23 de setembro de 2017   
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19/03/2017 20:08:41

O mesmo aconteceu com a África. Os futuros dirigentes estavam a ser preparados para na altura própria assumirem os destinos dos seus países. Mas os interesses internacionas, como foi aqui dito, precipitaram tudo, sobrando apenas prejuízo para nós e para os autóctenes.
Quase todos formados em universidades portuguesas. Depois vieram-se a revelar uns ingratos.

Luísa Albuquerque- Ourém TOPO

19/03/2017 18:52:35

O Dr. Salazar tinha dos homens uma ideia muito exacta. Sabia que a transformação das sociedades só era possível, com uma evolução que se mostrasse genuina. Não via possível ascender a lugares de responsabilidsde sem preparação. O que não acontece nas sociedades político-democráticas, em que os lugares de direcção podem ser ocupados por amigos, primos e comadres. Pela mesma razão, ao incentivar as eleições, circunscrevia-as num regime de representatividade familiar e não em termos anarco-numéricos.
Existem profundas diferenças entre democracia orgânica e democracia política, e nelas mais ou menos seriedade, consoante a direcção responsável. O nosso país nunca mais será o modelo que já foi, para o mundo.

jaime Silva- Lisboa TOPO

19/03/2017 17:37:52

Hoje, quem governa Portugal? Os eleitores que (não) sabem ler, escrever, contar e pensar.
Ser pai e eleitor deve ser de uma enormíssima responsabilidade e exigência.
No exercício de cargos públicos (Presidência do País á Junta de Freguesia), o grau de preparação, de rigor e de bem administrar, deve atingir níveis ainda mais elevados e impolutos.
Cada um deve saber ocupar o seu lugar, respeitar o do outro, ter uma identidade e uma cultura própria.
Sou Português e apartidário, á procura de um mundo local sustentável, em harmonia com a Natureza.

António Florindo M.Marques- Portalegre TOPO

19/03/2017 14:19:20

Certo... mas no entender da rainha, a porta para a monarquia não estava fechada. Apenas se depreende que qualquer solução teria que passar por Salazar, para ser consistente e verdadeiramente regeneradora do espírito nacional.

Otávio- Lisboa TOPO

19/03/2017 13:06:36

O retorno à monarquia só existia na cabeça de quantos monárquicos gostariam de a ver implantada. Ao mais alto nível e fora das lutas partidárias, apenas com o pensamento na nação, foi dito pela Rainha D. Amélia em 3 de Dezembro de 1948, através do Dr. José Nosolini:
"A restauração da monarquia? ... Nada deve fazer-se sem o Dr. Salazar!
É ilustrativo o bom senso da Rainha, que sabia não haver consistência nas hostes monárquicas.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

