20/03/2017 22:32:05

Se me for permitido juntar à conversa, diria que o Dr. Salazar teria o mesmo comportamento, digno, como se viu, quer estivesse em monarquia ou república. Foi ele que disse "gostava de ser primeiro ministro de um rei absoluto". Mas isto só significa que o Dr. Salazar, governaria nos dois casos, indiferentemente, mas queria fazê-lo sem restrinções. Poder governar sem joguetes, como fazem os partidos.

Fernando Brandão- Lisboa TOPO

20/03/2017 11:32:40

Havia inclusivamente em Lisboa, no Arco Cego, uma residência dos Filhos do Império. Ainda hoje se pode ler, numa tampa que está no passeio, em memória desses tempos.
Portugal foi sempre um país acolhedor... e depois traído, por estes... Filhos do Império...
Valha-nos a memória do grande vulto que foi Salazar.

Rui Casanova- Albergaria TOPO

19/03/2017 20:08:41

O mesmo aconteceu com a África. Os futuros dirigentes estavam a ser preparados para na altura própria assumirem os destinos dos seus países. Mas os interesses internacionas, como foi aqui dito, precipitaram tudo, sobrando apenas prejuízo para nós e para os autóctenes.
Quase todos formados em universidades portuguesas. Depois vieram-se a revelar uns ingratos.

Luísa Albuquerque- Ourém TOPO

19/03/2017 18:52:35

O Dr. Salazar tinha dos homens uma ideia muito exacta. Sabia que a transformação das sociedades só era possível, com uma evolução que se mostrasse genuina. Não via possível ascender a lugares de responsabilidsde sem preparação. O que não acontece nas sociedades político-democráticas, em que os lugares de direcção podem ser ocupados por amigos, primos e comadres. Pela mesma razão, ao incentivar as eleições, circunscrevia-as num regime de representatividade familiar e não em termos anarco-numéricos.
Existem profundas diferenças entre democracia orgânica e democracia política, e nelas mais ou menos seriedade, consoante a direcção responsável. O nosso país nunca mais será o modelo que já foi, para o mundo.

jaime Silva- Lisboa TOPO

19/03/2017 17:37:52

Hoje, quem governa Portugal? Os eleitores que (não) sabem ler, escrever, contar e pensar.
Ser pai e eleitor deve ser de uma enormíssima responsabilidade e exigência.
No exercício de cargos públicos (Presidência do País á Junta de Freguesia), o grau de preparação, de rigor e de bem administrar, deve atingir níveis ainda mais elevados e impolutos.
Cada um deve saber ocupar o seu lugar, respeitar o do outro, ter uma identidade e uma cultura própria.
Sou Português e apartidário, á procura de um mundo local sustentável, em harmonia com a Natureza.

António Florindo M.Marques- Portalegre TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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