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22/06/2018 17:50:50

Foi por acaso que encontrei pela net este depoimento, que é tão cristalino... :

Segundo o historiador António José Saraiva, que foi opositor do regime, exilado político e militante do Partido Comunista, quem lê os "Discursos e Notas" de Salazar “fica subjugado pela limpidez e concisão do estilo, a mais perfeita e cativante prosa doutrinária que existe em língua portuguesa, atravessada por um ritmo afectivo poderoso”. Segundo este autor da "História da Literatura Portuguesa" (obra conjunta com Óscar Lopes) a prosa de Salazar merece um lugar de relevo na História da Literatura Portuguesa (e só considerações políticas a arredaram do lugar que lhe compete). Salazar é detentor de “uma prosa que guarda a lucidez da grande prosa do século XVII, e de onde é banida toda a nebulosidade, toda a distracção, toda a frouxidão, tudo o que frequentemente torna obscura ou despropositadamente ofuscante a prosa dos nossos doutrinadores."

Júlio Lopes- Amadora TOPO

22/06/2018 10:42:03

A Obra do Estado Novo é ímpar. Teve um português sério que não tocou nos dinheiros públicos e tudo fez em prol da Pátria.
Esta homenagem, também ela ímpar, revela que está bem viva a memória de Salazar.

Maria Antónia de Jesus Gonçalves- Faro TOPO

17/06/2018 20:58:20

Nação, Pátria...são conceitos em extinção. Dr. António Salazar pugnou por eles, e a frugalidade foi mote na sua vida enquanto Presidente do Conselho. Um governante dentro do contexto inerente à sua época, merecedor de relevante lugar na História dos factos. Viva Dr. Salazar!

Maria Ferreira- Porto TOPO

11/06/2018 11:45:00

Boa iniciativa. Para quando um dossier sobre a província de Cabo Verde?
Obrigado

FONM - Santa Catarina TOPO

30/05/2018 01:12:27

Obrigada por este tesouro histórico! É imprescindível que haja pessoas corajosas e que desafiem o discurso esquerdista hegemónico que distorce e reescreve a história ao seu bel prazer! Que a verdade histórica seja a nossa bandeira! Não vamos desistir, conforme salientou o grande dr. Salazar, "pela Nação, por nós, ... e por eles".

Ilde Correia- Cantanhede TOPO

18/05/2018 17:13:21

INCÊNDIOS
Governo recusou 50 milhões oferecidos pela UE para compra de aviões para combate a incêndios
https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/163724fc7bb2c84e
Seriam dois aviões pesados anfíbios de combate a incêndios com um desconto que podia chegar aos 85% e passavam a ser propriedade do Estado Português.
Governo recusou e argumenta que é preciso garantir a operação e manutenção, os voos de treino, os salários dos pilotos e mecânicos, a substituição de peças e os combustíveis, entre outros aspectos.
Em minha opinião, se os aviões fossem entregues à Força Aérea, os salários dos pilotos e mecânicos eram iguais aos que já recebem. Os militares não ganham à hora.
Se os aviões fossem novos, como presumo, não se colocava de imediato a substituição de peças.
Recusa estranha ou talvez não.
 Aproveito para lembrar que é relevante promover os grupos de autodefesa dos aglomerados populacionais integrados ou adjacentes a áreas florestais, sensibilizando para tal a sociedade civil, e dotá-los de meios de intervenção, salvaguardando a formação de pessoal afecto a esta missão, para que possa atuar em condições de segurança. (n.º 2, do artigo 3.ºB do Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro).