18/03/2017 21:46:28

A CIA avisou Kennedy: deixe o Ultramar português em paz!
O nosso amigo Kennedy mandou formar os primeiros terroristas de Angola, os daUPA...
Documentos históricos recentemente revelados pela agência norte-americana de informações provam que nem toda a gente nos Estados Unidos estava de acordo com
a política africana de John Kennedy: a ajuda da Casa Branca aos movimentos terroristas no Ultramar português não evitou, afinal, que eles se aliassem à União Soviética e acabou por revelar-se trágica para a Metrópole e para as populações africanas.
“Portugal: de Império a país pequeno” é o título de um dos importantes documentos que a Central Intelligence Agency (CIA) disponibilizou há pouco, ao abrigo de um programa de transparência estatal. Memorandos e outros documentos da CIA cuja relevância para a segurança nacional do país já tenha caducado podem agora ser
consultados – e nesse lote encontram-se peças históricas relevantes para se compreender a posição dos Estados Unidos face a Portugal durante o período das
guerras em África (1961 a 1974) e no período revolucionário que se seguiu ao golpe de25 de Abril de 1974.
A parte mais interessante destes documentos diz respeito à política africana dos Estados Unidos nos anos 60. O início do terrorismo em Angola, em 1961, coincidiu com
o início do mandato presidencial de John Kennedy – e sabe-se como os Estados Unidos apoiaram então, diplomaticamente e com financiamentos, os primeiros movimentos terroristas angolanos, em especial a UPA, antecessora da FNLA, cujo chefe Holden Roberto recebia de Washington uma tença mensal de 900 dólares.
Contudo, ao incentivar as forças anti portuguesas em África, Kennedy ignorou deliberadamente os muitos relatórios que a CIA elaborou sobre as nossas províncias
ultramarinas portuguesas antes mesmo de o terrorismo começar a semear a violência na província angolana do Congo, em 14 de Março de 1961.
A tese de John Kennedy e dos seus assessores do Departamento Africano da Casa Branca é bem conhecida: os Estados Unidos deviam apoiar o movimento independentista africano para evitar que este procurasse auxílio no bloco comunista. A ingénua convicção de Kennedy, de que assim os emancipalistas se manteriam “pró-americanos”, levou-o a estabelecer alianças contra natura com dirigentes esquerdistas africanos, tais como Kwame Nkrumah, do Gana, e a manter na ONU uma perigosa política de entendimento com o bloco afro-asiático, em prejuízo de velhos aliados ocidentais
como Portugal e a França.
Num dos relatórios da CIA agora disponíveis, datado de 1959 e intitulado “As perspectivas para Portugal”, os agentes norte-americanos avisavam a Casa Branca de
que “estas possessões ultramarinas, que são consideradas pelos portugueses como partes integrantes de Portugal e não como colónias, representam os últimos vestígios
de um passado orgulhoso, mas os territórios africanos também representam a sua melhor esperança de prosperidade futura”. Assim, a CIA recomendava à administração dos EUA que não interferisse na política ultramarina portuguesa, prevendo que Portugal se manteria um aliado vital da NATO mesmo que tivesse de combater para preservar a sua integridade nacional, como de facto sucedeu.
Mas Kennedy ignorou propositadamente todas as recomendações que contrariassem a política anti ocidental dos seus assessores de tendências esquerdistas. Os EUA
apoiaram a UPA e todos os movimentos de pretensa “libertação das colónias”,entrando em choque com o Presidente do Conselho português, Oliveira Salazar, e
dificultando tanto quanto puderam a vida a Portugal na defesa do Ultramar.
Assassinado em Novembro de 1963, Kennedy não viveu o suficiente para conhecer os resultados trágicos da sua política africana.
Em 1964, os EUA reconheciam aquilo que Portugal há muito afirmava. No documento “Perspectivas a curto prazo para os movimentos nacionalistas africanos
em Angola e Moçambique”, os norte americanos admitiam que de nada servira o seu apoio aos movimentos terroristas, pois estes “provavelmente vão procurar ajuda,
incluindo armamento, da URSS e da China comunista”. Em Moçambique, a CIA considerava já que “as forças armadas portuguesas e os serviços de segurança teriam o controlo da situação”, notando que “o movimento nacionalista
moçambicano seria mais importante em termos políticos do que como ameaça física”. E a CIA concluía: “Portugal pode conseguir manter o controlo de Angola e Moçambique
por muitos anos”.
Em 1970, novamente contrariando a visão da “guerra perdida”, os serviços de informações dos EUA consideravam claramente que o conflito se inclinava
militarmente em favor dos portugueses e que era necessário manter à distância a influência comunista em África. Nesse ano, um memorando do secretário de Estado
Henry Kissinger dirigido ao Presidente Nixon recomendava que os EUA aliviassem o embargo de venda de armas a Portugal, notando que “um ligeiro relaxamento da
política de fornecimento de armamento seria um gesto útil que se daria a [Marcello]Caetano, agora que as negociações sobre os Açores se aproximam, que nós falamos a sério quando discutimos uma posição menos doutrinária” [em relação à posição Portuguesa em África].
Os EUA reconheceram mais uma vez que Portugal tinha o conflito controlado, e que era melhor “evitar pressões sobre os portugueses” devido à “forma benigna como
muitos africanos vêm Portugal”. E em Janeiro de 1974, a poucos meses do golpe de 25 de Abril, já analisavam concretamente formas de lidar com a reacção europeia à venda aberta de armas ao Estado português para combater a insurreição, algo que revela que, para os americanos, a guerra em África não se encontrava perdida.
Num documento datado de 1971, a CIA dissecava a política económica de Marcello Caetano, sucessor do Dr. Salazar, e assinalava a larga autonomia que o Governo português
tinha concedido às Províncias Ultramarinas em 1970 (um estatuto não muito diferente das actuais Regiões Autónomas), e que no entender dos norte-americanos se
destinava a “gradualmente preparar Angola e Moçambique, tanto economicamente como politicamente, para serem Estados multirraciais mantendo as suas fortes ligações com Portugal”. Os EUA acreditavam que, em vez da “descolonização exemplar” abrilista, era possível que Portugal viesse a conseguir formar “uma Comunidade de Estados de Língua Portuguesa”, caso se mantivesse fiel ao seu percurso, uma solução que permitiria “acomodar a orientação europeia portuguesa”.
Após o 25 de Abril, já com a hecatombe à vista, os agentes da CIA defendiam a preservação da presença portuguesa em África. Num relatório de Setembro de 1974, os americanos receavam pela prosperidade tanto das Províncias Ultramarinas como do território metropolitano, notando que “as relações económicas entre a metrópole e os três territórios [africanos] tem sido justas e de um beneficio mútuo”, visto que “nenhum dos lados tinha uma particular vantagem” . O documento adianta que o balanço comercial positivo que Portugal tinha com África era compensado pelas “grandes transferências Estatais para as províncias
— 180 milhões só em 1973”.
O Portugal pós-abrilino apresentava já todos os sintomas da tragédia que fulminaria o País entre Setembro de 1974 e Novembro de 1975: a bancarrota estava à vista, depois
de “a Junta [de Salvação Nacional] ter prometido quase tudo: inflação reduzida, ordenados mais elevados, mais investimento, mais regulação ambiental, comércio
liberalizado, reforma fiscal, descentralização económica, uma melhor segurança social, e mais” – um cardápio que antecipava o “provável fracasso” do Portugal “dos
capitães o que é a realidade que se vive.

José Ferreira- Loures TOPO

18/03/2017 14:56:50

Com a morte de Salazar, tudo se desmoronou. Até podia ter acontecido a mudança de regime, mas afundar um país?
Ainda me lembro da notícia no DN: “Esta manhã, às 9e 15 deixou de viver um dos mais ínclitos portugueses da História de Portugal”.
Nada disto foi dito ou sentido, na morte de outros políticos abrileiros.
Salazar... grande senhor.

Maria Eunice Belchior- Vila Real TOPO

18/03/2017 14:14:46

Salazar foi um homem de enorme visão. Sabia que a repartição das responsabilidades seriam a ruína de qualquer política. E temos o exemplo à vista.
não me parece que fosse por uma questão de ter poder pelo poder. Sempre rejeitou fanatismos e prepotências.
Salazar foi e será um exemplo de todos os tempos.

José Conceição- Figueira da Foz TOPO

18/03/2017 08:15:34

Bom Domingo a todos. A minha opinião, é que ao Dr. Salazar, independentemente das preferências, qualquer sistema político lhe serviria, desde que ele próprio controlasse o poder. Não esqueçamos que o país estava completamente aniquilado. Económica-social e financeiramente. Só a centralização dos dinheiros e das políticas sociais, levariam a bom porto... como se viu... felizmente.
A propósito, há alguma coisa marcada para a homenagem no dia 28 de Abril, em Santa Comba Dão?
Um abraço.

António Domingues- Miraflores TOPO

18/03/2017 00:08:04

De facto, o Regicídio, atentado terrorista no qual perderam as vidas El-Rei Dom Carlos I de Portugal e o Príncipe Real Dom Luís Filipe, Duque de Bragança, às mãos da Carbonária, foi o tocar de finados da Monarquia Portuguesa.
João Franco podia ser culpabilizado de negligência na segurança da Família Real, que quase sem escolta percorreu os 100 passos até à morte num laudau, expostos à mercê dos terroristas carbonários, também, podia ser responsabilizado por trazer à baila a falsa Questão dos Adiantamentos à Casa Real, mas afastá-lo do cargo de Presidente do Governo seria uma opção de consequências trágicas para o regímen, porque a estabilidade governamental só voltara com a reforma que El-Rei Dom Carlos I estava a empreender com o governo de João Franco que perdurou entre Maio de 1906 e Fevereiro de 1908 – antes disso nos anos anteriores sucediam-se governos um atrás do outro.
(Fonte: Plataforma de Cidadania Monárquica)

Miguel Vasconcelos- Porto TOPO

18/03/2017 00:01:26

De facto, a chegada de Salazar ao poder e o início do Estado Novo, coincidiram com a morte, no exílio em Inglaterra, do último Rei de Portugal, D. Manuel II. Com o desfile da urna pelo Terreiro do Paço, no mesmo local onde, 24 anos antes, haviam sido assassinados o Rei D. Carlos e o Infante D. Luís Filipe, Salazar tentava “enterrar” a Monarquia em Portugal. Através do Estado Novo, a República conseguiu sobreviver e assim continuou até hoje.