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/05/2018 15:44:02

GOSTEI DE LER E RECOMENDO
Copiado do facebook. O título é:
A IGREJA PODE RECUPERAR SEU ESPÍRITO DE LUTA?
https://www.crisismagazine.com/2017/can-church-recover-fighting-spirit#.Wh9yMPNXBcc.facebook
29 DE NOVEMBRO DE 2017. Infelizmente está actualizado.
WILLIAM KILPATRICK
É de interesse para todos os cristãos e até para os que o não são.
É a minha opinião.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

08/05/2018 23:03:44

Grande senhor, um orgulho para a nossa nação! Este HOMEM mostra verdadeiramente o espírito que todos os jovens deviam ter! Chega de vivermos na mão deste Polvo Comuna de Esquerda! Vamos lutar pela nossa nação e pelo nosso país e defender um ensino à sério. Tento implementar isso sempre nas minhas aulas, pois sou professora e prezo muito os ensinamentos que deste senhor!

Obrigado Salazar! Viva!

Raquel Capela- Porto TOPO

02/05/2018 17:40:47

CGD PAGA QUASE 1 MILHÃO DE EUROS PARA DES-TITUIR UM ADMINISTRADOR
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/cgd-paga-quase-1-milhao-de-euros-para-destituir-um-administrador?ref=DET_maislidas

Paulo Macedo não quis Pedro Leitão na sua equipa de administração e a CGD teve de indemnizá-lo em 951 mil euros. Tiago Ravara Marques, que ficou a trabalhar no banco, recebeu uma compensação de 746 mil.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

28/04/2018 16:36:22

É mais um ano... É mais um ano... Parabéns ao Dr. Salazar, um grande chefe de estado!

Nelson- Algarve TOPO

28/04/2018 15:42:24

This post has a main goal. It is intended to be a Tribute to the Person and its Work. Professor Antonio Oliveira Salazar.

I was born into an American family but my mother’s father was born in Portugal. I was a little girl but I can remember quite well, the words of grandfather Joao Pereira whenever the person of Professor Salazar was the subject. And he was the subject quite often.
First of all, to him, Joao Pereira, Antonio Salazar had not been a politician, but, indeed, a Professor. He always put up his qualities as a man, as a teacher, as a ruler while President of Council.
He kept telling us that it had been Professor Salazar who, with his intelligence, know-how and love for Portugal, had reconstructed Portugal after the kaos of 1st republic.

Today, 129 years after his birth, although in English, I decided to pay my homage to Professor Salazar. I must apologize, for writing in English. I thought to write in portuguese first place but in fact I feared that any translation would turn out not completely faithful to the feelings I intended to express.
Grandfather Joao Pereira would love to know about this humble contribute to the Truth in History. He left to America to marry grandmother Susan whom he had met while as young man, working there for a short period, but he never forgot about his Portugal. Namely, he never forgot about the feeling of safety one could enjoy in his country, comparing with many others.

Some day or other, when my space in time allows me to, who knows I’ll write to american and luso-american children in US, about Professor Salazar, the Man and his Work.
This website will be a wonderful unique contribution to my work, for sure. I don’t know any other which contents are so huge and faithful. Some time before he passed, grandfather discovered Obreiro da Patria and it turned his favorite among all the others that mention Portugal and its History.

Once more, so sorry for paying this visit in English.

Best wishes for all of those who visit Obreiro da Patria.
Sarah

Sarah Pereira Moran- Florida TOPO

28/04/2018 12:40:35

25 DE ABRIL E A MENTIRA DA LIBERDADE
A publicação do Decreto-Lei 353/73 com data de 13 de Junho que fixava as condições para a passagem dos oficiais do Quadro Especial para os Quadros permanentes das diversas armas, motivou o descontentamento de alguns oficiais.
A medida pretendia compensar o esforço e sacrifício dos oficiais milicianos, que regra geral estavam a lutar na “mata”, ao contrário da maioria dos oficiais da Academia (Quadro Permanente), que iam conseguindo lugares no “ar condicionado”.