Leonor Antunes- Lisboa TOPO

17/03/2017 23:53:33

Foi pena o Dr. Salazar não ter reposto a monarquia. Se calhar hoje, estariamos numa situação de maior desenvolvimento. As Repúblicas são mais propensas à desorganização do Estado.
Salazar, primeiro ministro de um rei. Apenas conjecturas!

M. Lima- Lisboa TOPO

17/03/2017 23:46:33

Por vezes interrogo-me, o que teria sido do país, se não tivesse surgido um Homem da têmpera de Salazar.
Lembro-me que após a sua morte, Portugal entrou numa espiral de desastre, até ao golpe final de 74.

Rosa Silvério- Algés TOPO

17/03/2017 23:40:13

Apesar da turbulência que se vivia em 1926 e anos seguintes, foi possível encontrar um homem com a inteligência e racionalidade, do dr. Salazar.
Personificou o país e deu-lhe desenvolvimento a um ritmo nunca visto. Não basta ser inteligente. E preciso ser sério, e Salazar foi.

José Augusto- Lisboa TOPO

16/03/2017 16:41:58

Estimado Amigo A. Santos
Se a saúde (muito abalada) o permitir, também lá estarei no Sábado dia 29 de Abril. O Doutor Salazar que nasceu em 1889 faria no dia 28 do referido Mês, 128 anos.

Cumprimentos
Artur Silva -- Santarém

Artur Silva- Santarém TOPO

16/03/2017 08:58:36

IMPORTANTE SABER E PARA QUEM QUEIRA CONSULTAR OS ARQUIVOS DISPONÍVEIS NA TORRE DO TOMBO

CÓDIGO DE REFERÊNCIA
PT/TT/AOS/D-N/1/5/18
TIPO DE TÍTULO
Formal
DATAS DE PRODUÇÃO
1961 a 1961
CONDIÇÕES DE ACESSO
Documentação pública nos termos do ponto 1, do artigo 1º, do Decreto-Lei nº 33, de 31 de Janeiro de 1985, o Arquivo do Dr. Salazar foi declarado, na universalidade dos bens móveis que o integram, coisa dominial única, constituindo propriedade do Estado.

O Decreto-Lei nº 77, de 18 de Abril de 1981, estabeleceu que a consulta pública do Arquivo do Dr. Salazar só devia ser permitida após a realização de trabalhos que garantissem o tratamento e a sua total preservação e nunca antes de decorridos 25 anos sobre a morte do seu antigo titular.

No entanto, o Decreto-Lei nº 33, de 31 de Janeiro de 1985, ao assumir que a referida proibição de consulta pública, estipulada pelo Decreto-Lei nº 77 de 1981, radicava unicamente na necessidade de salvaguardar o tratamento e conservação dos documentos, determinou que a Comissão do Livro Negro sobre o suposto Regime Fascista, que havia sido criada pelo Decreto-Lei nº 110, de 26 de Maio de 1978, acedesse livremente a todos os documentos constantes do Arquivo do Dr. Salazar, através dos seus membros ou de pessoal devidamente credenciado pela mesma entidade. Ainda segundo o Decreto-Lei nº 33 de 1985, a referida Comissão podia reproduzir no supostoLivro Negro do Fascismo em Portugal quaisquer documentos que constassem do Arquivo do Dr. Salazar, desde que não ficasse prejudicada a preservação dos documentos.

Ao consignar a transferência do Arquivo do Dr. Salazar para a Torre do Tombo, o Decreto-Lei nº 279, de 9 de Agosto de 1991, preconizou um regime de acessibilidade semelhante ao já estipulado no Decreto-Lei nº 77, de 18 de Abril de 1981. Porém, o artº 3º, do Decreto-Lei nº 279 de 1991, previu o acesso ao Arquivo, a título excepcional, antes de decorrido o prazo de 25 anos sobre a morte do Dr. Salazar, mediante a apresentação de requerimento pelo interessado, em que demonstrasse motivo relevante para a consulta. O requerimento devia ser autorizado pelo membro do Governo responsável pela área da Cultura, após parecer do director da Torre do Tombo ou do director da Biblioteca Nacional, enquanto o bem arquivístico se encontrasse nesta instituição.