Foi na Guiné que começou a ter maior consistência um movimento de contestação ao decreto referido.
Era do conhecimento público esse mau estar manifestado por vários militares do Quadro.
Várias reuniões foram sendo feitas para agregar e convencer os militares que a situação considerada de prejuízo para os oficias do Quadro tinha de ser revertida.
A primeira reunião clandestina de capitães foi realizada em Bissau, em 21 de Agosto de 1973. Uma nova reunião, em 9 de Setembro de 1973 no Monte Sobral (Alcáçovas) e é a que dá origem ao Movimento das Forças Armadas.
No dia 5 de Março de 1974 é aprovado o primeiro documento do movimento.
Os militares realizaram várias reuniões que a polícia tinha conhecimento e a população mais atenta também se apercebia da contestação militar.
Em 22 de fevereiro de 1974 vem a público o livro "Portugal e o Futuro", do general António de Spínola, onde este defende que a solução para a guerra em Àfrica, deveria ser política e não militar. A opinião do general vinha ao encontro dos militares contestatários.
Mais tarde, a 5 de Março ocorre a reunião da Comissão Coordenadora do MFA. Foi lido, e decidido pôr a circular no seio do Movimento dos Capitães, o primeiro documento do Movimento contra o regime e a Guerra no Ultramar. Intitulava-se "Os Militares, as Forças Armadas e a Nação" e foi elaborado pelo major Ernesto Melo Antunes, cujo pai era alto dirigente da Legião Portuguesa.
No dia 14 do mês do mesmo mês, o Governo de Marcelo Caetano demite os Generais António de Spínola e Francisco da Costa Gomes respectivamente dos cargos de Chefe e Vice-Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, alegando falta de comparência na cerimónia de solidariedade com o regime, levada a cabo pelos três ramos das Forças Armadas.
Tudo indicava o mau estar em diversos sectores militares.
Assim, em 16 de Março, apesar de originalmente estar prevista a participação de outras unidades militares, apenas o Regimento de Infantaria nº 5, das Caldas da Rainha, avançou para Lisboa, sob o comando do capitão Armando Marques Ramos. O seu avanço foi travado já às portas de Lisboa, por unidades leais ao regime, sem derramamento de sangue.
O “ingénuo” Professor Marcelo Caetano qualificou a acção como uma aventura. Cinco semanas depois, aconteceu o 25 de Abril.
Que mais seria necessário para prever que alguns militares estavam dispostos a uma prova de força.
O treino em África dava-lhes a audácia e as características tácitas para actuarem com algum probalidade de sucesso.
E o que era previsivel aconteceu.
Não com o apoio de todas as unidades militares que na maioria se limitaram a “ver no que dava ”.
Mas a esquadra naval da NATO estava no Tejo. Estranha coincidência ou talvez não.
A revolta dos militares que deram origem ao chamado “25 de Abril”, nada teve a ver com a Liberdade.

Os militares só se insurgiram por interesses corporativos. Prejuízo nas promoções e cumulativamente mais dinheiro foi o motivo. A treta da Liberdade foi uma desculpa ingénua para justificar a traição dos golpistas. Transformaram uma grande e secular nação, num país pigmeu e indigente. 4 por cento é o que nos resta do império deixado pelos nossos egrégios avós.
Muitos dos que participaram no “golpe”, arrependeram-se, mas já era irreversível a situação.

Palavras de Salgueiro Maia: Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, VAMOS ACABAR COM O ESTADO A QUE CHEGÁMOS! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!

-- E O RESULTADO É O ESTADO A QUE CHEGÁMOS.

Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

15/04/2018 16:40:36

Olá e obrigado pelo vosso dedicamento ao grade homem que foi o Dr Antonio de Oliveira Salazar, tenho 17 anos e desde que estudei o estado novo no 6 ano que percebi a sua importancia e que foi um frande homem. Ps desculpem os meus erros de Portugues nunca foi o meu forte sempre fui mais dado a historia

Nuno Martins- Loures TOPO

03/04/2018 18:06:25

NOTICIAS NO INICIO DESTE ABRIL
-- Banca já custou 17 mil milhões aos contribuintes. Entre apoios a bancos como o BPN e o BES e, mais recentemente, a recapitalização da CGD, o Estado já providenciou ajudas financeiras na ordem dos 17 mil milhões de euros em dez anos. 2/4/2018.
-- IRS. Sistema informático com falhas nas primeiras 48 horas. 2/4/2018.
-- Hospitais estão mais endividados.
-- Diz um leitor do Observador: Quando os bancos dão prejuízo o contribuinte paga a roubalheira. Quando dão lucro os acionistas recebem os lucros.
Mas o governo diz estar tudo bem e que dinheiro não falta.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

27/03/2018 18:55:58

Eu já nem digo nada porque isto é tão mau e o que nos preparam ( a vinda de 15 milhões - ouviram bem! 15 milhões! - de islamicos para Portugal, até 2030 que o que nos espera é a perca total do nosso país e território e um verdadeiro genocidio étnico e cultural. Com a total conivência dessa serpente que é o Marcelo e a indiferença dessas sanguessugas vendidas que comandam as nossas Forças Armadas.

Sérgio Oliveira- Porto TOPO

22/03/2018 14:13:55

O professor Marcelo, Presidente da Republica, diz ter vergonha pela pobreza que existe em Portugal.
EU TAMBÉM.
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

14/03/2018 10:36:32

Depois de pensar muito sobre os acontecimentos que se passam no nosso planeta só cheguei para uma conclusão:
A conclusão à qual cheguei é aquela que, baseando no tratado de tordesilhas de 1494, Portugal tem de ter um reino com um Rei de Portugal e todos os governadores e governantes deste hemisfério português deviam se deitar no pó perante o Rei de Portugal!

José João- Viseu TOPO

08/03/2018 14:26:39

Teve lugar no passado dia 9 de Dezembro do ano passado, sábado, pelas 17 horas, no Salão Nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (SHIP), a conferência intitulada “Salazar – o Estadista”, organizada pela Associação de História do Estado Novo (ASHENO), e a cargo do conferencista tenente-coronel Brandão Ferreira. Nunca é demais assinalar eventos deste tipo (tanto no que se refere ao conferencista como ao tema da conferência). Por isso, o jornal “O Diabo” informou antecipadamente da realização do evento no número 2135 de 2017-11-28, e comentou o mesmo de forma elogiosa num pequeno artigo do número 2138, de 2017-12-19. O articulista deste segundo artigo, intitulado “Brandão Ferreira fez a diferença”, escreveu acertadamente: “Com a profundidade objectiva e o devido enquadramento histórico, na perspectiva que foi traçada, desde 1820, com espírito independente e analítico Brandão Ferreira elaborou a síntese dinâmica dos mais expressivos momentos políticos e pessoais de António de Oliveira Salazar, como Homem de Estado e firme “Defensor de Portugal” em todas as situações que enfrentou ao leme do Estado Novo”
Acerca desta importante conferência, a restante imprensa, suponho, fingiu-se esquecida (é mera suposição, não sei se estou errado, mas gostava de estar). E relativamente aos restantes “media”, muito provavelmente aconteceu o mesmo. A partir da hora marcada, o Salão Nobre da SHIP foi enchendo, a tal ponto que, aquando da chegada do conferencista (uns poucos minutos atrasado, afirmou, devido ao trânsito caótico lisboeta), a lotação esgotou mesmo. Mesmo passado já algum tempo, é esta conferência que pretendo agora lembrar.
Brandão-Ferreira distinguiu “político” de “estadista” - um estadista é também um político, mas distingue-se deste pela probidade e profundidade da sua acção, como pelo desapego dos interesses próprios relativamente aos da comunidade que serve (não se servindo) e pela intemporalidade e virtuosismo que coloca na sua acção. Não raro aos estadistas são reconhecidos rasgos e ousadias de genialidade em momentos críticos. Em síntese: os estadistas preocupam-se com a próxima geração e o político com a próxima eleição. O estadista tem na centralidade da sua acção colocar o Estado ao serviço da Nação. Ora o Professor Doutor António de Oliveira Salazar possuía todas estas qualidades em altíssimo grau” – salientou Brandão Ferreira. Disse ainda: “O 28 de Maio teria sido mais uma revolta militar se não viesse a seguir Salazar. Não considero que o 28 de Maio fosse a Revolução Nacional - o 28 de Maio não foi, portanto, uma Revolução, mas tão somente um golpe militar, a revolução foi com o Dr. Salazar”.
Brandão-Ferreira revelou-se um historiador a sério – muito diferente de outros ditos “historiadores” que há por aí, de epistemologias equívocas; dos que, instalados na intelectualidade esquerdista da instituição universitária (e vivendo à custa dela!), verdadeiros dinossauros da corporação dos professores doutorados, torcem a interpretação dos factos históricos, empregando expressões erradas ou sectárias, como a de “ventos da história” (naturalismo encobridor das acções e dos agentes que os “sopraram”). Outros ainda há que, abdicando (ou abstraindo) de que nasceram afinal num país e numa Nação, que importa continuar e valorizar, têm-se colocado pretensamente como que “acima da História” (será influência kantiana?), e até produzindo programas televisivos pretensamente neutrais, que deram alternadamente a palavra a ex-militares portugueses e a (ex-) terroristas assumidos… Ora… ou não desse a “democracia” (real ou supostamente) palavra a todos…
Um bom exercício para entender os dilemas e destinos da nossa Pátria (já repararam que a palavra “Pátria” está cada vez mais ausente do vocabulário quotidiano?) será a (re)leitura dos “Discursos e Notas Políticas” do Professor Doutor Oliveira Salazar, reeditadas em 2015 pela Coimbra editora, com índice remissivo, e um discurso inédito intitulado “A Política de África e os seus Erros”, o último discurso conhecido do grande estadista, pronunciado na Homenagem prestada pelos Municípios de Moçambique, em 30 de Novembro de 1967.