A partir de 1993, o acesso ao Arquivo do Dr. Salazar passou a reger-se pelo disposto no artigo 47º, do Decreto-Lei nº 16, de 23 de Janeiro de 1993, tendo sido considerado que, em matéria de comunicabilidade de bens arquivísticos, este Decreto-Lei não prejudicava o estabelecido no artigo 3º, do Decreto-Lei nº 279, de 9 de Agosto de 1991.

A partir de 27 de Julho de 1995, cumprido o prazo de vinte e cinco anos sobre a morte do Dr. Salazar, a restrição para o acesso que a lei impunha, o Arquivo ficou aberto à consulta pública.
COTA ATUAL
Arquivo Salazar, UL-32C, cx. 708, pt.18

José Ferreira- Loures TOPO

13/03/2017 23:12:21

Não falta muito para o dia 28 de abril.Acho que era tempo de se falar algo a respeito de algum tipo de manifestação relativo ao aniversário do nascimento do Dr Antonio Oliveira Salazar.De qualquer forma se não me acontecer nada de especial lá estarei no dia 29.SE outra data for marcada,para mim me é indiferente. Sem mais um abraço do A Santos.

A Santos- Sta Maria da Feira  TOPO

07/03/2017 18:54:31

Amigo João Gomes, envio uma listagem de links retirados do youtube, referentes à vida do Dr. António Oliveira Salazar. Muitos deles feitos com matéria retirada deste site. Só significa que este site está a cumprir a sua missão, que é a divulgação da Obra de A. O. Salazar. Em boa altura reactivou esta Torre do Tombo:

https://www.youtube.com/watch?v=drCXCpE93G8
https://www.youtube.com/watch?v=GCz0n3sGTXE
https://www.youtube.com/watch?v=r3qSyk5ug98
https://www.youtube.com/watch?v=uKoME3gS3Pg
https://www.youtube.com/watch?v=MTbI2qxSoII
https://www.youtube.com/watch?v=Y3udTdQzIJg
https://www.youtube.com/watch?v=Ok_ANjaAy0k
https://www.youtube.com/watch?v=qD8-71-wyj0
https://www.youtube.com/watch?v=4RXsQ8x76fw
https://www.youtube.com/watch?v=1SwyNT2trxI
https://www.youtube.com/watch?v=wllgcVwtKxo
https://www.youtube.com/watch?v=MpzPhn14kvE
https://www.youtube.com/watch?v=mcDoUk07FvY
https://www.youtube.com/watch?v=7_Mzcf0Ef6Y
https://www.youtube.com/watch?v=foE2Rgen2_I
https://www.youtube.com/watch?v=9S_jerXhgaM
https://www.youtube.com/watch?v=jcVrPKmgET8
https://www.youtube.com/watch?v=GCz0n3sGTXE
https://www.youtube.com/watch?v=0tv9KCzlJ6o
https://www.youtube.com/watch?v=XLZ-IEi7poE
https://www.youtube.com/watch?v=ztqpjowYyCk
https://www.youtube.com/watch?v=IHOg_oSbrJw
https://www.youtube.com/watch?v=vIJiReHLaeE
https://www.youtube.com/watch?v=msczUEWGKbY
https://www.youtube.com/watch?v=J0xhdQPpdfI
https://www.youtube.com/watch?v=IHOg_oSbrJw
https://www.youtube.com/watch?v=7p-LJSFFUYg
https://www.youtube.com/watch?v=QLDEa9G6Qio
https://www.youtube.com/watch?v=rdUU-w8QiGE
https://www.youtube.com/watch?v=WjcNjph-rWE
https://www.youtube.com/watch?v=ZuoT-DLomek
https://www.youtube.com/watch?v=zMOUxROFX70
https://www.youtube.com/watch?v=SkeVuo738fM
https://www.youtube.com/watch?v=_jpGvJxvJgA
https://www.youtube.com/watch?v=W4OrTQMJR10
https://www.youtube.com/watch?v=eOyA7r3LlNI
https://www.youtube.com/watch?v=XmbiGHpmFDo
https://www.youtube.com/watch?v=-VxoAAQrrY4
https://www.youtube.com/watch?v=eu-svebHefk
https://www.youtube.com/watch?v=q185dV7PSKw
https://www.youtube.com/watch?v=hZt9hg9_zWM
https://www.youtube.com/watch?v=aqdF2Uigfkw

Parabéns e honremos Salazar.

M. lima- Lisboa TOPO

05/03/2017 19:21:25

Na verdade se falarmos de ditaduras, nunca em Portugal houve tanto medo. ao nível financeiro, político, social, da instabilidade que as nossas vidas têm. Comparar os tempos de Salazar com os dias de hoje, requer uma consulta de psiquiatria. A única coisa que quem é do contra sabe dizer, é falar sobre a PIDE, a repressão, mas de forma infundada.
A PIDE era apenas uma polícia como existe em todo o mundo. A PIDE terminou, mas continuam as PIDES todas por esse mundo fora. O mérito da PIDE portuguesa estava no facto de defender a honra de Portugal e não deixar o comunismo e os malandros tomarem conta do aparelho de Estado, da produção e restantes organismos que identificam um país a sério. A repressão para ter existido, basta pensar. Porquê que se reprime? Certamente porque existe alguem que anda a remar contra a maré. E se mesmo reprimindo, os do contra continuavam a existir, é porque a repressão não era assim tão forte. Salazar era humano e queria o melhor para as pessoas. Por isso se deram algumas fugas (oferecidas), que deram aos foragidos, foros de heróis. Tudo mentira. O Estado deu-lhes cobertura para se ver livre da peste. O Estado Novo não matava. Reprimia e tentava recuperar aquela malandragem. É a diferença entre a democracias de então e a de agora. Agora a democracia é a do mais forte. Antigamente o digno representante do povo, Salazar, distribuía a democracia em porções qb. Tens menos, levas mais. Tens mais, ficas por aí. E quando alguem pedia um correctivo, que remédio...
Confrontar os dois tempos e denegrir o dr. Salazar é no mínimo revelador de ignorância e má fé.

Jaime Silva- Lisboa TOPO

05/03/2017 16:18:16

Aos Caros leitores deste site,

Ao amigo Senhor João Gomes, creio que seremos muitos os que lhe agradecemos por ter reativado o site d´"O Obreiro da Pátria", pois a grande maioria da população nascida a partir do ano de 1974 desconhece quem foi realmente o Dr. Salazar, e como são correntemente "envenenados" pela propaganda do atual sistema "democrático", tenderão constantemente a interpretar de modo errado aquela que foi a grandiosa obra de quem nunca conheceram mas de quem pensam saber tudo. O papel pedagógico deste site é, pois, fundamental!

Aliás, sem ter graça nenhuma, tudo isto me parece muito ironicamente engraçado pois fala-se na ditadura dos outros tempos. quando, em boa verdade, a ditadura nunca foi tão forte como nos dias de hoje. Se não vejamos: hoje em dia, os meios informáticos permitem ao Estado controlar quase tudo sobre todos: onde vivemos, onde gastamos, donde recebemos, o quanto recebemos, onde temos contas bancárias, a que bancos devemos e quanto devemos ... e, não bastando tudo isto, por um qualquer detalhe de menor importância bloqueiam-nos contas bancárias, penhoram-nos casas, punem-nos de forma severa se cometemos uma qualquer erro mesmo que pouco relevante!

Onde está, pois, a tão falada liberdade se são muitos os atualmente perseguidos, e até expropriados, devido a uma qualquer insignificância ? Por exemplo: ainda não há muito tempo que me apercebi dum imóvel na zona do Cacém a ser leiloado pela Administração Tributária devido a uma dívida fiscal de ... 480 euros. Por exemplo: muitas são hoje as pessoas perseguidas pela Segurança Social por dívidas que não têm, ou que legalmente prescreveram há muitos anos!

Nos tempos da minha vida anteriores ao 25 de Abril de 1974 nunca vi ninguém da minha família ser perseguido fosse por quem fosse, e os rendimentos que iam acumulando com base no seu trabalho nunca estiveram ameaçados ...
A vida podia ser dura, mas havia confiança no futuro!

Onde está, pois, a tão falada democracia dos dias de hoje, quando a perseguição hoje movida a cidadãos sérios e honestos bate recordes nunca vistos no Estado Novo?

Melhores cumprimentos a todos.

António Marques- Lisboa TOPO

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Música de fundo: "PILGRIM'S CHORUS", from "TANNHÄUSER OPERA", Author RICHARD WAGNER
«Salazar - O Obreiro da Pátria» - Marca Nacional (registada) nº 484579
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