Carlos Luz- Portimão TOPO

05/03/2018 10:57:21

Viva o império português sempre e eternamente.

Hermano- Ultramar TOPO

03/03/2018 20:39:00

O que foi a União Nacional (organização nacionalista que serviu de suporte político ao Estado Novo) ? Os jovens de hoje não sabem nada disto. E os adultos talvez necessitem de aprender mais alguma coisa.
Uma obra interessante que acaba de sair.
(Não vai aparecer nas livrarais)

A União Nacional
por distronr
Autor: Luís Fernandes

Título: “A União Nacional - Reflexões sobre a organização nacionalista que serviu de suporte político ao Estado Novo”

Nº páginas: 110

ISBN: 978-1985279117

Preço: 10 €

Tecer algumas considerações sobre a «União Nacional» constituiu para o autor tarefa simultaneamente aliciante e difícil por o mesmo ter sido filiado, desde os dezasseis anos, desta organização, e ter em consequência da sua militância, vivido alguns dos problemas que vão motivar a sua reflexão crítica, e, por outro lado, por não existir qualquer obra de cariz científico especialmente dedicada à União Nacional. Para suprir esta lacuna, torna-se necessário estudar ponderadamente uma vasta documentação dispersa por obras parcelares, tais como relatos e estudos sobre os congressos, discursos políticos de responsáveis, artigos de fundo nos órgãos oficiais da época e referências em análises históricas de maior amplitude. Sintetizar o objecto destas investigações num esboço de estudo científico representa, deste modo, uma dificuldade que se procurou vencer, embora com a consciência de não ter podido abarcar o conjunto dos aspectos relevantes que integram a ampla e complexa problemática de uma organização sui generis que teve uma existência histórica de cerca de quatro décadas e que se insere, genuinamente,
no quadro político do Estado Novo.

Edição limitada e numerada à mão.

Carlos Luz- Portimão TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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